1. Spirit Fanfics >
  2. Growing Pains >
  3. Thirteen

História Growing Pains - Capítulo 13


Escrita por:


Capítulo 13 - Thirteen


- Emma? Tem certeza? – perguntou receoso, pois tinha certeza de que a última coisa que Harry queria era que ficasse desconfortável. Seu respeito por mim era nítido, e era infinitamente grata por isso.

- Sim. – disse prontamente.

Apoiei meu peso nos cotovelos e abaixei a cabeça em direção a ele, que me encarava com um misto de confusão e desejo. Quando nossos lábios se encontraram, senti como se fosse a primeira vez que o beijei.

A medida que o tempo passou o calor no quarto já era eminente, Harry aprofundou o beijo e me colocou por cima dele, mas antes pediu permissão com o olhar. Suas mãos grandes passeavam por minha cintura e a apertava, que me tirava alguns suspiros fracos. Desviei a atenção dos seus lábios e fui até seu pescoço, plantando leves beijos ali que fizeram o moreno suspirar.

Harry subiu suas mãos até meus seios, mas parou e, num ato rápido, retirou suas mãos dali. Levantei o rosto para lhe encarar e sua feição era um tanto receosa, preocupada. Sorri e coloquei suas mãos novamente, sentindo-o apertar de leve sob o fino tecido da camiseta que usava.

Meu desejo era intenso, e nunca quis tão ser tocada por ele como naquele momento. Eu não conseguia pensar em nada além de sentir suas carícias e as retribuir da melhor forma possível, afinal, Harry merecia. Sentei em seu colo e puxei minha camiseta, dando-lhe uma visão melhor do meu corpo. Suas pupilas dilataram e eu sabia que estava prestes a perder o controle, mas era isso que queria.

Assim que suas mãos tocaram meus seios e seu polegar direito foi direto para o meu mamilo soltei um gemendo fraco, mas perto o suficiente de seu ouvido para o sentir estremecer. A sua ereção já era nítida, e não demorei para mover os quadris vagarosamente por ali, tentando buscar um pouco mais de conforto.

Não demorou para que Harry ficasse por cima e beijasse meu corpo com cuidado e paixão. Suas mãos foram para a barra de minha calça e seu olhar me pediu permissão novamente, na qual prontamente assenti. Seus dedos leigos me acariciaram no meu ponto de prazer e gemi alto, puxando seus cachos.

No entanto, ele subitamente parou.

- Emma, sei que você não gosta muito, mas.... vamos deixar o abajur aceso? – sorriu, passando a mão em meus ombros. Quando concordei, ele apenas se esticou um pouco e acendeu o pequeno objeto em nosso criado mudo. Puxei sua cabeça em direção a minha e lhe beijei, tentando lhe transmitir todo o meu amor e agradecimento.

Desci minhas mãos e toquei em sua ereção, o que o fez gemer com seus lábios grudado nos meus, me deixando enlouquecida. Passei minha mão por dentro de sua calça e o acariciei, sentindo toda sua extensão. Duro, inchado... ele estava assim por mim.

E me senti feliz.

Harry puxou sua calça para baixo e tirou de forma desajeitada, puxou a minha também e um sorriso perverso estava em seus lábios, eu sentia falta disso. Sentia falta dele tão próximo de mim.

 

Afinal, era o Harry... meu Harry.

Quando minha mão começou a se mover mais rápido e os gemidos dele se tornavam mais altos, senti uma de suas mãos acariciando meu ponto de prazer, e não demorou para que deslizasse dois dedos em mim.

- Como senti falta disso... – ele sussurrou enquanto chupava um de meus mamilos. Minha excitação já estava fora do normal, poderia passar a noite apenas com isso.

O deitei na cama e segurei seu membro de forma firme, passando minha língua por toda a extensão e começando a lhe dar prazer. Quando levantei o rosto para lhe encarar, o vi com a boca semi aberta, uma respiração um tanto cortada e os olhos fechados reprimidos pelas sensações que passavam por seu corpo.

Exatamente como estava na nossa primeira vez.

Quando chegou em seu ápice, deitou-me na cama e, como sempre muito habilidoso, me levou a loucura. Quando nossos corpos já estavam suados e excitados ao extremo, Harry se posicionou em cima de mim e sorriu fraco, dando um beijo na ponta de meu nariz.

- Está tudo bem? – perguntou enquanto passava seu membro rígido por minha entrada.

- Sim, amor. – sorri confiante para ele, ansiando para lhe sentir em mim.

- Se você não quiser, é só falar. Eu te amo.

- Eu te amo muito mais, querido. – depositei um beijo em seus lábios.

A luz acesa me dava uma ótima visão de seu rosto, que estava tomado por uma feição tão primitiva e prazerosa que era absurda. Se moveu para dentro de mim num movimento rápido, me fazendo dar um grito que sequer fui capaz de reprimir.

Mas não era de prazer.

Uma dor me atingiu por completo, como se estivesse fazendo tudo aquilo pela primeira vez. Uma lágrima solitária rolou por meu rosto, que chamou a atenção do menino.

- Eu te machuquei? Fale comigo, querida – tentava procurar respostas em meu rosto, um tanto contorcido pela dor.

- Não pare, Harry. – disse com a voz abafada, cravando minhas unhas em suas costas.

Ficou parado naquela posição por um tempo, até que o senti se mover lentamente dentro de mim. Não demorou para que a dor desse lugar ao prazer. Harry sussurrava palavras indescritíveis em minha orelha, enquanto puxava seus cabelos e o sentia por completo dentro de mim.

Afinal, era Harry.

Meu Harry.

Quando meus sentidos afloravam e o sinal de alerta passava involuntariamente por minha cabeça, o cheiro, voz e toque do homem em cima de mim me acalmava.

Uma noite memorável para ambos, sem dúvidas. Quando atingimos o ápice, Harry se arrastou para o lado da cama e respirou fundo, puxando-me para apoiar a cabeça em seu coração. Seu coração acelerado, respiração descompassada e corpo suado nunca foram tão atrativos para mim.

Pelo menos não como naquele momento.

- Quer tomar outro banho? – sussurrei enquanto passava minha unha por seu peito.

- Podemos tomar amanhã cedo, não? Estou acabado – riu e acariciou meu braço com seus dedos leigos.

- Porquinho – sussurrei em seu ouvido e ri.

- Vou aceitar esse apelido por hoje! – riu e fechou os olhos – eu amo você, Emma.

- Eu te amo muito mais, Harry – fechei os olhos permitindo-me descansar um pouco.

Feliz por mim, mais do que nunca.

No embalo de seus braços, acabei por adormecer, adentrando num sono sem sonhos.

E esperava desesperadamente que todas as memórias ruins fossem embora naquele momento.

Amanhã seria um novo dia.

Um dia melhor, bem melhor. 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...