História Gypsy - Capítulo 14


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Palavras 3.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


vejo vocês lá embaixo!!!

Capítulo 14 - Fourteen


20 de abril

Já havia se passado alguns dias desde aquele episódio com Mesut, ele me ligava todos os dias o que me obrigou a trocar de número. Era bom que continuássemos assim, afastados, cada um com sua vida.

Minha reputação na Adidas estava ótima, eu me entrosava cada dia mais com outros funcionários e já era muito adorada por eles. Alexandra Walder havia pedido para mudar de fotógrafa, assim eu soube da notícia pulei de felicidades, não iria precisar ficar no mesmo local que aquela menininha fútil e egocêntrica.

- Anne, você vai fotografar a Alexandra hoje – Lou me avisa.

Adeus alegria

-Que merda! Mas por quê? Aquela fotógrafa que ela exigiu não veio hoje? – eu pergunto.

- A fotógrafa dela pediu demissão – Lou fala e eu dou risada – O demônio hoje está atacado, boa sorte.

Eu respiro fundo e pego o elevador em direção ao andar onde a mulher estava. Ao chegar, já escuto sua voz estridente dando ordens.

- Papai, você tem que demitir metade desse pessoal, todos são incompetentes – Alexandra fala com uma voz infantil que me faz revirar os olhos – A começar por aquela ali! – ela aponta para mim e eu lhe olho dos pés a cabeça.

- Alexandra, pare de ser fútil – O homem ao seu lado fala a repreendendo – Senhorita, qual o seu nome? – ele pergunta vindo em minha direção.

Ele era alto, tinha os cabelos grisalhos, uma barba mal feita e os olhos verdes, iguais aos meus. Portava um terno e sapatos sociais.

- Annelise Schwarz – eu falo.

Eu falo e o homem fica impressionado com minha fala, ele parece raciocinar por alguns segundos até abrir um pequeno sorriso de canto.

- André Walder – ele fala estendendo a mão e eu a aperto – Annelise, peço que tenha paciência com Alexandra, ela é uma pessoa muito difícil de lidar, mas, não desista, por favor.

- É o meu trabalho senhor Walder – eu falo e me retiro – Senhorita Alexandra, se posicione ali.

- Agora virou educada? – ela pergunta sarcástica, um grande mal dessa garota.

- Sempre fui minha flor – eu respondo no mesmo tom e ela revira os olhos.

Era um inferno ter essa garota no mesmo local que eu, se não possuísse tantas pessoas ao redor, eu poderia matá-la e esconder o corpo, ninguém sentiria falta.

                                                          //

Já era uma cinco e meia da tarde, eu estava no estúdio passando algumas fotos para o notebook. Minha sala (lê-se cubículo) era simples e até mais sofisticada que a antiga. A parede tinha tons de creme, um armário cinza e uma mesa preta, tinha alguns enfeites nas paredes e algumas fotos em cima de minha mesa. Uma foto onde havia eu, minha mãe e minha irmã, havíamos tirado essa foto no primeiro dia de aula de Kristen, estávamos amassando minha irmã que tinha uma expressão extremamente feliz. Outra com Leo, em nossa passagem pela Índia e outra onde eu estava na Nigéria em um trabalho comunitário.

Desvio os pensamentos assim que batem em minha porta.

- Entre – eu falo calma.

O senhor Walder entra e começa a observar minha sala por inteiro.

- Sua sala é bem elegante, ótima escolha – ele fala com um sorriso gentil.

- Obrigada – eu respondo.

- Annelise – ele fala sentando-se – Eu queria te convidar para um jantar em minha casa.

- Perdão? – eu me faço de desentendida.

- Olha pode parecer estranho por eu ser seu chefe, você pode até pensar que eu estou dando em cima de você, mas não é, gostaria de lhe fazer uma proposta.

- Então tudo bem – eu falo sem pensar.

- Ótimo! Dia trinta em minha casa, te passo o endereço depois – ele fala apertando minha mão – É sua mãe? – ele pergunta pegando a moldura da foto.

- Sim – eu respondo

- Ela soube a criar bem – ele fala sorridente e eu franzo cenho.

                                                         //

21 de abril

O único ponto interessante em acordar cedo era por conta do chá que ofereciam. Quentinho e adocicado, do jeito que eu amava.

Eu estava de folga hoje, deveria dormir até mais tarde e não sair da cama em hipótese alguma, mas não. Havia um motivo maior e mais feliz que me fazia acordar mais cedo.

- TIA ANNE! – as crianças dizem juntas assim que eu entro.

- Que saudades! – eu exclamo tentando abraçar todas.

Eu faço parte da ONG Felicidad há dois anos. A ONG acolhia crianças refugiadas das guerras e tentando fugir da fome, também crianças órfãs e com deficiências, que foram abandonadas.

