História Guerras Secretas - Capítulo 22


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Categorias Ben 10, Capitão América, Dragon Ball, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug), Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, Sonic The Hedgehog, Steven Universe, Thor, X-Men
Personagens Adrian Toomes (Abutre), Adrien Agreste (Cat Noir), Aleksei Mikhailovich Sytsevich (Rino), Alya, Anna Marie (Vampira), Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Ben Tennyson, Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Chloé Bourgeois, Clint Barton (Gavião Arqueiro), Cooler, Dr. Curt Connors (Lagarto), Dr. Henry "Hank" McCoy (Fera), En Sabah Nur (Apocalypse), Erik Lehnsherr (Magneto), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), Goku, Gwen Tennyson, Hawk Moth, Hela, Herman Schultz (Shocker), Hex, Iblis, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Buchanan "Bucky" Barnes, James Rupert "Rhodey" Rhodes, Johnny Storm (Tocha Humana), Kakaroto, Katherine "Kitty" Pride (Lince Negra), Kevin Levin, Kurt Wagner (Noturno), Lila Rossi (Volpina), Loki, Mac Gargan (Escorpião), Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Maxwell "Max" Dillon (Electro), Metal Sonic, Natasha Romanoff, Nino, Nooroo, Norman Osborn (Duende Verde), Ororo Monroe (Tempestade), Pantera Negra (T'Challa), Peter Parker (Homem-Aranha), Piotr "Peter" Rasputin (Colossus), Plagg, Professor Charles Xavier, Reed Richards (Sr. Fantástico), Robert "Bobby" Drake (Homem de Gelo), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang (Homem-Formiga), Scott Summers (Ciclope), Shadow the Hedgehog, Sonic The Hedgehog, Steve Rogers, Steven Quartzo Universo, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Thanos, Thor, Tikki, Vegeta, Vilgax, Wade Willson (Deadpool), Wayzz
Tags Homem Aranha, Marvel, Miraculous, Quarteto Fantastico, Vingadores, Wolverine, X-men
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Palavras 2.246
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente, me desculpem a demora de 5 dias hehe. Enfim, aqui está o novo capítulo de Guerras Secretas. É um capítulo um pouco mais calmo, então pode ser que se decepcionem, mas espero que gostem hehe.

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 22 - Os pilares se reerguem! Uma nova luta?!


Um tempo se passou desde que Norman entrara na nave gigantesca de Galactus. Ele continuava a explorar mais e mais, aprimorando seu conhecimento sobre as mais determinadas máquinas que poderiam ser encontradas naquele lugar. Sentia que havia muito mais a ser explorado, mas a descoberta de um aparelho de condução de energia foi o suficiente para lhe despertar o seu real objetivo ali. Era uma estrutura relativamente grande, de modo que sua altura devia medir uns 3 metros pelo dobro de largura. Para transportar algo assim para a base, seria necessário um aparelho forte, e Norman sabia que a nave possuía um, havia visto um pequeno transportador portátil enquanto caminhava pelos corredores da nave.

Ele então passou a correr como nunca antes. O seu destino estava em jogo, juntamente com o futuro do Universo que moldaria a sua vontade quando obtivesse o poder de Beyonder. Norman fez o caminho contrário, desviando de alguns obstáculos no meio do caminho e finalmente chegando à câmara que continha o aparelho necessário. Era bem pequena, como um cubo perfeito envolvendo. Mas pra que tudo isso para apenas uma pequena máquina de teletransporte? Norman não sabia até ali, mas soube quando aquilo se revelou como uma armadilha muito bem planejada pelo próprio Galactus, destinada a invasores que tentassem botar as mãos em seus acessórios. Para toda essa segurança, deve ser um transportador e tanto. Bom, hora de sair daqui, pensou Norman enquanto voltava para o local do condutor de energia. Não demorou muito tempo para chegar ao lugar. Contando mentalmente, o dono da Oscorp conseguiu deduzir no mínimo uns 7 minutos de caminhada. Nada mal, para um ser tão ocupado tecnologicamente com seus experimentos.

