História Haila e Norman - Jogo, sedução e amor. - Capítulo 27


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Categorias Norman Reedus
Personagens Norman Reedus, Personagens Originais
Tags Amor, Daryldixon, Normanreedus, Romance, Twd
Visualizações 20
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Quarenta semanas


Fanfic / Fanfiction Haila e Norman - Jogo, sedução e amor. - Capítulo 27 - Quarenta semanas

O relógio de pulso corria, acredite, mesmo amarrado no pulso do Norman, aquele relógio acelerava tanto quando uma Ferrari. Os ponteiros eram ligeiros, e se passavam meses como se fossem algumas horas.

Todos os meses as consultas com nossa médica que estava cuidando da gestação eram uma alegria, misturada com medo, preocupação... O som daquelas batidas do coração da nossa filha eram a música mais forte que eu poderia ouvir. Eu digo forte e não linda ou doce, por que me fazia chorar, e ao mesmo tempo me tirava todo medo, tristeza, insegurança. Em todas as consultas o Norman fazia as mesmas perguntas para a doutora que sorria e respondia todas elas com a maior paciência. Norman parecia pai de primeira viagem, era um chamego.  

Dentre as consultas de rotina do pré-natal, compra de todo o enxoval branco e rosa clássico, e de todas as visitas inacreditáveis que recebemos na gestação, nós ainda tínhamos uma coisa importante a fazer: dar um nome à nossa filha. Pensamos em vários nomes... Victoria, Anelise, Saray, Becca... E nada de concordarmos. Um certo dia no meiado do sexto mês de gestação, estávamos sentados na sala de estar conversando: Mingus, Norman, Andrew Lincoln, sua esposa Lia, e eu me lembrei de um sonho que eu tive, eu que eu ouvia uma grande multidão de fãs do Norman, chamando o nome da nossa filha, enquanto o Norman apresentava ela àquela multidão, e o Norman deu um pulo da poltrona em que estávamos, e exclamou:


- Eu tive o mesmo sonho !

- Jura ? O mesmo sonho ?

Todos riram de perplexos que estavam...

- Sim, princesa, tive exatamente o mesmo sonho, e o nome que a multidão gritava era... - ele olhou bem no fundo dos meus olhos...

- Caterine ! - Falamos juntos, bem lentamente enquanto olhavamos bem no fundo dos olhos um do outro, e sorríamos de canto de boca.


Neste momento a Caterine deu um pulo em minha barriga, e todos rimos, por que minha barriga se mexeu junto. Dali em diante nossa filha tinha um nome, e era Caterine para lá, Caterine para cá, Caterine isso, Caterine aquilo, o tempo inteiro... Acho que até nossos cachorros falavam o nome da nossa bebê prestes a chegar.

Ela se mexia muito dentro de mim, às vezes até doía um pouco algumas manobras que ela fazia, como colocar os pézinhos na minha costela. Nós piscamos e o oitavo mês de gestação estava terminando. Pronto, agora Caterine estava pronta para nascer a qualquer momento. O Norman era uma pilha de nervos, não trabalhava mais, deu uma pausa de férias, ficava o dia todo comigo no sofá, assistimos várias séries, quase todos os filmes do Netflix... Eu não me movimentava mais com tanta agilidade, meus pés inchados, minha barriga imensa que me obrigava a andar igual uma pata, e a tremenda vontade de fazer xixi frequentemente.

O cuidado de Norman era tanto comigo que só faltava me carregar no colo. Diversas vezes durante o dia ele colocava a cabeça sobre a minha barriga, com o ouvido bem atento para ouvir nossa filha lá dentro, ele beijava a barriga tantas vezes no dia que eu perdia as contas... E ela adorava quando o pai estava perto da barriga, aí que ela se mexia mesmo, e era delicioso sentir os movimentos dela, apesar de alguns serem já bastantes doloridos naquela reta final.

A espera é sempre tediosa. Por mais que eu comprasse coisas, passeasse, estivesse sempre na companhia do Norman, do Mingus, dos nossos amigos, dos empregados, e até da minha mãe e do meu irmão de vez em quando, oque eu queria mesmo era ver o rosto da minha Caterine, ter ela em meus braços, tocar as mãos nas bochechas dela, e embalar seu sono... 

Por mais que eu estivesse sem posição boa para dormir, por que a barriga pesava muito, as costas doíam e os pés super inchados,no dia 5, da semana 40 de gestação, eu dormi muito bem, havia tanto tempo que eu não dormia daquele jeito, eu não sonhei, não acordei para ir ao banheiro, não senti nenhum tipo de enjôo ou azia, eu apenas dormia, quando ao me virar na cama, senti algo estranho na minha calcinha... Num impulso, tirei o cobertor, e ao contrário do que eu esperava, a bolsa não havia estourado, e imadiatamente aquela vontade incontrolável de sempre de ir ao banheiro me veio, eu me sentei na cama com dificuldade, por causa do barrigão, olhei no celular, eram quatro e vinte da madrugada, quando cheguei ao banheiro, havia algo com aparência gelatinosa em minha calcinha, e a cor parecia sangue... Eu havia pesquisado muito, e a médica havia me alertado daquilo... Era o tampão mucoso que estava saindo, é algo que protege o bebê e que começa a sair quando a mulher entra em trabalho de parto... Minhas mãos começaram a tremer, fui até o quarto e expliquei ao Norman que pulou da cama, abriu a sacada do quarto, pegou o celular, foi lá para fora, e acendeu um cigarro, e eu fiquei no banheiro tomando banho.

Debaixo daquele banho quente eu me sentia tão relaxada, ouvindo de longe a voz do Norman na sacada falando com a doutora  no telefone que aparentemente,tentava acalma-lo. Eu comecei a sentir um pequeno incômodo nas costas, vindo para a barriga, mas eu estava tão relaxada com aquela água quente que eu nem dei atenção a dor. Quando Norman saiu do telefone, veio ao banheiro, abriu a porta bem devagar, e sussurrou:


- A doutora disse que vai ficar tudo bem, querida, venha, volte para a cama.

- Sim, querido, vai ficar tudo bem.


Desliguei o chuveiro, e saí do box, quando pisei para fora do box as dores se intensificaram e eu dei um gemido de dor, Norman correu e me amparou pelo braço:


-Princesa, oque houve ?

- Estou sentindo umas coisas estranhas, acho que a bebê vai nascer, liga para doutora de novo. - eu dizia entre os dentes.


Norman ligou para a doutora de novo que perguntou se a bolsa havia estourado, e dissemos que ainda não, mesmo assim ela pediu que eu fosse para a maternidade e já levasse as malas, que a Caterine provávelmente nasceria. As contrações começaram a vir mais fortes, de oito em oito minutos, às vezes de cinco em cinco, e eu estava com tanta dor que meu corpo se arrepiava...




Notas Finais


Continua... Muitas emoções no próximo capítulo... NASCIMENTO DA CATERINE.


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