História Guardian Angel - Capítulo 14


Escrita por: e ihtan

Postado
Categorias Bia Arantes, Bruna Marquezine, Gabriel Jesus, Neymar, Philippe Coutinho
Personagens Bia Arantes, Bruna Marquezine, Gabriel Jesus, Neymar, Personagens Originais, Philippe Coutinho
Tags Drama, Romance
Visualizações 229
Palavras 3.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores, como estão?
Bom, o próximo capítulo eu vou tentar postar antes de sexta-feira, beleza? E aliás, obrigada pelos comentários e favoritos ❤️
Espero que gostem!

Capítulo 14 - Fourteenth Chapter


Philippe Coutinho Narrando

19 de Abril de 2018

Brasil, Rio de Janeiro (RJ)

16:49

- Pensei que iria estar na casa da minha mãe me esperando. - Aine fala após se sentar na cadeira, de frente a mim.

- Passei na casa de sua mãe, ela me disse que você tinha saído. Brinquei um pouco com Maria e depois vim para cá, te esperar. - Explico e ela assente cruzando os braços me observando com a mesma expressão que chegou. Séria.

- Eu estava com Clarice. - Enrugo as sobrancelhas.

Aine nunca foi próxima de Clarice. As duas sempre se cumprimentam nas festas e jantares, quando me encontro com Marcelo, mas nunca chegaram a ter uma intimidade forte ou algo assim. Que eu saiba.

Se passa na minha cabeça que Clarice tenha ouvido a minha conversa com os meninos e provavelmente tenha dito para Aine. Será que foi por causa disso que Aine foi se encontrar com ela?

- Foi fazer o que com ela? - A curiosidade fala mais alto e perguntei fazendo Aine franzir o cenho.

- Conversar com ela, mas o assunto não é da sua conta. - Suspiro aliviado discretamente ao saber que não é sobre mim, e fico um pouco chateado do jeito que ela falou comigo. Como fala comigo nos últimos dias, super grossa. E ela nunca foi assim.

- Então suponho que estejamos aqui para conversar sobre nossa relação? - Pergunto e ela assente jogando seu cabelo para o lado.

- Sim, temos que resolver isso. Rapidamente. - Afirma e concordo levemente. - A nossa relação não é a mesma faz desde o começo do ano. Fomos separados um pouco por conta do seu trabalho que está ficando pesado e não tem dado atenção para mim e para Maria. - Abro a boca para interromper mas ela levanta a mão sinalizando para eu ficar quieto. - Sei que não é sua culpa Philippe, eu sei que se fosse por você não teria esse problema para nós, mas não é assim que a banda toca.

- Infelizmente. - Sussurro e ela concorda.

- Mas a nossa relação de marido e mulher, não existe mais. - Noto que seus olhos começam a se encher de lágrimas e engulo o seco. Ver Aine chorar é a pior coisa da minha vida. - Não tem mais aquela aproximação, aquele carinho e amor. A gente nem se beija direito. - As lágrimas começam a descer do seu rosto e abaixei a cabeça fechando os olhos. - Na minha visão, a nossa relação é apenas de duas pessoas que tem uma filha juntas, que essa filha que ainda mantém elas unidas. Porque se for depender desse “casal”, cada um teria seguido sua vida. - Sua voz chorosa soa em meus ouvidos e respeito fundo. Sinto sua mão tocando em meu queixo e levanta meu rosto me fazendo olhar para ela. - Você ainda me ama?

Sua pergunta me fez engolir o seco mais uma vez e desvio olhar para um casal que está brincando com uma menina pequena. Provavelmente a filha deles.

Eu ainda a amo?

Essa pergunta que rodeia e rodeia meus pensamentos nos últimos dias. Que bagunça minha mente, fazendo eu ficar mais confuso que estou. Essa pergunta, que junto com a outra, “eu gosto de Beatriz?” me faz ficar completamente perdido.

