História Guardião Dimensional - Capítulo 56


Escrita por: ~ e ~LordeKoorishiro

Visualizações 45
Palavras 1.936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 56 - A Nova Forma de Cell


Piccolo rosna ao ver que o Bio-Androide havia escapado. Ele olha para os lados, mas não conseguiu sentir o KI de Cell. De repente, ele é chutado, sendo que acaba indo parar alguns metros distante de sua posição inicial.

 

Ao olhar para a pessoa que ao atacou, viu o androide 17 sorrindo maldosamente para ele. Piccolo estralou o pescoço, irritado.

 

—Que tal eu te mostrar como se luta um pouco, seu imbecil? – Questionou 17 avançando na direção dele.

 

—Deveria aprender a respeitar os mais velhos – Rosnou Piccolo, tentando um soco no androide, que desviou o chutando, porém o namekuseijin segurou sua perna, conseguindo atingi-lo no estomago, com um chute. O androide recua um pouco, com a mão no estomago.  – Então é assim que luta, o da juventude?

 

17 rosna, e avança na direção do esverdeado, que desvia de uma sequência de socos do moreno. Piccolo aproveita e o chute no estomago, para depois o soca-lo no rosto, e o segurando pela perna, o jogou no em direção ao chão.

 

—Onde pensa que vai? – Questionou Piccolo, com um sorriso maroto. Ele desce na direção do 17, e chute de volta para o ar.

 

O androide se estabiliza no ar, enquanto Piccolo volta a ficar diante dele, enquanto tinha uma expressão de diversão no rosto. O androide rosnou ao ver a expressão do inimigo.

 

—SEU MALDITO! – Gritou o androide, avançando na direção de Piccolo de novo, apenas para levar outro golpe do guerreiro Z. Ele ia caindo no chão, porém foi pego por algo. Quando percebeu, viu Cell em sua frente.  – ME SOLTE!

 

—Mais agora? Que tal ficar quietinho para eu poder te absorver? – Questionou o Bio-Androide, usando sua calda para absorver o Androide.

 

 

Do céu, Piccolo olhava para o chão, procurando pelo adversário, porém não encontrou. De repente, sentiu um KI poderoso, sendo que logo percebeu que que o ser com aquele KI monstruoso estava atrás de si. Ao se virar, viu Cell.

 

—Lhe apresento minha forma… Ainda imperfeita. – Disse ele, vendo Piccolo erguer uma sobrancelha. Ele estalou o ombro, enquanto o esverdeado se pôs em posição de combate. – Quer ser o primeiro a sentir a demonstração de meu poder?

 

—Deveria me sentir honrado? – Questionou Piccolo, avançando na direção dele, e tentando um soco, porém Cell despareceu do nada. – Oh, parece que vai ser difícil.   

 

De repente Piccolo é jogado para trás, por um chute, sendo que Cell aparece na frente dele, o segurando pelo pescoço, nisso, Cell começa a dar uma sequência de joelhadas no estomago do Namekuseijin, que começou a cuspir sangue, para depois ser jogado com força em direção de uma pedra, sendo que quando o corpo de Piccolo atingiu a mesma, a pedra sumiu numa explosão de poeira.

 

Cell se aproximou de Piccolo, que estava um tanto tonto pelo último golpe que recebera. Pegou o Namekuseijin por uma das antenas, e disse:

 

—Acho que vou absorver você para assumir minha forma perfeita! – Quando ia fazer isso, levou um chute na cabeça, caindo há alguns metros de distância de onde estava com o Namekuseijin. Olhou para quem o atacou, e viu um homem baixo, com os cabelos loiros arrepiados, sendo que tinha grandes entradas na testa.

 

—Parece que não consegue nem dar conta de um verme desses. – Disse Vegeta, transformado em Super Saiyajin. Piccolo rosna para o príncipe, que apenas ri arrogantemente. – E você, presumo que seja o tal Cell, certo?

 

O Bio-Androide olha torto para o Saiyajin, enquanto Vegeta sorri maldosamente.

 

—  Você…

 

—O Saiyajin mais forte de todos. O príncipe dos Saiyajins. E você seu inseto. Só consegue ficar mais forte dependendo de outros, não é mesmo? – Questionou Vegeta andando até ele. Cell ficou em pé num pulo, e deu um soco no rosto de Vegeta, que apenas o virou de lado. Ao voltar a olhar para Cell, deu um sorriso de lado. – Só isso que tem, seu verme?

