História Guerra Santa -INTERATIVA - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Demonios, Interativa
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Palavras 2.605
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Capítulo feito em parceria com @_Writer_

Espero que gostem!

Capítulo 6 - 05


Fanfic / Fanfiction Guerra Santa -INTERATIVA - Capítulo 6 - 05

Capítulo 5 

 

Ele sentia um formigamento por todo seu corpo, sua carne e ossos pareciam tremer como se uma corrente elétrica tivesse  acabado de passar por ele e havia um zumbido em aura, um que ele nunca havia sentido antes e não sabia também como explicar, era difícil respirar com toda aquele poder correndo pelo pequeno quarto. Do outro lado dessa "chamada" estava Lúcifer, em uma maravilhosa piscina natural no Caribe, com ele haviam duas garotas lindas, das quais ele não lembrava os  nomes, mas de fato isso não importava, ele estava se saindo muito, quando se sente chamado, ele sentia também que era algo bem feito e não um chamado qualquer desse que adolescentes fazem pela metade e demônios aparecem para eles e se aproveitam de sua inocência até não restar mais nada, não esse era um invocação havia sangue infernal envolvido e isso o preocupa um pouco, afinal é o sangue de  um de seus filhos.

-Meninas eu terei que subir rapidamente. - Ele  faz um aparelho de celular aparecer em sua mão. - Uma chamada de trabalho, mas eu voltarei e aí poderemos  curtir mais um pouco.

-Vamos esperar por você Lucius. - As duas dizem meio que ao mesmo tempo.

- Eu sei que vão. - Com um sorriso ladino ele se levanta, levanta evidenciando um corpo perfeitamente esculpido e uma pele que possui um bronzeado natural perfeito, as moças o observam e suspiram.

Rapidamente  ele vai até o quarto que está hospedado e lá ele se coloca diante ao espelho, logo de cara ele percebe que está sendo chamado por um Inferno o que o tranquiliza, sinal que nenhum deles precisou morrer para esse chamado.

-Pai. - O homem do outro lado do espelho diz em adoração, bem ele não pode negar que estava um pouco orgulhoso que o rapaz estava preparado para todas as formas que Lúcifer  poderia aparecer, mas ele não sabia o nome desse inferno.

- O que você quer? - Pergunta, por que tinha coisas mais importantes para resolver que ouvir as prováveis lamúrias de ninguém, até por que ninguém ouve as suas.

- Creio que existem coisas que o senhor precisa saber…

- Você acha é? - Havia impaciência na voz de Lúcifer.

- Meu pai, me desculpa por provavelmente estar te atrapalhando, mas existem coisas que o senhor deve saber, afinal somos seus exército e creio que não sabe as decisões que Mammon está tomando. - Lúcifer arqueia uma de suas sobrancelhas.

- Vamos lá, me diga então quais os crimes de Mammon? - Lúcifer confia em seu primogênito, mesmo sabendo que o príncipe não concorda com todas as suas decisões.

- Sim. Ele nos reuniu, todos os Infernos vivos, estamos protegidos em bunker. - Lúcifer dá um pequeno sorriso de canto, ele sabia que Mammon estava fazendo algo na superfície e também sabia que ele usava  o nome de Lúcifer para encobrir suas ações quando questionado pela mãe, então era bom saber o que estava acontecendo, mas isso não era um problema.

- E o que mais? - Lúcifer pergunta e  o rapaz o encarou surpreso.

- Ele privilegia dois de nós. Edward e Margareth a quem Mammon colocou como sua segunda em comando. - Agora é a vez de  Lúcifer o encarar surpreso.

- Você tinha meu interesse, agora  você tem minha atenção. - Lúcifer dá um sorriso de canto. - Mammon está em contato com Margareth?

- Sim meu pai. Aparentemente eles já se conhecem a muitos anos…

- Isso é ótimo… - Lúcifer sussurra para si mesmo.

- O que? 

- Nada, preste atenção. Qual seu nome? - Lúcifer pergunta.

-Andrey.

