História Haja paciência - Capítulo 7


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Sebastian Michaelis
Tags Alois Filinho Do Claude, Ciel Filinho Do Sebastian, Claude, Claude X Sebastia, Sebastiam, Yaoi
Visualizações 25
Palavras 882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - O advogado


Fanfic / Fanfiction Haja paciência - Capítulo 7 - O advogado

Chegara o dia de encontrar o advogado da família Trancy, Willian T. Spears, que por coincidência também era advogado da família Phantomhive, sabendo que Claude e Sebastian eram velhos conhecidos o advogado optou para poupar tempo realizar a reunião dos dois ao mesmo tempo.

                Abriu a porta do escritório para seus convidados, ambos estavam acompanhados pelas crianças já que assunto também lhes dizia a respeito, os adultos sentaram-se sobre as poltronas alocadas a frente da mesa de Willian e as crianças sentaram-se no sofá um pouco mais afastado.

                - Bem, não vai ser um processo muito burocrático, vocês deveram assinar alguns documentos e tudo estará resolvido, a guarda das crianças então definitivamente pertencera a vocês, naturalmente a herança tanto das propriedades, quanto do valor em dinheiro pertenceram as crianças, entretanto enquanto não atingirem a idade adulta tanto o controle das empresas quanto o controle das movimentações financeiras deles dependem de vocês. – Willian entregou os contratos a eles.

                Antes de assinar Claude e Sebastian liam atenciosamente os contratos, Alois estava começando a se entediar, tentou interagir com o garoto ao seu lado, mas fora totalmente ignorado pelo menino, o loiro então se levantou, deu uma boa olhada na sala, se fascinou pela enorme estante de livros a sua frente, pegou um e começou a folheá-lo, depois fez o mesmo processo várias vezes até tentar pegar um livro na prateleira mais alta e acabou por derrubar outros três.

                - Alois! – Claude o repreendeu.

                Sem dizer mais nada o garoto apanhou rápido os livros do chão e os colocou de volta na estante de forma desorganizada.

                - Me desculpe por isso. – Claude disse sentido vergonha pelo ato de seu sobrinho.

                - Não se incomode. – Willian balançou as mãos como se não fosse nada.

                Mas Alois continuou a mecher nas coisas de Willian, a variável era que agora Claude intercalava o olhar entre o contrato e o garoto.

                - Alois, sentesse ali e fique quieto. – Claude apontou para o sofá.

                  Alois ignorou Claude, achou uma coisa que lhe interessava muito mais, no outro lado da sala havia um aquário com uma aranha enorme e peluda, correu até ela sem pensar duas vezes, quase caiu, mas se recompôs.

                - Uau, é mesmo uma Aranha? – Seus olhos brilhavam.

                - É sim Alois. – Willian respondeu embora não estivesse muito interessado em dar atenção ao garoto.

                Alois tentou tocar na aranha através do vidro, por isso não tinha um real contato com o aracnídeo.

- Eela é venenosa se você colocar a mão nela, ela mata você. – Claude completou enquanto virava a página.

                Quando olhou novamente para o garoto ele já estava com a mão dentro do aquário quase encostando na aranha.

                - Alois! – Levantou de supetão, correu até o garoto e o retirou de perto do aquário.

                Queria bater em Alois ali mesmo, mas disse a si que deveria ser paciente com o pequeno, voltou a se sentar e colocou Alois sobre seu colo.

                - Agora você vai ser obrigado a se acalmar. – Claude segurava o garoto com um braço e lia o contrato com o outro.

                Alois escorou a cabeça no ombro de Claude, pra matar o tempo ficava brincando com a mão do escritor, as vezes entrelaçando seus dedos nos do maior. Observando aquela sena Ciel sentiu-se enciumado, queria ser acariciado por Sebastian também, então andou até seu padrinho, encarava-o com seus olhinhos gigantes e suplicantes sem dizer nada.

                - Vem aqui. – Sebastian o colocou no colo, mesmo sem um pedido formal.

                Ciel se aninhou no colo de Michaelis e o maior acariciou um pouco seu afilhado antes de voltar a ler o contrato, o garoto de cabelo azulado passou a olhar com superioridade o loiro a sua frente, quase como se dissesse,” Está vendo? Sebastian gosta mais de mim do que Claude gosta de você.”

                Assinaram os contratos.

                - A cópia fica com vocês. – Willian ajeitou os óculos sobre o roto. – Eu imagino que você Sebastian esteja acostumado com os negócios da família Pantomhive já que era o vice presidente da empresa, portanto se não for nenhum incomodo gostaria que auxiliasse Claude com os negócios da família Trancy, até porque ambos seguem o mesmo ramo de atividades.

                - Claro, isso não será nenhum problema pra mim. – Sebastian assentiu.

                - Não se preocupe, não tenho a intenção de me tornar nenhum estorvo. – Claude concluiu.

                - Muito bem, agora teremos de tratar sobre o funeral dos condes. – Willian ficou um tanto mais sério. – Há alguns dias contatei Undetaker, mas algumas coisas requerem participação ativa das famílias.

                - Por mim a vadia da Karina e o vagabundo do marido dela podem ser destripados e terem seus restos jogados na sarjeta aos cães que ainda assim não terão tido o merecido pela escoria que eram. – Claude falava de forma controlada, embora o escárnio em sua voz fosse bem aparente.

                - Vai mesmo falar assim da mãe do garoto na frente dele? – Willian o repreendeu.

                Claude nem havia si dado conta que isso afetava a criança, só com o toque de Willian voltou a prestar atenção em seu sobrinho que se retraia em seus braços e deixava escapar entre soluços lágrimas silenciosas.

                - Esqueça o que eu disse ok. – Falou mais baixo para o garoto, ao mesmo tempo que o abraçava mais forte e lhe distribuía alguns beijos sobre a face.



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