História Gunê Código Virtual - Capítulo 46


Escrita por:

Postado
Categorias Malhação
Tags Benê, Brunogadiol, Casal, Daphnebozaski, Drama, Ficção, Gadizaski, Gune, Guto, Malhação, Novela, Virtual
Visualizações 467
Palavras 3.131
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Drogas, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!!!

Capítulo 46 - Zoologico


Fanfic / Fanfiction Gunê Código Virtual - Capítulo 46 - Zoologico

Daphne P. O. V

 

- Eu ainda acho que não foi uma boa ideia sair sem avisar a sua mae. – ele entrelacou as nossas maos, enquanto entravamos no zoologico. O Bruno queria me levar para o shopping, mas achei melhor virmos para o zoologico por ser um lugar mais calmo, ao meu ver.

- Acontece que agora eu tenho dezoito anos, não sei se você se lembra. – parei de andar e fiquei na frente dele – E eu tenho todo direito de sair com o meu namorado na hora que eu quiser. – ele colocou as maos na minha cintura e aproximou os nossos corpos

- Hum… – ele aproximou o rosto e me deu um beijo rapido

- Vamos da uma olhada nos animais e quem sabe podemos adotar um. – ele franziu a testa e riu

- Nao sei se você sabe, mas nao podemos leva-los pra casa. E eu tambem não me sentiria tranquilo com um leao no meu quarto, ou com um macaquinho escondendo o meu celular. – ri e assenti

- Seria bem engracado, e eu sei que não podemos leva-los pra casa, infelizmente, mas quando eu falei de adotar me referi a vim visitar ele pelo menos duas vezes por semana ou quando você tiver de folga.

- Estou comecando a gostar dessa conversa. – sorri e dei um selinho nele

- Falando em conversa você ainda não me disse o que rolou no hospital. – ele mordeu os lábios e suspirou – Uh, suspirou então já sei que as coisas não foram nada bem por la.

- Nao foi mesmo, mas isso não e assunto para agora. – ele passou o polegar na minha bochecha – Vamos adotar o nosso filhote?

- Filhote, Bruno? – ele segurou a minha mao e novamente comecamos a caminhar

- Sim, ao menos que você queira um adulto.

- Pode ser, mas ele não sera somente um filhote, podemos te-lo como um filho, o que acha?

- E não seria a mesma coisa? – neguei

- Pra mim não. – ele olhou pra mim e riu assentindo

- Entao você quer ter um filho comigo… – ele fingiu pensar, enquanto ainda caminhavamos – Acho que a sua mae não vai gostar de ser avo do nosso futuro filho. – ri

- Ela nem precisa saber. – brinquei e ele continuou rindo.

 

''Visitamos'' vários animais, mas o que mais chamou a nossa atencao foi um macaquinho que adotamos de Bob. Ele ainda era um bebe, mas nem por isso parava quieto. Eu e o Bruno ficamos mais ou menos quarenta minutos ali olhando o Bob perturbar os pais e os irmaos. Passamos a chama-lo de Bob justamente por ele ser bem alegre e bem danandinho.

Teve um momento muito engracado, o irmao do Bob estava quieto comendo algumas frutas e o Bob foi ate ele para perturbar, o irmao dele correu para outro lugar e ele foi logo atras, foi ai que eu e o Bruno decidimos chama-lo de Bob. Naquele momento ele me lembrou o Bob esponja e o irmao dele me lembrou o Lula Molusco.

 

- Ele apronta muito, acho que puxou a você – Bruno disse encostando as costas na arvore e eu sentei no meio das suas pernas.

- Nisso eu vou ter que concordar. – ri e ele beijou meu ombro

- Ja são quase cinco e meia, eu posso ficar ate amanha aqui com você se quiser, mas se você não puder e quiser ir agora eu te levo.

- Eu quero ficar com você. – encostei a cabeca no seu peito e ele alisou meu braco. O Bruno me fazia tao bem, com ele eu sentia a paz que eu vinha procurando por muito tempo. – Voce ainda não me disse como foi la no hospital. – disse e ele ficou alguns segundos calado

- O que você quer saber?

- Tudo. Ela disse alguma coisa que não te agradou? Talvez isso explique o fato de você não querer tocar nesse assunto.

- Eu me surpreendi com as coisas que ouvi. A Giovana sempre foi uma pessoa egoista, ambiciosa, e entre outras coisas… Eu sabia desde o primeiro momento, mas quando a gente gosta muito de uma pessoa acaba aceitando e ignorando os defeitos dessa pessoa. Eu nunca quis enxergar quem era a Giovana, mas ontem eu realmente me sentir estranhos. – me virei para poder olhar pra ele

- Como assim estranho?

- Ela e uma pessoa ruim, e eu nunca vi esse lado da Giovana. Talvez porque na época eu estava apaixonado, mas ontem pude sentir toda energia negativa dela em cada palavra.

