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História Há um demônio em meu quarto (Changlix) - Capítulo 34


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Capítulo 34 - Verdades dolorosas


Fanfic / Fanfiction Há um demônio em meu quarto (Changlix) - Capítulo 34 - Verdades dolorosas

Hueningkai On

Estou sozinho em casa, Beomgyu foi para a faculdade e agora estou aqui, tomando meu café da manhã sozinho, sim, não tive tempo de fazer isso pois Beomgyu estava atrasado, não queria que ele perdesse aula por minha causa então sai apressado de casa. Pego o copo que agora esta vazio e o coloco na pia, a pia onde Choi Beomgyu deixou uma bagunça!!

Talvez eu seja um pouco perfeccionista e meio rígido quando se trata de manter a casa organizada. Estava lavando as loucas quando sinto braços envolverem minha cintura, deve ser Beomgyu, o que ele faz aqui?

— Beomgyu? Por que saiu agora?

— Não é o Beomgyu. — Sussurrou em meu ouvido.

Essa voz é familiar, me viro para trás e vejo Taehyun com um sorriso no rosto.

— O que faz aqui?

— Isso é jeito de me receber? Só vim ver o Beom, mas parece que ele não esta. — Olhou para os lados.

— Deveria saber que ele esta na universidade a essa hora.

— Que decepção, não sei onde esta meu hyung. — Coçou a nuca. — E você?

— Hm?

— Parece que não se afastou dele para achar que sou ele.

— É, não quero o magoar.

— Acredite em mim Kai, ele precisa disso, ele precisa de uma pessoa que realmente o ama, não ficar se iludindo por alguém que não esta nem ai pra ele.

Eu não diria que não estou nem ai pra ele... Beomgyu é... Sei lá, ele é chato, irritante, e tudo de ruim, porém, eu acho que amo ele. Desde que viemos pra cá eu estava obcecado por Soobin, Beomgyu me ajudou a esquece-lo pois ele estava muito feliz com o namorado, não podia separar um casal, certo?

— Isso não interessa a você.

— Como quiser. Então, demôninho. — Sentou-se em cima de um balcão. — Poderia me dizer sobre você? Estou curioso. Pelo que parece; suas lembranças são bem dolorosas. — Riu.

Esta explicado porque eu odeio anjos.

— Pare de mexer em minhas memórias.

— Não aguenta? Kai Kamal Huening. — Sorriu.

— CALA SUA BOCA!!!

Esse anjo esta pedindo para que eu corte suas asinhas. Babaca.

— Cortar minhas asinhas? — Riu. — Venha.

Eu não hesito e logo pego correntes pretas e as envolvo em Taehyun.

— Você não sabe com quem esta brincando. — Me aproximei de seu rosto puxando a correndo a apertando mais.

— E nem você, não sou um anjinho indefeso.

Vejo um vulto ao meu lado e logo sinto minha bochecha arder. Passo a mão e havia sangue ali.

— Seu...

— O que? Eu não fiz nada.

Outro vulto, dessa vez meu braço.

— PARE!!

— Não estou brincando!! Não sou eu!

Eu solto Taehyun e então escutamos uma risada ecoar pelo local.

— Bem vindos ao pesadelo de vocês. — Riu.

— Não é um anjo.

— O que? Se não é como ele conseguiu me machucar?!

— Eu não sei!! Mas não é um anjo.

— Vamos, vamos, quebrem suas cabecinhas. — Riu. — Kang Taehyun, você esta ferrado.

— O que!? O que ele quer com você?!!

— Eu não sei!! Nem estou o vendo imagina saber o que ele quer comigo?!

Mais um vulto, dessa vez não foi em mim, foi um corte bem profundo na barriga de Taehyun, sua camisa estava rasgada e manchada de sangue agora.

— Apareça!!

— E acabar com a brincadeira? De jeito nenhum.

Outro vulto. Um corte em minha coxa. E um no braço esquerdo de Taehyun.

— Droga!! Eu não sou de fazer isso mas... Seungmin!!

Eu grito o nome da primeira pessoa que apareceu em minha mente e logo ele aparece em minha frente.

— O que você... Taehyun!!? Por que estão machucados?!

— Chamaram um amiguinho? — Riu. — Isso não vai adiantar.

Outro vulto em direção a Seungmin porém ele segura a pessoa.

— Ora, ora. — Puxou a máscara que cobria seu rosto.

Tentei reconhece-lo, mas nunca havia o visto.

— Você de novo?

— O conhece?

— Han Jisung. — Abaixou-se frente ao garoto. — O que você quer?

