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História Guardiões da Noite - Capítulo 3


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Notas do Autor


Eae meu povo o/
Tudo na boa?
Peço desculpas pela demora com os capítulos, tentarei ter mais assiduidade :3 Espero que o capítulo esteja bom^^

Capítulo 3 - Novo Ano Escolar


Fanfic / Fanfiction Guardiões da Noite - Capítulo 3 - Novo Ano Escolar

Shinobu se espreguiçava em sua mesa, havia passado a noite lendo, acabou por despertar uma hora mais cedo, como de costume no primeiro dia de aula, para arrumar seus livros e correr até a padaria dos Kamado, comprar uns pães quetinhos para o café da manhã, vestindo seu agasalho, pegando sua carteira. Destrancando a porta do quarto, encontra com Kanao, toda arrumada, se aprontando para a escola, parecendo uma boneca de porcelana, daquelas cuja as roupa pareciam ser engomadas, de tão retas e feitas sob-medida. Sua irmã aproximava-se devagar, para não lhe assustar, tocando de leve no ombro da mais nova e dando-lhe um abraço de bom dia. 


– Se ficar ainda mais bonita, vai matar o Tanjirou. - dizia num tom meio debochado, dando um aperto na irmã. 


– Bom dia, Shinobu, está toda arrumada... Vai aonde? 


– Estou indo comprar a primeira fornada do dia e fazer uma caminhada, dois coelhos numa cajadada, volto logo. - dizia a Kocho do meio, dando um beijinho na testa da mais nova e saindo para caminhar. 


O dia estava clareando, uma neblina um tanto densa ainda tomava as ruas e os carros e ônibus iniciavam a rotina como de costume. Shinobu corria, amando sentir aquele friozinho batendo em seu rosto, o suor logo começava a escorrer por sua testa e o coração acelerando pouco a pouco, naquele ritmo, logo estaria na padaria. 


Chegando ao estabelecimento, para sua surpresa tudo já estava aberto e funcionando, o sr.Kamado junto de seu filho colocavam três cestos forrados de pães, que aparentemente estavam bem quentinhos. Tanjirou nota a Kochou entrando no estabelecimento, vendo-a reparar no quanto tudo estava no lugar e limpinho. 


– Bom dia, Shinobu! - saudava o jovem de cabelos castanho avermelhados. – Os pães estão frequinhos e bem assados, meu primo quem os fez. 


– Bom dia, Tanjirou. Sr.Kamado.- dizia enquanto seu estômago roncava. – Bom e quem é este santo padeiro que fez tudo isso em tempo record? 


– Fique com ela filho, vou chamar seu primo. - o pai dava a volta no balcão e logo chamava pelo tal. – Giyuu! Pode vir aqui um pouquinho?! Nossa cliente quer lhe dar os parabéns! 


A expressão de surpresa de Shinobu ao ouvir aquele nome, foi tão impagável quanto a leve mudança no olhar de Tomioka, foi algo sutil, mas notou como se por um mísero segundo aqueles olhos azuis tão profundos, tivessem sido iluminados e o mesmo se passou com ele. 


– Bom dia, Tomioka. Então você é o tal primo do qual Tanjirou falou ontem, os pães estão com um cheiro bom, espero o mesmo do sabor. 


– Segui a receita do meu tio à risca, devem estar. Deseja quantos? 


– Doze, por favor. 


Ela observava o jovem, vestindo o mesmo tipo de roupa que Tanjirou, um avental xadrez e uma touca branca. Ele executava suas obrigações rapidamente e sem conversar muito, o contrário de Tanjirou que ia um pouco mais devagar e interagia com os clientes, vindo em sua direção, Giyuu dava um leve sorriso enquanto entregava os pães, colando um preço atrás antes de os entregar. 


– Peça ao seu tio para marcar na conta das Kochou. 


– Um minuto... - dizia enquanto marcava o preço num post it e o colava na lateral do caixa. – Tenha um bom dia.


Após atendê-la virou nos calcanhares e voltou para os fundos, provavelmente para fazer algum outro serviço. No mesmo instante sentiu uma mão pesada tocar seu ombro com força, ao olhar quase foi cegada pela palidez dos cabelos da última pessoa que gostaria de ver pela manhã. 


– Olá, Shinozinha, como está hoje? E onde está minha amada Kanae? 


– Eu estaria melhor se você estivesse sentado num formigueiro... Mas você está aqui, vamos bem, todas nós. 


Sanemi ria do péssimo humor da irmã de sua namorada, ao seu lado tinha seu irmão Genya, mais novo porém bem mais alto que o mala do mais velho e inversamente mais reservado e educado. 


– Bom dia, Genya. Tudo bem? - perguntava, com o sorriso tão falso quanto possível. 


