História Haki to no Seikatsu - Capítulo 2


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Categorias One Piece
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Destino, Haki, Luta, One Piece, Poder
Visualizações 7
Palavras 1.148
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Voltei, depois de tanto tempo! Espero que gostem deste capítulo, que vai ser bem informativo!
Se não entenderem algum termo que esteja em outra língua, veja a tradução/significado nas Notas Finais.

Capítulo 2 - Ouvir e se Expressar


Fanfic / Fanfiction Haki to no Seikatsu - Capítulo 2 - Ouvir e se Expressar

Olhando para a sombra, percebi que aquela pessoa que havia salvado minha vida era alguém que eu conhecia: meu grande amigo Matheusu. Fiquei um bom tempo chocada, pensando como que ele conseguia ter tamanha força e velocidade, chutando o filho da puta do Guizinho para a parede. Após me recuperar do choque, olhei para a parede, e notei que ela estava completamente estraçalhada. “Ele está morto, não tem como ele ter sobrevivido com uma pancada destas”, pensei”.

            Bem, eu estava errada, pois logo o desgraçado se levantou, meio tonto, xingando muito o Matheusu, que logo perguntou:

            - O que um oficial da AEF está fazendo aqui? Não ouse tentar me enganar, Güller, o Espião dos Termos Chulos!

            - Vai se foder, velho escroto! Eu jamais vou contar merda nenhuma para um arrombadinho que chupa paus no café da manhã que nem vossa viadeza.

            - Não precisa me contar mesmo, jovem. Eu já sei tudo.

            Eu fiquei muito bugada naquela hora, sem entender nada. O que diabos era AEF? O nome real do Guizinho era Güller, e ele estava aqui para me matar? Tantas perguntas estavam sem respostas:

            Logo após aquilo, porém, Güller, com sua linda face, desmaiou e caiu no chão, então, ainda preocupada, fui até o Matheusu e dei-lhe um tapa na cara, já irritada e gritando:

            - Que merda que acabou de acontecer? Um cara tenta me matar, aí você chega voando, atinge ele, com a força de um canhão, ele miraculosamente sobrevive, vocês discutem e ele desmaia? E que diabos é AEF? E o que você já sabe? É bom me contar tudo, agora!

            - Calma, Manô-chan, eu vou lhe contar tudo, mas primeiro vamos para sua casa, você não está segura aqui. – Ele respondeu com uma calma que irritava- Ah, nesta confusão, sua blusa rasgou, então coloque este casaco, você não vai querer um tarado olhando pra você.

            Realmente, minha blusa havia rasgado, e eu não havia percebido, então eu dei mais alguns tapas na cara do Matheusu por não ter me dito antes que meu corpo estava a mostra. Eu confiava no Matheusu, então para mim era inconcebível que ele guardasse um segredo tão grande assim de mim. Mesmo assim, nós fomos até minha casa de Uber, pois eu realmente queria saber que porra que estava acontecendo.

            Depois de cerca de meia-hora, presos no trânsito infernal da cidade, finalmente chegamos na minha casa. Eu morava em uma casa que já pertencerá a um importante prefeito, mas que fora roubada por um dos meus ancestrais e a minha família vivia aí desde então. Era uma casa bem grande, porém bem antigas, mas eu tinha um carinho especial por ela.

            Nós entramos, fomos rapidamente até a sala principal para cumprimentarmos meus pais, Monique Ofurê Pilger e Fabian D. Pilger, e logo subimos rapidamente para meu quarto. Lá, eu me joguei na cama e agarrei meu pato de pelúcia e meu tesouro, Shuppa, que ganhei do meu avô logo antes dele morrer, e fiquei olhando para meu salvador com uma cara de curiosidade. A adrenalina do momento já passara, e eu agora compreendia que ele havia salvado minha vida, então não estava mais putassa, mas sim curiosa, como se fosse ouvir uma história antes de dormir, embora fosse só uma da tarde. Ele, porém, só se sentou na minha penteadeira e começou a me explicar coisas que jamais imaginara:

            - Manô-chan, tudo que eu vou falar agora pode ser muito difícil de você acreditar, mas, mesmo assim, por favor me escute.

