História Growing - Capítulo 16


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho)
Tags Swan Queen, Swanqueen
Visualizações 740
Palavras 1.729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, FemmeSlash, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vamos ver como Emma se saiu da situação mais embaraçosa da vida...
Obrigada pelos comentários, e aos novos leitores, BEM-VINDOS! \o/

Capítulo 16 - Se conhecendo


Emma estava trêmula quando ela sentiu o corpo de Regina se afastando; se ela já tinha passado por algum momento tão embaraçoso em sua vida, ela não conseguia se lembrar.

De repente, ela viu uma lâmpada se acender, e notou que a outra mulher estava de costas.

Emma então esperou por uma reação –que Regina parecesse brava, que ela acusasse Emma de não ter modos, qualquer coisa assim. Mas Regina não se mexia.

Depois de alguns segundos, Emma viu que Regina estava tremendo, obviamente tentando mascarar uma gargalhada, e por isso não se virava pra ela.

De repente Emma sentiu seu coração ficar mais leve.

“R-Regina?”

“Emma, me desculpa...” -  A mulher disse, finalmente se virando para encarar Emma.

“Eu é que peço desculpas! Meu Deus, isso foi tão embaraçoso...”

“Você não almoçou?” – Regina perguntou, chegando mais perto de Ema, e a proximidade fazia o corpo da loira parecer pegar fogo, mas falar em ‘almoço’, de alguma forma, deixou o estômago de Emma mais agitado.

“N-não, assim que você mandou a mensagem eu vim correndo...” – Emma ficou vermelha feito um tomate, e Regina riu orgulhosa – ela gostava de saber que causava esse efeito em Emma.

“Você podia ter dito alguma coisa...”

“É, hm...” – Emma se enrolou, enquanto encarava o sutiã de Regina, que ainda estava bem exposto. Se tinha um órgão que conseguia se sobrepor sobre seu estômago, esse órgão era definitivamente sua vagina, que ainda mostrava os efeitos dos amassos que elas estavam dando a poucos minutos atrás – “eu não sou muito de desperdiçar oportunidades...” – Emma sorriu da forma mais sexy que pôde, sua tentativa de sedução indo por água abaixo quando seu estômago roncou mais uma vez.

Regina riu baixo, e fechou os botões de sua blusa.

“Não há clima que resista à isso, Emma...” – Ela sorriu, e Emma abaixou a cabeça.

“Olha...”

“Vem...”

“Pra onde?”

“Pra minha sala. Eu vou pedir pro Graham pegar alguma coisa pra gente comer, pode ser? Eu também não almocei ainda...”

“Regina...”

“Vem comigo. Eu não aceito não como resposta” – a mulher sorriu e apagou a luz enquanto Emma saía da sala.

 

Por mais que Emma tenha passado todo o caminho insistindo que ela não precisava fazer aquilo – e ressaltando que ela não tinha levado dinheiro pra almoçar, Regina não cedeu.

Elas chegaram na sala da morena, que era grande e espaçosa, com móveis feitos por designers, e arte nas paredes; Emma sempre se sentia como uma criança em uma loja cara, com medo de quebrar alguma coisa.

“Senta aí enquanto eu chamo o Graham...”

“Hm, okay...”

Ao invés de se sentar em uma das cadeiras dispostas para convidados, ou até mesmo no sofá de dois lugares que ficava no canto da sala, Emma não pôde resistir e se sentou na cadeira de Regina, que parecia ser extremamente confortável.

Oh, e era tão confortável o quanto parecia! E com rodinhas!

Emma arriscou uns giros enquanto Regina falava ao telefone – ela se distraiu, e não percebeu que o assistente de Regina já havia chegado.

Ele ficou próximo à chefe, de frente à porta, e olhou para dentro com um ar de curiosidade.

Regina olhou pra trás e viu Emma, se divertindo com sua cadeira, e não pôde conter um genuíno sorriso mediante a alegria infntil de Emma.

“Senhorita Swan? O seu pedido pro almoço?”