Enfim, era a hora de voltar à base. Remexendo no transportador, descobriu que era como uma bomba dos Elfos Negros, as mesmas que eles usaram em Londres no ano de 2013. Eventualmente, se tornava fácil controla-las. A Oscorp secretamente havia coletado inúmeros recursos das batalhas envolvendo os Vingadores e seus aliados durante muitos anos desde sua existência, estudando e até mesmo aprimorando alguns desses recursos para que fossem usados no futuro. Calibrou as coordenadas da Base Oscorp no “transport-bomba” e o grudou na estrutura do condutor de energia. Logo em seguida, tudo que Norman deve de fazer fora se segurar em um ponto da máquina. Em alguns segundos de ativação, a figura elegante do Osborn já não se encontrava mais na nave, juntamente de seus novos objetos para estudo. O Universo se aproximava de um destino cruel, e era necessário que os heróis percebessem isso o quanto antes, mas, no momento, o foco era outro.

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Anthony Stark definitivamente estava passando por um momento um tanto quanto delicado naquele ponto da luta pela sobrevivência no Mundo de Batalha. Nunca tinha passado por algo como estava passando. Sentia-se meio isolado ali em meio ao grupo de heróis. Seu melhor amigo estava ocupado, sempre a conversar com Sam Wilson; seu ex-pupilo estava agindo completamente independente, ainda que mantivesse o respeito por ele; os Vingadores originais estavam a trabalhar com Reed Richards sobre como impedir Galactus de concluir o seu plano. Pois é, era uma situação complicada para Tony Stark. O bilionário estava sem um rumo no Mundo de Batalha, perdido aos seus sentimentos de saudades de sua família e amigos próximos na Terra, e inutilidade quanto a sua função dentro da equipe. Já fazia um pequeno espaço de tempo desde que Tony se retirara do vilarejo para refletir em um local mais afastado. Era madrugada e provavelmente, de acordo com o que a armadura de Homem de Ferro indicava, o Sol iria nascer dali a uma meia-hora. Apesar de achar estar sozinho ali, a figura até então reflexiva do herói se transformou em susto ao ver uma pessoa familiar logo ao seu lado: Nebulosa. As partes azuis mecanizadas de seu corpo se auto-iluminavam devido à escuridão que invadia todo aquele ponto da região. Isso impressionou Tony, que fez o gentil movimento para a azulada sentar-se ao seu lado, e ela assim o fez. Um silêncio incessante passou a incomodar profundamente o bilionário, e o forçou a se pronunciar.

Tony (curioso) – Pensava que estava dormindo. Vai me dizer que também não dorme?

Nebulosa (dando de ombros) – Para mim, tanto faz. Passei tantas noites procurando pelo meu pai que nem sei mais como é ter um bom sono – Tony assentiu. Também já tinha passado por momentos assim – E você? O que está fazendo aqui a essa hora?

Tony – Bem, eu só vim extravasar – Nebulosa se mostrou confusa – Sabe, desabafar, tirar tudo pra fora. Ah, meu Deus, isso é vomitar. Caramba, viu?

Nebulosa – Veio aqui para jogar seus sentimentos fora, presumo – Tony a fitou por alguns segundos, e logo voltou a olhar o horizonte – Acho que acertei.

Tony – É, você é bem perceptiva. Pra uma androide. Mas, você nunca me contou o porquê de guardar rancor do... Seu “pai”. Acho que agora é um bom momento, não acha? – Nebulosa começou a olhar para o chão – Não, eu entendo se não quiser compartilhar. Todos nós temos nossos segredos.

Nebulosa – Eu posso contar. Acho que é como uma retribuição, para tudo que me ensinou na Benatar.

Tony (intrigado) – Então, eu fui um mestre? Sinto-me honrado haha! Vá em frente, conte.

Nebulosa – Quando eu era pequena, Thanos me levou do meu planeta, cometendo o mesmo massacre de matar metade da população. A partir daí, como Gamora era a melhor guerreira dele, ele me ofereceu um desafio mortal: ganhar da minha irmã ou perder partes do corpo – Observa seu braço – Imagino que saiba o que aconteceu.

Tony – Eu entendo. Também tenho uma parte mecânica no meu corpo – Toca no Reator Arc no peito – Somos meio iguais.

Nebulosa (dando um leve sorriso) – Talvez sim.