Como a repensar nos momentos que não estamos brigando e nos sentimentos quando estou ao seu lado. Sinceramente, eu sinto um certo carinho por ela mas não como antigamente, um carinho diferente do que costumava ter por ela. E isso que me faz ter dúvidas dos meus sentimentos por ela, quando a olho, não sinto vontade de beijá-la, não sinto meu coração bater rapidamente, não sinto os sintomas de paixão.

É como se ela fosse apenas uma amiga

E isso está muito errado, não quero perder minha família. E também têm Beatriz.

Meu Deus. O que eu faço?

Abro os olhos observando o casal brincando com sua filha, sem ter coragem para olhar pra Aine que está esperando minha resposta. No canto dos olhos, consigo ver ela fungando o nariz já entendendo o meu silêncio.

- Philippe, eu preciso que isso saia da sua boca. Você ainda me ama? - Repete a pergunta e eu engoli o seco.

- Não sei.

Respondo olhando nos olhos dela e a mesma assentiu sorrindo fraco. Me encolhi na cadeira me sentindo um idiota e ela levanta pegando sua bolsa.

- Quando você tiver certeza, me procura. - Abaixo meu olhar e Aine suspira. - Só quero dizer que os meus sentimentos continuam o mesmo. - E saiu me deixando sozinho.

Continuo observando ela sair do meu ponto de vista e respiro profundamente pensando no que fazer. Olho mais uma vez para a família aparentemente super feliz e me levanto já sabendo em quem posso pedir um conselho.

17:09

- Finalmente lembrou que tem mãe. - Minha mãe fala após eu me afastar do abraço e reviro os olhos lembrando o quanto ela adora fazer um drama.

- Dona Esmeralda, eu vim aqui semana passada. - Falo e ela me empurra para cozinha. Já consigo sentir o cheiro do seu café fresquinho.

- Você deveria me visitar todo dia, é a sua obrigação fazer isso. - Faço uma cara de tédio e ela empurra a cadeira. - Agora senta que eu vou te servir com cafezinho e um pedaço de bolo de fubá.

Me sento já sentindo água na boca ao imaginar o gosto desses dois alimentos. Observo os movimentos de minha mãe servindo o café na xícara e o pedaço do bolo no prato. Esfrego minhas mãos umas nas outras quando ela coloca em minha frente o prato juntamente com a xícara.

- Obrigado mãe, você é um anjo. - Agradeço e deposito um beijo em sua testa, logo em seguida me alimentando. Ela se senta ao meu lado, observando eu comer.

- Pensei que Aine viria junto para cá. - Comenta depois de um tempo e eu suspiro lembrando da minha conversa com Aine.

- Eu preciso te contar um negócio. - Falo após terminar de comer e pego um guardanapo limpando minha boca. Minha mãe tem toda sua atenção em mim. - Eu e Aine estamos brigando demais, e… acho que não a amo mais.

Ela enrugou as sobrancelhas e me olha não acreditando no que eu estava falando.

- Como? Você não a ama mais? - A surpresa em sua voz é super evidente e assenti me encolhendo um pouco na cadeira. - Mas… como? Me conta isso direito!

- Eu… não tenho certeza disso, mas os sentimentos que tinha por ela estão desaparecendo! Não sei se foi por causa das nossas brigas e também o afastamento, mas eu não quero estar do lado dela de forma amorosamente. - Explico e minha mãe assentiu colocando a mão no queixo. - E tem algo também. - Falo pensando em como diria o assunto de Beatriz para ela.

Ela me olha novamente.

- Lá vem mais bomba. - Exclama e solto uma risadinha. Algo que minha mãe mais tem é senso de humor. - Pode falar filho, que a mamãe aqui veio preparada pros tiros.

Olho para ela rindo. Isso é convivência com Neymar e Marcelo, só pode. Mas logo volto a ficar sério ao relembrar do que irei falar.