— Estou apenas fazendo o que me foi pedido, o que você é incapaz de fazer.

— Do que ele esta falando?

— Oh, o anjinho não contou a vocês? Ele não veio para proteger Changbin, ele veio o matar.

Eu arregalo meus olhos e olho para o garoto, Changbin é o marido de Felix, certo? Por que ele tinha que o matar?

— Vá embora antes que eu mate você!!

— Vai ter volta. — Ele some.

Nós dois olhamos para Taehyun esperando uma explicação.

— Vou embora.

— De jeito nenhum! — Segurei seu pulso. — Explique-se.

Ele solta um suspiro e então nos olha.

— Sim, eu fui enviado para matar o Changbin, mas eu não consegui, eu não pude fazer isso, ele parecia feliz com o novo esposo, eu não queria estragar a felicidade de alguém. Por isso...

Transformou-se, as asas de Taehyun estavam escurecendo, sua auréola aos poucos sumindo e seus olhos azuis ficando negros.

— Eu desobedeci, eu falhei em minha missão, e ainda por cima me apaixonei por um humano. — Começou a chorar. — Eu cometi esses pecados e agora esta ai o resultado, Jisung será o último, precisamos nos livrar dele, sei como ele é, ele não irá desistir.

— Ele é um demônio, como recebeu tal missão?

— No momento, ninguém esta ligando, anjo, demônio, mestiço, contanto que Changbin esteja morto não importa.

— E por que diz que Jisung será o último?

— É fácil deduzir isso, Jeongin impediu Bang Chan, eu mudei de ideia, ao todo são 4, 4 tentaram mata-lo.

— Quatro?

— Jisung não esta sozinho.

— E o que faremos a respeito? É melhor contarmos a eles?

— Não, no momento não, Felix e Soobin estão grávidos, eles não podem se estressar e nem se preocuparem demais. — Fez uma pausa. — Eles não deixariam de querer ir atrás de Jisung, eles não podem lutar.

— Entendemos.

— Será nosso segredo, pelo menos até as crianças nascerem, depois disso, precisaremos as manter em segurança.

Essa história esta um tanto confusa, anjos pecando, desobedecendo, demônios e anjos lado a lado, nunca ficamos assim, nunca achei que ajudaria um anjo, nunca.

. . .

Estava sentado em uma cadeira perto do sofá, Seungmin cuidava de nossos ferimentos, já era de tarde, conversamos até ele se lembrar agora pouco que estamos machucados. No momento ele cuida de Taehyun já que seu ferimento foi mais grave. Aquilo não era um punhal de um anjo, se fosse, Taehyun já tinha se curado e não estaria nem com um arranhão, mas também não pode ser a arma de um demônio, se não, eu estaria curado.

— O que tanto pensa? — Perguntou Taehyun que estava deitado no sofá enquanto Min cuidava do ferimentos em seu braço e barriga.

— Não é nada. Pensamentos não muito importantes.

— Esse cara fez um belo estrago.

— Com certeza. Ai!! — Gritou ao sentir Seungmin passar um remédio liquido em seu ferimento.

— Desculpe, mas se eu não passar pode piorar. Parece que aquilo era uma espécie de metal mais forte que qualquer outro, tem alguns vestígios dele em sua pele. — Pegou um pequeno pedaço que estava no machucado de Taehyun. — Irei mandar para o Minho ver que metal é. — Colocou em uma sacolinha.

— Esse metal pode me fazer mal?

— Não, talvez se não tirarmos ele de sua pele ele pode fazer mal.

— ENTÃO TIRA LOGO!!

Ouvimos a porta principal ser aberta revelando Beomgyu com os cabelos meio bagunçados.

— Olá dongsaeng!! Como foi?

— Foi legal. — Colocou sua mochila em cima de uma cadeira e veio até nós. — Por que estão machucados?

— Nada demais.

— Um demônio veio aqui e fez isso.

— Seungmin!!! Não era pra contar!!

— Um demônio fez isso?

— Fez.

— Vamos atrás dele.

— Não, de jeito nenhum.

— Mas...

— Não Beomgyu!!

— Esta bem. — Abaixou sua cabeça.

— Jisung vai pagar, mas não será agora.

— Han Jisung?

— Sim, o conhece?

— Ele sempre leva Park Shinwoo para a universidade, trocamos poucas palavras, mas não sabia que ele é um demônio.

— É, ele é. Tome mais cuidado com ele, ele provavelmente sabe de você.

— Irei tomar.

Hueningkai 



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