- Certo, você vai continuar me passando informações, não entre em contato comigo, eu entro em contato com você. Adeus…

- Mas  pai… - Entretanto já não dava mais falar nada, a invocação havia sido rompida e Lúcifer havia ido embora.

Andrey não sabia o que pensar, mas estava muito feliz por seu pai dar  a ele um cargo tão importante em sua batalha era como se ele fosse o braço direito do pai, maior até mesmo que Mammon por que agora ele era os olhos de Lúcifer nesse bunker. Já  o soberano do inferno, estava intrigado em como o destino reserva surpresas até mesmo para ele, Mammon e Margareth unidos isso é interessante.Era uma sala sem janelas, as paredes na cor do mármore cinzento, um grupo mediano de anjos se reunia, suas auras se misturando na mesma velocidade que suas vozes. A frente de todos estava Uriel, as asas abertas e uma expressão neutra, as suas costas uma porta completamente negra se encontrava fechada

-JÁ CHEGA -Grita Uriel na intenção de encerrar a discussão, sua aura na cor de sangue percorrendo o ambiente e calando todos os demais -Suponho que querem saber porque reuni vocês, eu estive em reunião recentemente, meu pedido, negado por Miguel

-Mas Miguel sempre está certa -diz um anjo aleatório na multidão, a voz grave se destacando no silêncio 

-Está errada dessa vez, Miguel está cega de favoritismos, nossa racional líder se tornou emotiva e fraca, seu apreço a impede de testemunhar a realidade que a Terra se encontra, perdida e infestada de demônios, está na hora de isso mudar, eles já estão nos atacando, se querem tanto a guerra, que levemos a guerra até eles -A voz de Uriel era firme, a aura transbordando em suas palavras o tornava quase convincente, de uma forma que fazia você querer pensar sobre isso, murmúrios de afirmação circularam pela sala

-Mas guerra é o'que você quer -rompe uma voz feminina, o tom de acusação evidente e a aura azul meia-noite serpenteando, abrindo caminho entre os outros anjos na direção do Arcanjo -Miguel jamais faria nada se não fosse considerado extremamente essencial, e agora você,  apenas porque foi recusado, decide iniciar um motim, uma guerra civil na Cidadela-Ayla já se aproximava do Arcanjo, mesmo sendo de segunda era, a ruiva não aceitava esse tipo de desrespeito com a grande Juíza, não com Miguel

-Escute aqui, Ayla -Uriel diz frio como uma geleira, o nome da garota escorrendo um desprezo seco -Sua existência é minha, está me entendendo? Você é uma serafim e EU sou seu general, a menos que queira ser depenada e arremessada para as profundezas do inferno, eu sugiro que feche sua boca, você não fala, você não questiona, você não pensa, você obedece

-Então para você é isso que somos? Seres sem cérebro? Que não pensam e apenas nasceram para o servir e morrer  por você? Não há em você nenhuma estima por nós que sangramos em suas batalhas? -a ruiva falava, os cabelos se movendo como chamas enquanto se aproximava ainda mais a ponto de chegar e menos de um metro do dito líder, então aconteceu, Uriel levou a mão direita ao pescoço de Ayla, a palma da mão fervendo pela aura concentrada e queimando a pele branca da garganta da garota enquanto a levantava centímetros do chão 

Então as portas se abriram, bem atrás de Uriel,que ainda segurava Ayla que tinha a garganta e rosto brilhando com veias vermelhas fluorescentes, Gabriel em sua glória, as asas brilhando, a luz da cor do outono de alguma forma distraindo a mente de todos, os deixando calmos. Tão rápido quanto um flash de luz, Gabriel tirou Ayla das mãos do colega Arcanjo, o olhar magoado e ferido

-Se lembre disso no final Uriel -diz a voz de Gabriel instantes antes de deixar a sala com a garota, os demais anjos vidrados e expressando emoções de culpa geradas pela aura de Gabriel -você causou isso a si mesmo -e então se foi, Uriel sozinho com seus serafins, o rosto expressando uma fúria ainda maior. 

