História Guerreiros do Olimpo - I - A Profecia do Céu - Capítulo 7


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Categorias As Provações de Apolo (The Trials of Apollo), Mitologia Grega, Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem-vindos a mais um capítulo!
Bem, esse aqui é um capítulo importante (não que os outros não tenham sido, vocês me entenderam) para a história, não vou falar mais nada, deixarei para vocês descobrirem!
Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 7 - O filho de Hécate aprende a tomar cuidado com o que deseja


    THOMAS

- Você acordou, finalmente. Clara, me traz a ambrosia.

Essas foram as primeiras palavras que Thomas escutou, vindas de uma voz feminina. Ele abriu os olhos lentamente, se sentindo tonto. De forma devagar foi se adaptando a luz até poder focar na imagem a sua frente.

Era uma garota de feições árabes, devia ter por volta dos seus dezessete anos, cujo a pele era acobreada, usava um jaleco branco que escondia boa parte de seu corpo e um pano azulado na cabeça, alguns fios de cabelo preto escavam dele e os olhos dela, verdes como duas esmeraldas, analisavam o filho da magia com curiosidade.

- Clara, a ambrosia. Rápido. - A garota pede, Thomas olhou em volta, percebendo que estava em uma espécie de enfermaria. Haviam algumas macas dispostas em uma fileira na parede, as janelas abertas permitam a luz do Sol e a brisa entrar e refrescar o local. Vasos com plantas enfeitavam o local e exalavam um perfume doce. Um armário de porta de vidro, com todos os materiais que um médico preciso estava encostado no outro lado do local.

Uma outra garota remexia dentro do armário, derrubando alguns frascos, parecendo irritada. A pele dela era pálida como se ela nunca tivesse visto Sol na vida, os cabelos eram cacheados e castanhos, estava usando uma calça preta rasgada nos joelho e uma camisa xadrex cinza.

- Espera um pouco! Eu ein, tá com pressa? - A garota pálida reclama, finalmente achando o que ela queria, uma garrafa pequena, com um líquido alaranjado dentro. Ela o leva e o dá para a garota árabe, e então se senta em uma das macas e começa a olhar os unhas como se fossem as coisas mais interessantes do mundo.

- Beba isso. Só um gole. - A garota estende a garrafa para Thomas, cujo bebeu o líquido sentindo o gosto de panquecas com mel, sua garganta se aqueceu por alguns segundos o fazendo se sentir melhor. - Meu nome é Layla. Você e o outro tiveram sorte.

- Victor? Ele tá bem? - Thomas questiona de imediato. Ele pode notar que o filho de Apolo era diferente, de uma forma boa, é claro. Mesmo assim, isso não o impediria de se preocupar.

- Ele está, não se preocupe. Eu o liberei a poucos minutos. - Layla responde, fazendo Thomas soltar um suspiro aliviado. - Você já e o terceiro que vem aqui hoje, deuses. Vocês não tomam cuidado quando saem do chalé?

- Para de ser chata, médica. - A outra garota, Clara, se Thomas havia ouvido direito, revirou os olhos.

- Não liga pra ela. - A semideusa árabe dá de ombros. - Enfim, preciso saber se você está sentindo algo. Dor? Tontura? Algo?

Thomas negou com a cabeça.

- Ótimo. Acho que daqui a alguns minutos já posso te liberar. - Layla suspira, parecendo estar com o dever cumprido. Talvez estivesse, pelo menos com Thomas.

[...]

- Ok, por segurança hoje você está liberado do Capture a Bandeira. - Layla fala, apontava uma lanterna para o olho direito do filho da magia. A outra semideusa, Clara, havia se ausentado por alguns minutos.

- Ah, mas... - A semideusa árabe afasta a lanterna e a desliga. Thomas queria participar do jogo, já que ele não conseguiu fazer magia, pelo menos tentaria usar uma espada a noite.

- Sem mas, isso é uma ordem médica. - Layla retruca.

- Você é uma médica de verdade pra falar isso? - Thomas retruca no impulso, só percebendo o dito alguns segundos depois. - É... desculpa. Saiu.

- Sou filha de Asclépio, acho que isso serve como meu "diploma de medicina". - Ela faz as aspas com os dedos. Thomas não fazia a menor idéia de quem era Asclépio, porém acabou supondo ser o deus da medicina por motivos ligeiramente óbvios. - De toda forma, não quero que você sofra algum tipo de acidente, eu também proibí de ir Victor,se isso te consola, e Quíron também proibiu aquela garota, Alicia

Thomas ergueu a sobrancelha, confuso. Ele ouviu direito?

