História Halloween - Capítulo 1


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Categorias Naruto
Personagens Hinata Hyuuga, Indra Otsutsuki
Tags Crack!fic, Desafio, Halloween, Indrahina
Visualizações 54
Palavras 1.705
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Como estão, amores?

Tenham uma boa leitura! <3

Capítulo 1 - Único


CHARLOTTE – PENSILVÂNIA

 

***



            Hinata adorava o halloween. Sem sombra de dúvidas era sua festividade favorita e ela nem ao menos conseguia selecionar apenas um único motivo para explicar o porquê de adorar tanto o dia das bruxas. Vários vinham a sua mente — as festas, as fantasias, até as comidas, as decorações dos lugares, as sessões de filmes de terror e outras milhares de coisas. Mas o melhor de todos os motivos eram as festas a fantasia — que unia o útil ao agradável e as coisas que ela e as amigas mais gostavam.

            Com um suspiro baixo, ela parou o seu Mini Cooper, um clássico vintage conversível, o mais perto possível da entrada da casa dos Uchiha. Ino, Karin, Sakura e Tenten desceram do veículo arrumando as suas fantasias.

— Vemos você lá dentro? — Ino perguntou, enquanto arrumava o seu vestido vermelho. Hinata nunca tinha visto uma mulher fantasiada de Diabo de maneira tão espetacular quanto sua melhor amiga. Ah, Itachi, prepare-se, pensou a morena, abrindo um sorriso lateral.

— Não demora Hina! — Tenten disse.

— Isso aí! A gente tem que aproveitar essa festa. — Sakura declarou, jogando suas tranças para trás. Karin estourou uma bola de chiclete que mascava.

— Só não demora, hein, vadia! — A ruiva disse, sorrindo de lado.

— Só preciso achar uma vaga para estacionar. — A Hyuuga disse, olhando para o terreno lotado de carros e motos, tinha até mobiletes*.

Para a sorte dos Uchihas, eles eram tão podres de ricos que a casa mais próxima da deles ficava a três quilômetros de distância. O lado norte da cidade de Charlotte era inteiramente ocupado por casarões enormes e afastado um do outro. Bastante propício para qualquer adolescente de uma daquelas famílias ricas darem suas festas com certa tranquilidade, coisa que os Uchiha faziam e muito bem, ela tinha que admitir.

Despediu-se brevemente das meninas, com a promessa de que as encontraria lá dentro, e voltou a conduzir o carro pelo terreno bem cuidado. Minutos depois, conseguiu achar um espaço entre uma caminhonete azul-marinho reluzente e um Prius cinzento e fosco, não muito longe da casa.

 Antes de descer do Mini, conferiu se a capota estava bem presa — apesar de nem ter ido para lá com ela abaixada — e então desceu do carro, lembrando-se de verificar as portas. Enfiou então o chaveiro no bolsinho do casaco preto longo. Verificou sua aparência rapidamente no retrovisor do carro e tentou ver o modelito no reflexo da janela do motorista. OK, ela pensou, arrumando o casaco de veludo e em seguida os seios no vestido também preto e justinho.

Respirou fundo e, jogando os seus cabelos para trás e apenas para colocar o chapéu típico das fantasias de bruxa, caminhou na direção da casa. Sentia o chão tremer sob os saltos grossos da ankle boots que calçava, era resultado das caixas de sons espalhadas do lado de dentro e também de fora da casa. Parou na frente da casa, olhando com atenção a estrutura que se erguia a sua frente tão luxuosamente.

Mordeu o lábio inferior e balançou a cabeça negativamente. Não conseguia acreditar que o carinha que gostava fosse rico de um jeito que fazia doer até os olhos. Aquilo apavorava Hinata um pouco. Balançou a cabeça negativamente.

Subiu os degraus para a varanda e passou pela porta aberta e parou de pé no largo patamar de entrada. Seus olhos cinzentos se adaptaram a claridade parcial e confusão de luzes claras indo de um lado para o outro. A casa estava cheirando a álcool, pinho e uma mistura de perfumes e suor que a fez torcer o nariz. Seu olhar foi atraído para um círculo no centro da sala. Lá no meio avistou Karin.

