História Growing up (Clace) - Capítulo 13


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Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Tags Clace, Clary, Instrumentos Mortais, Jace, Shadowhunters
Visualizações 359
Palavras 1.183
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie moresss!! Mais um capítulo dessa história que estou AMANDO escrever😍😍😍 Obrigada por todos os comentários e favoritos!! Espero que gostem❤️

Capítulo 13 - Irmão


Fanfic / Fanfiction Growing up (Clace) - Capítulo 13 - Irmão

Dou um pulo desesperado da cama, eu sabia que conhecia aquela voz... Foi meu irmão... Ele está aqui em Nova York. Escolho qualquer roupa para que eu possa sair, pego minha bolsa e vou até a porta da frente o mais rápido que consigo. Contudo, percebo que não tenho chave para abri-la, então a procuro pelo primeiro andar da casa e devo ter feito barulho, porque escuto passos.

—Quem está aí? — Ouço a voz da minha mãe perguntar e em seguida a vejo descendo as escadas —Clary? Filha, o que você está fazendo? 

Pelo jeito que ela me olha, sei o quanto devo estar parecendo uma louca, não arrumei os cabelos, sequer lavei o rosto, coloquei a primeira roupa que vi e ainda estou de pantufas. 

—Mãe?! 

—Filha, está tudo bem? São quatro da manhã... 

—O que? — Pela primeira vez percebo que horas são ao olhar para o relógio da cozinha.

—Você precisa sair? 

—Não. É que... — Eu sabia que se eu falasse com a minha mãe sobre Sebastian, ela ficaria triste —Achei que tinha dormido muito e perdido o horário do treino, nem parei para ver a hora.

Ela me lança um sorriso de alívio. 

—Ah, não, minha filha, ainda está muito cedo. Volte para a cama. 

—Claro, mãe. Só vou beber um pouco de água.  

Ela assente, sobe as escadas e eu vou para a cozinha. Realmente bebo água para tentar me acalmar e organizar meus pensamentos; o que eu achei que faria? Voltaria ao galpão a essa hora e acharia meu irmão lá? Não parece nada com uma boa ideia quando parei para refletir sobre isso. Por fim, volto para a minha cama e me forço a fechar os olhos até pegar no sono novamente. 

Desperto com o toque do meu celular, esfrego os olhos e no visor leio o nome de Simon. 

—Oi, Simon. 

—Ah não, te acordei, não foi? 

—Sim... — Eu sorrio. 

—Sua típica voz de sono matinal. 

—Que amor. — Falo irônica. 

—Vamos almoçar juntos? 

—Bora! 

—Passo aí meio dia. 

—Ok. 

Levanto da cama e sinto o cheiro maravilhoso do café de Luke; então, sem pensar duas vezes, vou para cozinha. 

—Bom dia, gente! 

—Bom dia, minha linda! — Minha mãe fala. 

—Bom dia, querida. — Luke diz.

Tomo meu lugar na mesa e começo a me servir. 

—Então, meu amor, que horas será seu treino? 

—Que trei...? — Logo me lembro da desculpa de dei para a minha mãe de madrugada —Ah, Izzy me avisou que foi remarcado para amanhã. 

—Então ficará mais tempo com a gente? 

—Sim, mamãe. — Ela abre um sorriso luminoso. 

—Que tal fazermos um almoço especial? Clary, você escolhe o prato! — Meu padrasto sugere. 

—Ah, já combinei com Simon de almoçar, mas posso desmarcar... 

—Não, não, querida! Almoce com o seu amigo. 

—Filha, e o Jace? 

—O que? — Eu me assusto e com certeza, os dois perceberam —O que tem ele, mãe? 

—Como vocês estão? 

—Mãe, que perguntas são essas? — Eu arregalo meus olhos para ela como indignação. 

—Jocelyn... — Luke diz em um falso tom de reprovação. 

—É que ele me ligou mais cedo procurando por você, disse que vocês tiveram uma briga... 

—Sim, e eu não acredito que ele ligou para você. — Falo revirando os olhos. 

—Bom, ele disse que você não o atendia e que precisava falar com você. 

—Talvez ele queira apenas pedir desculpas. — Luke fala. 

