História Guerras Secretas - Hiatus - Capítulo 10


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Categorias Ben 10, Capitão América, Dragon Ball, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, Sonic The Hedgehog, Steven Universe, Thor, X-Men
Personagens Adrian Toomes (Abutre), Adrien Agreste (Cat Noir), Aleksei Mikhailovich Sytsevich (Rino), Alya, Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Ben Tennyson, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Chloé Bourgeois, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Cooler, Dr. Curt Connors (Lagarto), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), En Sabah Nur (Apocalypse), Erik Lehnsherr (Magneto), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Goku, Gwen Tennyson, Hawk Moth, Hela, Herman Schultz (Shocker), Hex, Iblis, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Johnny Storm (Tocha Humana), Kakaroto, Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kevin Levin, Kurt Wagner (Noturno), Lila Rossi (Volpina), Loki, Mac Gargan (Escorpião), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Maxwell "Max" Dillon (Electro), Metal Sonic, Natasha Romanoff, Nino, Nooroo, Norman Osborn (Duende Verde), Ororo Monroe (Tempestade), Pantera Negra (T'Challa), Peter Parker (Homem-Aranha), Piotr "Peter" Rasputin (Colossus), Plagg, Professor Charles Xavier, Reed Richards (Sr. Fantástico), Robert "Bobby" Drake (Homem de Gelo), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Scott Summers (Ciclope), Shadow the Hedgehog, Sonic The Hedgehog, Steve Rogers, Steven Quartzo Universo, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Thanos, Thor, Tikki, Vegeta, Vilgax, Wade Willson (Deadpool), Wayzz
Tags Homem Aranha, Marvel, Miraculous, Quarteto Fantastico, Vingadores, Wolverine, X-men
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Palavras 2.848
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Tudo bom? Enfim, demorei um pouco, é que as coisas tão meio complicadas. Escola e cursos, sabem?

Bom, tenham uma boa leitura!

Capítulo 10 - X. Novos Membros


Duende Verde sabia que precisava criar uma distração e deixar os idiotas pensarem que realmente haviam o matado para assim começar a construir seu plano para ganhar o jogo verdadeiro de Beyonder. Ele conseguiu chegar à entrada da base com algumas dificuldades, devido a alguns sérios ferimentos no braço esquerdo e a máscara danificada, não permitindo sua identificação sobre os modos de defesa que foram ativados em sua ausência. Assim que irrompeu da porta, 5 drones altamente armados saíram das paredes, começando a atirar contra Norman de maneira rápida e contínua.

O vilão apenas desviou tranquilamente. As balas eram disparadas de modo contínuo, mas os movimentos dos drones não eram lá essas coisas também, sendo fácil para atravessar. Francamente, com toda a tecnologia daquele lugar, poderia haver armamentos de defesa bem mais aprimorados para serem usados em casos assim. Sendo assim, ele usou suas bombas para explodir a porta que protegia outro cômodo da base. Entrando no lugar, Norman logo se vira em uma área completamente tecnológica, um laboratório com quase 3 vezes o tamanho do maior centro de pesquisas da Oscorp na Terra inteira. Havia equipamentos e máquinas cujas propriedades poderiam levar séculos para serem totalmente exploradas, e Norman gostava desse tipo de coisa, fazia sua mente trabalhar e pensar em formas de como realizar seus planos. Mas sua atenção se dirigia ao ser jazido numa mesa ao centro do laboratório: Ultron.

Norman – Então, o corpo de Vibranium conseguiu resistir a explosão – Começa a passar sua mão pelo metal envolvendo o robô – Já imaginava que algo assim não mataria Ultron, apesar de haver tal coisa. Bom, amigo, tenho novos planos para você.

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Norman terminou seu serviço bem a tempo. Enquanto terminava de dar os toques finais na sua “nova versão de Ultron”, podia escutar os passos do resto dos vilões antes mesmo de entrarem na base. Homem-Molecular parecia preocupado com uma possível perseguição, Destruidor e Homem-Absorvente aparentemente queriam causar mais brigas, xingando e provocando outros vilões, o resto apenas voltava em silêncio, decepcionados por seu fracasso na luta. Como imaginei, falharam sem mim. Hm! Tolos ignorantes!,  pensava Norman. Ele então foi até a porta, aberta por ele mesmo há algum tempo, sorrindo. Podia ser o típico sorriso falso de Norman Osborn, mas naquele momento, trabalhar sozinho não seria uma boa opção, ainda mais quando se tem peças tão poderosas como Owen Reece e Vilgax no seu time.

