História Hackers: You never know what will happen (Justin Bieber) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Action, Barbarapalvin, Fanfic, Justinbieber, Love
Visualizações 74
Palavras 1.368
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Policial, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Favoritem e clmentem bastante para me incentivar a começar logo o livro.

Capítulo 1 - Prologue: Not that I remember



—Anda logo com isso Agnes.

  Tentava várias sugestões de senhas por minuto. O sistema era incrivelmente protegido, não estou conseguindo acessar a lista de convidados.

  —Só mais alguns segundos.—Murmurei.

  Eu estava tentando hacker os arquivos de uma boate que será inaugurada hoje, eu só precisava descobrir mais dois números para poder acessar. Assim que eu conseguir entrar nos arquivos, irei por nossos nomes na lista de convidados, infelizmente a festa que terá hoje é privada, então essa é nossa única opção.

  —Você tem que terminar isso antes que a festa comece.—Dizia desesperada, faz tempos que não se divertia e esperava que hoje fosse o seu dia.

  Meghan ainda está nos seus primeiros semestres da faculdade de direito e eu já estou nos meus últimos me preparando para começar o estágio. Ela assim como eu, está cursando direito apenas por pressão dos pais.

  Nunca quis cursar advocacia, eu gosto de tecnologia, de sistemas... de invadir sistemas. A minha mãe sempre foi uma riquinha tosca, meu pai um milionário sem escrúpulos. Sempre me pressionavam, me obrigavam a fazer oque não queria. Quando completei 18 anos, me senti o ser mais feliz do universo, mas logo acabaram com a minha felicidade e me jogaram na faculdade.  E então eu fiz amizade com alguns nerds peritos em sistemas, eles me ensinaram bastantes coisas e truques, me tornei até melhor do que eles. Havia algo extremamente estranho nos arquivos daquela boate, tinha contagem de dinheiro, número de contas, nomes estranhos, endereços e coisas agendadas. Os donos daquele lugar deviam estar envolvidos em algo podre, eu precisava saber mais, quando eu voltar tentarei analisar aquelas coisas.

—Agnes Wright Johnson, QUANDO VOCÊ VAI TERMINAR DE MEXER NESSA PORRA?—A olhei divertida por longos segundos e então conclui.

—Prontinho, estamos na lista.—Meghan gritou de felicidade várias vezes e saiu comigo do dormitório. Fugimos pela saída de funcionários e depois de uma longo corrida num táxi chegamos no destino.

Assim que saímos do carro, pagamos o taxista e seguimos até a entrada da boate. Puxei Meghan para ir até o segurança, cortando todos da fila.

—Nomes?

—Agnes Johnson e Meghan Toller.—Disse.

—Identidades?—Depois de termos entregado nossos documentos, o segurança os analisou por alguns segundos e depois nos devolveu. Logo depois de marcar que já estávamos presentes no local, ele nos deixou passar.

Assim que entrei no local comecei a ouvir a música ensurdecedora que tocava.

—Agnes, você foi muito idiota!

—Oque eu fiz?—Praticamente gritava para tentar competir com o volume da música.

—Você colocou nossos nomes verdadeiros, isso vai dar muita merda, eles vão descobrir.

—Eu não deixei rastros, eu sei o que fiz, não vai acontecer nada, e se eu não tivesse colocado nossos verdadeiros nomes, teríamos que arranjar identidades falsas.—Tentei convencê-la, mas até eu tenho dúvidas do que pode acontecer.

Meghan logo sumiu me deixando sozinha. Não liguei, apenas fui até o mini-bar que ficava a minha direita. Peço apenas um copinho de vodka pura e sigo para à área VIP.

Havia várias pessoas no local, e todas aparentavam ter muito dinheiro, suas roupas os denunciavam. Comecei a dançar junto de algumas garotas que se acabavam no meio da pista e logo estava como elas, ou pior. Meu cabelo vinham de encontro com meu rosto várias vezes, meu corpo já estava suado, minhas mãos se mexiam no ritmo da música acima da minha cabeça. Já não tinha meu salto no pé, ele podia estar em qualquer lugar da pista, atrapalhando alguém, mas nesse momento eu não me importo.

Alguns homens começaram a dançar junto de todos na pista, alguns passavam suas mãos em meu corpo. As vezes eram também mulheres que estavam completamente bêbadas. Ainda estou sóbria, não bebi muito e mesmo se eu quisesse, não iria conseguir por ser bem fraca.

Avistei um garoto super bonito, ele era loiro e tinha um pinta no cantinho acima da boca, seu cabelo não era natural. Seus olhos eram azuis, ele era musculoso, mas um pouco magro e era um pouco mais alto que eu. Ele me olhava descaradamente e eu tentava fazer da mesma forma, mas não sabia como isso acontecia, como lidava com uma pessoa que quer te pegar, também não sabia lidar com a vontade de pegar o loiro que se aproximava pouco a pouco.