- O que foi que ela te falou? – perguntei e ele fechou os olhos por por um instante e logo depois abriu e olhou pra mim

- Eu fui la para deixar bem claro que eu não ficaria com ela e, ela chegou a tentar reverter querendo jogar a culpa pra cima de você.

- Eu já esperava por isso a Giovana ainda e muita apaixonada por você, Bruno, acho que ela e capaz de qualquer coisa para te ter.

- Tambem acho isso. Ela chegou a falar que gostaria que você sofresse um acidente e ficasse paraplegica tambem – arregalei os olhos – ela acha que se isso acontecer, que não aconteca, eu terminarei com você.

- Meu Deus! Ela e uma pessoa terrivel! – me arrepiei

- Eu me sentir muito mal tendo essa conversa com ela, quando sai do hospital me sentir ate mais leve.

- Ela e uma pessoa muito negativa, ainda bem que você me encontrou. Acho que sem mim a sua vida seria muito pra baixo. – disse para descontrair e ele riu assentindo e eu voltei a deitar no seu peito

- As vezes eu fico pensando em como seria as coisas se a gente não tivesse se conhecido pela internet. – olhei para a grama e sorri – Sera que você se apaixonaria por mim na escola?

- Pra falar a verdade eu não sei, porque quando a gente comecou a se falar pela internet eu me apaixonei por você la, mesmo sem querer. E, mesmo você sendo um professor muito gato eu não conseguia te olhar, na verdade eu só conseguia pensar no BrunoG. – sorri – Chega a ser engracado porque vocês eram a mesma pessoa. – ele riu junto comigo – E você, quando se apaixonou por mim?

- Eu acho que desde o primeiro momento em que conversamos. Eu sentia algo muito forte por você, só não sabia o que era, ou talvez sabia mas, não quis admitir pra mim mesmo. – ficamos em silencio por alguns segundos e ele voltou a falar – Lembra no dia em que eu perguntei se você estava apaixonada por ele? – assenti, eu lembrava muito bem daquele dia.

 

 

- Voce gostava dele de verdade, nao é? Pode confiar em mim, Daphne – paramos e para meu azar nada de taxi

- De novo voce com esse assunto? Nao queria ser grossa com você, mas parece que voce pede. Nao ache que so porque é meu professor que eu vou te falar sobre a minha vida pessoal. Tudo bem que eu falei aquele dia, mas o assunto já morreu. – um taxi se aproximou e eu suspirei aliviada

- Tambem nao precisa ser tao mal educada. – ri debochada e assim que o taxi se aproximou ele abriu a porta pra mim e antes de eu entrar, esperei um pouco e olhei pra ele

- Ele foi um babaca comigo. Me fez acreditar que ele se importava, mas no final da contas me jogou pra escanteio. – ele olhou pra mim – Eu achei que ele quisesse a minha amizade, mas acho que na nossa amizade era só. – ri sem humor

- Talvez ele tenha tido um motivo maior, já parou pra pensar nisso?

- Sim, talvez ele tenha uma namorada ciumenta na qual ele esta dando a atencao que deveria ser pra mi… – parei de falar e olhei para o Bruno assustada. Eu estava contando tudo para o meu professor, que merda eu tinha na cabeca?

- Voce estava gostando dele, Daphne. – ele afirmou, agora mais cauteloso e eu não respondi. Entrei no taxi e passei o meu endereco para o taxista.

 

- Lembro, você afirmou que eu estava gostando. – ri e olhei para os meus dedos

- Quando eu ouvir você falar aquelas coisa confesso que me sentir o bruxo da historia. A ultima coisa que eu queria era te deixar mal, você já era tao importante pra mim. Nesse mesmo dia o meu pai me perguntou se eu era afim de você – ele riu – eu neguei, mas hoje quando relembro a cena vejo que aquela foi a forma que eu encontrei de não admitir que estava apaixonado pela minha aluna. Eu não estava preparado para ser julgado, ou para ver as pessoas te julgado ou te tratando mal. Naquele momento eu estava pensando em nos dois. – voltei a olhar para ele e o Bruno segurou a minha mao e me olhou sereno – Quando eu estava no hospital e ouvir aquelas coisas da Giovana, no meio do caminho eu pensei somente em você. Naquele momento eu tive a certeza de que eu te amava de verdade, sabe por que? – neguei e ele sorriu de leve – Porque se algum carro estivesse perto de te atropelar eu seria capaz de passar na frente para ir no seu lugar. – os meus olhos automaticamente se enxeram de lagrimas – Se fosse pra perder os movimentos das pernas eu perderia no seu lugar sem pensar duas vezes, ou se algo mais grave acontecesse eu não me importaria desde que você ficasse bem. Eu te amo tanto Daphne, tanto que seria capaz de dar a minha vida por você! – ele admitiu sorrindo e eu comecei a chorar. Aquela sem duvida alguma era a mais linda declaracao que ele havia feito pra mim. – As pessoas podem duvidar, ou achar que isso que temos e muito recente, mas somente eu sei o tamanho do meu amor por você, e só eu sei aonde iria por você. – sem deixar ele falar qualquer outra coisa me aproximei dele e voltei a beija-lo mais uma vez naquele dia incrivelmente perfeito. Eu estava vivendo em um sonho! O melhor sonho de todos. Me afastei dele e sorri enxugando as lagrimas, o Bruno ate tentou me ajudar, mas eu não conseguia parar de chorar. Aquele choro significava a felicidade que eu sentia dentro de mim naquele momento.

