História Hanahaki - Taeny - Capítulo 12


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Categorias 24K, 2PM, BtoB, Eric Nam, Girls' Generation, ONEUS, TVXQ (DBSK) (Tohoshinki)
Personagens Eric Nam, Hwanwoong, Hyoyeon, Ilhoon, Jeonguk, Jessica, Keonhee, Leedo, Max Changmin, Minhyuk, Nichkhun, Personagens Originais, Ravn, Seoho, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, U-know Yunho, Xion, Yoona, Yuri
Tags Doença, Geonhee, Hanahaki, Hwanhee, Taeny, Yulsic, Yultae
Visualizações 24
Palavras 1.402
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia a

Espero que gostem

Capítulo 12 - Boa vida.


Seoul - Dezembro 23.2018

3:45PM



— Toc toc. — Colocou sua cabeça pra dentro da sala. — Posso entrar? 



— Mas é claro! — Sorri e vi a - agora - morena entrar na sala. 



— Como você está, senhorita Kim super sucedida? — Ri baixo de seu comentário. 



— Estou ótima. E você, malandrinha das ondas? 



— Hm, não sei não. Teria uma psicóloga disponível para ver se estou com alpum problema, talvez depressão profunda? Ultimamente tenho sentido saudades de uma pessoa por aí. 



— Oh, sério? Venha aqui. — Correu e se deitou em meu colo. — O que sente? 



— Minha melhor amiga... Fiquei longe dela por alguns mêses. Não sei o que faço sem ela... 



— Ah, isso é normal. Você quer um abraço? 



— Uhum... — Respondeu fazendo carinha de cachorro abandonado e então à abracei e ela riu baixo. — Senti sua falta. 



— Eu também senti a sua. — À apertei contra mim. — Faz quanto tempo? 



— Uns cinco mêses. 



— Grr... — Fiz carinho em seus cabelos. — Enfim, como foi? 



— Foi ótimo! Eu ganhei dois troféus! Nas outras três competições, fiquei apenas em segundo lugar. 



— Parabéns Yuri! Melhor surfista, sim ou claro? — Ela riu. — O ano passou tão rápido... 



— Sim! Na verdade, desde que a gente veio pra cá, passou tão rápido. Viemos quando? Ano passado? 



— Foi. Setembro do ano passado. Já fez um ano que eu vim morar aqui com você e o Keon. 



— E nos demos muito bem. Falando nele, onde ele está? 



— Ele tá com aquele cara lá. 



— O escritor? 



— Ele mesmo. Ele tem uma cara de... Sei lá, não vou com a cara dele. 



— Naa, deixa eles. Nunca vi ele saindo com ninguém, isso deve fazer bem pra ele. 



— Certo. Eu nunca imaginei que o Keon fosse gay. 



— Eu já tinha minhas dúvidas. 



— Por quê? 



— Ah, fala sério Tae. Ele sempre tratou nós duas muito bem, mas nunca deu índices de querer algo à mais. Isso não é comum de um homem. 



— Talvez você tenha razão. 



— Eu sempre tenho. 



[…]



Depois desse tempo todo, estava tudo calmo e ajeitado em minha vida, não só na minha, aliás. Eu era uma psicóloga bem sucedida, minha casa já era bem arrumada, e eu à amava muito, era o lugar perfeito para chamar de "lar", diferente de quando cheguei aqui, e fui me adaptando à tudo. Yuri havia saído de sua casa, mesmo que fora difícil para sí. Seus pais não aceitavam seu sonho, então foi o que fez. Nisso, a garota pôde desfrutar das ondas, fazendo o que queria, participando de vários torneios e eventos. Keonhee estava trabalhando a música, estava no início de sua carreira. Seria um bom solista, e eu tinha a certeza. O garoto ainda estava se ajustando nisso, mas com esforço e dedicação, tenho a certeza de que ele vai se dar muito bem nisso tudo. No meio disso, o garoto conheceu um escritor, chamado Kim Geonhak. Eu acabei indo ler o que esse garoto escrevia. Ele escrevia bem, seus romances eram muito bem pensados, mas eu não iria confiar nele por isso. 


Eu estava bem satisfeita com minha vida atual, eu tinha boa condição financeira, boa condição de vida, um emprego bom, bons amigos, que no caso eram Keonhee e Yuri. Eu cuidava bem sobre eu não ser mais um ser humano em sí, acabei por descobrir que com contato indireto não era possível contaminar alguém. Eu estava sempre usando luvas, então caso eu tocasse em alguém, não teria risco algum. Também cuidei sobre meu relacionamento com as pessoas. Se alguém se apaixonasse por mim, não seria bom. Descobri também, com casos passados, que se a pessoa se apaixonar por mim e souber que não é recíproco, ela logo irá adquirir o hanahaki. Também tinha um bom cuidado com isso. 


