História Gripe - Oneshot Park Jimin - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bias, Bts, Hentai, Jimin, Jiminie, Oneshot, Park Jimin, Shoujo Romântico, Yllow
Visualizações 190
Palavras 3.130
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLÁÁÁÁ :)

Eu voltei com um bônus depois de terem me sugerido fazer um, e agradeço a pessoinha que pediu (DudaJm98)

É, quando eu comecei a tentar escrever algo, pensei que não ia dar certo, mas não me apressei e acabei fazendo algo que... não ficou tão ruim? 😕

Bem, pelo menos é o que eu consegui fazer sem demorar muito e acho que mesmo que eu tirasse mais tempo pra ter certeza de que ia ficar legal, eu iria postar do jeito que está

Ah, e... no cap anterior eu cometi um erro que me deixou mt envergonhada. Sério.
O que eu fiz de errado foi tratar a febre do Jimin de forma burra... tipo, MUITO BURRA! Eu fiquei abismada depois q eu vi, mas eu já consertei e me sinto bem mais tranquila agr 😥 peço desculpas por isso à todos que leram

ENFIM
O bônus de gripe está a sua espera, então... Bjo bb :3

Capítulo 2 - BÔNUS - Espirros


Fanfic / Fanfiction Gripe - Oneshot Park Jimin - Capítulo 2 - BÔNUS - Espirros

Que situação constrangedora...

Parece que até agora a informação não processou na minha cabeça, e para me enfadar mais ainda, sou impedida de tentar fazer minha ficha cair com outro maldito espirro. Forte como todos. Tão intenso que meu corpo é praticamente jogado em direção ao chão, quase me derrubando, e por sorte não bato com a cabeça na porta que demora a ser aberta.

Assim que me ergo e afasto o lenço que coloquei à frente do meu nariz, percebo que larguei minha mala e o barulho de seu impacto com o chão foi totalmente abafado aos meus ouvidos pelo som do fruto da crise de espirros que estou tendo e que está acabando de me enlouquecer somada ao trauma que tive há pouco.

- Isso não pode estar acontecendo comigo. Não... Eu não mereço.

Apesar de estressada, poupo meus pulmões do milésimo suspiro desesperado em 30 minutos e me forço a enfrentar o - até então inexplicado - aperto em minha cabeça que aparece quando ela é abaixada a menos de 1 metro, para alcançar o puxador da mala não muito cheia.

Finalmente ouço a porta sendo aberta, e ao levantar o olhar me deparo com Jimin sorrindo de lado, fisicamente igual há algumas horas atrás, quando deixei esse lugar. Não tenho tempo de levantar e ele logo me instiga a ter mais raiva, lançando um comentário pronunciado atrevidamente.

- Que posição sugestiva... – Refere-se a mim agachada, à altura do lugar mais impuro de seu corpo depois de sua mente. – Por que veio mais cedo e... com essa mala? O que houve? – Vejo em sua face estampado um claro ‘Saudades, é?’ que não pode, de forma alguma, ser visto como algo romântico, e sim convencido.

Isso chama a atenção da fúria que cresce em mim e toma uma proporção desastrosa para o meu namorado. Ele pode não sobreviver ao ataque da fera prestes a se soltar.

- Jimin... – Respiro fundo tentando me acalmar, mas é em vão. Recordo-me do que ele me causou sentindo a cabeça doer de novo. – EU VOU TE MATAR!

Sem demorar mais, dou um impulso com a força que consigo ter nas pernas jogando o lenço longe e partindo para cima dele, fazendo-o recuar um pouco.

Seus ouvidos são punidos com meus xingamentos enquanto seu peito se transforma em um alvo para os meus socos, e consigo acertar alguns antes que, para me enfurecer ainda mais, ele é rápido o suficiente para segurar meus pulsos evitando que eu possa desviar para seu rosto, encarando-me seriamente em seguida.

- Ficou maluca?! – Grita e por um segundo eu paro de me mover e certifico-me de que nenhuma das minhas unhas foi danificada. Ainda.

