História Guardian Angel - Capítulo 22


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson
Tags Annabeth, Charlena, Hdo, Lazel, Percabeth, Percy Jackson, Pjo, Romance, Solangelo, Thaluke, Wico
Visualizações 119
Palavras 727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lírica, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 22 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction Guardian Angel - Capítulo 22 - Capítulo 22

Capítulo 22

O quarto era azul como o outro, a decoração bonita, com muitos detalhes e uma estante grande cheia de livros. O guarda-roupa estava arrumado, mas não continha tantas coisas quanto à garota era acostumada. A escrivaninha continha seu antigo notebook e alguns cadernos. Os itens que levara se dividiam nas duas pequeninas cômodas, uma em cada lado da cama. Tudo estava organizado.

A loira se encontrava na janela, olhando para o céu. Contou as estrelas e tentou achar as constelações, ignorando a ardência que ainda sentia nos braços.

Se encaminhou então para a escrivaninha e resolveu rever a matéria, adianta-la e ter certeza que não se esqueceu de nenhuma tarefa. Pulou quando sua porta foi aberta uma cabeleira morena aparecera.

-Já terminou o trabalho de meu filho? – Perguntou.

A garota balançara a cabeça afirmativamente e pegou rapidamente três papeis de uma pilha, entregando-os para a mulher.

-Eu tenho um trabalho em grupo. – Ela falou em um só folego antes que a morena saísse de seu quarto, olhando para baixo quando o olhar dela recaiu sobre seu corpo. – Em dupla, na verdade. Para daqui dois dias.

A mulher concordou com a cabeça e avaliou o corpo encolhido contra a cadeira de rodinhas antes de se pronunciar novamente.

-Depois acertamos os horários. Agora desça e dê seu telefonema.

A garota permitiu-se sentir feliz por um breve instante. Em sete meses, onze fora as vezes que momentos como esse lhe foram permitidos, sempre breves e controlados, mas ainda a faziam sorrir.

Desceu as escadas com a mulher em seus calcanhares, foi até a cozinha e esperou até que o celular lhe fosse entregue. Observou o tanto de mensagens que lhe fora enviadas e não tardou a discar o numero já decorado, deixando o volume bem alto como lhe era instruído, trocando o peso de um pé para o outro como um passarinho enquanto apenas o toque da chamada se fazia presente.

-Alô?

Seus olhos marejaram ao escutar a voz suave da menina, que lhe acalmava o corpo sem nem mesmo ter intenção.

-Olá!

-Sua sumida desgraçada! – A garota xingou do outro lado da linha– Tem noção do quanto demorou para enviar um sinal de vida? Sabia que o amor da sua vida ganhou o campeonato nacional mesmo tendo um surto por você? Ou que seu irmão tá igual um louco aqui?

A jovem loira riu com um nó na garganta, olhando apreensiva para a mulher em sua frente. Virou-se então de lado para ela e fechou os olhos, fingindo ter o mínimo de privacidade.

-Desculpa, majestade. – Ela falou. – Eu estou muito orgulhosa dele, e, por favor, fale para meu irmão se acalmar, eu estou bem!

Sua voz vacilou no final e ela prendeu a respiração, soltando-a quando percebeu que nada a aconteceria.

-Bem, sei.

-Eu estou falando serio! – Reforçou – Só estou sem tempo nenhum.

-Você sabe que essa desculpa não engana ninguém, certo?

A loira engoliu em seco.

-Não tenho o porquê enganar alguém. – Falou. – O que a conselheira fala sobre mim?

-Que você está bem . – A outra respondeu de má vontade e mudou logo de assunto –Estou chamando os outros para virem conversar com você. Não sei o porquê dessa sua mania de ligar para um só a cada tantos dias, sabia? Mas não importa, pois Silena e Charles estão aqui hoje e vão amar conversar com você!

Ela sentiu um toque em seu ombro e sabia que seu tempo havia acabado. Fez esforço para não chorar e voltou a falar.

-Na verdade, eu tenho que ir.

-Como assim tem que ir?

-Tenho ensaio. Mande beijo para todos, tudo bem? Diga que os amo.

-Mas e os tios? Não vai falar nem com eles?

-Tenho que ir.

-Mas...

-Até.

E então desligou o celular e o abraçou junto ao peito. Se virou ainda com os olhos fechados, segurando as lagrimas, e estendeu o celular para o lugar onde lembrava que a mulher estava.

Abriu os olhos quando sentiu uma mão mais áspera raspar contra a sua. Deu um passo para trás e sufocou um grito quando viu o homem parado em sua frente, colocando calmamente o celular na mesa que ali se encontrava.

-Olá Annabeth, minha querida. – Seu Tio falou, sorrindo de uma maneira que causava calafrios na garota. – Quase dois meses sem nos vermos. Você sentiu minha falta? Por que eu senti muito a sua.


Notas Finais


Vish... Teorias aí gente? O que vocês acham que vai acontecer! Me contem!!

Ah, não sei se já contei, mas o nome "Cenara" é "Aracne" com as letras trocadas, pq eu não tava afim de usar o nome da aranha.

Enfim, é isso aí. See you peolpe.


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