Ele me pegou pela cintura e grudou nossos corpos, eu não conseguia me conter, meu corpo estava quente, mas logo isso terminou, pois minha cabeça girava, meu corpo estava cansado, não havia bebido tanto, talvez eu não tenha bebido apenas aquele copinho de vodka. Estranho, normalmente a bebida te ajuda a ficar mais quente, não sabia que ela fazia seu corpo perder completamente o tesão.

Ele não hesitou, grudou nossos lábios e sem aviso prévio ou permissão, ele levou sua língua para dentro de minha boca. Não sabia reagir, apenas fiquei parada enquanto ele me passava sua saliva, aquilo estava ficando nojento e estranho. Eu já havia beijado vários outros garotos, já havia ido para cama com alguns deles, mas infelizmente esse não me fazia calor.

Depois, talvez em um outro dia, ele comente com todo mundo que eu não correspondi e talvez chegassem a dizer que eu nunca havia beijado, ingênuos.

Sai de perto do garoto e continuei a dançar com algumas garotas, passeava por todo local tropeçando por estar louca. Tocava uma música desconhecida por mim, mas eu continuava a dançar.

[...]

Havia voltado para à faculdade junto de Meghan, encontrei ela podre de bêbada e jogada em um sofá na área VIP, ela estava pior do que eu. Neste momento estava de frente pro meu computador, acessando o sistema da boate Desire novamente. Precisava ver os arquivos daquele lugar mais uma vez, tudo que havia ali era muito suspeito.

Parte daquelas pastas estavam decodificadas, então deixei meu computador agindo e comecei a ler alguns nomes que estavam ali.

Principais alvos.


Rolei a página até chegar no final, havia vários nomes desconhecidos ali e meu computador os deixavam visíveis. Me recordei de alguns dos nomes, pois esses são citados todo dia na televisão, todos eles acusados de grandes crimes. A maioria são homens e tinham seus nomes encabeçando as listas de procurados.


Jordan Hall.


A pouco tempo, seu nome e seu rosto estavam estampados pela cidade, mas as buscas acabaram quando a polícia não teve mais rastros dele. Tinha algo ao lado em vermelho acompanhando os dados dele, dead. Confesso que me assustei, mas continuei a ler.


Anthony Russell.


Na página dizia que ele ainda estava vivo, mas ano passado todos os jornais comunicou a sua morte, disseram que ele se matou. Tinha centenas de nomes naqueles arquivos, não só nomes como números, datas e manchetes.


Aquilo tudo era importante e eu não sabia oque fazer, aquele lugar é ligado com algo extremamente sujo, era meio de se imaginar, pois uma parte da boate era um cabaré privado. Talvez a polícia precisasse saber disso. Peguei meu pendrive e copiei todos os arquivos, copiei também para meu cartão de memória, ele era pequeno então eu o escondi no pingente redondo do meu colar, eu havia ganhado ele da minha bisavó que morreu quando eu ainda era uma criança, ela era uma velha cheia de doenças sem tratamentos.


Fechei o meu laptop e deitei-me na cama, desliguei o abajur e adormeci.


[...]


—Ouvi falar por aí que tinha uns caras rondando os dormitórios ontem.—Lucille comentava diversas coisas que ela havia escutadado na aula de sociologia.-Se o vigia não aparecesse, eles iriam invadir um dos quartos aqui da faculdade.


—Que caras?—Meghan perguntou de boca cheia.


Era hora do almoço, não estava afim de comer, só observava a garota tagarelar sobre as novidades, enquanto Meghan estava incrivelmente apaixonada pelo seu almoço.


—Ouvi o vigia comentar que eles tinham cara de barra pesada.—Judie intrometeu no assunto e sentou-se na nossa mesa.


—Eles queriam entrar em seu dormitório Agnes.—Disse Stella.


—Oque?


—Sim, eles queriam entrar, mas foram impedidos, você fez algo?—Perguntou Judie.


—Não que eu me lembre.


—Tomem cuidado meninas.


—Qual é Stella, talvez eles só queriam nos roubar.—Disse Meghan.—Já viu a quantidade computadores que Agnes tem?


A hora do almoço logo terminou, segui até a ala dos quartos para tomar um banho antes das aulas, estava com calor. Assim que abri a porta e entrei fui puxada para fora do quarto novamente, colocaram um saco na minha cabeça e depois bateram nela me fazendo apagar.



Notas Finais


Hey gente, favoritem e comentem ai


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