Norman – Saudações, cavalheiros! Sejam bem-vindos a Base Oscorp!

Homem-Absorvente (assustado) – Maldito seja! Como sobreviveu?

Destruidor – Achávamos que Zemo havia o matado! – Começa a girar sua arma.

Ronan (segurando seu machado) – Saia, humano. Eu, Ronan, acusador Kree renomado, irei tomar a liderança deste grupo – Norman deu uma risada – Aparentemente, é mais corajoso do que aparenta.

Norman (calmo) – Ora, por favor. Sejamos mais calmos. Podemos resolver isso calmamente – Abutre e Escorpião logo ficaram meio irritados.

Abutre (irritado) – Nada disso, Norman! Não irei me submeter a seus comandos! – Apontou seriamente para Norman.

Homem-Molecular (tentando acalmar os ânimos) – Acalmem-se, por favor. Norman está certo. Devemos descansar um pouco para nos recuperarmos – Creel tirou Owen de sua frente.

Homem-Absorvente (girando sua bola de demolição) – Nem pensar, magrelo! Eu vou amassar esse rostinho sorridente na marra – Ele então atacou.

Por mais que a bola de demolição de Creel fosse fatal para Norman, principalmente agora que estava fora de seu traje de Duende Verde, ele ainda mantinha um sorriso. Como se fosse uma lousa ruindo, um raio de energia vermelho atingiu a quase todos ali, com exceção de Abominável, Mordo, Hela e Loki. Do alto, Ultron desceu, usando propulsores muito mais fortes e melhorados que os anteriores. Os vilões então se levantaram, abismados com a presença viva do robô, que agora continha uma aparência bem mais robótica mesmo, sem ter muitos traços humanos. O susto claramente vinha do fato de que Galactus havia neutralizado por completo o sintezóide, o deixando basicamente morto no chão da nave.

Ossos Cruzados (assustado) – Ultron!

Norman – Em carne e osso – Pensa um pouco – Melhor. Em metal puro hehe! Vi que o deixaram solto no meio do laboratório e então decidi fazer algumas melhoras. Agora, ele contém energias que nem mesmo você, Creel – O citado olha para ele – Poderia absorver e dotado de um material quase indestrutível. Resumindo, quase nenhum de vocês pode derrota-lo – Um silêncio se instaurou no lugar.

Destruidor (dando de ombros) – Ah, pouco importa. Eu tô com fome – Homem-Absorvente o segue, juntamente de alguns demais vilões. Abutre, Escorpião e Rino passaram por Norman, o encarando seriamente.

Abutre – Não pense que vamos nos submeter a seus jogos psicológicos de novo, Norman.

Escorpião – Já conhecemos todas as suas manhas. Não faremos parte disso, já estou avisando.

Rino – Se tentar alguma gracinha contra nós, iremos te esmagar, entendeu?

Norman – Entendo plenamente, Aleksei. Agora, podem descansar. Devem estar cansados – O trio concordou, apesar de não querer. Estavam muito cansados da luta. Norman então olhou para Homem-Molecular – Eu espero que não haja nenhum ressentimento negativo do que houve na nave.

Certamente Norman sabia como manipular alguém, e já era a segunda vez que tentava fazer isso com a frágil mente de Owen Reece. Por mais que fossem de universos distintos, ambos já se conheciam muito bem e até pareciam ter uma boa relação, apesar das poucas conversas. Norman sabia que teria de maneirar a forma como agia com manipulação se tratando de Owen. Uma hora lhe aplicando sermões e lições para serem usadas no Mundo de Batalha, outra hora o encorajando a usar seus poderes para alcançar seus objetivos (os de Norman, no caso). Quanto mais controle e respeito tivesse por parte de Owen, mais chances de vencer ele teria, e assim como é o caso de toda a equipe. Porém, havia a falta de várias peças no grupo, e isso incomodava em parcial o dono da Oscorp. Shocker, Zemo, Bate-Estaca, Aríete, Maça, Hex, Espinela e Hawk Moth. Eles foram capturados. Pois bem, devemos aumentar nossos números. Seria a ação mais sensata a se fazer, pensava Norman em meio as suas preocupações. Ele então olhou para a frente e viu Loki e Abutre a conversarem. Aparentemente, Adrian Toomes não queria dormir cedo, e Norman aproveitaria essa oportunidade.