- Alicia? Tipo, a filha de Deméter? Aquela que me trouxe aqui?

- É... essa mesma. - Agora era a árabe que estava confusa. - Algum problema?

Thomas queria poder dizer que não, mas aquilo era bem estranho. Justo a semideusa que o resgatou estava suspensa, alguma coisa alí não está certa.

- Nada, esquece. - O semideus responde. - Posso ir agora?

- Pode. Só não esquece...

- Nada de Capture a Bandeira. - Thomas completa, revirando os olhos e se levantando da maca.

O semideus se despede da filha árabe de Asclépio, assim saindo da enfermaria.

[...]

O chalé de Hécate era estranho.

Thomas ainda não havia se abituado ao local, um chalé feito com madeira negra e letras gregas entalhadas, cujo brilhavam em tons de roxo. No lugar da porta havia um espelho cujo refletia a aparência do ruivo. Suas roupas, cujo eram uma camiseta vermelha de South Park e uma bermuda preta, a essa altura já estavam secas. Os cabelos estavam um pouco umidos, mas nada que o incomodasse.

- Okay, é só eu entrar ai, que nem a Alice em Através do Espelho. - Thomas fala para sí mesmo, fechando os olhos e adentrando o objeto, por alguns segundos ele sentiu como se tivesse mergulhado em água fria. Quando abriu seus olhos já estava dentro do chalé.

Haviam quatro camas ao fundo, alinhadas em uma fileira, enfre elas haviam baús com os pertences de cada um. No centro uma mesa redonda com uma bola de cristal, cartas de tarô e uma pequena estátua da própria deusa da magia, dividida em três murelhes, todas segurando tochas. Outra mesa a esquerda, essa retangular, estava repleta de frascos com liquidos vibrantes, as gavetas abertas revelavam diversos ingredientes como plantas, pós, líquidos e partes de monstros. As janelas estavam fechadas assim como suas cortinas, havia um outro espelho a direita cujo levava ao banheiro e ao seu lado uma prateleira com livros se extendia, com almofadas e travesseiros jogados a sua frente.

Ele andou até o seu baú, atrás dele havia uma tomada cujo ele deixou seu celular carregando, graças aos deuses ele não o levou ao passeio.

Ele o pegou e se jogou no cama, enquanto jogava um jogo qualquer ele se perdeu em pensamentos.

Sua mãe era Hécate, a deusa da magia. Thomas ainda não havia engolido isso por inteiro, se ela era uma deusa, por que nunca passou para lhe falar um oi? Perguntar como ele estava, como anda a escola. Pelo menos um feliz aniversário.

É claro, se ela não fosse sua mãe, ele nunca teria vindo para Ivoind. Não teria realizado o desejo dele.

- ACHEI VOCÊ!

Thomas tomou um susto que fez com que ele soltasse o celular e caísse na cara dele. O dono do grito era um dos seus irmãos, Kanji.

- Pra que gritar? - Thomas passa a mão no nariz.

Kanji se aproximou dele, com um sorriso travesso no rosto. Ele era um garoto japonês, com os olhos puxados e cabelos pretos e lisos, ele estava usando uma camiseta preta com um pentagrama e uma calça azulada. Aquele foi o irmão que tentou ajudar Thomas com magia, porém falhou miseravelmente.

- Eu estive te procurando por todo lugar! - Ele fala, Thomas se questionou se ele ficou sabendo do incidente "pégaso". - Um amigo meu arranjou algo que pode te ajudar.

- Hã... que seria? - Thomas questiona, já se interresando por seja lá o que for.

- Você vai ter que ver! - Kanji sai em disparada pelo chalé, dando um salto sobre-humano sobre a mesa e pousando do outro lado, nos seus pés névoa rosada estava sendo emanada, ele voltou a correr e passou pelo espelho de entrada, desaparecendo da vista de Thomas.

- Me espera! - O filho de Hécate levanta em um salto, jogando o celular na cama e partindo atrás do irmão. Mentalmente ele xingava Kanji por conseguir usar magia tão facilmente, poderia ser egoísmo, mas Thomas queria poder usar pelo menos uma bola de fogo como um daqueles magos de RPG que ele tanto gosta.

Ele passou pelo espelho, voltando a área de chalés, seu irmão a essa altura já estava em frente a um chalé do outro lado da área. Thomas voltou a correr, passando por semideuses que andavam e estavam sentados na grama. Ele viu Victor conversando com outros dois semideuses, jma garota com as pontas do cabelo pintadas de um tom azulado e um garoto loiro com cara cansada.

