História Guerreiro Medieval - Capítulo 12


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Categorias Gemma Arterton, Henry Cavill
Personagens Gemma Arterton, Henry Cavill, Personagens Originais
Tags Aventura, Cavaleiro, Conto, Fantasia, Ficção Adolescente, Gemma Arterton, Guerreiro Medieval, Henry Cavill, Hot, Romance
Visualizações 19
Palavras 1.373
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Sem toques


Como assim casar?

Consigo imaginar nós dois juntos casados, mas só na imaginação porque é óbvio que de maneira alguma tem como nos casarmos.

Pasma me afasto dois paços.

— Espera casar?

Ri indo em direção a Kombi ele me segue pisando o chão com força e bravo.

— Eu não brinco! Vou pedir sua mão a seu tio. Vamos casar!

Meus olhos arregalaram de uma forma tão assustada que parece que vão cair pra fora do rosto.

— Não vamos.

— Porque não? - Rebateu.

Peguei as sacolas e entrego algumas para ele.

— Não vou me casar com um cara que veio do passado e que mau conheço, sem que nem tivemos um encontro.- Cochichei.

Tristan saltou uma das sobrancelhas e um ponto de interrogação brotou em sua face.

— O que é um encontro? - Ele pergunta e então esfregou o rosto.

— Não importa! Vamos casar como é as tradições.

— Que tradição?

E essa agora? Não vou participar de tradição alguma e nem me casar.

— Não vou poder toca- la até aceitar e um padre nos casar. Foi assim que meus pais ensinaram.

Ou seja este grandão é virgem e acredita que casar é para o resto da vida. Me sinto o noivo enrolando a noiva que quer muito casar.

Me seguro para não rir abro a porta Tristan passa na frente bravo e larga as sacolas na cozinha ele tira a jaqueta joga no chão em seguida tira os sapatos.

— O que está fazendo? - Pergunto deixando a sacola no canto.

Tristan tira os cintos e também joga no chão.

— Me devolva tudo que me pertence, vou embora!

Realmente está se comportando feito uma noiva e chata. A chuva começa a cair com força e o que mais quero é abraçar esse homão e levar pra minha cama.

Mas como tudo isso pode ser um provável coma eu não vou fazer isso senão vou acordar do coma muito puta, cara.

— Tá. - Falei fingindo não me importar, mas ouvir isso foi pior que quebrar um braço e eu posso afirmar isso, pois já quebrei meu braço.

Ligo a luz, mas funciona.

— Não importa que eu vá?- Ele perguntou aproximando de mim surpreso.

— Não é o que você?..Se ir embora o deixa feliz..

As mãos de Tristan ficam ao redor da minha cintura e então seus lábios pousam em meu ombro em um beijo.

— Isso significa que se importa comigo. - Sussurrou próximo ao meu ouvido.

— Não ficou na cara que eu sinto o mesmo que você? - Disse me afastando dos braços dele.

Volto a organizar as compras no armário.

— Então não será um problema casarmos.

Áh não de novo esse assunto não.

— Sim será! Você é do passado e se alguém descobrir, que isso é óbvio, porque não tem documentos você..

Tristan me cala com um beijo quente e doce pousei a mão sobre esse peitoral gostoso e quente ele para mostrando um sorriso lindo.

— Então vamos agora procurar um padre. - Ele diz tão sério e inocente que me da medo de algum idiota fazer algum idiota fazer mal a ele.

— Agora não podemos. - Respondi.

Ele cruza os braços com seus olhos sobre mim.

— Então não vou toca- la até o dia do nosso casamento.

Isso é loucura!

Me casar com esse grandão?

Até que me casaria sim, SE não tivesse um cientista gostoso atrás dele.

SE não tivesse coisas e pessoas que atrapalhe nós dois.

— Esta bem. - Respondi.

Abro a geladeira e guardo tudo que tem que ficar na geladeira, deixo a pizza sobre a bancada a luz ainda não voltou.

— Droga estamos sem luz. - Comentei.

— Não vejo problema algum, eu vivia sem luz, tv e não reclamava que ficava sem fiwi.

Tristan disse pegando outra sacola.

— É Wifi. - Corrijo, sorte que está ficando escuro e ele não vê que estou rindo. coloco a pizza no forno vou até a gaveta e pego a lanterna.

— Como guardou a lua dentro disto? - Ele perguntou pasmo.

— É uma lanterna não tem lua aqui dentro, só eletricidade das pilhas.

