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História Guardian Angel - Choi Beomgyu - Capítulo 2


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Notas do Autor


Boa leitura e qualquer erro me perdoem.

Capítulo 2 - Capítulo 2


Eu estava tremendo, sentia meu corpo gelando, minhas mãos estavam suando e minha vontade de chorar é enorme. Fazia poucos segundos que a mulher tinha subido para o segundo andar para chamar esse tal de Minho.


— Pode se sentar – Falou o homem assim que me avistou ainda em pé no meio da sala –


Um pouco receosa com isso, me aproximo do sofá em passos lentos e me sento nele a alguns centímetros longe do homem.


— Mandou me chamar?


Olho para trás vendo o dono da voz e vejo um homem bem arrumado descendo as escadas. Ele era bonito, não posso mentir.


— Sim – O mais velho falou ao se levantar – Eu queria te apresentar uma pessoa – Falou ele se aproximando de mim – Essa é a _____, sua submissa


O Minho olhou para mim dos pés a cabeça e pude notar um sorriso brotar em seu rosto. Ele se aproximou de mim ficando apenas uns dois passos de distância.


— Quando falou que iria arranjar uma submissa para mim não achei que estivesse falando sério – Falou para o pai –


— Quando eu te prometer algo, saiba que sempre irei cumprir – Falou feliz para o outro presente ali. Ele estava com o sorriso no rosto, provavelmente estava se sentindo vitorioso ao notar que o filho gostou da “surpresa” –


O homem mais novo se aproximou de mim e tocou em meu rosto fazendo um breve carinho na minha bochecha. O que eu mais queria fazer no momento era me afastar dele, mas tenho medo do que pode acontecer se eu fizer isso.


— Gostei dela – Ele sorri e se aproxima mais de mim chegando seu rosto a poucos centímetros do meu, nesse momento fechei os olhos e murmurei algo com medo do que ele iria fazer, mas ao perceber que nada havia acontecido abri meus olhos e vejo ele soltar uma risada nasal – Eu vou ter que ir para faculdade agora – Falou ao se afastar de mim – Cuido dela depois


E isso foi o suficiente para eu me tremer por inteiro, eu estou morrendo de medo. Só de pensar nele me tocando sinto um enorme arrepio.


— Volto mais tarde – Ele falou para o mais velho que logo assentiu. Ele andou em direção a porta e logo depois abre a mesma saindo da casa –


— Bom… – O mais velho se pronunciou – Você deve descansar para quando o Minho chegar você estar cheia de energia. O seu quarto é no andar de cima, segunda porta a esquerda – Ele olha para o relógio – Eu tenho que sair, mas nem pense em fugir, pois acho que você sabe o que vai acontecer se tentar – Ao ele falar isso enguli o seco sentindo minhas mãos voltarem a suar – Senhora Lee! – Gritou –


— Sim senhor – A mulher falou ao entrar no cômodo – 


— Prepare algo para a _____ comer, ela deve estar com fome – Ele ajeita seu terno e logo vai em direção a porta – Tenho que ir para o escritório, não demoro para voltar.


Após ele dizer isso sai da casa deixando somente eu e a mulher no cômodo.


— Com licença – Ela se reverência logo saindo da sala e passando por uma porta indo para o outro cômodo que eu suponho que seja a cozinha –


Nesse momento senti a tensão diminuir, sem o Minho ou o Dak-Ho por perto eu me sentia mais relaxada, mas logo esse relaxamento foi embora quando eu lembrei de que eles dois voltariam mais tarde.


Eu mordi o meus lábios controlando o soluço pois a esse ponto eu já chorava muito, mas aliás quem não choraria? Meu pai me vendeu, eu vou ser submissa de alguém, eu vou ser praticamente abusada e eu fico triste e indignada ao lembrar disso. Isso nunca se passou por minha cabeça, eu só vi esse tipo de coisa na televisão, e isso me despertava um desespero.


Será que ele vai fazer igual nos filmes? Será que vai ser pior?


Eu balancei a cabeça para tentar afastar esses pensamentos de mim, sequei minhas lágrimas com as costas de minhas mãos e logo depois decidi que iria para o quarto que o senhor Dak-Ho havia me falado.


Eu subi as escadas levando minha mala comigo e logo observei o grande corredor na esperança de me lembrar onde era o quarto. Andei um pouco até parar em frente a uma uma porta, respiro e coloco a mão na maçaneta logo girando a mesma para o lado e abrindo a porta, mas me arrependi de ter feito isso assim que entrei no quarto e vi que tinha uma menino sentado na cama.


— Quem é você?


