História Guardiões do Destino - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crossover, Originais
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Joe face à face com o inimigo


Fanfic / Fanfiction Guardiões do Destino - Capítulo 5 - Joe face à face com o inimigo

Para que Joe esse inimigo tenham ligação com o ocorrido em 2020, vamos ver o que aconteceu a cem anos depois. 

Naquela época, Joe tinha 23 anos e nesse momento, ele estava trabalhando para o governo como um de seus funcionários. Ele iria participar, junto com o presidente a primeira invenção da máquina do tempo, evento que reúne pessoas apenas da Terra e logo mais, se desse certo, iria reunir os habitantes de outro planeta. 

Joe estava nesse evento, além do presidente. Ele estava como espectador VIP, pois queria ver como iria se comportar a apresentação. 

Estava o presidente e o inventor da máquina do tempo. Aquele começava:

- Boa noite, senhoras e senhores. Fico feliz em receber os outros presidentes dos outros países. Hoje, é com muita honra que iremos mostrar para vocês a invenção da máquina do tempo. Uma invenção em que o homem sonhou sua vida toda em realizá-la. Com ela, poderemos viajar para qualquer lugar do mundo, sem interferir na linha do tempo, a não ser que haja um tremendo estrago. 

Nesse momento, o tal inimigo estava entre a platéia. Ele usava um capuz que cobria seu rosto, assim ninguém conseguiria vê-lo. Ele prestava atenção no que o presidente falava. 

- Hoje não poderemos demonstrar como funciona, pois ainda estamos estudando como se comporta a máquina do tempo. - Dizia o presidente. 

- Eu sou a favor de que testasse a máquina do tempo. Se quiser, eu me ofereço como voluntário. - dizia o inimigo. 

- Bem, tudo bem. Venha até aqui. - o presidente parecia acreditar no que o voluntário, que era o inimigo, estava dizendo. 

Ele se aproximava do palanque e o inventor ligava a máquina. 

- Como você se chama? - indaga o presidente. 

O inimigo sorri e fala:

- Eu sou o Cadáver! 

Ele tirava a capa com capuz e as pessoas se assustavam. Ele pegava o presidente pelo pescoço o levantando e o jogava contra a parede. Joe ia enfrentar Cadáver e este fala:

- Hahahaha, Joe. Como você cresceu. Realmente não esperava encontrá-lo aqui. 

- Parece que nem eu também esperava encontrá-lo. - disse o garoto. - Eu não vou deixar você usar a máquina do tempo. 

- Ah, você vai sim. - Ele hipnotizava Joe e o deixava paralisado. 

Ele então entrava, mas a máquina ainda estava ligada. O inventor via e tentava acordar Joe. Depois de muito esforço, o garoto acorda. 

- Vamos, você tem que impedir que Cadáver faça alguma coisa. - dizia o inventor. 

Joe então se levantava com dificuldade e usava o poder da cicatriz. Ele então pulava para dentro da máquina e esta desligava. 

Passado um tempo, o presidente via que o inventor olhava para a máquina e disse:

- Algum problema? 

- Parece que a máquina pode permitir que mais de uma pessoa entre nela. - responde o inventor. - Eu não tenho muita certeza, mas se for, seria uma maravilha e tanto que minha equipe e eu construímos. 

- Bem, só espero que Joe consiga parar Cadáver. - disse o presidente. 

Joe e Cadáver viajaram cem anos atrás. A pergunta que seria feita é, como foi que a máquina acertou a época que Cadáver queria ir? Vai ver que poderia ter adivinhado ou algo do tipo. 

Cadáver para naquele mesmo local em que esteve cem anos depois, mas era um palanque de teatro e ele parava em um assento. Ele estranhou a diferença daquele lugar para agora. As pessoas que estavam assistindo no banco de trás se assustaram, mas depois voltaram a focar na peça. 

Cadáver então sai do local, escondendo seu rosto e acaba saindo do prédio. Ele vê que estava em Washington, mas estava muito diferente. Ele deduz que a viagem foi um sucesso. 

- Provavelmente pode haver heróis aqui, assim como aquele moleque do Joe. - deduzia Cadáver. 

Ele então procura pelos jornais,  que havia na banca, fatos sobre a existência de alguns heróis. Ele então vê as seguintes machetes:


Garoto irlandês é destaque em garantir a segurança em Xangai. 


Midori Watanabe, de lutador de rua, a herói de rua. 


Garota Shizen salva população de ataque anormal. 


Potira ou Mizuna? A filha dos falecidos soberanos do Clã Mizuna, Kasumi, chama a atenção do povo. 


Branca: A história da última Wicca. 


Samurais existem: Dong é o herói de Seul. 


Cadáver se surpreende por ter encontrado tais manchetes e fala:

- Parece que meu plano de dominar a Terra por esta época vai ser complicada. Eu precisaria acabar com esses caras primeiro. Mas onde estariam? Parece que terei trabalho em encontrá-los. 

Cadáver então voava e assustava às pessoas. 

Enquanto isso, na Antártida, havia um refúgio, que lembrava um prédio do Xogunato. Lá, estavam reunidos nossos heróis. Cada um conhecia um pouco do outro. Os Quatro Guardiões ainda não apareceram. 

- Nossa, não acredito que estou diante de Midori Watanabe. - disse Mega Boy. 

- Você não é aquele irlandês que defende os chineses? - indaga Midori. 

- Sim, sou eu mesmo. - responde Mega Boy. 

Cellina e Kasumi também se encontram. 

- Você é Kasumi Mizuna? - indaga a shizen. 

- Por favor, me chame de Kasumi Potira. - dizia a ruiva. 

- Se eu te contar uma coisa, você não vai acreditar. - disse Cellina. 

- O que seria? - indaga Kasumi. 

- Eu conheci sua mãe. 

Quando Cellina disse isso, Kasumi fica surpresa. 

- Eu a conheci quando você ainda estava na barriga dela. - disse Cellina. - Ela estava tão feliz quando você estava para nascer. 

Kasumi estava com os olhos úmidos. Ela queria chorar. 

- Ela... Estava feliz? - indaga Kasumi, que estava corada. 

- Sim. - Disse Cellina sorrindo. - Eu também disse à ela que esperava te conhecer e parece que valeu à pena esperar. 

Kasumi começava a chorar e Cellina a abraça. 

Dong e Branca falavam com Núbia. 

- Oi. - disse a egípcia, parecendo simpática. 

- Olá. - disse Branca, que parecia ter se simpatizado com Núbia. 

- Me chamo Núbia. 

- Sou Branca. - disse a wicca

- Prazer em conhecê-las. Me chamo Dong. - disse o samurai. 

- Eu digo o mesmo. Prazer em conhecê-los. - Núbia sorria, contente em vê-los. 

Nesse momento, os Quatro Guardiões apareceram à uma certa distância deles. Os sete olharam para eles. Nesse momento, o quarteto iria falar com os sete. 

Cadáver estava à procura dos heróis e Joe ainda não chegou em 2020. O que será que irá acontecer em seguida? 



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