– Tu-Tudo, obrigado... Irmão, vou pegar o café. Com licença. - dizia o mais novo, indo em direção a Tanjirou, com quem ele patecia ter mais liberdade. 


– Ele é meio... Roda presa, fala pra sua irmã que estarei esperando no lugar sempre. Okay? 


– Poderia aprender uma coisa ou duas com seu irmão. Adeus, Sanemi. 


Shinobu saía da padaria, seguindo direto para casa, bem longe de um ser insuportável como Sanemi. 


Uma vez em sua casa, Shinobu já sentia um cheiro um tanto estranho para o horário, parecia o cheiro de bacon e ovos fritos, combinado com café ou algo do tipo. Na cozinha Kanae estava de avental e pijama, cantarolando e com um belo sorriso no rosto, enquanto Kanao estava arrumando a mesa, colocando coisas como manteiga e geleia a disposição. 


– Kanae... Posso saber o por quê de você estar preparando o almoço agora? 


–Bom dia, Shinobu. Apenas estou experimentando o mesmo café da manhã que o meu fofinho, mas se quiser... 


– Obrigado, prefiro não morrer de pressão alta. Kanao também vai experimentar? 


– Não, apenas eu decidi me aventurar nesse...paraíso gastronômico... 


– Os pães estão fresquinhos, tem certeza? 


Kanae olhava para toda aquela fritura e sentia seu estômago queimar só de imaginar aquilo em seu corpo logo pela manhã, o cheirinho dos pães trazidos por sua irmã e chá que Kanao havia feito era mais convidativo para o horário. Shinobu notando o quanto sua irmã olhava para a mesa delas, levantando-se, vai até a irmã e a leva para mesa. 


– Senta aqui, vou embalar aquilo e dar para aquele menino que mora no ginásio... Qual era o nome dele mesmo, Kanao? 


– Inosuke, ele é bem gentil, depois que se acostuma com você. Os professores e o faxineiro demoraram pra conseguir "domesticar" ele. 


– Eu me lembro dele, era tão fofo e ficava quietinho quando chegávamos perto dele. - dizia a mais velha, lembrando do garoto que usava uma máscara de javali. – Mas vivia desafiando os meninos...


– Ele tem salvação, desde que o professor Rengoku conseguiu alfabetiza-lo, o menino da selva se mostrou bem inteligente. - dizia a Kochou do meio. – Por mim, ligaria pro conselho tutelar. Assim dariam uma família para ele. 


– Bom, vamos comer! Hmm... Parece que Tanjirou caprichou nos pães dessa vez. 


– Não foi ele quem fez, foi seu amiguinho de infância o tal Tomioka. 


– Sério? Hmm... Kanao, acho que alguém está querendo conhecer o Giyuu e está brava por estar curiosa. 


– Será, irmã? - perguntava Kanao, parecendo


– Ah claro, pois eu sou desse tipo. 


As duas que ainda estavam na mesa se entre olharam, lembravam nitidamente quando Shinobu estava interessada em Kyojuro Rengoku, o filho mais velho do professor Shinjuro, de fato ela agia de maneira completamente diferente Kyojuro, até pelo fato dele ser uma pessoa um tanto excêntrica. Sempre mantinha seu tom de voz audível para aqueles próximos dele, um olhar penetrante e sempre firme em suas convicções, diferente de um certo namorado de Kanae, que mais parecia o vento, uma hora calmo, em outras nem tanto. 


– Bom, vamos parar de fofoca. Kanae tem seu curso para comparecer e nós temos escola, no meu caso, meu último ano lá. 


– Achei que gostasse da escola, irmã. - disse Kanao, limpando os lábios delicamente, após beber o último gole de chá. 


– Eu gosto, mas, ano que vem poderei ir para a faculdade, já tenho minha vaga guardada, graças ao exame do ano passado. 


– Ela gostava mais da escola quando o Rengoku e eu estudávamos lá, os trabalhos em casa sempre eram aqui, ela podia... - o olhar de Shinobu, combinado ao sorriso que ela vestia quando estava nervosa, faziam a espinha da irmã mais velha se ouriçar. –Acho que estou pensando demais... 


– Cuidado, minha amada irmã, pensar demais as vezes faz mal. - dizia docemente enquanto ia para o quarto, pisando com força. 


Após a cerimônia de abertura, onde o diretor Ubuyashiki e o vice-Diretor Muzan, tiveram de pôr Inosuke no castigo como todo ano, após isso deram as boas vindas e apresentaram os estudantes que estavam entrando no colegial, apenas os transferidos. 


Nos corredores Shinobu procurava pelo tal Tomioka Giyuu e seu armário, aliás parecia até uma piada, pois eles seriam vizinhos de armário. Ela logo avista seu vizinho, guardando seus livros e cadernos. 