Thomas finalmente alcançou o irmão, ofegando. Ele limpou o suor da testa e analisou o chalé a sua frente.

Era um chalé simples, pintado em branco. As janelas estavam fechadas e acima da porta um caduceu. Um bastão de ouro, com duas serpentes defrontadas e enroscadas em torno dele, sob um par de asas em que se termina a extremidade superior.

- Chalé nove, Hermes. Um amigo meu sempre consegue uns itens... interessantes. - Kenji explica, sem estar suando ou aparentar cansaço.

- Espera, Hermes não é o deus dos ladrões? - Thomas pergunta, pensando que provavelmente iria conhecer um ladrão.

- Não é porque o pai é ladrão que o filho também é. Tá, talvez seja. Mas relaxa, ele só rouba do diretor. - Kanji fala, dando de ombros e batendo na porta do chalé, alguns segundos depois um semideus abre a porta.

Ele era baixinho, estava usando uma regata branca e shorts verdes, seu braço esquerdo estava engessado e com diversos nomes escritos neles. O garoto tinha cabelos castanhos, penteados para a esquerda, os olhos lembravam muito os de Victor, cinzas como nuvens de tempestades, sua pele estava vermelha e o garoto estava suado, o filho de Hécate não sabia dizer se ele tinha quinze ou dezessete anos.

- Kanji, veio pegar o livro? - O garoto pergunta, e olha para Thomas. - Ah, seu irmão, certo?

- Uhum, vou dar pra ele o livro. - Kanji explica.

- Oh, certo. Enfim, meu nome é Albert. - O semideus se apresenta. - Meio óbvio, filho de Hermes e blá blá blá. Só entrem, e fechem a porta.

Kanji foi o último a entrar no chalé e ficou encarregado dessa tarefa. O chalé de Hermes era totalmente diferente do chalé de Hécate.

Havia uma enorme televisão, cujo estava passando algum filme sobre roubos, diversos garotos e garotas gritavam com a TV dizendo coisas como "isso é impossível!" "Não, desliga as câmeras, seu idiota!" "Todo mundo sabe que um diamante vale muito mais que um carro", dentre outras.

Uns três computadores estavam dispostos lado a lado, outros semideuses jogavam League of Legends e acima havia um quadro que Thomas tinha quase certeza que era a Mona Lisa, porém ele torcia para não ser a de verdade. Ao lado uma esteira elétrica estava ligada, porém sem ninguém a utilizando. No chão jogos de tabuleiro, cartas, anotações e mapas de cada um dos chalés estavam espalhados. Ao fundo haviam dez beliches organizados em duas fileiras horizontais de cinco.

- Vamos pra baixo. - Albert fala, ele anda até o amontoado de coisas no chão e as tira, limpando o meio e revelando um alçapão. Ele o abre com seu braço bom revelando escadas em direção ao subsolo.

- Esse chalé tem praticamente o dobro do nosso. - Thomas comentou enquanto descia as escadas.

- Mas eles não tem toda a nossa magia. - Kanji fala atrás do ruivo.

- Mas nós temos a tecnologia! - Albert fala mais a frente.

No fim das escadas eles chegaram em uma pequena sala, uma lâmpada de luz amarelada balançava dando uma iluminação fraca ao local um balcão de vidro se extendia da esquerda a direita, dentro dele espadas, elmos e partes de monstros estavam dispostas. Atrás do balcão prateleiras com mais itens estavam erguidas. O filho de Hermes pulou o balcão e então se virou para os filhos de Hécate.

- Okay, o que vocês querem?

- Albert, você já sabe o que queremos. - Kanji retruca, o filho de Hermes solta uma breve risada e anda até a parede, batendo nela três vezes, ela tremeu e então abriu um buraco, de lá o semideus retirou um livro e o jogou no balcão.

Thomas o analisou, sua capa era de couro e não havia nada escrito, nenhum título ou nome do autor.

- Escrito por um antigo feiticeiro grego. É todo seu... mas é claro, eu quero o meu pagamento. - Albert fala, enquanto coçava o gesso.

- Quem fez isso? - Thomas questiona por pura curiosidade.

- Aquela filha de Hades idiota. - Albert bufa.

- Clara? É sério? - Kanji segura a risada.

- Ha-ha. Mê dá logo o que você me deve. - O filho de Hermes retruca, o irmão de Thomas estrala os dedos, uma poção aparece no balcão.