“Oh! Ãh!” – Emma parou a cadeira com o máximo de sutileza que conseguiu – no caso, nenhuma, e quase derrubou um enfeite da mesa de Regina – “oh, hm, eu não sei onde você compra o almoço da galera aqui? Quero dizer, do pessoal” – Emma se endireitou na cadeira, e tentou parecer profissional.

“Eu só repasso os pedidos, geralmente um estagiário se encarrega de buscar o almoço, e eles estão a sua disposição, sério! Peça o que quiser, garota!” – James Graham disse, em um tom meio afetado.

“Eu já disse que estagiários não são escravos, Graham...” – Regina disse, rolando os olhos.

“Oh, então devo cancelar os seus croissants da manhã? Tipo, a delicatessen fica do outro lado da cidade, coitadinho do estagiário...” – Graham fez beicinho e Regina ficou vermelha, sendo pega no ato.

“Graham, só... só vai logo com o almoço!”

“Senhorita Swan?”

“O que a Regina- hm, Senhora... Senhorita Mills pediu?”

“O de sempre, salada verde com frango desfiado, nozes e molho agridoce, e uma água com limão e sem gás...”

“Ei, às vezes eu substituo o frango por salmão grelhado!” – Regina protestou.

“Ah, claro, quanta versatilidade!” – O assistente abusado devolveu na hora, e Regina apenas riu; ela gostava de manter uma relação leve e descontraída com seus fuincionários mais pessoais, como María e Graham.

“Qualquer coisa com macarrão...”

“Hm?” – Regian e Graham disseram em uníssono.

“Eu amo massa, então qualquer coisa, sério. Mas sem pimentão, por favor, eu sou tipo muito alérgica... e uma coca?” – Emma perguntou dando de ombros, ela realmente não queria abusar.

“Oh, e mande trazerem alguns daqueles profiteroles com sorvete...” – Regina disse, suspirando ao lembrar-se do sabor da sobremesa.

“Sobremesa em dia de semana? Regina Mills?” – Graham sorriu.

“A Emma aqui gosta muito de um docinho...” – Regina sorriu e olhou pra Emma, piscando pra loira.

“Ok, tudo anotado. Em alguns minutos tá tudo aqui. Até loguinho!”

“Obrigada, Graham...” – Regina disse antes de fechar a pota e voltar para dentro da sala.

Emma já ia se levantando da cadeira.

“Não seja boba, fica aí” – Regina disse, sentando-se no sofá de dois lugares, e cruzando as pernas – “então, Emma?”

“Hm?” – Emma disse voltando à terra num instante – o movimento de Regina cruzando as pernas podia ser bastante distrativo.

“O que foi aquilo de ‘Senhorita Mills’?”

“Ah, é, sabe... eu queria dar um tom profissional às coisas...”

Regina olhou o modelito de Emma, e o quão informal aquilo era.

“Bem, o mais profissional que eu conseguir...” – Emma sorriu.

“E por quê?”

“Ué, vira e mexe eu tô aqui, se eu não desse uma desculpa essa gente ia começar a desconfiar dos nossos-”

“Você poderia dizer que é minha amiga, por exemplo...” – Regina deu de ombros, enquanto se levantava.

“Ah é, como se uma pessoa como eu, pudesse ser amiga de alguém tão...”

Antes que Emma pudesse fazer algum elogio que a deixasse completamente sem graça, Regina cortou o assunto.

“E o que você diz ser?”

“Sua consultora de marketing...”

“Hm, interessante...”

“É, tendo em vista que eu realmente trabalho com isso, eu achei que fosse o disfarce perfeito, tipo, se alguém quisesse me perguntar alguma coisa de trabalho, e tal...”

“Oh...” – E foi naquele momento que Regina percebeu o quão pouco ela conhecia a vida de Emma – a ponto de não saber nem sobre sua carreira profissional.

“Interessante, então você trabalha como relações públicas, ou alguma coisa assim?” – Regina perguntou, chegando perigosamente perto de Emma.

