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História Happens Chris Evans - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Doze


Amy ×

[...] Capitão América corria em minha direção vestindo uma das melhores versões de seu traje e com os cabelos mais longos que os de costume. Ele chega ofegante e me agarra pela cintura sorrindo.

— Acabou! Agora poderemos ficar juntos por toda a eternidade. — ele me olhava nos olhos.

— É o que eu mais quero. — sorrio e lhe dou um selinho.

Ele sorri me levando para mais perto e me dá um beijo quente. Quando separa nossos lábios, passa a focar em meu pescoço me fazendo ficar completamente arrepiada. Solto um curto gemido e ele sorri de lado.

— E se... Nós saíssemos desse ambiente pós-luta alienígena e fossemos para meu apartamento? Temos o que comemorar... E consigo imaginar diversas maneiras de fazer isso... — digo passando uma mão por seu peitoral.

— Seu desejo é uma ordem, senhorita. — ele diz próximo ao meu ouvido.

De repente o cenário muda e nós estamos no meu quarto. Ver Steve Rogers subir a minha cama e vir andando em minha direção lentamente sob os joelhos é deliciosamente torturante e agradável aos olhos. A cada "passada" que ele dava na cama e ia ficando mais próximo a mim eu sentia minhas bases estremecerem.

Não demorou muito para que eu já estivesse nua debaixo daquele peitoral sarado. Mãos rolavam sob meu corpo e agarravam minha pele me deixando ainda mais ofegante e excitada. Eu precisava tê-lo.

— Vamos, capitão... — me inclinava fazendo nossas intimidades se encostarem e gemermos no mesmo instante — Eu já estou sedenta por você. — minha voz já saía rouca.

Ele sorri maliciosamente e tira a única peça de roupa que cobria seu másculo corpo. Agora estavamos pele a pele. Logo começamos uma luta prazerosa disputando quem dava mais prazer ao outro. Enquanto se movia dentro de mim, ele me olhou nos olhos e se inclinou para me beijar.

Daí...

Eu acordo.

Fico desnorteada tentando absorver o que havia acontecido. Quer dizer, tentando entender o que eu havia acabado de sonhar. Meu peito subia e descia e um calor continuava a rodear meu corpo.

Mas que diabos foi isso? Ofegante, olho ao redor do meu quarto e pouco consigo ver devido a escuridão da noite. Não achei nenhum Steve Rogers pelado.

Sento na cama na tentativa de recuperar meus sentidos e um pouco do meu fôlego.

Depois de um tempo refletindo, percebi que esse sonho parecia mais uma piada.

Sério? De todos os heróis por aí... Tinha que ser logo ele?

Acabei de ter um sonho erótico com o personagem que o cara que tá dormindo no quarto ao lado do meu e que por sinal é o pai do meu filho interpreta? Foi isso mesmo?

Ainda com um calor presente em meu corpo, coço os olhos, ajeito os cabelos e saio do quarto lentamente em busca de tentar me refrescar.

Preciso de algo gelado.

Saio do quarto e ouço o barulho da tv ligada. De longe consigo avistar Chris alternando o olhar entre a tv e o celular.

Ele usava uma camisa azul escura e um shorts de dormir preto. Aparentemente na tv estava passando uma cena com muita cor azul, já que de longe conseguia ver ela refletida nos olhos de Chris e ao longo de seu corpo. 

Era uma cena muito bonita de se ver. Bem sexy, eu diria. Muito. Nossa. O azul refletido ali deixava tudo... Sensual, de certa forma. Awn.

Passagens do sonho começam a vir em minha mente e eu continuo ali, parada com meus olhos vendo Chris enquanto minha mente passava uma cena bem calorosa com Steve Rogers.

— Amy?

O ouço me chamar e fico confusa. Foi no sonho ou foi real?

— Amy? Está tudo bem? — era real. Chris levanta de onde está e vem até mim.

— E-está. — coço a garganta e tento agir normal — Eu... — respiro fundo enquanto procuro alguma mentira — Eu só preciso de água.

Saio e vou em direção a cozinha. E ele vem atrás.