Ele me olhou surpreso na espera de que eu responda ele.


— É-é... – Eu devia estar mais vermelha que um tomate nesse momento, pois eu estava morrendo de vergonha – Eu sou a Lim _____


Ele me encara quieto provavelmente pensando no que iria dizer.


— E você quer alguma coisa? – Ele perguntou de sobrancelha arqueada o que fez eu me senti mais nervosa –


— N-não – Briguei internamente comigo por ainda estar gaguejando – Eu só entrei no quarto errado sem querer – Eu faço um leve reverência para ele – Me perdoe


— Não tem problema. Provavelmente o quarto que você está procurando é o do lado – Ele falou apontando para o lado direito –


— Ah, obrigada


Sorrio para ele e logo fecho a porta correndo em direção ao quarto que ele falou entrando nele o mais rápido possível. Eu senti as minhas bochechas queimando, que droga! Eu devo estar com o rosto totalmente corado.


Eu começo a encarar o quarto e vejo cada parte dele, era um quarto normal, com cores claras, além da porta de entrada/saída do quarto, também havia uma outra porta e quando eu me aproximei vi que era o banheiro.


Suspirei.


Para eu me acalmar um pouco decidi tomar um banho, então peguei a minha mala e coloquei ela cima da cama logo tirando um short jeans e uma blusa branca folgada. Fui em direção ao banheiro, me despi ficando totalmente nua e logo depois entrei no chuveiro ligando a água quente.


Eu me sentia bem melhor com a água batendo contra meu corpo, de um certo modo, isso me relaxava.


[...]


Eu demorei uns 15 minutos no banheiro, realmente o banho estava muito bom e eu me sentia bem mais relaxada agora.


— Senhorita? – Ouvi batidas do outro lado da porta e logo depois ouvi alguém falar e supus que seria a senhora Lee – O lanche já está pronto, por favor desça para comer


— O-ok – Após eu dizer isso ouvi  seus passos se distânciando do quarto e minutos depois após acabar de pentear meu cabelo sai do quarto –


Eu desci as escadas e fui em direção ao lugar que supus ser a cozinha.


— O lanche está na sala de jantar – Falou a senhora Lee assim que entrei no cômodo –


— E onde fica a sala de jantar? – Falei meio baixo, pois estou bem constrangida –


— Venha comigo – Ela sorri gentil e logo sigo ela até a sala de jantar. Assim que chegamos lá vi o garoto que encontrei no quarto. Ele sentando na cadeira mordendo uma generosa fatia do pão que estava em sua mão – Eu vou voltar para a cozinha, qualquer coisa me chame – Assim que ela fala se retira –


— Não vai se sentar? – Falou ele após perceber que eu ainda não havia me sentado – Sente-se, eu não mordo


Eu respirei fundo e logo me sentei em uma das cadeiras, encarando a quantidade de coisas que havia naquela mesa.


— Me chamo Beomgyu – Olho para ele e logo percebo que ele estava me encarando e claro que corei com isso –


— Eu sou Lim _____...


— Eu sei, você já disse – Ele me interrompe –


Eu desviei o olhar dele para a comida na mesa e logo depois pego um pedaço do bolo e coloco em meu prato.


— Você é a submissa do Minho?


Após ele dizer isso me engasgo com o bolo que eu havia acabado de morder um pedaço.


— C-como? – Falo após engolir o bolo –


— Você é submissa dele?


Eu abaixei meu olhar encarando meus dedos brincando com eles. Isso ainda é muito estranho de se ouvir.


— Sim – Falei baixo –


— Hum… – Escutei ele murmurar. Ficamos um tempo sem falar nada mas meu corpo gelou após a pergunta que ele fez: – Por que você aceitou isso? – Pude notar um pouco de raiva em sua voz –


— Aceitei o que? – Perguntei com vergonha –


— Ser submissa do Minho. Por que aceitou isso?


— E-eu... – Eu iria falar mas sempre que eu tentava pronunciar a minha voz não saia – Eu não aceitei


— Então porque está aqui? – Perguntou curioso –


— Meu pai me vendeu – A cada palavra que eu falava meu tom de voz diminuía –


Eu vi ele abrir e fechar e fechar a boca diversas vezes na intenção de dizer algo, ele me olhava com pena o que me fez sentir uma certa raiva, pois odeio quando as pessoas me olham com esse olhar.


— Eu sinto muito – Ele falou baixo mas alto o suficiente para mim escutar. Ele olhou para mim e começou a me encarar o que me deixou constrangida –


No que será que ele está pensando?






Notas Finais


Até o próximo capítulo!


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