– Ora, ora, parece que deixou seu livro na minha casa, Tomioka. - dizia enquanto exibia o livro para o colega de classe. 


– Ah, obrigado, Kocho. Achei que tinha esquecido no ônibus ou algo assim. - dizia extendendo sua mão e pegando o livro. –Podia ter entregue ele na entrada, não precisava vir aqu...


Shinobu abria o armário ao lado do dele parecendo ignorá-lo. O rapaz a observa, baixinha, olhos cor de lavanda, um sorriso não muito convidativo, e mesmo assim, de alguma maneira, ela chamava sua atenção. 


– Algum problema, Tomioka Giyuu? 


– Não me lembro de brincar com uma criança semelhante a você... Mas lembro da sua irmã... 


– Bom, nunca fui muito de me misturar, já Kanae não podia ver nem um gato de rua que logo queria cuidar. - mais uma vez aquele sorriso falso disfarçava seu leve incômodo. –Isso explica como ela poderia ser sua amiga e como suporta aquele babaca do namorado dela. 


O sinal ecoava pelo corredor e junto dele, um par de almofadas quentes e macias envolviam Shinobu num abraço quente e perfumado. 


– Bom dia, Shinobu! Senti sua falta! - dizia Mitsuri, soltando sua amiga que lutava para se ver livre daquele pesadelo. 


– Onde estava até agora?! - pergunta a menor, retomando fôlego após aquele abraço que mais parecia vindo de uma serpente. –Aquele magrelo... Se o abraçar desse jeitinho seu, vai matar ele. 


– Ele é mais forte do que aparenta. - Mitsuri logo nota Tomioka, que apenas as observava. – Não me lembro do seu amigo aí atrás, Shinobu... 


– Tomioka Giyuu, sou apenas conhecido da família. Prazer em lhe conhecer. 


– Sou Mitsuri Kanroji, o prazer é todo meu!


– Vamos, Mitsuri. Não podemos nos atrasar, okay? Até mais Tomioka. 


– Até. 


Na sala de aula, Shinobu sentia um leve frio no estômago, rezando para seu conhecido esquisito ter caído em uma das outras salas, para poucos minutos praguejar, após o ver entrando na sala. Ele simplesmente entrou, passou os olhos por tudo, sentando-se em seguida como se ela nem existisse, não parecia se incomodar com ser novo na escola ou não ter amigos ali. 


O professor Gyoumei estava como todo santo ano, a mesma cara de chorão e a mesma pasta de couro, surrada, mas muito querida por ele. Todos os alunos assumiam seus lugares e prestavam atenção naquilo dito pelo professor, não demorou muito até os olhos atenciosos do educador encontrarem Giyuu, numa rápida olhada em sua prancheta encontrou a foto do jovem e o chamou até a frente da sala. 


– Muito bem, sr.Tomioka, poderia se apresentar para a classe? 


– Sim, senhor. - o moreno se virava e rapidamente escrevia seu nome no centro do quadro negro. – Este é meu nome, peço que tenham paciência comigo. É um prazer lhes conhecer. 


– Um tanto curto e grosso, mas, é melhor que certos alunos do ano passado, muito obrigado Tomioka. Bom classe, vamos iniciar o dia. 


– Sim... - respondiam todos ao mesmo tempo. 


Após horas, os alunos eram dispensados de seu primeiro dia, Shinobu e Mitsuri terminavam de trocar de roupa após a aula de Ed.Física. 


– Que primeiro dia gostoso, não é, Shinobu? 


– Eh...Ótimo ainda mais depois daquele professor infeliz nos fazer dar tantas voltas nesse sol. 


– Eu gosto dessa aula, é uma das poucas em que não me sinto uma boba. 


– Olhem lá garotas, a gorila peituda e a Morticia. - falava alto uma das garotas, tirando sarro da pele branca como porcelana da Kocho e da força monstruosa da rosada. 


– Olhem só, as vadiazinhas da escola tirando sarro... 


– Daki, tudo bem, não precisa... 


Daki andava pelo vestiário feminino sem qualquer pudor com a toalha em seu ombro e os cabelos loiros, a ponto de parecerem brancos, presos num coque. Ela desfilava de maneira elegante deixando suas pernas longas e bem torneadas sempre a mostra, como uma víbora, passava seus braços ainda molhados da ducha pelos ombros das garotas. 


– Olha meninas, tão vendo a rosinha ali, do lado da baixinha, amiga dela?- as outras acenavam positivamente. – Mexam com elas e eu conto que vi umas... 3 piranhas fazendo algo que não deviam, nos fundos da escola. 


Shinobu e Mitsuri se entre olham, espantadas pelo jeito de Daki, as garotas resmungavam algo sobre ela estar mentindo, mas em momento algum ela ao menos titubeava, sussurrando como uma serpente no ouvido das pobres infelizes. As meninas sairam de cabeça baixa, nem olhando para as duas que foram protegidas. 