“Na verdade eu comecei no setor de design, eu adoro artes! Fazendo logos, e a parte visual dos projetos, coisas assim... mas depois do Hen fazer dois anos, eu percebi que ele precisava de mim, e trabalhar como designer publicitária me consumia tempo demais, eram madrugadas virada trabalhando... então eu tive que abandonar, pra fazer trabalhos mais burocráticos...”

Regina pôde perceber pelo olhar de Emma que ela tinha paixão por seu trabalho, e a morena começou a admirar mais esse aspecto dela.

“Seus olhos brilham quando você fala sobre sua carreira...” – Regina sorriu e ficou de frente pra Emma, que precisou afastar a cadeira para Regina caber no espaço.

“Eu gosto do que faço!” – Emma sorriu.

“Me desculpa nunca ter te perguntado sobre isso antes...” – Regina disse enquanto se preparava pra sentar no colo de Emma, de repente sentindo um desejo de estar mais perto da loira.

“R-Regina...” – Emma disse devagar, e apontou para as paredes de vidro do escritório.

“Oh” – Regina corou e se colocou reta novamente, e voltou para a frente da mesa, rebolando os quadris um pouco além do necessário.

Ela ouviu Emma suspirar, e riu; não havia nada como propvocar.

Naquele momento o telefone tocou,e  Regina se abaixou um pouco mais do que o necessário para atender, seus peitos ficando na direção do rosto de Emma.

“Você é uma diaba, sabia?” – Emma sussurrou, e Regina piscou antes de mudar de atitude e atender o telefone com a voz mais profissional possível.

“Diretora Mills falando, no que posso ajudar?”

Merda, até o tom profissional de Regina era sexy.

 

A ligação durou cerca de 15 minutos, e Emma aproveitou o tempo pra rabiscar em um papel que achou em cima da mesa de Regina.

“Ei, quem é essa aí?” – Regina perguntou olhando o rascunho de Emma, que parecia mesmo muito bom.

“É a atendente da cafeteria que eu frequento, ela é nova lá, e tem uns olhos azuis impressionantes, eu meio que não consegui me esquecer deles, então coloquei no papel...” – Emma sorriu enquanto trabalhava no esboço do cabelo da mulher misteriosa.

“Hm...” – Regina respondeu seca – ela não amou a ideia de ter uma mulher presa nos pensamentos de Emma.

“O que foi?”

“Nada. Você é realmente muito talentosa...”

“Bom saber que você acha isso... quem sabe eu não te mostro um dos desenhos que eu fiz de você?”

Um dos desenhos. Como em ‘mais de um’.

O coração de Regina se agitou novamente.

“V-você me... você me desenhou?”

Merda. E se ela não tiver gostado de saber?

“Sim?”

“Assim, do nada?”

Emma não poderia dizer que não foi do nada, que na verdade ela desenhou Regina várias e várias vezes porque ela tinha traços incríveis, uma beleza surreal, e que Emma de vez em quando se pegava tracejando os lábios de Regina com aquela cicatriz misteriosa e sexy em guardanapos, sem nem prceber.

“É, do nada. Você tem um bom rosto. Já pensou em ser modelo?”

“Eu fiz uns trabalhos, pra aulas de artes, na época da faculdade...”

“Ei, eu fiz arte como eletiva na época da faculdade!” – Emma disse, com total empolgação – “Imagina se eu dia eu tivesse pintado você?”

Regina sorriu.

“Teria sido uma honra...”

Emma olhou para os olhos de Regina, e depois mais uma vez para os olhos que ela esboçara no papel; sem dúvidas que os de Regina eram mais bonitos, e encantadores.

O momento foi quebrado por uma leve batida na porta.

“Nosso almoço chegou! Vamos acalmar essa fera aí no seu estômago?” – Regina riu enquanto se dirigia à porta, Graham não poderia abri-la segurando várias coisas; Emma sorriu enquanto arrumou espaço na mesa para que elas pudessem almoçar juntas.

Pela primeira vez.


Notas Finais


O almoço vem no próximo, que tá um capítulo mais longo do que os de costume.
Até a próxima, e obrigada por ler!


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