História Guerra sem Honra - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Ecchi, Espadas, Guerra, Hentai, Magia, Magos, Medieval, Mortes, Política, Sexo, Violencia
Visualizações 8
Palavras 515
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ecchi, Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Morte


POV Flora

A mana do recinto se esvaía conforme eu a gastava nas minhas tentativas falhas de acordar o ancião. Passou várias vezes pela minha cabeça drenar a energia do próprio velho adormecido para despertá-lo, porém o medo de eu não conseguir controlar tamanha força me impedia de fazer uma ação como essa.

- Aguenta, Zart! - Exclamei para o grandão que já se mantinha firme há um bom tempo, impedindo a passagem daqueles psicopatas. Falei em vão.

Zart gruniu alto e imediatamente olhei para ele. Desceu seu braço direito ao longo do corpo e expressou extrema dor em sua face. Instantes depois, o mesmo cambaleou para trás e a porta se abriu, revelando os cinco assassinos que há tanto tentavam invadir o saguão. Utilizavam uma armadura preta, bastante incomum, com um design caprichado, esbanjando espinhos em extremidades como nos joelhos, ombros e cotovelos, e suas identidades eram escondidas por um elmo, também de cor escura, parecido com os elmos dos lendários samurais.

No desespero do momento, só consegui pensar em defender Zart com a energia que me restava. Três deles alcançaram o grandão em um pulo. Ergui ambas minhas mãos na direção deles e, antes que pudessem cravar suas adagas no peito dele, conjurei uma barreira em sua frente, fazendo dois dos assassinos serem arremessados para trás, troteando em passos desajeitados procurando o equilíbrio, até se estabilizarem. O terceiro atingiu seu golpe contra a barreira e sua mão tremeu. Era como esfaquear uma parede com toda sua força. Largou a adaga no mesmo instante pelo choque que o impacto proporcionara.

Zart assentiu para mim num sincero agradecimento e desmanchou sua face numa expressão de lamento e amor ao mesmo tempo. Pressenti pavor, compreendendo as intenções dele. No chão, ao lado de seus pés, estavam o grande martelo e escudo que ele usava em combate. Apanhou os dois rapidamente. Com o martelo, explodiu um golpe estrondoso contra a pilastra mais próxima, que se partiu em dois. O teto começou a desmoronar e minha barreira se desmanchou. Eu estava sem forças. Consegui ainda ver o vulto gigantesco de Zart, em meio a poeira, com o escudo a frente de seu corpo, avançando ferozmente na direção dos homens, e ainda pude ver também dois dos assassinos tombando com o atropelamento de Zart. A poeira em seguida tomou conta de tudo e uma confusão ocorrera para lá do desabamento. Mau tive tempo de raciocinar e um dos assassinos saltou por entre os escombros, correndo em minha direção. Eu estava fraca. Covardemente, dei um salto leve, que me jogou longe, me arremessando contra uma das janelas do saguão. Antes que eu atingisse o vidro, olhei por uma última vez o corpo do ancião debruçado e indefeso no chão e, nos últimos milésimos, visualizei o homem de armadura negra saltando para cima do ancião prestes a cravar sua adaga no pescoço do idoso. Fechei meus olhos. Meu corpo quebrou o vidro e eu percorri uma queda livre até as ruas da aldeia. Durante a queda, lágrimas escorriam pelo meu rosto e se perdiam ao vento, e em minha mente pairava uma enorme decepção. Eu fracassei.



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