Loki – Então usou a tecnologia para produzir armas? Você é um humano interessante... E ao mesmo tempo tolo. Por ter sido derrotado por um garoto.

Adrian – Não era um garoto qualquer, seu trapaceiro – Loki o pegou pelo pescoço – Eu sinto muito, sr. Loki – O deus da mentira o largou.

Norman – Senhores, com licença.

Loki (sorrindo) – Ah, o famoso Norman Osborn. O que deseja, querido mortal?

Norman – Pelo menos, eu nunca morri – Loki se incomoda, mas deixa essa passar – Pois bem, vim aqui lhes propor uma coisa.

Adrian – Não se lembra do que eu disse há 2 minutos? Não vou fazer parte disso, Norman.

Norman – Acalme-se, Adrian. Não vim desejar que lutassem, nem nada do tipo. Quero apenas uma missão especial a ser feita. Como notaram, muitos companheiros foram perdidos na luta pífia que se envolveram.

Adrian – Não chamaria aqueles caras de “companheiros” – Norman assentiu, mas continuou.

Norman – O que quero, é que recrutem no mínimo mais 2 novos companheiros – Os dois estranharam – Estava a observar alguns monitores e notei que a pacata cidade de Beach City fora trazida para este mundo. E então, de acordo?

Loki – Bom, por mim está tudo bem.

Adrian – Mas caso saiba, só temos nós de super-poderosos ou que podem lutar neste mundo. Como vai usar esses dois recrutas?

Norman – Isso é algo sigiloso. Agora vão! Irei trabalhar um pouco no laboratório – Os dois assentiram, logo se retirando em direção ao hangar.

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Adrian acertou as coordenadas dadas por Norman a eles, e assim partiu com a nave. Por ter mexido com tecnologia Chitauri durante quase 5 anos antes de ser preso por Homem-Aranha, ele já tinha alguma noção de como aquelas paradas espaciais funcionavam. Isso impressionou Loki, que pensava que somente os Vingadores ou a S.H.I.E.L.D. teriam essa capacidade intelectual e mecânica. A tempestade ainda assolava completamente aquela região, jogando raios e trovões para todos os lados, mas por sorte, o ponto de localização determinado não tinha qualquer sinal de que aquele clima intenso estaria por lá. Isso aliviava Adrian, que por mais que soubesse lidar com aparelhos alienígenas, lidar com fenômenos da natureza alienígenas era algo completamente diferente. Loki nem estava se importando com a tempestade. Eventualmente, Thor não estava ali perto, pois ele não poderia conjurar uma tormenta daquelas apenas para se divertir, estaria sendo indigno. Eles então seguiram em meio aos raios, em direção a Beach City.

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Os dois chegaram à pequena cidade, pousando na encosta da montanha do Templo das Crystal Gems para esconderem sua localização. E então saíram pela comporta traseira. A nave era realmente muito parecida com um Quinjet dos Vingadores, e isso facilitava a compreensão tanto de Adrian quanto de Loki sobre o assunto. Por um momento, o aviador hesitou em continuar, atraindo a atenção de Loki, que fez surgir na sua mão seu Cetro de energia. Com um único movimento, o Deus da Trapaça transformou a si mesmo e Adrian em homens normais, com roupas formais, um terno e gravata. Havia muitas casas e algumas estruturas Gems por entre aqueles lugares. Aparentemente, apenas a parte de crosta da cidade fora arrancada dali, e estava bem na divisão entre um enorme pântano e uma cadeia de vulcões em erupção constante. Apesar de tudo isso, os habitantes se uniam a algumas Gems para combater as criaturas extraterrestres que tentavam invadir o perímetro da cidade.