- FIQUEI! – Meu grito sai mais alto, mesmo que minha garganta não esteja própria para aguentar o volume, enquanto o empurro tentando me livrar de suas mãos. – E você é o responsável!

Acabamos mudando de posição devido à resistência de cada um e finalmente me desvencilho dele. Aponto o dedo indicador para si e, me aproximando, sopro uma mexa de cabelo que tampara minha vista.

- Ei, ei, ei! D-de quê você está falando? O que eu fiz?! – Se afasta à medida que ando para frente, até chocar as costas com a parede do corredor do andar, entre duas portas.

Parece confuso em consequência da minha atitude impulsiva, mas que eu sabia que iria ter. E evitar seria mais frustrante para mim. Eu explodi, simplesmente.

Concordo que em parte eu tive culpa por tudo isso estar acontecendo, mas ele que começou, ele que provocou, e ele que tem a maior parte da culpa! Já perdi a conta das vezes em que coisas assim aconteceram por seu capricho, o problema é que ainda não me conformo com isso.

- Você fez minha irmã me expulsar da minha própria casa! – Soo o mais ameaçadora que posso com essa voz rouca que adquiri e parece surtir efeito.

- Ela te expulsou? – Questiona surpreso. – E por que ela fez isso? – Paro a centímetros de distância de Jimin, o que o faz encolher sua barriga, entreabrir os lábios e retroceder o quanto consegue com a cabeça, os braços pressionando a parede e todo o resto tenso diante de mim. Seria engraçado, se não fosse sério.

- Por sua culpa! – O ruído do elevador chegando ao andar me impede de continuar, porém, não olho quem é o espectador da quase morte de Park.

Jimin direciona seus olhos para o elevador por um instante, mas logo volta sua atenção a mim. Não tenho escolhas agora, não posso desfigurar – tentar - seu rosto na frente de alguém, porque corro o risco de ser denunciada e esse seria o cúmulo.

Pigarreio e ajeito minhas roupas e o cabelo, pego minha mala e o lenço no chão. Sussurro um ‘vamos conversar’ alto o bastante para que ouça antes de me pôr para dentro do apartamento à sua espera e, ainda mal recuperado do ocorrido, ele concorda, se vira para a mulher que exibe uma cara feia e se curva.

- Desculpe! – Me estico e o puxo para dentro, fecho a porta.

Cruzo os braços e respiro fundo cerrando os olhos, na esperança de me tranquilizar finalmente. Seu silêncio me ajuda de algum jeito, já que agora, só de lembrar que estou com ele me dá raiva e vontade de esbofeteá-lo até minhas mãos arderem.

Minha irmã é mais velha que eu e também por outros motivos, não fui capaz de detê-la quando me colocou pra fora de casa, porque não queria que meu irmãozinho – que dorme comigo – pegasse minha gripe, que julgo estar quase pior que a de Park há algumas horas, contando que ele está bem melhor mesmo.

‘’Vá se curar com ele!’’, é...?

Ao contrário do que pensei, não é um pigarro ou uma pronunciação de Jimin que me desperta e sim o clima frio do apartamento que me causa um arrepio. O encaro parado, de maneira nenhuma querendo lhe dar uma boa expressão.

- O que é isso? – Não forço a voz, falo baixo.

- I...? – Procura algo em si. - Isso o quê?

- O que você estava fazendo antes de eu chegar?

- Estava no meu quarto à toa. – Dá de ombros, mas eu o conheço bem o suficiente pra suspeitar de que tem algo a mais nisso, só que o fato de o ar condicionado estar ligado se mantém mais importante.

- Você não me valoriza mesmo, não é? – Levanta as sobrancelhas, abstruso. – Eu cuidei de você, me preocupei com você em primeiro lugar! – Alarmado, dá um passo adiante, mas não dou oportunidade para que fale. - Passei a noite aqui e ainda ia voltar mais tarde pra te vigiar por mais uma noite inteira, mas aí você deixa o ar condicionado ligado, estando como está, e sem se importar com isso?! – Separa os lábios de novo, para dizer algo, mas acaba os apertando um contra o outro e abaixando o olhar. – Você é um irresponsável, Jimin! – Aumento consideravelmente minha entonação.

