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História Guardioes da Besta - Capítulo 4


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Notas do Autor


A menina na capa hoje é a Julie, mas um pouco mais velha:)

Capítulo 4 - A fruta das almas


Fanfic / Fanfiction Guardioes da Besta - Capítulo 4 - A fruta das almas

...Sem mais nenhum palavra, As duas foram dormir. Julie em sua cama e Camil numa cama improvisada no chão.


De manhã, Julie acorda, mas Camil não está mais lá, e as cobertas já estavam dobradas. Ela levanta apressada 

(Julie)"Mamãe! Mamãe! Você viu o Camil sair?"

(Mae)"Ah, o seu amigo imaginário? Hmm, acho que nao"

(Julie)"Ele não é imaginário mãe!)

Julie sai depressa para fora, deixando para traz uma mãe confusa. Camil não está lá fora, nem no banheiro ou atrás da casa, Julie está chateada, pois não tinha mais amigos além de Camil, bem, Julie já considerava Camil um amigo a partir do momento que a conheceu.

A noite, Julie se vira para a janela e diz baixo: (Julie)"volta Camil" e depois vai dormir, na esperança de encontrá-lo novamente. Alguns minutos depois de Julie cair no sono, um barulho na sua janela a acorda. É um gato preto, ela abre a janela para o bichano entrar, e assim que ele põem as patas para dentro do quarto, começa a tomar uma forma humanóide, até se transformar completamente em um humano, era Camil.


Camil passou a visita-la todas as noites, e com o tempo viraram melhores amigas!

Com o passar dos meses e depois dos anos, Julie cresceu e amadureceu enquanto Camil estava o mesmo de sempre, afinal era um demônio. Um dia, Julie ficou muito doente, E Camil sabia o porque, a conexão entre elas fazia com que Camil usasse sua energia vital involuntariamente, deixando Julie cada vez mais fraca. Camil teria que deixá-la ou Julie morreria. E assim o fez. Antes de ir embora olhou uma última vez para a casa, derramando uma lágrima no gramado. Mal sabia ela que, daquela lágrima, nasceria uma árvore, uma árvore especial, que só nasce quando se derrama uma lágrima de sentimentos verdadeiros, seja alegria, tristeza ou odio. 

A árvore cresceu, junto com Julie, que olhava pra ela todos os dias, e por algum motivo, acreditava que Camil estava ali, a observando, ela até cantava para a árvore.

Um dia, A árvore deu um fruto, E apenas um. O fruto parecia uma maçã, de  cor negra, tão negra que se  podia ver as estrelas através dela, E ouvir sussurros que na maioria das vezes não faziam sentido algum. 

Julie notou aquele fruto estranho, e chegou mais perto, ela podia ouvir os sussurros pedindo, quase implorando pra que ela desse uma mordida..e assim o fez..

A maçã era amarga e seca, depois de dar uma mordida, Julie sentiu uma pontada na cabeça, fazendo ela soltar a maçã e levar suas mãos até a  cabeça, estava ficando tudo embaçado. Alguns segundos depois a dor e  a tontura passaram, mas agora outra coisa estava errada, um líquido preto, da cor da maçã, escorria da sua boca e dos seus olhos, A tontura voltou, mas agora muito forte, fazendo-a desmaiar.



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