 

Ter que ir sempre ao inferno para encobrir suas  ações na Terra é algo que ele não gosta, mas tem que fazer, sua mãe tem verdadeiro asco de todos os Infernos, exceto ele, claro, para ela eles são como bucha de canhão, servem a um propósito e apenas a isso, se ela descobrir que Mammon ajuda seus irmãos, ele nem sabe o que ela é capaz de fazer. Enquanto sua cabeça fervilha em pensamentos e preocupações ele treina junto a Caim, uma dos poucos que ele pode chamar de amigo, seu foco não estava no treino e lógico que novamente havia sido questionado por Caim, mas ele desviou do assunto, não por não confiar no humano amaldiçoado, mas sim porque quanto menos ele souber, melhor para ele.

Eles ficam por horas treinando, o tilintar das espadas era o único som ouvido na sala até que Caim para, fazendo com que Mammon para bem no meio de um ataque para ver Lúcifer. Caim faz uma reverência e saí da sala. Lúcifer  brinca com uma das espadas em sua mão.

- Que tal um momento de pai e filho, hun? - O ser mais velho pergunta e Mammon o encara com desconfiança, o que faz o pai dar um pequeno sorriso. - Eu entendo essa cara, mas preciso falar a sós com você meu filho. -  Diz enquanto ataca Mammom com a espada, não era a sua própria, mas Lúcifer não usaria sua espada com seu primogênito, aquela lâmina estava reservada para outras pessoas e não para derramar sangue de um de seus filhos.

Mammon desvia girando para direita e tentando golpear o pai na área das  costelas, obviamente Lúcifer se defende.

-Me encontre na terra. - Um pequeno papel com um endereço apareceu no bolso de Mammon. - Mas tome um banho antes, você está totalmente suado e vamos estar em um lugar refinado.

Mammon obedece o pai, se arrumando para estar junto ao demônio em algum lugar da terra, ele pega o papel no bolso de sua antiga calça e então o pequeno pedaço de papel começa a queimar em suas mãos  e em um piscar de olhos ele está em um restaurante chique na Itália. Mammon caminha até o pai e se senta na mesa.

-O que significa tudo isso? - Mammon pergunta.

- Eu tomei a liberdade fazer  o pedido para nós dois. - Lúcifer diz ignorando completamente o mais novo.

-Pai? - Mammon pede, afinal ele odeia joguinhos.

- Você sabe que não aproveita nada da vida não é mesmo? - Lúcifer pergunta e logo muda expressão como se  lembrasse de algo muito triste. - Mas nesse caso você tem razão. - Mammon encara o pai de maneira atenta nesse momento.

- O que aconteceu? - Mammon pergunta, mesmo Lúcifer não sendo o melhor dos pais, ainda sim é seu pai e cuidar das pessoas a sua volta é  parte inerente da natureza do Primeiro Inferno.

- Sei que vai me culpar por isso, mas não vejo como resolver o problema sem a  sua ajuda. - Mammon assente para Lúcifer continuar, mas antes que o rei do submundo abra a boca os pratos chegam, ambos agradecem ao garçom e assim que o humano vai embora Lúcifer continua. - Em minha última viagem eu descobri com uma informante que existe uma prisão de Infernos. - Os punhos de Mammon se fecham sobre a mesa. - Eles são mantidos em um lugar guardado por anjos cercados por magia celestial, minha informante não sabe onde estão exatamente, mas creio que você pode descobrir junto com seus irmãos. -  Os olhos de Mammon se arregalam 

- Como…?

- Você é  meu filho, meu orgulho, sei de tudo que está fazendo e concordo com você e sei que  apenas você pode salvar seus irmãos. - Lúcifer diz ao filho que estava sem reação. -  Isso aqui é uma coisinha dos meus velhos tempos. Lúcifer coloca um pequeno embrulho na mesa, Mammon já ia abrir, quando seu pai segura sua mão. - Não faça isso, abra apenas quando chegar ao local, por sete minutos isso vai afastar qualquer serafim e é esse  o tempo que você tem para sair de lá e sumir. - Mammon assente e se levanta.