Cansada daquilo e, acima de tudo, derrotada pelos problemas que me surgiram de uma hora pra outra, carrego minha mala até o quarto de hospedes não me importando com sua pose desesperada, e me tranco sem ter mais paciência para confrontá-lo e questionar suas imprudências.

Permito-me cair no colchão da cama de casal e para inflar minha frustração, antes que eu possa me remexer para tentar cochilar um pouco, outro espirro me agride.

- Droga!

(...)

Um conjunto de pijama com uma blusa larga estampada de corações e uma calça no mesmo estilo, listrada, veste meu corpo após eu ter tomado um longo banho sem dó de desperdiçar água. Jimin merece uma conta alta para compensar o que fez e isso é o mínimo depois de ter me manipulado. Embora eu saiba que essa atitude não é muito madura, mas...

Deitada, embrulhada e agarrada ao cobertor que peguei num armário do quarto, penso no que poderia ter acontecido para Park não ter tentado me abordar, nem quando era claro pelo som que eu fiquei muito tempo debaixo do chuveiro. Ele nem bateu na porta me chamando ou pedindo desculpas já que é provável que saiba o motivo por eu ter sido expulsa. Ele conhece minha irmã, sabe que ela evita ao máximo os problemas que não são dela.

Outra vez desconfiada, me atento aos barulhos reproduzidos além da porta do cômodo. Silêncio. Até que o toque de notificação do meu celular ecoa detrás da porta do quarto.

No relógio do criado-mudo é 1 da manhã, e isso me surpreende um pouco, pois aparentemente eu passei esse tempo todo matutando qualquer coisa e agradecendo por esse quarto não ter nada pertencente à Jimin. E ele, também me surpreende, por ter se sacrificado e estar acordado até essa hora para tentar me tirar daqui, apelando para o celular que esqueci de levar comigo quando fui embora.

- Mas uma armadilha? – Ironizo. – Você não me engana mais com esse celular Park Jimin, não mais...

Amontoo mais o coberto entre meus braços e junto as pálpebras decidida a adormecer não me importando com a perda de seu sono. E para minha sorte, nenhuma insônia repentina me interrompe.

Despertando, de manhã, estranhamente me recordo de ter escutado algo antes de cair no sono.

- Quem é... Namjoon...?

Sua voz repetindo essas palavras inconscientemente, me faz lembrar e, nem sequer percebo que fui ingênua o suficiente para pensar que ele não poderia entrar. Que admirável... Park Jimin não entrou sem permissão na noite passada... Até agora.

Uma sensação que aquece meu corpo além do físico me faz suspirar, já sabendo que só o que conseguirei fazer será me render a ele se este acordar e tentar fazer as pazes, pois a trilha sonora tocando é extremamente chamativa e faz-me sentir disposta mesmo tendo acabado de abrir os olhos, e já estou os fechando novamente.

Ainda que eu não queira admitir, a presença de Jimin me faz tão bem que, agora estou como ele, inexplicavelmente me sinto recuperada, apenas torcendo para que meu orgulho não acabe sendo deixado para trás com um espirro inesperado. E, além disso, a vontade de dizer que o Namjoon que viu em meu celular quando estava em seu quarto antes de eu chegar é meu primo, tenta a minha língua.

Quero dizer, ele nunca está à toa e, depois desse ‘’quem é Namjoon’’, ficou claro o que estava tentando disfarçar e, para não criar nenhum conflito maior, não mencionou quando pôde. Porém, ele também deixou nítido que se incomodou com um nome masculino desconhecido no meu celular.

- Argh...! - Sem sombra de dúvidas esse ventinho batendo em meu cabelo não está ajudando.

Como pode algo assim como o amor, ser tão forte? Eu não entendo.

Sem consciência, apenas seu despeito amoroso. Sem nenhuma palavra direta, apenas sua presença. Sem nenhum toque, apenas suas intenções demonstradas na situação atual.

Estimulada por apenas isso que, para quem o ama como eu amo, são gestos subliminares que alcançam facilmente o auge de toda a ternura que eu posso receber, eu me vejo virada para o outro lado o observando como se acabasse de aliviar um anseio de tempos.

