História Guerra, sangue e gloria; a história dos 4 reinos - Capítulo 48


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Categorias Inuyasha
Visualizações 186
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Hentai, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 48 - O pedido


Fanfic / Fanfiction Guerra, sangue e gloria; a história dos 4 reinos - Capítulo 48 - O pedido

"Senhor, a rainha tsunade deseja vê-lo." Disse o lacaio. 

Sesshoumaru fez sinal para permitir a entrada dela. Ele já sabia o que ela desejava, mas esperava que ela os poupasse de tal constrangimento.

"Meu senhor." Disse ela ao entrar e ir até ele. 

Sesshoumaru a observava atento, sentado em seu trono e em sua expressão habitual demonstrava total indiferença ao sofrimento de sua rainha. Tsunade parecia abatida, mas ainda era bela.

"O que deseja?" Já sabendo que ela havia ido tratar sobre a anulação do casamento que estava para sair.

Ela se aproximou mais, se ajoelhou aos seus pés e beijou sua mão. 

"Desejo estar ao seu lado e ser amada como sua rainha, desejo ser mãe de seus herdeiros, desejo reinar ao seu lado, mas sei que não sou a a esposa dos seus olhos, sei que esse lugar agora será ocupado por ela, sei que não me amará como ama ela, então apenas imploro que não torne minha humilhação pública ao me banir para a casa de campo antes mesmo do nosso casamento ser anulado, pesso que não permita que todos conheçam a minha desgraça de não ser tocada pelo meu marido, pois já é de conhecimento público que sou preterida." Pediu tsunade para sesshoumaru que não se mostrava comovido.

"Isso não é possível. " disse frio. "Você entende que sua presença aqui ofende a rainha do oeste."

"Poderia dizer a mesma coisa sobre a presença de tal rainha, mas sei que esse argumento é inútil já que a ama e a deseja como esposa, em meu lugar. "

"Lugar que sempre pertenceu a ela."

"Lugar que me foi dado por você alteza."

"Por um propósito que não foi o de construir uma família feliz, mas não preciso te lembrar disso, já que todas as minhas atitudes desde o início deixaram claro que meu propósito era outro."

"Me conte sobre esse propósito para que então eu posso consolar meu coração que sofre com sua ausência. "

"Eu lamento. " disse sem lamentar na verdade. " se era só isso..."

Tsunade foi para seu quarto e ao olhar para o mar viu a mais bela declaração de amor que alguém poderia receber de seu marido, mas não era para ela.

A construção se erguia sobre as rochas, um jardim foi cultivado sobre a plataforma e do alto do Castelo se lia o pedido escrito com os canteiros de rosas brancas.

Aceita se casar comigo ?

"Conseguiu convencê-lo a deixa-la ficar?" Perguntou uma de suas damas.

"Não. Ele me humilha por ela, cada gesto dele me ofende. Ela o enfeitiçou! Só pode ser uma bruxa!"

"Quanto sofrimento... mas eu duvido que a rainha do Leste seja uma bruxa. " disse o Duque William ao entrar no quarto.

"O que faz aqui?" Perguntou tsunade assustada.

"Vim conversar com você. "

"Nos meus aposentos?"

"Eu acho que o rei não se importa"

"Como ousa?"

"Quer que chame os guardas alteza?" Perguntou a dama.

"Vim para ajuda-la." Disse o Duque. 

Tsunade o avaliou um pouco. 

"Fale."

"É particular."

"Isso é inapropriado alteza." Disse a dama.

"Saia." Disse tsunade.

Ele estendeu um pequeno frasco e entregou a tsunade.

" O que é isso?"

" faça a rainha do Leste tomar isso é terá tudo o que sempre quis."

" Eu não sou assassina."

" Não! Por quem me tômas alteza?" Disse ele de forma dramática. " isso não é veneno." 

                           ***

Rin estava admirando o mar, ela resolveu se permitir aproveitar esse tempo de preparação para o casamento. 

" Oi." Disse kohaku.

Rin se virou e o abraçou de imediato.

" que bom que veio."

" Eu não perderia isso." Disse ele com tristeza.

" Não me olhe assim." Disse ela quando se afastou.

" assim como?" Perguntou sorrindo.

" Como se eu fosse me arrepender."

" rin, não vou mentir. Existe algo que une vocês, sei que o ama e sei que é recíproco, do contrário eu não teria retornado ao oeste, para alguém como ele permitir isso quer dizer que te ama muito, mas também existe algo que os separa, algo forte, são suas responsabilidades, suas coroas, no momento que os interesses se tornarem conflitantes..." Ele parou e segurou o rosto de rin em suas mãos. " esqueça tudo isso, esqueça tudo o que eu disse. Seja feliz."

Rin tinha lágrimas nos olhos.

" mesmo que isso não dure?" Perguntou ela emocionada.

" seja feliz agora. Hoje." Disse beijando sua testa.

                        ***

Flashback on

Sesshoumaru prometeu ser paciente, mas ele foi além disso. Seu amor e devoção não parecia conhecer limites, ele passou a surpreender rin de todas as formas lindas e inusitadas possíveis, ele não recebia muita coisa além do direito de segurar sua mão, as vezes um beijo casto ou um abraço rápido. Por outro lado eles passaram a se conhecer tão profundamente que poderiam falar que sua ligação se tornou mais intensa. Ele a acompanhava em seus passeios matinais, embora não gostasse de tais passeios, eles nadavam juntos, conversavam por longas horas ou apenas ficavam em silêncio por muito tempo, desfrutando a companhia um do outro.

Vários meses se passaram e foi então que o jardim suspenso que sesshoumaru mandou fazer para rin floresceu. Na manhã que ela despertou depois de voltar de uma semana de caçada com o rei do oeste,  olhou pela varanda e viu o que as falhas das mudas  significavam. Ele escreveu usando os canteiros.

Aceita se casar comigo?

Ela correu para fora do quarto, não se deu ao trabalho de trocar de roupa ou colocar um robe. Correu pelo Castelo com os cabelos soltos, passou pelos corredores e pelo pátio, mandou abrir os portões e seguiu para a praia. O cheiro de rosas estavam em toda a praia, ela continuou pelo caminho de madeira, passando pelos canteiros até o ver na construção sobre as rochas. Tudo ali era coberto pelas flores, por cipós e o mar fechava com chave de ouro a visão do lugar que mais parecia uma pintura. 

 Sesshoumaru estava   de costas olhando o mar, seus cabelos ao vento. 

Os pés descalços de rin rangeram a madeira da construção. 

"Alteza. " disse ela emocionada.

"Então você veio?" Perguntou ele se virando com um sorriso.

"Como poderia não vir?"

"Então eu não sou um mal jardineiro afinal." Falou triunfante e rin correu para seus braços rompendo a distância. 

Flashback of.






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