História Guerra Pela Paz - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Park Hye Min (Pony)
Personagens Kim Namjoon (RM), Park Hye Min (Pony)
Visualizações 34
Palavras 886
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lírica, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiie! *-*
Gostaria de agradecer quem está aqui lendo💕. Essa é uma história com apenas 4 capítulos, que eu havia escrito à um tempo atrás, de um romance real, com uma pitada de ficção.
Boa leitura😘

Capítulo 1 - A Desordem é Tenaz


Fanfic / Fanfiction Guerra Pela Paz - Capítulo 1 - A Desordem é Tenaz

Ilsan - Coréia do Sul

1930

Passei horas no espelho do quarto, penteando meus cabelos cumpridos. Assim que terminei minha jornada incessante em achar defeito em qualquer lado que o pusesse, coloquei meu uniforme novo e bem ajeitado pela mamãe, - Ele me caiu bem. - Meus olhos são escuros, tímidos e distraídos.

(...)

Era meu primeiro dia na nova turma da escola. Todos me olharam assim que entrei. Desejei porém, por um momento, passar despercebida entre eles. As carteiras e cadeiras da sala, eram todas amadeiradas. Quando escolhi um lugar, perto de uma menina corpulenta, de tom tímido, pele branca e cabelos num castanho claro hipnotizador, me sento e recebo automaticamente o seu belo e terno sorriso.

A aula de história foi interrompida por um grupinho de alunos que na sala ao lado, estavam falando muito alto e pareciam fazer grande furdunço. Meu professor saiu da sala aparentando irritação e logo depois, vi um menino passando para a diretoria com o grupinho. Após a campa tocar, a menina, veio até mim e se apresentou.

- Meu nome é Yun, prazer! - Ela me estende a mão e tento não escancarar minha surpresa ao vê-la falando, pois era realmente muito tímida.

- Prazer, meu nome é Sunhee. - Saímos para o recreio e lembro-me de ser o mais divertido que já tivera, pois um dos meninos da sala bagunceira, não parava de imitar o professor e como todo brincalhão, parecia sempre estar feliz.

(...)

Os próximos dias passaram a ser sempre ao lado de Yun, principalmente no intervalo, onde nos entrosávamos mais com os outros alunos, até mesmo os das outras classes. Gostava de assistir aquele menino e suas brincadeiras que me faziam rir. Ele parecia conhecer todos. Seu sorriso era brilhante, seus olhos numa cor de mel deslumbrante, sua pele clara e o cabelo, castanho. - Tudo nele caía bem -.

(...)

Fazia um tempo que o observava na escola, procurei sempre estar onde meus olhos podiam alcançá-lo, era intrigante.

Numa sexta, após a longa aula de matemática, eu e Yun fomos sentar com os nossos outros colegas. - E ali estava ele... - Sentado e como sempre, sorrindo. Não consiguia evitar meus olhos sobre ele e os risos, com todas suas graças.

Ao me concentrar nas conversas tidas ao redor, me peguei em uma fração de segundos, novamente atraída áquele sorriso e foi quando seus olhos cruzaram-se, embolam-se, enrolam-se, tocaram-se aos meus. Estantaneamente petrifiquei. Tentei disfarçar, mas acho que não me saí nem um pouco bem, ao julgar por minhas mãos trêmulas.

(...)

Quando cheguei em casa, naquele dia, me peguei pensando nele e naqueles olhos encantadores. Contei tudinho para Yun, ela me disse que percebeu também. Em poucos dias, lá estava eu, falando com o menino de olhos bonitos e sorriso enaltecedor. Não como as borboletas, mas como piano que cai de muitos andares a cima, sinto seu estrondo em meu estômago quando penso nele e o frio percorre-me do coro cabeludo até as pontas dos pés. Nos aproximamos mais e era ele o meu melhor assunto, mas o melhor mesmo, era contar para Yun, ela achava muito fofo quando eu falava dele.

(...)

Um dia, na quadra, ele estava sentado ao meu lado, onde batíamos um bom papo. Vi o raio de sol iluminar seus olhos, transparecendo todo o castanho que o pintava, mostrando-me o quão era doce, o mel dos seus olhos. - O que era melhor que a música de Seu Jorge, para descrever aquele momento? "Foi o seu olhar o que me encantou, quero um pouco mais desse seu amor (...)".

Não parece exagero imaginar que estava lhe amando. Era nova, gordinha e havia tantas outras imperfeições aos olhos dos outros... E ele era lindo. Seu rosto, seu sorriso, como era lindo aquele corpo! Dos acertos aos erros. Sua bundinha tinha um formato escultural, poderia cantar mamonas admirando-a: "Seus cabelo é da hora, seu corpão violão, meu docinho de coco, tá me deixando louco (...)".

Esse menino mexeu com todos os sentidos dos meus sentimentos. Me encontrei ali, perdida conjuntamente a ele em declarações, beijos e canções.

Ele era tão belo, chegava a ferir-me quando nem mesmo tinha culpa, pois sabia que todas aquelas meninas com corpos e cabelos perfeitos queriam ter seu sorriso, sua boca. - Louca, louca de raiva, pavor e tristeza, assim encontrava-me e quando olhava no espelho, percebia ao julgar-me: E então, o que lhe ofereço?

Mesmo quando namorados, quando trançados e fisgados em tão pouca idade, em tanta sinceridade, vi a mim como não merecedora e diminuí tudo, tudo à pequena questão física. - Por que só eu tinha sentimentos? Por que não poderia ele ter? Porque em homem não há coração? Foram as mulheres, as que cochicham em muitos ouvidos, essas me ensinaram, me enganaram.

(...)

Na rampa que levava-nos às salas, ali ajoelhou-se em minha frente, surpreendendo-me quando um pedido de namoro me fez estremecer em alegria. - Mas quantas vezes precisaria repetir, unir, seduzir, falar, gritar, trovar, demonstrar e flertar? Talvez seus olhos tenham aquilo que os meus não têm, liberdade em paixão. Não consigo, não vejo, será que sinto? Beleza em mim não se encontra, como sustentar apenas com sentimentos e coração?

Aquele menino sempre, de seu modo, tentou me conquistar e me prender a sentimentos imaculados como os daquela época, o qual sentíamos pelo primeiro amorzinho, primeiro namoradinho. Tiê diria: "Essa paixão é antiga e o tempo nunca passou(...)".


Notas Finais


Obrigada bolinhos😋😘😘😘😘
Espero que tenham gostado!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...