- Eu acho que estou gostando de outra pessoa. - Após eu dizer isso, minha mãe abriu tanto a boca de tanto surpresa que eu tive que rir da cara dela.

- Mas o que? Como assim você está gostando de outra pessoa e me fala isso agora? - Começa a falar em um tom de brava.

- Mãe, eu estava super confuso, quer dizer, eu ainda estou confuso e resolvi não falar para ninguém, ao invés Marcelo e Neymar.

Foi aí mesmo que ela ficou furiosa.

- Você contou para o Neymar e pro Marcelo, mas não contou para mim? - Sua voz parece um pouco chateada.

- Eu não sabia o que fazer, eu só contei para Neymar e Marcelo porque ele insistiram mas juro que queria te contar.

- Ok, um dia eu supero. - Ela faz biquinho e cruza os braços. - Mas continua, quem é essa pessoa?

- Acho que foi uma das melhores pessoas que eu conheci na minha vida, sabe? - Começo com um sorriso bobo e mãe me olha curiosa. - Ela se chama Beatriz, conheci em uma balada que fui com Neymar e bom, achei ela bonita e bem atraente, mas não dei muita atenção já que quem estava em minha mente, era Aine. Mas não foi a beleza dela que me atraiu mais, e sim como ela saiu da balada para ouvir meus problemas. Mãe, ela simplesmente parou de se divertir para conversar comigo, escutou todo meu desabafo e me deu conselhos. E foi aí que me atraiu mais. - Expliquei lembrando dos momentos da balada e do quanto eu me diverti depois que voltamos para dançar. - E foi aí que começou tudo, encontrei ela em outros lugares e senti vontade de me aproximar dela, como amigo mas aí o sentimento veio outro.

Termino de dizer e a olho vendo que a mesma ainda está processando tudo o que eu disse. Começo a ficar aflito ao ver que passou alguns minutos e ela ainda não havia dito nada.

- Mãe? Diz alguma coisa! Preciso da sua opinião.

- Não sei o que dizer! Estou muito surpresa pelo o que você disse. - E coloca um sorriso carinhoso no rosto. - Te olhava enquanto você falava e não tenho dúvidas que você sente algo a mais por essa menina. Não via seus olhos brilharam desse jeito desde que suas brigas com Aine ficaram mais frequente, e posso confirmar que você está cem por cento ferrado.

- Obrigado por me avisar mãe. - Digo irônico e ela revira os olhos. - Marcelo e Neymar sempre querendo me lembrar que estou ferrado, e agora tem você, estou tão feliz por isso. - Termino lembrando de como, ontem na praia, os dois faziam questão de me avisar toda hora que eu estou super fudido nessa situação e que nunca queriam estar na minha pele.

Ótimos amigos, né?

- A gente te ama. - Conclui. - Mas filho, o que você vai fazer com Aine? Já que não a ama mais e supostamente gosta de outra, o certo será conversar a respeito sobre isso com Aine.

- Eu sei mãe. - Me levanto rapidamente. - Mas a questão é que não tenho certeza disso. Ok, suponhamos que eu termine com Aine por achar de estar gostando de Beatriz, mas e se não for assim? E se eu estiver enganado e acabei o casamento por besteira? Perguntas ficam rodeando minha cabeça e não consigo achar as respostas.

- E se for ao contrário? Philippe, nós dois sabemos que o amor de vocês dois não está mais presente como antes.

- Ela tinha dito que ainda me ama. - Afirmo e ela suspira.

- E você? Como fica seu coração? - Me pergunta me fazendo ficar calado. - A situação de você está péssima, e ainda mais que tem Maria que certamente está desconfiada com a distância entre vocês. Mas pense um pouco em você, meu filho. Se você não amar mais Aine, vai ficar preso em um casamento que engana a si mesmo e juntamente a Aine?

- Eu vou tentar mãe! Não vou deixar meu casamento acabar assim do nada e destruir minha família.

- E a Beatriz? Como fica seu sentimento por ela?