– Mi, minha querida, devia trabalhar um pouquinho mais sua maldade... - dizia descaradamente a amiga de Mitsuri, ainda sem se preocupar com a porta aberta ou com sua nudez. – Apesar... Provavelmente a maldade é sua parte. Né, Kocho?


– Oi, querida, pensei que tivesse mudado de escola... - dizia Shinobu, sorrindo. 


– Obrigado, Daki, mas não precisava ser assim com elas. - dizia Kanroji, com um sorriso doce como sempre, dando um beijinho no rosto da amiga. 


– Mi...Como consegue ser tão doce? - dizia a loira, abraçando Mitsuri com força. 


– Bom, vou indo na frente, agradeço pela ajudinha, Daki. - diz a garota de pupilas roxas. 


– Espera, Shinobu! A gente se fala Daki! - Mitsuri dava outro beijinho em sua amiga, disparando atrás da outra, fechando a mochila e terminando de abotoar sua camisa. – Qual o motivo de você não gostar dela, Shinobu? 


– Aquela Daki não é coisa boa, cuidado. Andar com ela, vai passar uma ideia errada pro seu namorado... 


– Ela é uma boa menina, apenas teve uma vida difícil, o irmão e ela vivem sozinhos, essas coisas. 


 A rosada contava um pouquinho sobre sua amiga desavergonhada, mas Shinobu sentia algo em seu interior dizendo que a tal era problema na certa. Mas algo lhe tomou a atenção, seu vizinho de armário, voltando sozinho do vestiário, enquanto os demais garotos, seguiam em direção a saída, em grupo. 


– Shinobu? Você tá me ouvindo? - pergunta a rosada, estalando seus dedos em frente sua amiga. – Hm... Será que... 


– Não é nada, apenas vi nosso colega de classe esquisito andando sozinho. 


– Hm, não gosto muito de ver os outros solitários... Será que ele topa ir almoçar junto com nós três ?


– Três?! Mitsuri! 


Kanroji corria em direção ao colega, dando um toquinho leve no ombro dele. 


– O-Olá, Tomioka. Sou Mitsuri Kanroji, somos da mesma sala, estou indo almoçar com meu namorado e minha amiga, Shinobu. Quer vir junto? 


– Agradeço o convite, Kanroji. Mas tenho que arrumar umas coisinhas, estou morando na casa de meus parentes. Um prazer lhe conhecer. - com um sorriso e muita educação, ele recusava o convite doce da rosada, indo em direção a saída. 


Shinobu se aproxima da amiga, se esticando nas pontas dos pés, apoiando seu queixo no ombro de Mitsuri. 


– Ele não é muito receptivo, não é? - perguntava a dona dos olhos de lavanda. 


– Tomioka parecia um pouco triste. Sabe se aconteceu algo, Shinobu? 


– Mitsuri... Seu namorado vai parir um filho com esse seu jeitinho de ser. 


– Hehehe. Iguro vive olhando torto pros rapazes, ele me trata como se fosse uma joia rara... - dizia a rosada, toda boba ao pensar em seu amado. 


Logo na entrada do colégio, Iguro aguardava as garotas, de braços cruzados e com sua máscara de padronagem de serpente, como de costume.


– Iguro! - gritava Mitsuri, indo de braços abertos para seu namorado, que lhe recebia com um abraço apertado. – Estava contando os minutos para a aula acabar. 


– Eu estava do mesmo jeito, uma pena ter apenas a hora do almoço para hoje, me perdoe querida. - dizia para depois baixar a máscara e a beijar na testa. 



Shinobu notava a grande cicatriz que ele tinhana mandíbula, o fazendo quase parecer um personagem de quadrinho, segundo o rapaz, aquilo veio de um assalto, mas ela nunca acreditou, parecia algum castigo feito por uma gangue ou algo semelhante. 


– Bom e onde as meninas querem almoçar? - perguntava todo feliz, puxando a rosada para perto. 


– Hm... Que tal na churrascaria...de ontem... - perguntava Mitsuri, se enrolando em Obanai como um gata pidona. – Ah! Ou na padaria dos Kamado, eles fazem lanches deliciosos também, nas férias comi um beirute... Parecia ter vindo dos céus, amor! 


– Almoçarei onde escolherem, apenas vamos decidir rápido, tenho aula experimental logo após o almoço, quero apenas algo leve. 


– Então para a padaria Kamado! Vem, Shinobu! Vamos, querido! - dizia Kanroji, abrindo a porta do carro e dando pulinhos de alegria. 



Notas Finais


Me digam uma coisa. Sentem falta dos sufixos, - san, sama e tals?
Até o próximo capítulo o/, espero que tenha ficado bom:3


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