Foi amor à primeira vista, assim que vi todas essas crianças com um sorriso enorme no rosto, apesar de tudo que já passaram em tão pouco tempo de vida, eu encontrei minha inspiração. Elas me inspiravam a nunca desistir;

Eu já havia feito alguns trabalhos comunitários por intermédio da ONG, em minha viagem a Nigéria, consegui trazer três crianças para aqui e na Índia, trouxe apenas uma. A ONG não tinha patrocínios famosos e não éramos conhecidas no mundo inteiro, entretanto, nós tentávamos nos virar.

Cecília era a dona e eu, integrava a equipe de colaboradores. Nós duas e o resto da equipe, tentávamos a todo custo manter a ONG aberta, mas é bastante difícil. São muitos custos e apesar de eu ceder metade de meu salário, assim como Cecília ainda não era suficiente. Cuidamos de oitenta e sete crianças e sempre sonhamos em cuidar de mais.

- Anne! Você sumiu! – Cecília fala me abraçando.

- Está tudo muito complicado Ceci, fui demitida da Puma e agora estou trabalhando na Adidas.

- Entendo, mas nós estávamos morrendo de saudades de você!

- Eu sei, vou vir mais vezes, eu prometo.

- Tia Anne, fiz esse desenho pra você – Khadija, a menina que eu resgatei da Índia ainda pequena, aparece em minha frente.

- Que lindo desenho meu amor – eu falo pegando o papel e depositando um beijo em sua testa.

- Ela está enorme – Ceci fala olhando para a indiana.

- Com certeza, quando eu trouxe ainda engatinhava – eu falo lembrando-me com um sorriso no rosto.

- Leo apareceu aqui há alguns dias – Ceci fala.

- E aquele viado não me chamou? – eu falo revirando os olhos.

- Ele falou que você estava muito ocupada com uma modelo lá no trabalho, e que era melhor não te atrapalhar.

- Aquela mulherzinha está me dando nos nervos, mas aqui, eu consigo relaxar e esquecer de todos os problemas – eu falo respirando fundo.

- Bom aproveite, eu vou ir para o escritório, pois o dever me chama – Ceci fala dando um beijo em minha bochecha – Aproveite Anne!

Vou em direção ao jardim, onde as outras crianças provavelmente estariam. Era incrível como esses sorrisos conseguiam melhorar meu dia.

- Tia Anne! – Arthur, um menino que foi deixado na porta da ONG em uma cesta, corre até mim.

- Meu menino, você está muito grande, daqui a pouco passa a tia – eu falo depositando um beijo em sua bochecha.

- Tia, eu estava com muitas saudades – ele fala em uma voz manhosa.

- Eu vou vir mais vezes, palavra de escoteiro – eu falo e ele abre um sorriso.

- Sabe a tia Ceci me levou para o teste na escolinha de futebol – Arthur fala sentando-se no banco – Eu fui ruim tia, não passei. E também, teve alguns meninos que ficaram rindo de mim, por que eles têm mãe e pai e eu não – fala abaixando a cabeça.

Ver Arthur triste era de partir o coração, era um menino de uma áurea espetacular. É repugnante saber que crianças nesta idade já praticam o bullying.

- Ei garotão – eu falo apoiando levemente minha mão em seu ombro – Você tem a mim! Sei que não é grande coisa, mas, você tem sua tia Anne aqui, que sempre estará te apoiando em tudo e se você não conseguiu na primeira tentativa, tente mais vezes. Nada na vida é entregue de bandeja, nós precisamos lutar e conquistar. Você é um menino que tem um potencial incrível, nunca desista, tenho certeza que um dia você alcança.

Arthur abre um largo sorriso e me abraça fortemente. Minha ligação com essas crianças era surreal.

- Tia, você tem que ver quando eu for jogar, vou dedicar um gol para você!

- Quer saber, por que não jogamos agora? – eu falo levantando-me do banco – Chame o resto das crianças e vamos jogar!

                                                           //

- Tia Anne, eu quero ser a goleira! – Khadija exclama e eu lhe entrego as luvas, a indiana pula de felicidade – Você vai ver, eu vou ser igualzinha ao Neuer.

- Buffon é melhor – Jonathan fala e Khadija lhe mostra a língua.

- Crianças – eu as repreendo – E no meio campo do time vermelho?

- Eu! – Arthur exclama levantando a mão.

- Mas você não era lateral? – eu pergunto.

- Tia, meu ídolo sempre foi o Özil, e ele é meio-campista – Arthur fala e eu tento segurar minha vontade de revirar os olhos ao escutar o nome do alemão.

Não poderia julgar Arthur, assim como ele, todas as crianças da ONG tinham um ídolo no futebol, mas, poxa Arthur, logo o Mesut?