Segurou o seu casaco e começou a se movimentar naquela direção. Esgueirou-se entre as pessoas e irrompeu na borda do círculo. Viu as outras meninas na outra ponta da roda e foi discretamente até elas.

— O que é isso? — Hinata perguntou, apontando com o queixo na direção de Karin no centro da roda. Ela estava diante de um toldo de concreto sobre ele havia um grande recipiente de bronze cheio de água, maçãs bonitas e vermelhinhas flutuavam lá dentro.

— Pesque um encontro, tem nomes de algumas pessoas nas maçãs! — Foi Itachi quem respondeu, alto o suficiente para ser escutado por elas apesar da música altíssima, aparecendo atrás delas de supetão, fazendo-as dar um pulinho. As meninas xingaram ele até a sua próxima geração por conta do susto e o Uchiha riu. — Ideia minha, aliás! — Acrescentou ele, quando os palavrões cessaram. Ino arqueou as sobrancelhas e o encarou com seriedade.

— Itachi Uchiha... — A Yamanaka começou, mas Itachi a interrompeu.

— Meu nome não está lá, minha Diabinha linda! — Ele explicou, passando o braço nos ombros dela.

— Acho bom! — A loura disse, arrancando risadas das melhores amigas e de Itachi também. Eles, então, viraram-se para prestar atenção em Karin, que estava inclinada na direção do recipiente de bronze, com a face lá dentro. A ruiva então tirou o rosto da água, estava com uma maçã na boca. As pessoas ao redor gritaram.

— E então Karin? — Itachi perguntou, gritando. A ruiva mordiscou a maçã até achar o papel. Sorriu ao desenrolar o papelzinho e ler o nome. Deu outra mordida na maçã e virou-se para olhar as amigas.

— Kimimaro. — Informou.

As garotas comemoraram por ela e as pessoas ao redor assobiaram. O garoto de cabelos platinados estava ali, na borda do círculo, segurando uma garrafa de cerveja e olhando para Karin, que não demorou a achá-lo e abrir um sorriso nada puro para ele. Kimimaro estendeu a mão e Karin cruzou o espaço andando sensualmente até ele. Hinata, Ino, Tenten e Sakura assobiaram o mais alto que conseguiram. Itachi riu e entrou no meio do círculo.

— Filha da puta, se deu bem! Pegou quem queria! Sortuda do caralho! — Itachi gritou, apontando para Karin. — Agora vem aqui... — ele olhou ao redor e seus olhos encontraram os de Hinata. — Hinatinha, querida! Sua vez!

            Ela olhou incrédula para Itachi. Que desgraçado, pensou. Negou, balançando a cabeça. Mas o Diabo louro ao seu lado — que atendia por Ino — a empurrou pelos ombros até que ficasse diante do toldo. Itachi se aproximou dela.

— Vai que, como a Karin, você tenha sorte e tire o nome daquela pessoa. — sussurrou ele, ao pé do ouvido de Hinata.

— As probabilidades são baixas! — Hinata replicou. Ele sorriu de lado.

— Estou torcendo por você, bruxinha! — Ele disse, tirando de Hinata o chapéu enquanto Ino puxava dela a bolsinha. O casal se afastou e Hinata respirou fundo.  Jogou os longos cabelos para trás.

Ela colocou os braços atrás do corpo, entrelaçando os dedos de ambas as mãos. Novamente, respirou fundo e então se inclinou na direção da bacia de bronze. Agradeceu mentalmente por não ter feito uma maquiagem caprichada e que o pouco que tinha passado era a prova d’água. A água não estava tão gelada, mas era difícil pegar as maçãs.

Estava quase desistindo quando finalmente conseguiu abocanhar. Levantou, sendo aclamada pelos outros ao redor, e tirou a maçã da boca. Respirou fundo algumas vezes e piscou os olhos. Recuperada, mordeu a maçã vermelha com vontade, surpreendendo-se. A fruta estava gostosíssima, não era apenas bonita. Depois de dar mais algumas mordidas, achou o papel. Desenrolou-o nervosa e seu queixo caiu.

— E aí? — Suas amigas perguntaram em coro. Hinata se virou e encarou Itachi, que encarou ela com as sobrancelhas erguidas em uma pergunta silenciosa.