- Obrigado, pai. - Ele diz saindo apressadamente do local.

 

No bunker assim que Meg chegou, ela começou a sentir algo estranho, no começo ela pensou que fosse Mammon e  suas proteções estranhas, mas não mesmo depois dele ter ido embora havia aquela sensação ruim, aquela energia intensa e poderosa que  era como um rastro que ela começa a seguir e a leva até uma pequena sala que estava quase que totalmente intocada, exceto pelas gotas de sangue no chão e um espelho de vidro negro, como se tivesse sido queimado, mas não estava e não era possível ver nada, era apenas como um buraco negro que era a fonte de toda essa  energia, ela não fazia ideia do que era e guardaria para mostrar a Mammon.

-O que está fazendo com isso? - Andrey pergunta.

- Eu encontrei…

- Isso é meu! - Ele Arranca  o espelho das mãos da mais jovem.

- Meg, Mammon está te chamando, ele parece nervoso. - Eddy aparece e por hora o espelho de Andrey ficam de lado.

A mesa central ainda tinha algumas sacolas de compra que agora tinham sido empurradas para a beirada, na outra ponta Mammon olhava uma folha antiga, provavelmente papiro, uma escrita desconhecida,similar aos sigilos ao redor do bunker, estava no topo e espalhada em um desenho rústico do que provavelmente seria a planta de um prédio 

-Qual o problema? -Questiona Meg se dirigindo ao seu lugar ao lado de Mammon, não sem antes passar a mão pelos ombros de Eddie e mostrar um breve sorriso 

-Chegou até meu conhecimento, o status de nossos irmãos perdidos -A voz do primeiro era firme, os olhos passando de inferno a inferno -Não foi a morte que os aguardou, foi algo ainda pior

-Não gosto como isso soa -diz uma inferno de cabelos curtos, os olhos da cor da avelã parecendo assustados

-Não deveria gostar Hazel, eles estão sendo mantidos presos, presos na Cidadela- E o caos se iniciou, Meg puxou Eddie para mais perto, o garoto piscando os olhos com força como se sentisse dor

-A Cidade dos Anjos -Lucinda diz se auto abraçando -isso não é bom, não é bom mesmo

-Não precisam se apavorar -a voz elevada de Mammon atraiu olhares, os olhos estratégicos agora estavam voltados ao papiro -Quando trouxe cada um de vocês para cá o'que eu disse? -Silêncio, nenhuma alma se atreveu a responder -Oque eu disse?

-"Estão seguros agora, ninguém vai ficar para trás" -Edward diz rompendo o silêncio, os olhares voltados para ele, Meg o puxou para perto 

-As coisas podem não estar boas agora, mas não pretendo deixar meus irmãos serem aprisionados e torturados nas mãos daqueles metidos emplumados -embora as palavras carregam fúria, a voz era neutra e calma

-Você tem um plano em mente não tem? -pergunta Andrey cruzando os braços, a adrenalina da missão iminente disparando

-Em parte ,sim, tenho uma forma de entrar e sair, mas não vamos ter muito tempo -Mammon apoia as mãos na mesa, mordiscando a parte interna da bochecha, ele batuca levemente -Vou precisar de dois grupos, um para invadir e outro de reforço caso algo dê errado, eu ,Meg, Andrey e Weng vamos entrar, Lucinda ,Hazel, James e Hope serão nosso apoio. Quem foi mencionado permaneça na ala central, os demais podem se retirar

-Mas..-Eddie tenta argumentar sendo o único não solicitado na sala,mas é cortado quase que instantaneamente 

-Eddie vá com os outros, agora -O olhar de Mammon transmitia algo que os outros infernos não eram capazes de reconhecer, uma necessidade de proteção que apenas Meg tinha visto antes

-Então- Lucinda diz se sentando na mesa após Eddie sair resmungando -Vamos planejar uma fuga da prisão 



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