Tony – Você está passando por uma crise, né? Como se estivesse isolada no grupo – Nebulosa o fitou – Estamos no mesmo barco. Sabe, nos últimos tempos, fiquei pensando em como fiquei inútil no time. Não sou o mais inteligente, nem o mais forte, e muito menos o que mais tem potencial aqui. Às vezes, penso no que o Beyonder viu em mim.

Nebulosa – Eu também. Quando vejo os Guardiões entusiasmados quanto a enfrentar Galactus ou qualquer inimigo poderoso, sinto-me que nunca alcançarei esse estado. Não importa o quão eu esteja perto deles. Nunca tive um pingo do que eles têm entre si. Gostaria de saber como chegar, mas, não sei se há um jeito – Tony assentiu lentamente.

Tony – A Gamora e você tinham um relacionamento conturbado, pelo que eu entendi da sua história, né? – Nebulosa confirmou – Então, acho que uma possível solução pra sua crise... Seria uma conversa, um desabafo com ela. Garanto que irá funcionar.

Nebulosa (se levantando) – Vou pensar no assunto. Por hora, acho que vou ficar andando pelo vilarejo – Ela passou a andar para longe, mas parou – E Tony – O citado a olhou – A solução para a sua crise... É ser você mesmo. Não precisa ser o Tony Stark perfeito que todos queriam. Talvez Beyonder tenha o levado pelo seu jeito... Bom, é só uma hipótese.

E a figura azulada da androide saiu daquele ponto de rochas, em direção ao silencioso vilarejo logo abaixo. As últimas palavras de Nebulosa começaram a ricochetear na mente de Tony, de modo a faze-lo passar a refletir sobre a sua afirmação. Talvez ela estivesse certa. Quer dizer, Beyonder era um ser além da compreensão, e seus métodos quanto a tudo que havia feito no Universo até aquele momento eram aleatórios e imprevisíveis. Tony se sentia novamente inspirado. As palavras correram por toda a extensão de seu corpo, e o fez dar um salto de impulso, agora com sua autoconfiança recuperada. Ele sentia fé, não só na sua saída e volta a Terra, como em seu próprio ser. Tony sentia que finalmente podia ser ele mesmo numa equipe de heróis depois de tanto tempo. E que se danasse o fato de Thanos poder estar por aí ou não. Tony Stark iria mostrar a ele a sua melhor versão. Olhou para os céus, e concentrou-se na imagem de Pepper Potts e sua filhinha Morgan Stark juntas, prometendo a si mesmo que iria voltar para elas, custe o que custasse.

Tony (aliviado) – Valeu, caçadora de emoções. Me aliviou – Olhou para o lado e viu um pequeno grupo de heróis andando – Ora ora, mas o que temos aqui? Uma fuga em massa? Hum, hora de dar uma espiada básica – Botou seu óculos – Ao estilo Tony Stark.

E o bilionário começou a segui-los, em direção a onde quer que fossem.

 

Enquanto isso, acima de um pequeno rochedo próximo ao vilarejo, Steve Rogers jazia a observar o horizonte numa posição de alguém procurando um lugar de terra firme para atracar seu barco. Uma expressão de dúvida cobria seu novamente jovem rosto de 30 anos. Mesmo com seu espírito de liderança ainda sendo firme e forte entre não só os Vingadores, mas o Quarteto Fantástico também, Steve ainda estava incrédulo quanto a vida que lhe fora tirada. Não sabia como dizer. Era como se 90 anos de uma boa vida com sua amada Peggy Carter estivessem sido tirados dele e jogados no lixo. Poderia ter morrido de maneira tranquila, mas Beyonder o rejuvenesceu magicamente com sabe se lá qual poder tenha usado, e assim, tornou tudo aquilo em vão. Steve poderia se matar ali mesmo. Dar um fim a sua vida, mas, ainda havia algo que o impedia. Um pequeno vento assoprou por entre seus loiros cabelos, soando como a voz suave de Peggy. O veterano abriu um sorriso, como se estivesse conversando com ela novamente. Mais uma batida, e mais uma vez, ela sussurrou em seu ouvido. Você já me deu a melhor vida possível, Steve. Viva a sua agora, seus amigos precisam de você. Palavras inspiradoras de uma mulher forte. Esses eram os pensamentos do Capitão América naquele momento. Ele ainda mantinha a foto de Peggy em um dos bolsos de seu uniforme. Aquilo sempre o acompanhou, em todas as batalhas, seu amuleto da sorte. Involuntariamente, algumas lágrimas rolaram de seu rosto. A saudade lhe abatia mais uma vez, e era muito alta. Pegou o capacete deixado ao chão e o botou. A partir dali, não se deixaria mais levar por sentimentos ou remorsos de sua vida passada. Ele seria o líder dos Vingadores, o Sentinela da Liberdade, o Capitão América.