- Então na zaga do time amarelo é o Hector e o Caio? – eu pergunto.

- Sim, tia Anne você está falando com o sucessor de Mats Hummels – Caio fala de um modo engraçado e eu rio.

- O quê vocês tem com a seleção alemã? – eu pergunto.

- Tia, é uma das melhores do mundo! – Max exclama.

- Sim, mas, também tem a seleção brasileira, francesa, argentina... – eu falo, mas Khadija me corta.

- Tia, a alemã é melhor – a indiana fala e eu solto uma risada pelo nariz.

- Então vamos começar! – eu falo saindo do mini-campo e apito.

Todas as crianças jogavam de uma maneira bem saudável e sem nenhuma maldade, apenas por diversão. Julian abre o placar fazendo um gol pelo time vermelho e imita a famosa comemoração de Cristiano Ronaldo.

O jogo vai seguindo bem equilibrado, o time vermelho e amarelo estavam empatados por três a três. Khadija fazia diversas defesas, aquela menina realmente era boa! Arthur havia dado assistências em todos os gols de seu time, Caio era um bom zagueiro e já até tinha feito uma defesa espetacular. Aquelas crianças tinham o dom do futebol.

- EU NÃO ACREDITO! – Caio grita e saí correndo do mini-campo, as outras crianças vão atrás.

Viro meu corpo para ver quem era.

Mats Hummels

Mas, como ele havia me encontrado?

As crianças fizeram um círculo ao seu redor e estavam completamente eufóricas, Mats parecia se divertir com toda a situação.

- Crianças, se acalmem! – eu falo e elas obedecem, por alguns instantes.

- Pessoal! – Hector chama a atenção de todos – Vamos mostrar pro tio Mats como a gente joga! – ele sugere e as crianças concordam, todos voltam ao mini-campo para “treinar”.

- Agora entendo por que se refugiou aqui, é um lugar iluminado – Mats fala observando tudo – Estava com saudades – ele me abraça fortemente.

- Nós nos vemos há pouco tempo Hummels, sem muito drama – eu falo e o alemão bufa.

- É sério, é muito bom ficar em sua companhia – ele fala e me deixa um pouco envergonhada – Mas então, nem tivemos muito tempo de conversar aquele dia.

- Pois é – eu falo sentando-me no banco – Tudo anda normal, do jeito que tem de ser.

- Será? – ele faz uma pergunta.

- Sim – eu respondo firme.

- Bom, não vou entrar em um assunto a qual você não quer falar – ele fala levantando as mãos – Essas crianças jogam muito bem.

- Khadija diz ser a sucessora de Neuer, Hector fala que quando crescer será igual ao Müller, Julian diz se espelhar em Cristiano Ronaldo, Arthur diz que seu ídolo é Mesut e Caio ama você.

- Eu percebi, ele foi o primeiro a correr até mim quando cheguei – Mats fala – Não conhecia esse seu lado caridoso.

- Pois é, existem muitas partes que não conhecemos nas pessoas – eu falo um pouco séria.

- Perdão senhorita mistério – ele fala de um modo engraçado e eu dou um tapa em seu ombro – Özil ligou igual a um doido pra mim, a sua procura.

- Ele que morra, não sei por que está me procurando.

- Por que ele se importa com você Annelise, é como se você fosse uma irmã para ele.

- Irmã – eu falo dando um riso baixo.

- Mas, eu não vim para ficar falando dele. Quero saber o que você irá fazer amanhã.

- Trabalhar, comer e dormir – eu falo dando de ombros e ele me olha com uma cara feia.

- Eu sei disso besta, mas o que irá fazer de noite?

- A última palavra que eu falei – eu falo e ele revira os olhos – Está bem eu paro, na realidade eu não vou fazer nada á noite.

- Agora vai, pois irá sair comigo.

- Você é muito espertinho senhor Mats – eu falo o encarando e ele esboça um sorriso sacana – Mas agora, vamos ver o jogo das crianças que elas estão completamente eufóricas.

                                                    //

- Eu acho que vou fazer outra tatuagem – eu falo observando minhas costas nuas.

- Annelise onde você vai enfiar outra tatuagem? Tá louca mulher? – Leo fala pela chamada de vídeo.

Eu não sabia aonde Mats iria me levar então, optei por um macacão preto que deixava as costas nuas. No rosto, meu inseparável batom vermelho juntamente com pó, corretivo e rímel. Leo havia me ajudado a escolher a roupa e devo admitir, eu estava extremamente linda.

- Ele falou que horas iria chegar? – Leo pergunta

- Falou que por volta das sete e meia, e agora são sete e trinta e cinco – eu falo observando o relógio.

- Já pode matá-lo, atrasou muito.