Sorrio instantaneamente ao ver que seu biquinho está enfeitando seu rosto tão inocente e sereno, fascinante, apesar de desleixado... e amassado. Mas nada disso se compara a impressão que eu tenho dele assim, prestando atenção no som suave das notas de piano que amolecem meu coração a cada segundo.

Você sabe bem como se aproveitar de mim, não é?

 Os braços expostos estão jogados à sua frente. Como eu queria ter confiança para me envolver neles e aquecer sua pele sem acordá-lo e, dessa vez, provocar o inconveniente, ao invés dele.

Seus pelos eriçados denunciam seu frio. Minhas mãos arrastam o cobertor para cima de seu corpo, arrumando-o pouco a pouco, sem que eu precise pensar se devo ou não me vingar mais. Enfim, não me preocupo mais com tal besteira causada por uma cólera momentânea e permito que eu me comova com a cena, agora, esperando por seu acordar.

Levo meus dedos à sua face e assim que toco, a temperatura das pontas causam-lhe um pequeno susto. No entanto, e logo depois, eu que me assusto com sua mão saindo de debaixo da coberta e levando a minha para onde a sua estava.

- Me desculpe. – Profere num sussurro rouco, com seus orbes castanhos ainda escondidos, esquentando minha pele com a sua. – Eu não queria que isso acontecesse com você. – Puxa o ar lentamente, me fazendo notar que fui uma idiota tendo arremessado toda a culpa encima dele. – Eu... – Por fim acara-me triste. – não quero que fique chateada comigo, meu amor. Minha menina marrenta. – Me contagia com uma careta e ri junto.

- Me perdoe também. Eu te chamo de impulsivo, mas não tenho esse direito...

- Não, não, não... – Tenta me calar, mas o impeço. Respiro fundo e sorrio.

- Sempre acabo brigando com você sendo que eu também sou assim e... às vezes não consigo controlar. Não devia fazer isso com você. – Aperto sua mão. – Eu tive culpa por isso acontecer, além do mais, arrisquei sua saúde porque me deixei levar pelo momento. E não fui justa com você hoje.

- Com relação ao ar condicionado, você tinha razão, mas eu não tinha a intenção de te preocupar. Sinceramente... estou arrependido, eu realmente fui irresponsável.

Sorrimos um para o outro, trocando olhares carregados de afeto. Silenciosamente declarando nossa pequena reconciliação.

Eu, sentindo o coração bater acelerado, observo-o reposicionar a cabeça no travesseiro que divide comigo junto com o espaço que deveria ser ocupado por uma só pessoa, aproximando seus lábios rosados dos meus dedos e beijando-os delicadamente. E esse ato, tão inopinado, aquece, além de meus dedos, o meu peito.

Devagar, ele sobe seus beijos para o meu pulso à medida que arregaça a manga do pijama. Subindo mais, e como uma consequência que não é tão imprevista, Jimin acaba puxando-me para perto, desviando para minha boca assim que pode.

Com o polegar, ele acaricia minha bochecha e minha cintura é tomada pela sua outra palma que logo desce para a minha coxa, a puxando para sua cintura.

- Planejava parecer menos sexy com uma de suas roupas infantis, é isso? – Indaga, burlesco. – Não funcionou.

Acho que tive essa finalidade lá no fundo, mas eu deveria saber que, com Jimin, realmente não iria funcionar, já que ele pode ver qualquer coisa como um fetiche. E eu tratei de arranjar um novo para ele.

Jimin abrange minha barriga com sua mão iniciando outro beijo, aperta meu seio sem sutiã com certa possessividade e, após abaixá-la para meu bumbum, me traz para cima de si conforme eleva seu tronco e apoia as costas na cabeceira da cama.

Algo tão libidinoso como minha língua lambendo seu pescoço enquanto mimo seus fios claros é acompanhado por uma trilha sonora calma e que remete a coisas bonitas e líricas, o que torna nosso contato diferente de todos os outros.