Tristan balançou a cabeça concordando e chocado com a lanterna.

— Vamos ter que acender a lareira.

Tristan me acompanha até a sala vou direto até a lareira ao lado está dois baldes com lenhas empilho as linhas Nã lareira e dou vida a fogueira.

— Vou pegar cobertas me dê a luz. - Tristan disse.

Ele tira a lanterna das minhas mãos da as costas e vai em direção a escada.

Os ventos estão fortes será que é furacão? Não, se fosse meu tio teria vindo avisar.

Vou até o forno e o desligo a pizza já estava cheirosa deixo a pizza no forno e volto a sala.

Tristan surge com a colcha da minha cama ele desliga a lanterna e me entrega.

— Estou com fome. - Ele disse afundando no sofá.

— Espera eu vou tirar do forno.

Ligo a lanterna e vou até a cozinha deixo a lanterna sobre a mesa iluminado e abro a geladeira.

Pego a jarra de suco de abacaxi em seguida corto a pizza em fatias.

— Deixa que eu ajudo. - Tristan disse.

Ele pega a jarra e os dois copos e me acompanha até a sala.

Que sala bonita para dizer o contrário, iluminada com apenas a lareira sem tv só o som da chuva e raios caindo um pouco longe.

Nos sentamos no sofá assistindo a lareira já que não tem tv, pego minha fatia de pizza e suco.

— Hm me conta um pouco como era sua vida antes de cair aqui.

Tristan descansa as costas no sofá mastigando enquanto encara o fogo.

— Era bom. Eu morava com meus pais e meu irmão.. - Ele sorri baixando a cabeça e diz palavras em sua língua.

— Vivíamos da colheita e o que era vendido pagavamos impostos..

Ele fechou o punho e mastiga bravo.

— Não quero falar disso..

— Tudo bem eu entendo. - Respondi.

Levo o copo até os lábios e tomo um gole.

— Você.. você está sozinha a muito tempo? - Ele perguntou.

Tristan está na terceira fatia enquanto eu estou na segunda fatia, eu sabia eu deveria ter comprado ração de cavalo pra ele.

— Não estou sozinha, eu dou aula e...

Tchan! Ele tem razão fora do celeiro eu sou uma mulher sozinha e sem graça.

— Não se preocupa eu agora estou aqui com você e vamos ser felizes.

Nossa será que eu estou sonhando?

Sempre quis um cara como esse grandão. Tristan pegou minha mão e me puxa contra ele e me beija com bastante luxúria.

— Pensei que não podia me tocar.

Tristan olha para mim com uma das sobrancelhas levantada.

— E não posso nos olhos de deus estamos pecando.

Ele pega outra fatia e come.

Áh não acredito que me fez ficar na vontade só por ter medo de deus, será que ele é um anjo caído e bateu com a cabeça?

Não, talvez seja as crenças deles.

— Tá já que você não pode me tocar. - Tiro a pizza das mãos dele e sento em seu colo.

— Sou eu quem vou te tocar.

Tristan sorri pronto para me tocar, mas o impedi.

— Não, não. Você não pode me tocar.

Ponho os braços dele para trás enquanto beijo seu ombro.

Passo a mão pelo peito deito dele descendo até a barra das calças.

— Susan. . Não podemos. - Ele diz ofegante ainda com os braços para trás.

— Você não pode, eu posso. - Retruquei.

Abri o zíper das calças olhando para ele é o beijo, no mesmo instante ele dá um espasmo de prazer perceber que estou segurando seu membro.

— Susan.. N-não.. Ahs não para.

Ué mudou de ideia?

Tenho a noite toda pra provocar esse homem dos meus sonhos.

Ele está de olhos apertados respirando com dificuldade gemendo. É gostoso ouvir a voz dele chamando por mim em um gemido e entro.

Termino Tristan ofegante ele olha para mim confuso, sofrido.

— Não foi bom. - Ele disse.

Acabei de me sentir idiota, limpo as mãos nas calças dele e saio do colo dele.

Ele fecha a calça me levanto.

— Susan..

— Já ouvi.

O impedi de prossegui se não me sinto mais estúpida ainda, mas o que eu queria?

Ele é do passado ponha logo isso em sua cabeça Susan.

Subo as escadas entro no meu quarto e vou até o banheiro lavar a mão.

As luzes acendem e o que eu mais quero é continuar no escuro e sozinha. 



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