- Por curiosidade, você vai usar em quem? - Kanji questiona enquanto pega o livro do balcão.

- Vejamos, tem o Christian, o Tobias, a Clary... - Albert dá de ombros. - Relaxa, eu vou usar com sabedoria.

- Deuses, você é um pervertido. - Kanji revira seus olhos. - Enfim, vamos embora.

- Obrigado pelos negócios! - Albert acena enquanto os filhos da magia subiam as escadas.

- O que era aquilo? - Thomas pergunta quando já estavam de volta a área central dos chalés.

- Poção de Himeros, faz com que as pessoas que a bebam vão para a...

- Já entendi. - Thomas o corta, e assim ambos saem do chalé nove.

[...]

Era de noite, gritos, bater de espadas, explosões e outros barulhos que Thomas não reconheceu estavam sendo emanados da floresta.

Thomas estava nas dunas de areia, lendo o livro que o irmão lhe deu. Haviam diversos feitiços, dos mais simples aos mais complicados, assim como um imenso glossário sobre monstros e deuses.

- Seja lá quem o escreveu, é um gênio. - Thomas murmura para sí mesmo, virando a página com cuidado, afinal o livro era extremamente velho.

- Ah, te achei.

Uma voz conhecida pelo filho da magia o chama, ele vira a cabeça dando de cara com Alicia.

- Quíron quer falar com a gente, tipo, agora.

- Sobre?

- Teremos uma rápida conversa com o oráculo.

[...]

Alicia levou Thomas até o jardim de flores. Algumas delas estava queimada, outras mortas, porém boa parte do jardim se mantinha vivo e saudável.

Victor ao ver o filho de Hécate sorriu brevemente, Thomas retribuiu o gesto. Na frente do filho de Apolo estava Quíron, cujo se mostrava como centauro pela primeira vez para Thomas. A sua metade humana não mudou nada, roupa social marrom com uma gravata borboleta e cabelos cacheados pretos, já sua metade cavalo era toda branca e imponente. Ao lado dele a garota, cujo hospedava o espírito do oráculo estava usando roupas normais, uma saia rosa com uma camiseta também rosa, os cabelos castanhos estavam soltos e caiam por cima de seus ombros, seus olhos da cor de chocolate olhavam para diversos lados mudando a cada segundo.

- Oh, vocês chegaram. - Quíron fala ao notar os semideuses recém chegados.

Thomas fica do lado de Victor, por algum motivo ele se sentiu um pouco mais confiante. Seu livro novo estava em sua mão direita e com a esquerda ele batia os dedos na capa.

- Com os recentes acontecimentos, o ataque de Ortros contra Alicia e a queda do pégaso com Victor e Thomas, tive que tomar uma atitude. - O centauro volta a falar. - O destino parece rumar para algo importante. É por isso que reuni os três.

Thomas começou a ficar curioso em relação ao que Quíron planejava. O velho centauro então continuou a falar:

- Emily, por favor.

A garota suspirou, e foi possuida.

Seus olhos se tornaram verdes, fumaça da mesma cor começou a emanar a sua volta, cobrindo a todos.

- Eu sou o espírito de Delfos, orador de Febo-Apolo, matador da poderosa Píton. Se aproximem, e perguntem.

Os três semideuses se entreolhatam preocupados. Thomas reparou que nenhum dos outros iria perguntar, então, engoliu em seco e tomado por curiosidade, ele dá o primeiro passo:

- O que o destino nos oferece?

A fumaça se tornou mais forte, Thomas deu um passo para trás e os outros o acompanharam. Emily começou a falar como se diversas Emily a acompanhasse:  

Três semideuses por uma alma são guiados

Pelo raio de Sol um inimigo será sepultado

Contra a rosa a seca lutará de forma impiedosa

A Terra por seu consorte é ambiciosa

Um palhaço atormenta o filho da magia

A ruína do Céu chega por uma arma antiga

Dois, um mundo irão encerrar

E somente um, a ordem irá restaurar

Imagens se formaram na frente dela, plantas

morrendo, cobras rastejando em um mar de répteis escamosos, um sorriso na escuridão se formou e por fim, terra tremendo e ventos furiosos no céu.

Aquilo foi a coisa mais bizzaea que ele ouviu desde que virou o um semideus.

   O desejo de Thomas se realizou, se aquilo era uma coisa boa, o filho da magia não sabia ao certo.


Notas Finais


E é isso!
Finalmente, a profecia! E é claro, outras coisas no decorrer do capítulo.
De toda forma, espero que tenham gostado.
Até o próximo capítulo!


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