- Acho que a nossa historia não poderia ser diferente. – disse ainda sorrindo e ele sorriu junto comigo – Talvez eu precisasse de tudo aquilo, todo aquele momento triste na minha vida. Eu nunca acreditei muito que eu iria sair de toda aquela bola de neve, mas Deus me surpreendeu. – ri entre as lagrimas e ele me puxou para um abraco – Voce foi a melhor coisa que me aconteceu, Bruno. Nao importa se somos novos, ou se você foi o meu professor. Tambem não me importa se as pessoas iram nos julgar, a única coisa que importa e o nosso amor. Eu te amo muito! E se eu tiver que lutar mais uma vez por conta desse amor eu lutarei só para ter você comigo pra sempre. – me afastei e ele voltou a me beijar.

 

(…)

 

Assim que saimos do zoologico o Bruno levou pra casa e quando eu pensei que ele iria embora, o mesmo me surpreendeu ao descer do carro e me acompanhar ate a porta principal.

 

- Esqueceu alguma coisa? – perguntei confusa e ele negou

- Na verdade eu vou conversar com a sua mae.

- Conversar com ela sobre o que ? – ele assentiu

- Sobre nos e sobre a minha situacao na escola.

 

Bruno P. O. V

 

Ela me olhou meio incerta, mas acabou a assentindo.

 

- Eu não concordo com o fato de você querer sair da escola. Voce e um professor incrivel e … Por mim você continuaria la. – a porta foi aberta e a mae da Daphne não escondeu a cara de desgosto ao me ver ali.

- Por que não me avisou que iria sair? – ela olhou pra Daphne e me ignorou

- Porque eu não sou mais crianca. E a senhora poderia ao menos olhar na cara do meu namorado e falar um ola? Seria no minimo educado da sua parte, mae.

- Oi. – ela disse seca e abriu por completo a porta – Pronto, agora entra.

- O Bruno gostaria de conversar com a senhora.

- Hoje eu não posso. – ela disse e eu sabia que ela só estava dificultando as coisas, mas eu iria resolver toda aquela situacao com ela ainda hoje.

- Mas… – interrompi a Daphne

- Prometo que não tomarei todo o seu tempo, só te peco quinze minutos, pode ser? – ela olhou pra mim

- Sobre o que quer falar?

- Ele vai entrar e vocês conversaram. O Bruno não vai falar com a senhora na porta da rua. – Daphne disse seria e ela revirou os olhos e entrou.

 

Entramos na sala e ela cruzou os bracos. Eu fechei a porta e me aproximei

 

- Sobre o que quer falar? – olhei para a Daphne que estava ali parada nos observando

- Daphne, você poderia nos deixar a sos? – ela olhou pra mim e negou, eu sabia que a Daphne estava preocupada o tratamento da mae dela ao meu respeito, mas eu precisa tratar disso sozinho.

- Eu não… – interrompi ela

- Esta tudo bem, sera uma conversa tranquila. – a mae da Daphne riu ironica

- Tranquila seria se você não tivesse se envolvido com a minha filha. – ignorei aquele comentário e assenti para a Daphne.

- Relaxa. – ela suspirou e a contragosto saiu da sala.

- E então, o que e tem de tao importante pra me falar? – a mae dela perguntou sem nenhum interesse de ouvir o que eu tinha pra falar.

- Primeiro eu gostaria de dizer que pretendo sair da escola. A senhora pode colocar outra pessoa no meu lugar.

- Uma demissao. – ela sorriu e cruzou os bracos – O que pretende, Bruno?

- A única coisa que eu pretendo e realizar o meu sonho sem passar por cima dos outros. Sei que ainda acha que eu sabia de tudo aqui, mas eu realmente não sabia da chantagem. – ela deu de ombros

- Era só isso? – neguei

- Eu gostaria que soubesse que eu estou com a sua filha de verdade. Nao pense que eu estou com ela só pra me aproveitar, ou para usa-la, eu a amo de verdade! – ela riu e negou com a cabeca, fazendo pouco caso.