Lembram sobre eu ter falado que queria pintar meu cabelo de preto? Optei por realizar esta ação apenas este mês. Minha franja continuava, sempre linda e plena, e dessa vez, deixei meu cabelo liso. Já não era aquela coisa de ter que ficar fazendo chapinha em minha franja. O estilo de roupas que eu vestia havia melhorado bastante, já que agora eu já tinha mais condições. Estava tudo perfeito em minha vida, e eu tinha as provas necessárias. 


Eu também tinha um cachorro. Era um labrador muito lindo, chamado Bobby. E ele era um amor, ao mesmo tempo um terror em casa. Eu cuidava bem dele, e no momento ele estava gordinho e bem saudável. Yuri ficava toda boba quando ia lá em casa brincar com ele. Todos os dias, eu ia correr com ele, quando beirava umas sete horas. Ficávamos correndo em um lugar calmo, em que não havia movimentação, e vez ou outra Yuri ia junto. Apesar de tudo isso, eu ainda sim sentia falta de algo. Minha vida estava perfeita, mas eu ainda sentia falta de alguma coisa, que eu precisava descobrir o que era. 


Neste exato momento, eu estava em minha banheira - sim, agora a pessoa possuía uma banheira, bem chique -, pensando sobre essas coisas que mudaram em minha vida. Foi tudo tão rápido. Passou em um piscar de olhos, e eu nem havia notado. Mas a vida era assim mesmo, tudo acontecia em um piscar de olhos e você nem se dava conta. Escutei meu celular tocando e enxuguei minhas mãos com a toalha que eu sempre deixava em cima da pia ao lado da banheira. Peguei o celular, vendo que era Keonhee. 



— Hi friend. — Pude jurar que tinha revirado os olhos do outro lado da linha. 



— Hey, Taeyeon. — Iniciou. — Quer ir em uma festa hoje? 



— Faz um tempinho em que não vou em uma festa. — Ele ri. — Tá rindo do que, seu palhaço? 



— A última festa em que me lembro que fomos, foi a do meu aniversário. Me lembre de nunca deixar você sozinha perto de bebidas. 



— Para. Eu nem costumo beber quando saio, aquela vez ali foi excessão. 



— Tô sabendo disso. Mas enfim, você vai querer ir? É na casa de um amigo do Geonhak. Yuri também vai. 



— Aquele escritorzinho? 



— Não chama ele assim... 



— Tá. Certo, vai ser que horas? 



— Às dez. Está bom pra você? 



— Está sim. É final de semana mesmo. 



— Beleza, nove e quarenta passo aí pra te buscar. 



— Tá bom. 



Assim que desliguei, decidi que iria lavar meu cabelo, então, depois de todo aquele meu relaxamento na banheira, saí da mesma e a esvaziei. Fui para de baixo do chuveiro e iniciei um banho, agora lavando junto o meu cabelo, antes coberto pela touca de banho para que não molhasse. 





Após tomar meu banho, me enxugar e enrolar uma toalha em meu cabelo, vesti um roupão de banho e fui escolher a roupa que eu iria vestir. Olhando no closet peguei um vestido rodado preto junto das peças íntimas, e logo depois peguei uma melissa da mesma cor. Vesti tudo e fui me arrumar. Eu não iria fazer chapinha na franja, iria deixar meu cabelo do jeito que estava, não ficava estranho, ficava até bonito. Eu cheirava à gardênia, junto de lavandas. O cheiro misturado não era ruim, na verdade era bom, e também não era enjoativo. Eu gostava. 


Beirava às nove e meia, então fui terminar de me arrumar, fazendo uma maquiagem bem simples, daquelas que eu sempre faço, como da última vez. Já disse que não sou muito fã? 


Deixei vários brinquedos com Bobby, para que ele pudesse se entreter, já que estava amarrado e eu iria sair. Ele não gostava muito de ficar sozinho, então eu deixava os brinquedinhos com ele porque sabia que ele gostava. Talvez estivesse na hora de arrumar outro cãozinho, para fazer companhia pra ele. Enfim, amanhã eu penso nisso. Peguei as chaves de casa e fiquei com elas na mão, indo procurar minha bolsa. Minha bolsa era preta também. Eu tinha muita coisa preta em casa, eu amava. Quando escutei a buzina em frente de casa, catei minha bolsa, me despedi de Bobby, vesti minhas luvas - também pretas - e tranquei a casa, e logo enfiando as chaves dentro da bolsa e torcendo para que eu não bebesse muito e esquecesse essa bolsa lá. Seria uma noite legal. 


Notas Finais


O proximo capitulo eu acho que vocês vão gostar hein

Fiquem bem e se cuidem ok


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