História Haja paciência - Capítulo 8


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Categorias Kuroshitsuji
Personagens Alois Trancy, Ciel Phantomhive, Claude Faustus, Sebastian Michaelis
Tags Alois Filinho Do Claude, Ciel Filinho Do Sebastian, Claude, Claude X Sebastia, Sebastiam, Yaoi
Visualizações 23
Palavras 684
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Não segure essa barra sozinho


Fanfic / Fanfiction Haja paciência - Capítulo 8 - Não segure essa barra sozinho

                Marcado o fim da reunião ficou resolvido que os corpos dos Trancy seriam cremados e para os Phantomhive seria realizada uma cerimônia fechada a família para a despedida de seus queridos parentes.

                Sebastian se sentia intrigado, queria passar um pouco mais de tempo com o amigo escritor e por isso o arrastou para o parque, uma tarefa até que fácil já que usou as crianças como pretexto, distração para as pobres mentes perturbadas desses dois, era o que dizia.

                Mas na verdade já havia um tempo que vinha estranhando as atitudes de Claude, sempre soubera que o amigo era enigmático e de poucas palavras, mesmo assim não lhe custava nada tentar arrancar alguns pensamentos do moreno de olhos âmbar.

                - Eu não vou mentir, você tem me intrigado bastante nessa última semana. – Sebastian sentou-se no banco e Claude sentou-se ao seu lado. –Alguns dias atrás você nem queria ver seu sobrinho e agora esse repúdio enorme por sua irmã, o que deu em você?

                - Eu não pretendo te incomodar com minhas lamúrias. – Claude olhava para as crianças que brincavam no escorrega.

                - Claude. – Chamou-o de forma afetuosa, queria mostrar ao amigo que estava lá para o que precisasse, então segurou-lhe a mão e com o susto pelo toque Claude a recolheu.

                - É complicado... – Claude ponderava olhando para as próprias mãos. – Eu realmente não queria ter de ficar com Alois, Crianças sempre foram um estorvo que eu tomei todas as precauções para evitar, mas quando eu soube o tipo de seres desprezíveis que eles eram...

                Claude mordeu o lábio inferior ponderando melhor se deveria contar e até como contar algo tão sério para Sebastian, então novamente teve sua mão segurada por Michaelis, dessa vez não recusou o toque, era estranho a Claude admitir isso, mas se sentia mais seguro com Sebastian por perto, ele sempre lhe dera forças nas horas exatas.

                - Aquele desgraçado do Conde Trancy esteve abusando sexualmente de meu Sobrinho sabe-se lá por quanto tempo, e Karina, Karina era conivente com os abusos... – Claude fez uma longa pausa. – Sabe Sebastian... eu nunca fui um tio muito presente para o Alois, antes da morte deles eu devo ter o visto no máximo umas cinco vezes... e eu jamais tinha imaginado que algo do tipo poderia estar acontecendo... se eu tivesse prestado mais atenção nele então talvez pudesse ter evitado.

                - A culpa não é sua. – Sebastian acariciava as costas da mão de Claude com o polegar, sentia que o escritor tremia de leve, era realmente estranho ver Claude que normalmente era tão frio a mercê de emoções tão inerente aos seres humanos.

                - A questão é que Alois precisa de mim agora, ele confia em mim como seu porto seguro e eu não posso fazer isso, eu sei que não posso, eu não sou a melhor escolha pra cuidar dele. – Claude apertava gradativamente mais forte a mão de Sebastian.

                - Você sempre fora muito duro com sigo mesmo, deixe as coisas caminharem ao seu tempo, você está se saindo bem, eu juro que é verdade, vem cá. – Sebastian puxou Claude para um abraço.

                - Não faça isso. – Claude tentou recusar o abraço, mas Sebastian insistiu.

                Era entranho como algo tão desconfortável quanto um abraço as vezes era capas de melhorar um pouco o humor de Claude, deveria retribuir talvez? Ou isso tornaria a ocasião ainda mais estranha?

                Felizmente não precisou pensar muito, logo mãozinhas pequeninas e agitadas estavam dispostas a separar os dois.

                - Larga ele, Sebastian isso é uma ordem! – Ciel fez birra e agarrou Sebastian pela cintura.

                - Que foi bebê? – Sebastian deu uma risada curta e alocou a criança em seu colo, logo em seguida acariciando-o.

                - Não fica perto dele. – Ciel tentava afastar Claude com o pé.

                - Como você é irritante... – Claude pegou Ciel de Sebastian e o colocou sobre seu colo, o pequeno então deitou a cabeça sobre o ombro de Claude enquanto Sebastian acariciava a nuca do garoto.

                - Claudeeee! Me empurraaaa! – Alois gritou do balanço.

                Logo os dois adultos se levantaram e passaram o resto da tarde brincando com as crianças no parque.



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