História Guerra Pela Paz - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Park Hye Min (Pony)
Personagens Kim Namjoon (RM), Park Hye Min (Pony)
Visualizações 36
Palavras 387
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lírica, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura meus nhenhens!!!❤❤❤😚

Capítulo 2 - Sinto Falta dos Pés no Chão


Fanfic / Fanfiction Guerra Pela Paz - Capítulo 2 - Sinto Falta dos Pés no Chão

Numa bela tarde, lembro-me de um de meus vizinhos chamar-me até o portão de casa. Passei pelas plantas, flores e calmaria que aquele saguão me dera. Quando cheguei até ele, um moreno de cabelos crespos, ele me entregou uma carta e seu remetente revelou. Sim, foi Nam, foi meu primeiro namorado que a enviou. Li e reli em descrença. - Romântico fervoroso, não?

A carta estava escrita em uma folha simples, como as que costumávamos usar na escola e a moldura feita a caneta, com flores moduladas em cada um dos cantos da mesma. A letra tinha formato médio e dizia:

"O sorriso mais lindo

O olhar mais sincero

O meu porto seguro

A pessoa mais

              Linda

                do

             mundo 

Há pessoas que nos falam

      e nem as escutamos

Há pessoas que nos ferem

  e nem cicatrizes deixam

  Mas há pessoas que simplesmente aparecem em

nossas vidas e nos marcam para

         Sempre. Como você!!!

- Nam"

Senti o piano cair dentro do meu estômago novamente, eu ri, ri muito. Tamanha alegria foi aquele dia, onde o menino de olhos bonitos estava a me cortejar perante cartas que em citações de Cecília Meireles e Kelly Key. Isso tudo me trazia um ar de conquista. Me senti como as moças que eram cortejadas pelos rapazes em praças e em sorveterias. Voltando para dentro de casa, guardei aquela carta como um segredo enterrado e só meu. - Sim, só meu! - Saboreei mais o gosto do romance desde então.

Nós sempre fomos do tipo de idas e vindas, nunca nos conformamos em andarmos de mãos dadas, precisávamos fugir, sair em risadas, nos afastar, parar de nos olhar, "Porque se soubesse como gosto das tuas cheganças, você chegaria correndo todo dia" - Chico Buarque. Éramos assim, porque toda essa confusão nossa, era o que fazia ser quem somos.

No próximo ano, eu passei para o turno da manhã no colégio e ele ficou na tarde, não mantivemos mais contato desde então. Me senti seguindo minha vida e como se fosse a experiência guardada em meu baú, guardei-lhe por anos e não ousei mais abrir e ver o que tinha deixado em mim. Com um tempo, parecia mais uma brincadeira nossa. Eu me lembrava daqueles lábios, de tudo o que tinha deixado, de tudo que tinha traçado em mim, mas agora era diferente.


Notas Finais


Vocês são muito amorzinhoooos❤❤❤❤❤❤
Obrigada por tudo meus bolinhos😍💜


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