            - Tudo bem, eu confio em você.

            - Como humanos, nós interagimos com o mundo, e, nesta interação, nós “ouvimos” a voz das coisas e, usando nossa força, nos expressamos. O conceito de se expressar e o de observar são o que chamamos de Haki. Os nossos órgãos dos sentidos tem a habilidade de nos dizer o quê ocorre no mundo, e isto é o que chamamos de Kenbunshoku Haki, o Haki da Observação, enquanto nosso corpo exerce sua força para modificar o mundo, que chamamos de Busoshoku Haki, o Haki do Armamento.

            - Para de filosofar como um velho e fala o que diabos ocorreu! - Reclamei

            - Calma, menininha. Bem, como humanos, nosso potencial não é só esse, e, por isso podemos subir nossos Hakis a níveis absurdos. Esta habilidade é chamada Flooring, e qualquer pessoa pode despertá-la, por meio de treinamento ou em alguma situação de terror extremo. Eu, por exemplo, tenho meus Hakis em altos floors, e o Guller também usa Haki elevado. Foi por causa do Busoshoku que eu dei um chute tão forte nele, e como ele sobreviveu, e pelo Kenbunshoku que eu li a mente dele para descobrir o que ele planejava. Desde os tempos antigos existe uma organização que visa garantir que qualquer um possa usar seus Hakis sem serem subjugados, e esta é a Ordre des Gardiens Royaux Shoku, que todos chamam de OGRS, da qual eu sou o atual líder.

            - Tá, isto é foda, mas e porquê que ele queria me matar? O quê que eu tenho haver com isto?

            - Bem, além destes dois tipos de Haki, há um terceiro tipo, que consiste em você impor sua força de vontade sobre os outros, porém, apenas três pessoas por vez podem ter esta habilidade rara, chamada Haoshoku, o Haki dos Reis. Foi como eu fiz o Guller desmaiar. Mas o cruel é que existe uma organização que diz visar trazer um mundo onde todos os usuários de Haki serão verdadeiramente livres, porém o verdadeiro plano do Líder deles é que ele seja o único capaz de usar Haoshoku. Esta organização se denomina Armee der Eroberung und Freiheit, a AEF. Seu líder, cujo nome ninguém conhece, é um dos três usuários de Haoshoku, e ele planeja matar os outros dois: eu e você!

            - Eu? O quê? Eu sou só uma pessoa normal! Não tem como eu ser tão especial assim! – Ele fez um sinal de calma

            - Mas você é especial. Eu percebi isto a muito tempo, e entrei na sua turma para garantir sua proteção, mas agora parece que a AEF também descobriu, e está pronta para te matar. Por isto eu te peço, venha comigo até a base da OGRS, e, se quiser, se junte a nós e domine os Hakis, para que possa ficar salva.

            - Eu acho que não tem nada de ruim em fazer isto, então eu vou até lá para entender melhor. – Ele deixou passar um pequeno sorriso – Eita, quer dizer que você já sabia tudo isto com 10 anos, quando entrou na Escola?

            - Na verdade, eu não tenho 16 anos que nem você. Eu usei o Haki do Armamento para parecer mais novo, mas na verdade eu tenho 23 anos. – Ele falou, mostrando seu rosto original

            Eu fiquei com uma cara de vaca chocada, enquanto ele ria esquisitamente, e depois falou:

            - Então, vamos lá, Uchi-chan 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Eu vou trazer no final de cada capítulo a tradução de alguns termos que estão em outras línguas para facilitar o entendimento. O quê acham de se chamar "Manoera Pilger: 翻訳"? Risos...

Manoera Pilger: 翻訳

+ Só pra quem quiser, por curiosidade, saber o quê significam os nomes das duas organizações, eu trouxe aqui:

- Ordre des Gardiens Royaux Shoku - 'Ordem dos Guardiões Reais Shoku' (Francês)
- Armee der Eroberung und Freiheit- 'Exército da Conquista e da Liberdade' (Alemão)

- Uchi - 'vaca' (japonês)
- ...-chan - Forma de tratamento, utilizada especialmente para pessoas muito próximas (Japonês)


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