Aposto que se ele planejou que esse tipo de música tocasse enquanto estivéssemos assim, não tinha certeza se iria combinar, mas ao menos serviu para me amolecer, e isso sim ele sabia que ia acontecer, pois eu costumo escutar isso sempre que posso. Acredito que porque me faz ver as coisas com meu melhor ponto de vista. E dessa vez, ele foi o que eu vi.

Segurando firmemente meus quadris, Jimin me move para mais próximo, fazendo-me sentar em sua dureza já formada, acalorando meu meio e obrigando meus pulmões a trabalharem mais.

Ele morde o lábio tirando minha blusa e soltando-a na extremidade da cama. O resto das peças de roupa se vai rapidamente, e eu o auxilio com o abaixar de sua bermuda, ganhando sua ajuda para que meu cabelo não atrapalhe nada.

Calmamente um coque improvisado é feito e ao voltar para sua posição anterior, meu pescoço é atingido, quase no mesmo lugar da vez passada e uma pontada de consciência me é dada junto com certa dor.

- Ji... – Arfo sem querer e ele se atenta ao que tento falar. – Está doendo. – Tento alcançar o local machucado, mas ele me impede e derrama um beijo suave ali, desviando sua mordida para o lóbulo da minha orelha.

A marca do último chupão que ele me deu ficou muito roxa e qualquer toque na região afetada causa dor. Isso se tornara um assunto bastante discutido entre nós, mas é um alívio ver que por pelo menos hoje, não resolvemos isso brigando. Talvez isso signifique um avanço na nossa relação.

Em meio a selares rápidos e sorrisos indecentes, rebolo devagar em seu colo o sentindo estremecer com a minha afronta e então, levanta-me e posiciona seu membro, me encaixando nele em seguida.

Apoio-me em seus ombros para me mexer. Sem muita pressa, aproveitando o espaço que ele ocupa dentro de mim num ritmo perfeito. E a cada descida de meu corpo, um suspiro nos escapa.

Todo o prazer que sentimos nos deixa inquietos. A mim, que pendo a cabeça para trás abrindo passagem para sua boca obter naturalmente meus mamilos duros, e a ele, que fica a espera da minha, para um beijo vigoroso.

Tudo ali demonstrado é o amor que sentimos e que temos certeza de que, apesar das inseguranças e desentendimentos, não poderia ser abalado por muito tempo, pois não viveríamos separados.

- Eu preciso de você, hum...? – Como se soubesse o que passa pela minha mente, ele conclui meu pensamento. – Você sabe disso, não é...?! – Pressiona meu quadril para baixo com mais velocidade, atentando-se excessivamente aos meus olhos enquanto eu subo e desço.

Com toda a nossa movimentação, ele solta um gemido alto mesmo tendo seu lábio inferior entre os dentes. E outro mais delongado quando se desfaz. Ainda me movimentando, agarro sua nuca com as duas mãos recebendo seus olhos pesados.

- Também... – Inspiro e me aquieto um instante depois de obter o orgasmo. Deito com a coluna curvada em sua clavícula após retirá-lo de mim. – Também preciso de você... Jimin. – Sorrio soltando algum ar por isso. – Muito! – Mesmo cansada, me forço a continuar tateando sua nuca umedecida com o suor.

- Muito...

Mais necessitada de sua proximidade, abraço seu pescoço tomando cuidado para não sufocá-lo, claro, e envolvo as pernas em seu tronco, assim sentindo nossos corações conexos, os dois agitados pelo momento e os sentimentos. Ele logo me retribui comprimindo os lábios em meu ombro. Jimin funga.

- Eu te amo. – Fecho os olhos contente com o aconchego que suas palavras abafadas me dão.

- Eu também te-... A-a...! Atchim! – Espirro para o lado.

Ele ri afrouxando o aperto de seus braços e eu lhe mostro uma mão num sinal de ‘espere’ para recuperar o fôlego. Voltando-me para ele, deparo com seu humor atiçado. Sorrio envergonhada.

- Desculpe.


Notas Finais


Logo, logo volto com uma nova oneshot, prometo n demorar mt, tá? 😉

Ah, Taehyung... Lindo do meu coração... 😍

Tchau e tchau O.O


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