- Leo, foram só cinco minutos, se acalma – eu falo rindo de sua cara, no mesmo instante recebo uma mensagem do alemão.

“Desculpa a demora, estou te esperando aqui na portaria”

- Leonardo, ele chegou. Vou desligar depois te chamo, beijos – eu falo rapidamente não dando tempo para o espanhol responder.

Para minha sorte, o elevador já estava aberto. Rapidamente chego à portaria e sigo em direção ao alemão, que estava encostado em seu carro.

- Você está maravilhosa Anne – o jogador fala me olhando dos pés a cabeça e eu abro um pequeno sorriso com sua reação – Agora vamos que a noite é longa – ele fala dando uma piscadela e abrindo a porta do carro.

                                                   //

- Uau – eu falo assim que saio do carro.

Estávamos no Osteria Basilico, simplesmente o restaurante italiano mais renomado de Londres (e o mais caro também). Mats havia me surpreendido.

- Gostou da minha escolha? – ele fala enquanto entramos no local.

- Muito, aqui é incrível, obrigada – eu falo esboçando um sorriso sincero.

Um homem nos acompanha até nossa mesa. Ao lado havia algumas velas juntamente com vasos de gardênias.

É Annelise, você está em um jantar romântico

- Olha, eu não entendo nada de comida italiana – Mats fala observando o cardápio e eu rio de sua atrapalhação.

- Eles irão começar com o antipasti, que são pratos bem leves como saladas. Aí depois, vem o primeiro prato de massa e carnes ou pescados – eu falo.

- Você é fanática mesmo, já foi à Itália?

- Nunca, mas sempre tive vontade. Principalmente, em ir ao Teatro del Silenzio.

- Tenho alguns amigos que já foram lá, falam que é realmente muito bonito.

- Assistir a um concerto de Andrea Bocelli é um sonho, sério – eu falo suspirando.

- Você é fã de ópera? Estou impressionado Annelise – ele fala tomando um pouco de seu vinho.

- Eu sou fã da música Mats, aprecio tudo.

- Sabe, eu gostaria de poder te ouvir cantar mais vezes, você cantou lindamente no casamento do Reus, nunca irei me cansar de ouvir sua voz – Mats fala e minhas bochechas coram levemente.

- Muito obrigada – eu falo um pouco tímida.

- Por quê não investe mais nessa carreira? Aposto que teria muito sucesso.

- Mats, para ser cantora você precisa de sorte, porque ultimamente não precisam mais de voz. E também, fotografia é o que eu amo.

- Pode ter certeza que eu compraria todos seus discos – ele fala e eu dou uma risada.

As entradas chegam e nossa conversa começa a fluir ainda mais.

                                                    //

- Não acredito que você nunca foi ao Bernabéu – Mats fala sem desviar a atenção da estrada.

- Eu nunca fui à Espanha. Mas também sempre tive vontade, eu tenho diversas vontades, mas não realizo nenhuma – eu falo rindo e o alemão me acompanha.

O jantar havia sido muito agradável, Mats era um cavalheiro e um homem extremamente romântico. Eu não sabia de suas intenções, mas acreditava que seriam boas.

- E está entregue sã e salva em sua casa – ele fala puxando o freio de mão.

- Na velocidade que você andava eu pensei que isso não seria possível – eu falo zoando e ele ri – Mats, obrigada pelo jantar de hoje, foi incrível.

- Anne – ele fala fechando os olhos por alguns segundos – Você sabe que eu criei um sentimento por você desde aquele dia

- Mats...

- Espera – ele me interrompe – Eu só queria que você me desse uma chance Annelise, só uma. Eu queria muito poder te fazer feliz, mas isso só depende de você.

- Sim – eu falo automaticamente e ele franze o cenho.

- Sim o quê? – Mats pergunta.

- Eu te dou essa chance – eu falo um pouco insegura.

- Ah Anne – ele fala dando um sorriso e se aproximando do meu rosto – Eu prometo te fazer muito feliz.

Mats sela nossos lábios em um pequeno selinho, que logo se torna em um beijo. Ele explora cada canto da minha boca com sua língua e eu faço o mesmo. Nos envolvemos em um beijo calmo carregado de emoção, que é interrompido pela falta de ar de ambos.

- Acho que isso foi um ótimo jeito de dar boa noite – ele fala.

- Eu concordo, boa noite Mats – eu falo lhe dando uma piscadela.

- Boa noite, meu amor – ele fala assim que eu saio do carro

É Annelise, parece que agora você tinha um namorado...


Notas Finais


EU TÔ VIVA MEU BRASIL!
época de carnaval p quem participa de escola de samba é foda, um monte de coisa p fazer, mas é minha beija flor campeã e eu tô de voltaa!!
e olha com quem nossa Annelise está agora! Pensamentos sobre esse novo casal? Comentem!!


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