História Guardian Angel - Park Jimin - Capítulo 1


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Notas do Autor


Hey, nenes!!!
Como vocês estão?
Essa história eu tirei do bau do meu coração e resolvi a voltar a escrever ela, espero que vocês gostem. Aproveitem!!
Perdão pelos erros.
-xoxo, Ginger.

Capítulo 1 - What Happened With Me?


Fanfic / Fanfiction Guardian Angel - Park Jimin - Capítulo 1 - What Happened With Me?

 

 

O quarto era bem iluminado, talvez pelas cores brancas e moveis precisamente escolhidos para o ambiente ou talvez pela luz do sol que entrava pela janela. Aposto que se aqui fosse um hotel, esse quarto valeria muito só pela vista e iluminação que ele proporcionava, mas não era. Não, na verdade esse é o New York Presbyterian Hospital, um hospital, mesmo que bem movimentado continha sua beleza, mesmo que mesmo mórbida. Igual a mim.

“Adolescente de 18 anos, atropelada na quinta avenida, se encontra em estado grave e motorista ainda está foragido. ” Escutei essa manchete no jornal essa manhã, sabia que se referia a mim. Também ver meu nome escrito em um quadro em cima da cama na qual meu corpo pálido e sem reação se encontra me ajuda a compreender tudo. Ana Fay. 18 anos. Trauma crânio-encefálico. Coma induzido. Sem previsão de alta.

Estou deitada nessa cama, na verdade meu corpo que está, a cerca de quatro dias. Quatro dias que eu não consigo entender mais nada do que acontece comigo. As lembranças do acidente eram nítidas, eu estava atravessando a avenida para ir para a minha faculdade, quando senti um forte baque em meu corpo e tudo virar um clarão. Escutei que o motorista nem prestou socorro, só foi embora sem se importar com qualquer coisa que poderia ter acontecido comigo. Depois disso, acordei nesse quarto, ainda com as mesmas vestes que usava naquela manhã, um vestido branco bem a cinturado com um cardigã creme, mas o corpo que estava em cima da cama não estava mais com essas roupas, na verdade, estava com aquelas camisolas que só cobre na frente. Vários cabos estavam ligados a mim, tanto que eu seria facilmente confundida com uma maquina ambulante.

Vários médicos entravam e saiam do quarto, checavam os aparelhos e anotavam coisas que eu não entendia, uma enfermeira loira, que eu descobri que se chama Ramirez, sempre passava em meu quarto, arrumava a cama que não precisava de arrumação já que meu corpo não mexia nem um centímetro, fazia carinho no meu rosto sem vida e mexia em meus cabelos vermelhos, ela me chamava de florzinha. Nesses dias o único rosto familiar que eu encontrei foi o de minha mãe, a primeira vez que ela entrou no quarto, chorando, me fez querer sair de lá correndo ou tentar abraçar ela e falar que eu estava ali, que estava bem, mas nem eu sabia o que estava acontecendo comigo. Nos dias que se decorreram ela ficava grande parte do dia na poltrona que se encontrava ao lado da cama, hora lendo um jornal ou um livro, hora trabalhando em suas planilhas. Ela falava comigo, coisas banais sobre como meus colegas da faculdade queriam me ver, mas que os médicos ainda não haviam liberado para não familiares e que minha irmã quis largar o estágio e vir voando da Austrália para Nova York, coisa que ela não deixou por hipótese nenhuma. Depois de um tempo descobri que a ideia de conversar foi dos médicos, aparentemente ajudava na recuperação dos pacientes em coma escutar a voz de conhecidos.

Já havia desistido da ideia de que um anjo ia me salvar, ou que uma alma iluminada viria me explicar o que estava acontecendo com o meu corpo já que faziam dias que eu estava naquela situação e ninguém ou nada havia se manifestado. Cheguei à conclusão de que eu estava sozinha nessa de encontrar um jeito de voltar, eu não estava pronta para sair daquela vida. Eu havia acabado de começar minhas aulas na Julliard, estava morando sozinha e eu não reclamava de trabalhar no Starbucks e fazer alguns bicos para ter um dinheiro extra, tudo estava bem.

Já cansada de me auto observar encosto na janela e fico observando o movimento de carros, esse sempre foi o motivo de eu querer morar em Nova York, o movimento, como todos sempre tinham algo para fazer e nada nunca ficava parado. Fico tão presa em meus pensamentos que mal percebo a hora que um homem entra no quarto e fica aos pés da minha cama.

- Tão bela e tão jovem. – Observo o homem. Ele era alto, devia ter seus 1,85, muito bonito, com uns 30 anos. Não era um dos médicos pois era a primeira vez que eu o via por lá além de não se vestir de acordo com o uniforme nem dos médicos nem dos enfermeiros, ele estava com um terno e calça social brancos, cor que fazia um lindo contraste com seus cabelos loiros muito bem cortados. – Sinto muito que isso tenha acontecido com você, dessa forma. – Ele fala e desvia o olhar que estava na cama para a janela, melhor falando para mim. – Você deve estar tão confusa.

Ele começa a se aproximar de mim e eu fico completamente confusa.

- Você... você consegue me ver? – Disse insegura.

- Claro, eu sou o seu mentor, complica minha situação te ajudar sem te ver. – disse com um sorriso de lado.

- Meu mentor? Como assim? Se você veio me ajudar, porque só apareceu agora, você não sabe que eu estou sozinha aqui a quatro dias? – Disse deixando todo desespero se libertar do meu corpo, eram tantas perguntas na minha cabeça e a vaga oportunidade de pelo menos uma ser respondida era muito tentadora para me segurar.

- Calma, minha querida. Eu não podia vir antes, seu corpo nem sua alma estavam prontos para qualquer explicação que eu pudesse dar. Que falta de educação a minha, meu nome é Gabriel, sou seu mentor ou se preferir orientador. Creio que seja melhor você se sentar minha querida Ana, tenho coisas demais para te contar. – Ele se dirige ao sofá que ficava ao lado da minha cama e eu o sigo. – Você, como já deve ter percebido, sofreu um acidente. As condições foram de pura coincidência, não estava no seu destino certo que isso deveria acontecer, mas cá estamos nós. Minha querida, tenho certeza que você queira voltar, mas essa volta não será tão fácil, tanto seu corpo físico quanto espiritual e foram muito danificados com esse acidente. Você só poderá voltar, com o tempo e com a benção dos céus. Mas para conseguir essa benção você terá que fazer algo para nós. – Ele meu deu a chance de voltar, meu coração disparou na hora.

- O que? Só me fala o que terei que fazer que eu faço!!

- Você gosta de Kpop? – Fala com um ar risonho.


Notas Finais


Oiii!!
Então, gostaram???
O que será que a Ana vai ter que fazer ein? Até a próxima meus nenes.
-xoxo, Ginger.


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