Steve então se virou para trás, como se já soubesse que os heróis apenas estivessem aguardando o seu movimento para se manifestarem. Clint Barton estava à frente de todos. Devia admitir, era um grupo até bem grande... Mas por que estariam ali? Isso era algo que o capitão já sabia. Além do arqueiro, os membros notáveis ali eram Natasha, Professor Hulk, Coisa, Johnny, Sue, Sam, Bucky, Rhodes, Quill, Drax, Mantis, Rocket, Groot e Ametista. Steve se prontificou a descer para ouvi-los.

Clint – Capitão?

Steve – Precisam de algo? Aconteceu alguma coisa? – Clint deu um passo para trás – Sei que quer acabar com isso o quanto antes, Clint. Mas, eu não posso organizar um ataque agora.

Clint – Vai esperar que os vilões concluam um plano que pode derrotar até mesmo o Galactus? É isso, capitão?!

Professor Hulk – Capitão, o Clint tá certo. Graças a Espinela, temos o necessário para saber que o Norman Osborn está fazendo de tudo para conseguir o poder de Beyonder. Sinceramente, um universo moldado a vontade daquele sociopata não me parece promissor.

Natasha – Steve, temos que reagir.

Steve – Não posso, Nat...

Quill (um pouco indignado) – Cap, sei que posso estar sendo um pouco desumilde, mas o Capitão América que eu ouvia quando ainda vivia na Terra, era um herói destemido que sempre partia pro combate, sem hesitação. Por que não está sendo aqui?

Rocket (cochichando) – Eu teria mais respeito se fosse você, Quill. Esse cara é foda.

Sam – Olha a língua hehe.

Bucky (fitando Sam) – Sam... Ele tá certo.

Sam (assentindo) – Eu sei. Nós conhecemos bem o Steve.

Steve – Entendo que estejam com raiva por, provavelmente, termos perdido amigos e até mesmo nosso lar, mas preciso que entendam. Somos heróis, e devemos proteger os inocentes – Aponta para o vilarejo – E aquelas pessoas, é o nosso dever agora protegê-las, custe o que custar. Portanto, iremos aguardar aqui.

O poder que Steve tinha para com suas palavras, principalmente quando se trata de um discurso motivacional, era algo surpreendente. Em apenas alguns segundos, as expressões dos heróis passaram a ser de culpa, provavelmente por ter questionado a liderança do Sentinela da Liberdade de tal maneira. Os heróis jaziam-se tristes. Longe de seus lares ou universos, e sem qualquer raio de luz de que poderão vencer os vilões. Steve viu o que os afligia, e isso o deixava preocupado também. Porém, ele sempre era o homem que mantinha a esperança, a transmitindo para quem estivesse disposto a segui-lo, e assim fora novamente. Sorrisos brotaram do rosto de todos ali, inspirados pelas palavras de Steve e prontos para cumprirem com seu dever de heróis. Eis então que um grito fora escutado do vilarejo, chamando a atenção de todos. O time logo se prontificou a ir ao centro do local o mais rápido possível. Os aldeões corriam para algumas cabanas mais afastadas, quando um disparo jogou um pedaço de terra enorme contra o grupo de heróis, mas Coisa deu conta do recado com um soco bem dado. Quando a poeira baixou, houve-se apenas a aparição de vários vilões a algumas dezenas de metros a frente do vilarejo. Naquele momento, os heróis sabiam que a luta iria recomeçar... E dessa vez, seria bem mais intensa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. O próximo vai sair logo, prometo.


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