Engulo o seco e fecho os olhos.

- Eu… - Começo sem saber o que dizer. - Ela não gosta de mim, então não adianta eu terminar meu casamento por causa dela. Ela ‘tá com outro cara, e além disso, deixou bem claro que sou como um irmão para ela. - Abro os olhos e minha mãe me olha com pena. - Melhor deixar assim, vai virar uma bagunça total isso.

- E como fica você? Vai tentar ficar em um relacionamento onde não tem certeza se ainda ama sua esposa? Aine não merece ser enganada, você tem que fazer o certo. Além do mais, você não está pensando em si mesmo!

- Mas estou pensando na família que eu criei. E isso é o mais importante!

- E o seu coração deixa de lado? - Ela pergunta e se aproxima de mim. - Por que você não para de pensar nos outros e começa a pensar em si mesmo?

- Porque fui eu que criei essa situação, mãe! Aine e Maria não teve culpa de eu estar gostando de outra mulher, não posso acabar com a felicidade das duas por conta disso. Se eu criei esse sentimento, posso muito bem acabar com isso! E não posso manter esperança com Beatriz, sei que ela não gosta de mim então seria perda de tempo correr atrás dela. - Suspiro fundo. - Uma perda de tempo correr atrás de uma pessoa que nunca vai te corresponder.

- Você ‘tá colocando certeza demais nisso, acha mesmo que ela nunca iria te mandar olhar com outros olhos?

- Eu vejo isso nos olhos delas. - Afirmo baixando a cabeça. - Quando eu tentei beija-lá, ela ficou super irritada pela minha atitude.

- Você tentou o que? - Grita mãe e arregalo os olhos ao perceber o que eu tinha falado.

Minha mãe vai me matar.

- Eu juro que aquilo foi mais forte que eu, não consegui controlar. - Explico e ela joga um pano de prato na minha direção. Consigo desviar.

- Se eu ficar sabendo que você traiu Aine, vou arrancar você em pedaços. Não criei filho assim não.

- Mãe, eu juro que essa é a primeira e a última vez que faço isso. - Ela cruza os braços me olhando desconfiada. - O que foi?

- Quando estamos perto de alguém que nos atrai demais, não conseguimos controlar nada.

Engulo o seco. Minha mãe tem razão.

Quando estou perto de Beatriz, a única vontade que tenho é de beijá-la até perder o fôlego, de tocar cada parte do seu corpo. E quando olho em seus olhos, minha nossa. Me perco naquela dimensão azul.

E meu corpo age por si próprio.

E bom, acaba sendo merda minha atitude. O acontecimento de ontem a noite é uma prova.

- Por isso que eu acho melhor você conversar direitinho com Aine, sei que nunca vai querer traí-la mas às vezes as nossas atitudes também surpreendem nós mesmos. - Minha mãe fala tocando em meu ombro.

- Eu já tomei minha decisão e vou continuar com Aine. - Ela suspira e assente.

- É, quem sabe esse amor ressurge né? Aí tudo volta o normal. - Concordo. - E o que vai fazer em relação a essa Beatriz?

Suspiro.

- Vou continuar com a amizade, e logicamente vai ser muito difícil evitar os efeitos que ela causa em mim, mas com minha possível volta com Aine, talvez mude algo. - Dou de ombros fingindo que não é tão importante, mas por dentro, esse motivo é o que mais me aflita.

- Você está muito confuso, tem certeza que é essa é a sua decisão? - Assenti rapidamente.

Essa decisão é a mais correta para mim neste momento, mas tem algo me incomodando. A incerteza.

- Tudo bem, Philippe. Vou respeitar isso mesmo não concordando. - Abraço ela fortemente. - Só estou preocupada com você.

- Eu vou ficar bem, mãe. Eu sempre fico.

Eu acho.