Por mais que parecesse uma tarefa simples, Beach City era uma cidade muito pequena para ter muitas pessoas, então, as opções dos dois vilões estavam começando a ficar menores à medida que exploravam. Por fim, duas mulheres conseguiram atrair a atenção de Loki, que logo se dirigiu a elas, sendo seguido por Adrian de maneira apressada. O porquê de terem atraído? A postura firme delas era algo nos humanos que agradava o Deus da Trapaça, desde que fosse usada na hora certa e quando ELE precisasse. E se tratando de um homem como Norman era, provavelmente esse tipo de pessoa também lhe serviria bem. Os dois então se apresentaram.

Loki – Saudações, senhoras – Ele então revelou sua verdadeira aparência, levando Adrian junto – Já devem saber quem eu sou, mas vamos lá. Eu sou Loki, Príncipe de Asgard, Deus da Trapaça e um dos Filhos de Odin. Este – Aponta para Adrian – É Adrian Toomes, também conhecido como Abutre.

Adrian (meio sem jeito) – Olá, garotas. Viemos conversar sobre... coisas – Loki deu uma leve olhada de desprezo, mas logo voltou as garotas.

Naquele momento, Loki testava o domínio do Mundo de Batalha, não só para cumprir os desejos de Norman, mas por sua própria conta mesmo. Havia algo naquele planeta que o fisgava, provavelmente por ser um deus (em uma pequena parte), mas era apenas uma hipótese. Qualquer um que o visse ou visse Adrian, mesmo sem seu uniforme, já sairia correndo desesperado, mas as garotas pareciam nem se importar, apesar de levantarem uma expressão impressionada ao lembrarem-se dos dois vilões. Era uma dupla bem estranha, pra falar a verdade. Uma morena alta de cabelos longos e um pouco acima da média juntamente de uma pequena loira magrinha como um palito de dente.

Morena – Conversar sobre que tipo de coisas? – Ela cruzou os braços.

Loki – Um plano que nosso chefe, Norman Osborn – As duas ficaram mais curiosas – Está tentando executar para beneficiar a todos. Além disso, devem ter notado que sua casa foi deslocada de seu lugar original, não é?

Loira – Pois é, mas essa não é nossa casa. Estávamos visitando a cidade quando veio um clarão e nós estávamos aqui – Loki se surpreendeu e Adrian também, mas logo retomaram a postura.

Adrian (batendo a mão no peito de leve) – Precisamos de ajuda para executarmos esse plano.

Morena (se aproximando) – Ah, é?

Loki – Acredito que aqui não seja um bom lugar para conversarmos sobre isso. Nossas reputações – Aponta para ele mesmo e Adrian – Não é das melhores, imagino que em grande parte do planeta.

Loira – Sei como deve ser isso – Ela estendeu sua mão para Loki e Adrian – Prazer, Mary MacPherran, ou apenas Skeeter. Chamem-me como quiserem.

Os dois então, formalmente cumprimentaram a moça loira, afinal, podiam ser vilões e nem se importar com muitas coisas além de si mesmos, mas seria um completo desrespeito não cumprimentar uma moça. Logo após isso, Loki se sentira meio estranho. Era quase a primeira vez que um humano havia o aceitado como se nada do que ele fez em Nova York fosse importante ou sequer tivesse acontecido. Era uma sensação feliz. Já Adrian também tinha sensação semelhante. Skeeter era a primeira a lhe cumprimentar sem ser algum psicopata maníaco ou algum outro vilão que tivesse sede de vingança por Homem-Aranha ou coisa assim. Eles então olharam para a morena musculosa, a cumprimentando também.

Morena – Marsha Rosenberg.

Os dois sorriram levemente e se separam da grande mão de Marsha. Estavam felizes por terem sido aceitos por alguém, que até esqueceram-se do real objetivo de sua presença ali. Como um relance na cabeça, Loki logo se lembrou de leva-las para a nave, e elas seguiram formalmente sem nenhuma preocupação, nem sequer se surpreendendo ao verem o truque de ilusão que Loki fizera para disfarçar ele e Adrian em meio às pessoas da cidade praiana. Em poucos minutos de caminhada, chegaram ao pé da montanha, infestado de flores amarelas florescentes. Ao que parecia, o Mundo de Batalha ainda conseguia preservar algumas plantas terráqueas, e talvez até estivesse as melhorando. Pois bem, os dois vilões logo cuidaram de levar as duas moças cuidadosamente para alguns assentos, antes de levantarem voo e saírem daquele lugar, em direção a Base Oscorp.