 

—I-IMPOSSIVEL! – Gritou Cell. Nisso, Vegeta forçou a áurea dourada para aparecer, sendo que Cell caiu sentado olhando para o Saiyajin a sua frente assustado. Vegeta deu um chute no Bio-Androide, que rolou para trás com o impacto do mesmo, para depois ser pisoteado no estomago, cuspindo uma quantia de sangue.

 

Nisso Vegeta o pegou pelo pescoço, e o jogou para o alto, voando em seguida, sendo que começou a soca-lo em direção do céu, para depois, o martela-lo para o chão, antes que o mesmo chegasse ao chão, Vegeta O chutou de novo para uma pedra. Nisso o Saiyajin voou para um pouco mais longe de Cell, sendo que começou a juntar energia. Ele esticou os braços, e seu KI começou a aumentar rapidamente. Logo junto as mãos, fazendo uma esfera de energia amarelada surgir sendo que faiscava um pouco.

 

 - FINAL FLASH! – Quando o raio luminoso começou a se aproximar de Cell um Saiyajin com cabelos vermelhos surgiu do nada, e pegou ele. Olhou para Vegeta e disse:

 

—Baixinho otário.

 

 …

 

Goku e Gohan estão de frente para a sala do tempo, sendo que começaram o treinamento. Eles sentem uma explosão de um KI um tanto conhecido. Goku dá uma risadinha enquanto olha para o continente.

 

—Será que alguém chamou o Vegeta de baixinho? – Questionou ele, curioso. Gohan riu, enquanto tinha uma gota na cabeça.

 

—Papai   acho que devemos entrar agora. – Disse Gohan, indicando a Sala do tempo com a cabeça. Goku assentiu.

 

Os dois entram na sala.

 

 

Em um local distante dali Sherry encarava uma mulher de cabelos brancos, olhos azuis, um corpo escultural, e um vestido branco. A rosada tinha uma bebê nos braços. Ela estende a criança para a mulher que a pega, enquanto observa o rosto calmo da criança que dormia.

 

—Tem certeza, Sherry-san? – Questionou Tsuruko olhando para a rosada. Sherry assentiu com a cabeça.

 

—Logo ele… Vai me matar – Disse ela, entristecida. – Minha filha não tem culpa disso. Se ele nos pegar, iremos morrer. E a tia da melhor amiga da minha prima é bem confiável. – Disse ela. Tsuruko deu um sorriso.

 

—O que vai fazer agora? – Perguntou Tsuruko.

 

—EU vou me esconder por um tempo, e depois levar o Kyousuke o mais longe o possível da minha filha. – Disse a rosada. – Não sei por quanto tempo mais... Devo conseguir fazer isso por algum tempo.

 

Tsuruko assentiu.

 

—Se deseja mesmo fazer isso… - Disse ela. – Eu irei cuidar de sua filha até o momento certo.

 

Sherry sorriu, enquanto se virou e saiu andando. Tsuruko estava com um aperto no coração ao fazer isso, mas sabia que era o certo.

 

 

Kaioshin observava as dimensões, sendo que suspirava cada vez que identificava uma mudança na história de alguma dimensão. Por sorte, já havia algum tempo que as dimensões não sofriam interferências, especialmente depois que Ash e os outros foram escolhidos como os aprendizes da mesma.

 

Ela suspirou entediada por não ter nada para fazer. A jovem se jogou no gramado verde esmeralda do local e ficou analisando o teto.

 

—Isso aqui está mais tedioso que de costume. – Resmungou ela, dando outro suspiro. – O que eu vou fazer aqui?

 

—Poderia me receber, talvez, Kaioshin do tempo.

 

Ela se levantou rapidamente ao ouvir a voz masculina. Olhou em volta, localizando um homem, com uma idade corpórea de 18 anos. Ele tinha um sorriso no rosto, enquanto usava apenas um macacão de luta, no estilo dos Saiyajin. Tinha cabelos brancos e bagunçados, e olhos dourados. A garota olhou para ele.

 

—Quem é você? – Questionou ela, imaginando que nunca faria essa pergunta para alguém. Afinal, conhecia todos do Multiverso, mas nunca tinha visto aquele ser em dimensão alguma. – Um Saiyajin?

 

—Eu? Hum… - Disse o mesmo, pouco convincente. – Talvez… Quem sabe.

 

—Mas suas roupas são o traje de guerra deles, não é? – Questionou ela, estranhando a calma do mesmo. Ele analisava toda a cúpula do tempo.

 

—É mais confortável para lutar, se isso for necessário. – Disse o albino, com um sorriso maroto.