22:54

Aperto o botão para trocar de música e olho para frente vendo as gotas de água da chuva caindo no vidro do carro. Ouço a música de Mumuzinho sendo tocada no rádio e relaxo no banco acompanhando a melodia. Observo meus pais vindo para o meu lado do carro e abaixo o vidro da janela. Eles estão com um guarda-chuva para evitar de serem molhados pela chuva.

- Filho, pelo amor de Deus, dirige com cuidado! Essa chuva está ficando muito pesada. - Minha mãe avisa preocupada.

- Relaxa mãe, vou com o maior cuidado. - Abro um sorriso confortante para ela, que retribui.

- Que você vá com Deus…

- Amém! - Completo e ela sorriu dando um beijo em minha testa.

Ela se afasta da janela dando espaço para meu pai que vem vir falar comigo.

- Dirija com cuidado, não pega o celular e nem nada disso, beleza? - Reviro os olhos brincando mas assenti. - E vem aqui mais vezes, e traz a Maria. Estamos com saudades.

- Pode deixar, capitão. - Ele faz uma careta mas sorriu logo em seguida.

Eles se afastam voltando para a casa deles e ligo meu carro já dando a partida, mas sem antes buzinar. Fecho o vidro da janela e dou minha atenção total para as ruas todas molhadas, com poucas pessoas. Aumento mais um pouco o volume mas abaixo logo em seguida quando percebo meu celular tocando. Neymar está ligando.

Pego meu celular ainda prestando atenção nas ruas.

- Fala. - Digo após atender a ligação e escuto uma música agitada no fundo.

- A gente brigou de novo. - Ouço sua voz embargada e já percebo que o mesmo está bêbado.

- Onde você está? - Pergunto parando no sinal vermelho e imaginando que minha noite vai ser cuidar do Neymar bêbado.

- Eu quero ela, Couto. - Ignorou minha pergunta. - Ela disse tanta coisa que me magoou e eu me sinto um trouxa por estar querendo ela nesse momento.

- Neymar, onde você está? - Pergunto novamente e começo dirigi quando o sinal abre para o verde.

Ele iria responder mas paro meu carro bruscamente e meu celular voa para atrás do banco. Sinto meu coração bater rapidamente ao perceber que atropelei uma pessoa e saio do carro sem me importar com a chuva. Vou até a mulher que está se sentando com dificuldade e me abaixo do seu lado.

- Você está bem?Eu não tinha te vis… - Paro de falar quando a mulher levanta a cabeça e vejo Beatriz. - Beatriz?

Ajudo ela a levantar e minha preocupação aumenta quando ela grunhiu, provavelmente sentindo dor.

- Eu vou te levar para um hospital agora! - Afirmo e ela nega.

- Não precisa, a parte da frente do carro mal encostou em mim. - Dou uma leve olhada no seu corpo, vendo que Beatriz está com uma blusa de mangas e uma saia curta.

- Não! Vamos agora, por favor. - Pego em seu braço e ela solta rapidamente fazendo uma careta. - Machucou? - Pergunto mais preocupado e ela nega começando se desesperar.

- Não, eu só preciso ir embora. - Responde e de vira para ir embora mas pego seu braço de novo tirando a manga e dou de cara com uma mancha que provavelmente estava vermelha mas logo irá ficar roxo.

Franzi o cenho.

- O que isso? - Pergunto e ela nega rapidamente com os olhos cheios de lágrimas. - Quem fez isso com você? - Questiono ficando nervoso.

Ela apenas cai no choro e abraço sentindo a mesma tremer bastante, mas não era por conta da chuva ou do friozinho que está fazendo. Era de pavor e medo.

- Quem fez isso com você? - Repito mais uma vez minha pergunta fechando os olhos com medo de sua resposta.

Ela funga encostando sua testa em meu ombro e me abraça fortemente. Sua voz sai trêmula.

- O Matheus, meu ex namorado.


Notas Finais


E aí, gostaram? Espero que sim 😊
Obrigada mais uma vez por tudo e nós vemos no próximo capítulo, beijos ❤️
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