História Haechan é um garoto como qualquer outro - Capítulo 1


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan
Tags Centric, Haechan Centric
Visualizações 73
Palavras 558
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hoje é meu aniversário e quero postar um pouquinho de mim nessa história.
obrigado @got2jae pela betagem lindíssima, mesmo que tenha ficado confuso para você HAUUSA.

Capítulo 1 - Capítulo Único.


Ninguém nunca veria seu brilho, pois ele é difícil de ser explicado. Linhas confusas de pensamentos nada contínuos, Donghyuck se guarda mais em si do que em seus atos ou palavras. 

Seu sonho é ter os olhos do mundo para que todos saibam o quão único ele consegue ser em um tempo monótono, repleto de cópias daquilo que se julga que é bom. Expôr sua arte sem técnica, seu texto sem revisão gramatical e seus pensamentos únicos sobre as cores e imagens, as formas de como imagina novas histórias e sua capacidade de ser tudo que quisesse, mas a autonomia suficiente para escolher não ser. 

Uma curva fora do sistema, que vestiria a blusa no lugar das calças se pudesse. Queria raspar os cabelos e andar na rua com tênis diferentes, sem que nenhum olhar lhe cortasse atitude. Ao tomar as próprias decisões e ignorar o que se passa com que não lhe diz direito, queria aplausos e compreensão, não julgamentos.

Donghyuck sobre tudo aquilo que o vê, era como todo garoto, mas ao quebrar do próprio espelho era muito mais do que conseguia dizer. Era um matemático, um poeta, um cientista e um estudante dos direitos humanos, da sociologia, o maior palestrante que o mundo já vira. Dono de palavras doces e os melhores conselhos que alguém já dera por ser tão sábio. 

Guardando a voz mais bela do mundo por cantar pela emoção e não pela potência das cordas vocais,  somente tinha o privilégio de saber seus gostos quem se aproximasse suficiente. Só quem o ama tanto poderia um dia  vê-lo cantarolar com tanta destreza e destrinchar teorias musicais com tamanha sabedoria — e quem sabe navegar por suas coleções de seu amor por música que chegava a gerar ciúmes caso tocada por outros.

Donghyuck é humano. E somente quem o conhecesse o veria admitir os erros que tinha medo de assumir ao ver a arma da sociedade. Ninguém conhecia Donghyuck e, na verdade, ninguém queria conhecer, então todas suas possibilidades de ser infinito desapareciam a cada 'adeus' e novo 'olá'. 

No parapeito da janela, imaginando outros mundos e apreciando as flores, cuidando de girassóis em seu canteiro em outras manhãs,  gostava de deixar mensagens nas paredes as quais passava. Nos banheiros da escola, disse que a democracia nova o destruiu; questionou se mais alguém queria lhe responder, mas nunca lhe deram respostas. As pessoas eram fracas em opiniões públicas. Em suas saídas noturnas, sozinho e sem medo, guiado pela insônia, nos muros de chapisco escrevia que tudo era breve e que o mal não era nada além de passageiro ou, como suas palavras favoritas diziam: entrópicos e efêmeros. 

Suas cores, filmes, séries, músicas, bandas, locais e comidas favoritas eram uma variação de tudo que existia, fosse bom ou ruim. Um hobby do garoto que detestava o sol, mas o achava belo: amar até aquilo que era repudiado, e se apaixonar para o que estivesse aberto a isso. Afeto e palavras de carinho guardadas eram dignas a tudo aquilo que existe e tivesse um significado subjetivo e único para si. 

Capaz de mudar tudo aquilo que toca, Donghyuck, um garoto como qualquer outro, nunca seria o protagonista de uma peça por não seguir os estudos, as estradas e as normas dos novos e velhos tempos, tendo de recorrer ao próprio mundo — e quem quisesse, que o acompanhasse.



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