- Se era só isso que tinha pra me falar já pode sair daqui, eu não estou disposta a perder meu tempo ouvindo essas coisas ridículas. A Daphne pode ate acreditar por ser ingenua, mas eu não. – respirei fundo

- Olha dona Elisa, se eu decidi vir ate aqui para ter essa conversa com a senhora foi por consideracao e total respeito. Acredito eu que deve esta sendo dificil para a senhora acreditar nas minhas intencoes, mas eu não posso abriga-la a acreditar. – ela me encarou e se aproximou

- Por que você não me diz o que quer logo? – ri e neguei com a cabeca

- O que eu quero eu já tenho. O amor da sua filha. – ela revirou os olhos – Sabe o que eu acho? Que a sua única preocupacao em relacao a isso e com reputacao da sua escola. A senhora não esta se importando com o que eu sinto, muito menos com o que a sua filha sente.

- Quando você entrou la estava ciente de tudo. A sua namorada aparece la me chantageia, logo depois você se aproxima da minha filha, a minha filha! A Daphne e uma menina linda sim, mas existiam tanta outras e você só quis se envolver justamente com ela. Agora vem ate aqui fazer esse papel ridículo, pedindo para sair da escola, mas eu tenho certeza que isso e pura cena.

- Eu posso ficar aqui o resto do dia te falando tudo o que eu sinto pela sua filha, ou toda a verdade, mas sei que a senhora não ira acreditar. E como eu disse no inicio da conversa, eu só estou aqui em respeito a senhora e principalmente pela Daphne. Eu gostaria que as coisas ficassem bem, mas se não e possível eu …. lavo as minhas maos. A senhora não e obrigada a me aceitar ou a gostar de mim, mas quero que saiba que eu amo a sua filha, e, a senhora pode me expulsar, não permitir que eu entre ou ate me tratar mal, mas isso não mudara em nada. Eu vou continuar com a Daphne. – ela fechou a cara e encarou o chao

- Voce não podia ter se envolvido com a minha filha. – ela disse ainda sem olhar pra mim

- Concordo, eu realmente não podia, mas eu não posso mandar no meu coração. Eu ate tentei, na época em que soube que era ela a pessoa que eu conversava, mas infelizmente já era tarde. – ela voltou a olhar pra mim, um olhar bem triste

- Voce e jovem, bonito pode encontrar… – a interrompi

- Eu não posso porque eu amo a sua filha. – ela fechou os olhos e suspirou – Por que e tao dificil aceitar isso? Por causa da diferença de idade? Eu tenho 22 e … – fui interrompido

- Eu errei muito com a Daphne, admito, mas … – ela passou a mao no rosto – eu não quero que … ela se afaste de mim. – franzi a testa sem entender

- Mas ela não vai se afastar.

- Ela já esta se afastando. – ela voltou a olhar pra mim – Mesmo com tudo que aconteceu eu amo a minha filha. Nao soube demonstrar esse amor, mas eu a amo muito. Eu não quero perder a minha filha pra você. – ela disse baixo

- A senhora não perdera ela pra mim, a Daphne continua sendo a sua filha e ainda mora aqui com a senhora. Eu só estou namorando com ela, não estou arrancando ela daqui.

- Voce não entende. – assenti

- Entendo. A minha mae sente esse mesmo medo e eu futuramente sentirei quando tiver os meus filhos. – sorri – Voce esta com medo dela ficar firme comigo e chegar ao ponto de casar, certo? – ela demorou, mas acabou assentiu

- Isso não vai acontecer!

- Um dia acontecera. A Daphne acabara casando comigo ou com qualquer outro e a senhora tera que aceitar porque isso e normal. Nao seja a inimiga da sua filha, dona Elisa, a Daphne merece muito ser feliz e eu garanto que posso faze-la feliz. – engoli seco preparado para ouvir desaforos ou qualquer outra coisa, talvez ela precisasse de um tempo para processar tudo aquilo.

- Eu preciso pensar. – ela disse baixo indo ate o sofa e eu assenti, entendendo o seu lado.

- Tudo bem, eu posso esperar. – aquilo já era um bom comeco

 

 

Continua ...

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Esse capitulo quase que nao saia, eu ate achei que ele iria sair mais tarde hoje, mas felizmente saiu '-' '-' '-' Nao ficou tao legal pq hj eu estava sem nenhuma ideia. =( =( =(

Roupa da Daphne no zoologico: https://s2.favim.com/orig/140827/fashion-girly-outfit-shorts-Favim.com-2027301.png
Roupa do Bruno no zoologico: https://i2.wp.com/www.canalmasculino.com.br/wp-content/uploads/2014/09/looks_masculinos_neutros_primavera_ft01.jpg

O Bruno sempre sendo um amorzinho e super paciente *-* *-* *-*

Ate o proximo capitulo gnte!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...