 

—Ainda não respondeu quem é.

 

—Eu sou um Deus Dragão Supremo. Me chamo… - Parou, como se estivesse tentando lembrar de seu nome. – Koorishiro, pode me chamar assim.

 

—Um Deus Dragão Koorishiro? – Questionou a Kaioshin, parecendo atônita. – Espera, um Deus do trio de dragões lendários do Multiverso?

 

—Acertou! – Disse o Deus piscando para ela. – Deve conhecer minha… Senpai. A Yukiko.

 

—Sim… Ela é uma grande amiga minha. – Disse a mulher olhando para o chão. – O que faz por aqui… Senhor?

 

—Não me chame assim, não sou tão velho. Só devo ter alguns milhões de anos! Sou uma criança, se me permite dizer. – Disse o Dragão brincalhão. – E, bem, venho aqui, pois, temos que ficar de olhou na cúpula do tempo, acho que sabe disso.

 

—Sim, estou ciente. Normalmente, somente a Yukiko-chan vem fazer essa inspeção. – Disse a rosada, com um sorriso.

 

—Ah sim… - Disse o dragão pensativo. – E como eu peguei as economias de um dragão com bafo de lava, eu não podia ficar num canto. Tive que comprar sorvete para uma Wendy que encontrei perdida por aí.

 

—Você alterou o tempo!?

 

—Claro que não. Apaguei a memória dela depois. Acredito eu… - A Kaioshin olhou para ele descrente. Como ele adentrou uma dimensão sem ela notar sua presença. – Não se preocupe, eu apaguei a memória dela. Deve estar encontrando com o Natsu de lá agora. Afinal, ele é o companheiro dela lá. Fiz ela e ele pensarem que foi ele que pagou o sorvete para ela.

 

—E-entendo. – Disse a guardiã do tempo ainda descrente. — A Yuki-chan me disse que eles podiam fazer coisas que nem mesmo eu conseguiria… Que tipo de seres são vocês!?

 

O Deus apenas se jogou na grama, para onde a mesma estava deitada antes. Ele se deitou.

 

—Porque não descansa também? – Questionou o dragão olhando para ela. – Alguém linda como você deveria relaxar um pouco.

 

A Kaioshin corou de tal forma, que saiu um pouco de fumaça de suas orelhas. Andou na direção do Deus travando, se sentando ao lado dele, que sorriu.

 

—Porque está nervosa, Kaioshin? Ou deveria dizer Chronoa? – A Kaioshin olha para o albino assustada, sendo que ele sorri. – Eu conheci todos os Kaioshin do tempo que ocuparam este lugar antes de você, minha jovem...

 

A garota encara ele surpresa. Como ele sabia seu nome, sendo que ninguém o sabia?

 

 

Kyouske ria olhando para Vegeta, que tinha uma veia pulsando na testa. Nesse momento, usando a velocidade, o príncipe sumiu dali sem Kyousuke perceber. Quando notou, estava sendo golpeado no estomago, sendo jogado para trás. Nisso, foi agarrado pelas costas, e quando percebeu ouviu Vegeta dizer:

 

—Não ouse me chamar de baixinho, verme desgraçado. – Disse ele rosnado, e recebendo um chute nas costas de Kyousuke, o jogando contra uma pedra. Nisso, o príncipe disparou várias rajadas de energia contra o Meio Saiyajin, que apenas foi atingido.

 

Nisso Kyousuke se levanta, e voa para onde Vegeta estava, dando um soco na face dele. O príncipe rosnou, o chutando para longe de novo, sendo que desta vez, foi atingido por outra pessoa. Quando olhou para trás, viu Ash, que sorria maldosamente.

 

—Olha só se não é o meu tão… Odiado filho. – Disse Ash com desprezo.

 

Kyousuke rosna, depois de sentir uma rajada de vento o empurrar contra uma pedra, onde Cell estava desmaiado.

 

—Eu teria te adotado como filho… Se não fosse o lixo que é. – Disse Wendy, tristemente.

 

Kyousuke riu alto.

 

—Me aceitaria sabendo que matei uma outra “filha” sua? Uma bebê? Foi tão divertido… Desintegrar o corpo dela numa rajada de energia. Me senti tão bem. – Disse ele. Nisso, Ash e Wendy entraram em choque, enquanto Vegeta arregalou os olhos. Aproveitando a deixa, ele pegou o Bio-Androide e sumiu dali num brilho.

 

Ash olhou para Wendy, e ela chorava.



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