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Os X-Men haviam se reunido no hangar, e agora Xavier estava começando a botar uma grande nave no ar, tendo aprendido a controlar seus movimentos e funções de maneira até mesmo rápida. Ele então desceu, reunindo-se com seus alunos em um pequeno círculo. Por sorte, as câmeras de segurança da base não os detectariam ali, precisavam ser os mais discretos possíveis, se quisessem ainda manter uma boa relação com os Vingadores e o Quarteto Fantástico caso houvesse a necessidade de se unirem em algum momento mais a frente. Mas naquela hora, o melhor era se separar. Houve um único discurso de Xavier e todos já concordaram para entrar na nave.

Xavier – Aprendi a pilotar a nave. Ela funciona com fortes poderes telepáticos, ao qual – Aponta para ele mesmo e Jean Grey – Nós dois possuímos. X-Men, sei que esta missão é ousada, mas se quisermos sobreviver, deveremos tomar nossas previdências – Todos concordaram, e entraram na nave.

O veículo então levantou voo lentamente, logo começando a ativar alguns propulsores. E em questão de segundos, a nave não podia se ver mais no horizonte tempestuoso do Mundo de Batalha, indo em direção ao Mestre do Magnetismo, Magneto. Era uma decisão ousada se unir justamente com o seu maior inimigo, mas era necessário que os mutantes estivessem unidos naquela situação para assim conseguirem transpassar o jogo de Beyonder e conseguirem ajudar a todos. Haveria oposição por parte de Magneto, mas Xavier já sabia como lidar com seu velho amigo Erik.

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Num lugar mais afastado das bases, os Guerreiros Z ainda continuavam a ficar em volta da pequena fogueira que fizeram há algum tempo. Aparentemente, as inundações e tempestades não haviam sequer dado algum sinal de que viriam. Bom, para Vegeta, isso pouco importava. Sua luta breve contra Thor o fez repensar sobre seu próprio poder e força. Talvez nem mesmo o Super Saiyajin Blue fosse o suficiente para derrotar o Deus do Trovão, que havia demonstrado apenas uma faísca de sua força máxima, e ainda sim conseguiu sobrepujar a forma de um Super Saiyajin Deus. Isso incomodava o príncipe, mas ele ainda mantinha sua expressão séria, como forma de manter seu orgulho firme.

Sonic – Ei, Vegeta! Como tá o seu ferimento? – Ele apontou para o corte no rosto de Vegeta – Acha que vai cicatrizar até o fim de tudo isso?

Vegeta (irritado) – Cala a boca! Não se preocupe comigo! Se concentre em como achar nossos inimigos!

Goku – Mas o problema é que não sabemos onde eles estão. Então, como chegar até eles?

Shadow – Velocidade – O Saiyajin olhou para o mobiusano – Vamos até eles usando velocidade.

Goku – Tá querendo pega-los de surpresa? Gostei...

Sonic – He! Até parece que...!

Como se fosse um choque, um enorme fluxo de energia passou pelo corpo dos Guerreiros Z. Ambos os quatro guerreiros se levantaram de maneira rápida. Para Goku, Vegeta e Shadow, aquele tipo de energia era algo completamente novo, mas para Sonic, não. O mobiusano azul deixava escorrer algumas gotas de suor por entre seus grandes espinhos. Tinha certeza do que e de quem era essa energia tremenda, e isso o fazia ficar um pouco trêmulo. Em sua mente, vinha apenas uma certeza macabra: Thanos estava começando uma nova caçada por poder infinito. Goku percebeu a preocupação de seu irmão.

Goku – Sonic, o que foi?

Sonic (preocupado) – É ele...! Ele voltou a coletar as Joias!

Vegeta (entendendo) – E-espere! Então esse é o tal do...

Sonic (sério) – Thanos!


Notas Finais


Espero que tenham gostado! Até amanhã!


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