—Ei, de que lado você está? — Eu pergunto para ele —E a culpa nem foi dele, não tem porque querer se desculpar. 

—Então foi algo sério? — Minha mãe pergunta. 

—Sim, mas não vamos perder tempo falando disso. 

Logo, Luke começa um outro assunto e ficamos conversando por toda a manhã. Até que vejo ser uma boa hora para começar a me arrumar, separo qualquer roupa, tomo um banho e, como sempre pego uma bolsa para colocar meu caderno, celular e minha estela, e escondo minhas kindjals nas botas. 

Simon chega e eu me despeço dos meus pais. 

—Fala aí! — Cumprimento meu amigo. 

—Olá! — Ele sorri para mim. 

Nós vamos a pé para o nosso restaurante favorito do bairro. Chegando lá, fazemos nossos pedidos e sem demora, nossos pratos chegam. Depois de muita conversa, eu tomo coragem para falar: 

—Simon, eu acho que meu irmão está em Nova York. 

Ele engole a seco. Simon conhece, pelo menos por foto ou por ouvir falar, toda a minha família e amigos, inclusive meu irmão. Quando Sebastian se foi, eu disse para Simon que ele foi atrás do seu emprego dos sonhos. 

—Por que você acha isso? 

—Tenho a sensação de que ontem ele tentou se comunicar comigo. 

—Como assim? 

“E agora?” Como posso explicar a situação no galpão abandonado para Simon? Eu odiava que minha vida fosse contada por meias verdades para ele, mas não existia outro jeito de o manter seguro. 

—Bom... Ontem me perdi e acabei entrando num beco abandonado e escuro, parecia realmente perigoso, foi então que ouvi uma voz familiar me alertando para sair dali. Mas o que me fez ter certeza foi um sonho que tive a noite, nesse sonho acontecia outra situação perigosa e a mesma frase foi falada, e foi falada pelo meu irmão! Era a voz dele, Simon, estou certa disso! 

—Ei, Claryzinha, eu acredito em você... Mas, se fosse ele mesmo por que não se mostrou para você? 

—Não sei, por isso preciso voltar para aquele maldito galpão para descobrir pistas. 

—Galpão? 

—Beco! Quis dizer beco. 

—Não acho uma boa você voltar lá. — Ele sai da cadeira a minha frente, senta ao meu lado, segura minha mão e olha em meus olhos —As vezes, as pessoas que amamos estão conosco em forma de anjos protetores. Pode não ter sido Sebastian fisicamente a falar com você, e sim sua presença. 

—Talvez seja isso mesmo... — Meus olhos marejam, mas consigo segurar as lágrimas. 

—Vamos pagar a conta que eu vou te levar para tomar um sorvete. 

Eu sorrio e assim fazemos. Simon paga para mim um sorvete na barraquinha da senhora Emily que está no Central Park desde que tínhamos dez anos, e eu me sinto mais feliz com isso. 

—Me diz, como tá a faculdade? — Eu pergunto para ele enquanto sentamos num banco para tomar nossos sorvetes. 

—Na mesma. Você sabe que meu lance é a música. 

—Ah é. E a banda? 

—Nós separamos, agora sou uma estrela solitária pronta para iluminar as noites. 

Eu dou risada. 

—Você e suas frases feitas... 

—Sabe que eu até aceitaria montar uma dupla com você. 

—Não sei porque, não sei tocar nada. 

—Mas sua voz é muito bonita. 

—Nem vem! — Eu bato no seu ombro com o meu. 

—E você? Já fez aquele teste final para finalmente entrar na carreira dos seus sonhos? 

Esse teste do qual meu amigo pergunta é minha simulação final, que obviamente, ele não sabe da existência. Fiz Simon acreditar que preciso fazer uma prova muito difícil para passar na melhor faculdade de artes do país. 

—Foi cancelado. — Digo taciturnamente.

—Por que? — Ele pergunta espantado. 

—Acho que foi algum problema administrativo. 

—Que pena... Mas tenho certeza de que, quando remarcarem, você vai passar facinho. 

—Obrigada, amigo! — Eu o abraço de lado.


Notas Finais


Compartilhem, favoritem e comentem muitooo, a opinião de vocês é muito importante pra mim! Beijos e até o próximo💖💖


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