— Indra. — Respondeu, sentindo-se, ainda, desacreditada. Qual era a possibilidade daquilo estar realmente acontecendo? Ou será que a pergunta era: que torcida (mandinga) foi aquela de Itachi?

Itachi saiu do seu lugar e foi até Hinata, sorrindo. Parou ao lado dela e procurou por alguém na multidão. Colocou as mãos ao redor da boca e não hesitou em gritar alto e com força o nome do seu irmão mais velho.

A Hyuuga acompanhou o olhar do Uchiha ao seu lado, vendo Indra não muito longe do círculo, sozinho e balançando a cabeça no ritmo da música enquanto bebia o que quer que fosse que estivesse no copo vermelho. Itachi gritou de novo, então um coro de pessoas começaram a entoar o nome de Indra, que notou e, de cenho franzido Hinata percebeu, aproximou-se do grupo.

Quando ele entrou no círculo, Hinata pode ver melhor a fantasia dele. Estava de pirata. A roupa era composta por uma calça preta meio folgada; uma camisa branca larga de mangas compridas — cujos alguns botões estavam abertos, revelando estratégica e parcialmente uma parte de pele levemente bronzeada e macia, que se estendia sobre os músculos — e um colete preto estava aberto, por cima da camisa. Ele também estava usando uma banda escura e os cabelos longos estavam soltos. Da bainha de sua cintura pendia uma espada falsa. E para completar, ele estava usando lápis de olho.

Hinata quase morreu ali mesmo. É Deus no céu e você na Terra, ela pensou. Indra olhou para ela e abriu um sorriso — um daqueles sorrisos que fazia Hinata se derreter todinha por dentro.

— Oi, linda! — Cumprimentou. Ela abriu a boca para dizer algo, mas Itachi pegou de suas mãos a maçã e o papel. Foi ele também quem a empurrou, fazendo-a tropeçar e esbarrar em Indra, que a segurou. Minha mãe do céu, ele é mais forte do que eu pensava, constatou mentalmente, ao se agarrar aos braços dele.

— Aproveitem, seus filhos da puta e se comam! — Itachi disse, balançando a mão com a maçã e o papel para Indra, cujo sorriso ficou maior. — Quem é o próximo nessa porra? Vem você... Tenten! Vem aqui! Anda! — Gritou ele, sorrindo.

            Itachi era uma pessoa boa, mas muito estranha.

— Então você me tirou, linda? — Indra perguntou. Hinata inclinou a cabeça para poder olhá-lo. Anuiu, sorrindo de lado. — Gostou de ter me tirado? — Perguntou, soltando-a apenas para encaixar a mão na de Hinata e puxá-la até a outra ponta do círculo.

— Bom... Sim. — Foi franca. Hinata mordeu o interior das bochechas. Era péssima em puxar assunto. — E essa espada aí? É de mentira? Pode me mostrar? — Disparou, em uma tentativa de puxar assunto. Estava sendo mal sucedida e tinha noção disso. Indra riu e quando sua risada cessou, ele se inclinou na direção de Hinata.

— Ah, linda, eu tenho coisas mais interessantes para mostrar para você. — Disse.


Notas Finais


E ESSA TENTATIVA DE CRACK? KAKAKA, falhei miseravelmente!

> Desafio proposto pela @Indra_Kimura lá no nosso grupinho top no WPP! Para ser cumprido o desafio tinha que ter algo relacionado a comida, escolhi maçã, rs, por causa do "pesca encontro"; e o casal do mês foi IndraHina! <3 Espero não ter saído do tema!

> Crono. atualizado, amores: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1adcKB5NAFzAsCpdldrt_cX4T2Nbv3Rbb0JoFdbV2B_Y/edit?usp=sharing

> A imagem que está sendo utilizada como capa não me pertence e, bem, eu só fiz uma edição mixuruca (foi o mais perto que achei de encontrar alguém semelhante a Hina e como bruxa ainda por cima).

> Peço desculpa por qualquer erro! Quando eu tiver tempo reviso!

É isso! Amo vocês muitão! Beijossss! <3
METALLUM/WAR LUVS YA! <3333333


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