História Guerra Infinita - Capítulo 4


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Kenny Ackerman, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman
Tags Rivamika
Visualizações 123
Palavras 885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente. Muito obrigado aos favoritos e comentários. Me divisão muito lendo os comentários de vcs. Assim que puder eu estarei respondendo eles!
Me perdoem, mas realmente meu tempo têm sido curto.

Mas vamos ao que interressa. Título sugestivo, hein?!

Capítulo 4 - A Infernal Coceira NAQUELE Lugar


Sabe aquele velho ditado sobre matemática? Se tá fácil é porque está errado. Ele se aplica também a vida. Achei que Levi me deixaria em paz depois de que foi exposto ao ridículo. Mas parece que só pus mais lenha na fogueira.

Não que eu me arrependesse, de jeito nenhum. Mas seria a coisa mais sensata, ele desistir de tentar me expor ao ridículo. Porque ele já estava bem avisado que tudo o que ele fizesse comigo teria volta.

Mas a gente não tem tudo o que quer. E teve retorno. E como teve... E dessa vez meu rosto apareceu.

Tudo começou como um dia normal e feliz, duas semanas depois que o Pai Levi foi descoberto, eu tinha aula de educação física naquele dia. Então teríamos que levar a mochila extra com o uniforme Das aulas normais, já que não tem armários no vestiário.

Ocorreu tudo muito bem até aí. Depois do banho tínhamos liberdade para ir direto para o intervalo. É meu caros amigos, aqui as primeiras aulas são de Educação Fisica nas quartas.

Coloquei meu uniforme normal e fui para o refeitório encontrar com Armin. Quando comecei a comer senti uma coisa estranha... Uma sensação esquisita . No começo foi como um formigamento entre as pernas. Me remexi inquieta. Estava incomodando agora.

– Mi? Você está bem? Não para de se mexer e está fazendo umas caretas estranhas... – ele disse franzindo o cenho.

– Tem alguma coisa errada... – eu disse tentando me controlar.

– Está com cólica? – ele perguntou. Amo Armin de montão, ele sempre sabe tudo o que eu estou sentindo, mas dessa vez ele errou bem feio.

– Armin... Tá coçando. – eu disse, minha voz saiu esganiçada. Estava me controlando pra não abrir os botões da calça e enfiar a mão pra dentro ali mesmo.

– Coçando? Onde Mi? – ele olhou para as minhas costas.

– Não Armin, está coçando ! – dei ênfase na última palavra.

Lá? – a incompreensão estava estampada na sua cara.

Lá! – eu disse apontando pra baixo. Seu rosto se encheu de compreensão e depois ficou vermelho.

Lá? – ele perguntou incrédulo.

– É! Lá. Ai meu Deus!

– Desculpa, Mi, mas você sabe que eu gosto de você só como amiga. Eu gosto da Annie. – Jesus! Ele entendeu errado!

– Eu não tô falando desse tipo de coceira! – briguei baixinho com ele.

– Ah... Será que você pegou alguma DST? – olhei bem para Armin, por alguns segundos até me esqueci do inferno dentro da minha calcinha. – Desculpa, foi uma piadinha. – ele tentou dar um sorriso. – Será alergia? Trocou o sabonete?

– Armin, me ajuda a sair daqui, pelo amor de Deus. Eu tô pegando fogo. – meus olhos se encheram de lágrimas. Ele juntou nossas coisas rapidamente e me puxou de lá. Fomos direto para o banheiro. Entrei no banheiro feminino. Estava lotado. Inferno! Gritei internamente.

Corri de volta para fora.

– Tá cheio. E agora? – fechei as pernas com força. Ele pareceu pensar. Uma garota nos olhou e entrou no banheiro. Devia estar querendo saber o que fazíamos ali.

– Grita que tem um rato no banheiro. Anda logo!

Entrei novamente no banheiro e gritei. O pânico se espalhou e a gritaria foi geral. Todo mundo correu e eu entrei. Me encostei na parede (nem a pau que sento novamente no sanitário) as mãos tremendo demoraram ou pouco nos botões, quando os abri abaixei rapidamente o tecido jeans e levei a mão naquele local.

Alguns segundos depois eu ouvi um click. Olhei para cima e vi uma garota de cabelos castanhos com um celular nas mãos. A mesma garota que nos olhou estranho na entrada do banheiro. Ela riu e sumiu.

– Vadia! Volta aqui! – saí com a calça nas pernas, mas ela não estava mais lá. Quando abri a porta de entrada para os banheiros vi Armin se levantando do chão e a garota maluca virando o corredor numa correria.

– Mi, o que houve? Essa maluca saiu correndo daí e me derrubou. – ele olhava para o corredor. Quando olhou para mim caiu na risada – Roubou a calcinha da sua avó? 

Gente, qual o problema de não gostar de fio dental? Eles entram no... Vocês sabem… Além do mais minha calcinha é linda! Tem unicórnios! Está na moda!

Subi as calças rapidamente e o puxei para o vestiário feminino. Precisava de um banho. E depois matar aquela desgraçada.

Depois do banho eu inspecionei minhas roupas. Olhando bem de perto havia um pó branco quase que imperceptível. Eu sentei. Como vou sair daqui se não posso vestir minhas roupas? Armin já havia ido. O sino já batera há uns bons minutos. Meus olhos pousaram na lixeira. Havia uma embalagem de pó de mico ali. Eu havia acabado de descobrir o que diabos ocasionou aquela coceira infernal.

– Eu vou matar aquela filha da p- – ela fui interrompida por uma batida na porta.

– Mi, sou eu. Posso entrar? – era Armin.

– Pode. Eu estou de toalha. – ele entrou e eu mostrei a embalagem pra ele – Colocaram pó de mico na minha calcinha. Alguém deve ter aberto o zíper da minha mochila e colocado essa merda.

– Eu falei com o diretor, eu disse que você estava com problemas femininos e ele ligou pro seu tio. Ele vai trazer roupas pra você. – ele sentou perto de mim.

– Aquela garota maluca tirou uma foto minha… Eu vou matar ela. Pode apostar.

– Colégio militar, se prepare para a chegada da Mikasa.

E ele ficou lá comigo até meu tio chegar.


Notas Finais


Que tal? O que acharam?


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