— Amy, você tá bem mesmo? — ele chega por trás tocando minhas costas enquanto eu abria a geladeira. Aquele leve toque me faz dar um baixo, mas sonoro, gemido. Rapidamente me afasto dele e fecho a porta do eletrodoméstico com certa brutalidade.

Quando que eu fiquei tão sensível ao toque?

— Uhum. — me encosto na pia e viro de frente para ele. Tento imitar a voz que havia deixado o gemido escapar.

Ele arqueia as sobrancelhas sem entender o que estava acontecendo.

— Você... Está bem também? — pergunto tentando desfazer aquele clima.

— Sim, eu só estou com insônia. — ele pega um copo no armário.

Arqueio as sobrancelhas em sinal de resposta. Depois de beber a minha água, vou para sala tentar passar o tempo, já que meu sono já não existia mais. Antes que eu conseguisse sentar no sofá, senti a presença de Chris atrás de mim. Ai, Deus.

O desgraçado, achando que eu poderia estar zonza, pegou minha cintura e me ajudou a sentar no sofá. Ele ficou próximo ao braço enquanto eu fiquei mais para o meio.
Passamos a fitar a tv.

— Gostaram muito da nossa foto. — ele mostra a tela do celular — Recebi muitos parabéns e desejos de saúde para o bebê e para você. — ele corta o silêncio. O olho e sorrio de lado.

— Eu vi alguns. Minha conta no Instagram encheu de seguidores, meu direct e os comentários nas minhas fotos também não paravam de receber mensagens. Li mensagens adoráveis, seus fãs são muito fofos. A maioria, assim digamos.

— Sim, estão muito felizes que irei ser pai. — ele dá um sorriso que comprime os lábios — Também li alguns não muito agradáveis, mas sempre tem alguma parte chata... — ele suspira — Mas que bom que estão sendo compreensíveis. — confirmo com a cabeça — Me perguntaram a respeito de nomes, aí eu percebi que não discutimos isso ainda.

— Fácil. Se for menina, Amy. Se for menino, Amo. — digo séria voltando minha atenção para tv. De canto de olho vejo ele virar o rosto com a feição incrédula para mim.

— Am..

O olho e rio. O clima já havia ficado mais leve e descontraído, tudo o que eu precisava.

— Estou brincado! — digo o olhando e fazendo uma cara óbvia — Sério, Chris? Amo? — ele se junta a mim e passa a rir.

— Christhopar? Christhopor?

Rio mais ainda com as sugestões dele.

— Coitada dessa criança. — digo enquanto me ajeitava no sofá me ajeitando e ficando mais próxima a ele. Ficar confortável era uma tarefa mais difícil a cada dia.

— Você não tem mesmo nenhum nome em mente? — ele me pergunta.

— Não... Achei que fosse ter mais tempo para pensar nisso. E você?

— Tenho algumas ideias, mas ainda estou procurando selecionar as melhores.

— Me fala quando achar um goste.

Ele mexe a cabeça em confirmação e sorri.

Minha mente vagava enquanto víamos um filme qualquer que passava na tv, o relógio marcava 11h45pm e eu continuava sem sono. Com a cabeça encostada no braço de Chris, subo o olhar para seu rosto para saber se ele já havia cochilado e passo a admirá-lo.

Sua barba já estava um pouco maior que o normal e o deixava com cara de mais sério. Seu cabelo também estava um pouco mais crescido, e isso só complementava sua cara mais "madura".

Desço o olhar e passo a focar em sua boca, rosada e muito bem desenhada, passava a impressão de ser macia e saborosa.

Ainda o olhando, me ajeito no sofá ficando mais próxima dele e vejo que ele me pega o observando. Mudo o olhar e passo a olhá-lo nos olhos sendo esse retribuído ao mesmo instante. Sério, vejo Chris virar o corpo para meu lado e vir se aproximando a medida que eu também me aproximava para perto dele.

Bem próximos e já sentindo a respiração dele, sinto quando Chris fecha os olhos e cola nossos lábios. A partir daí passei a ter as melhores sensações possíveis.

Achamos uma posição em que eu ficasse confortável e Chris passou a me beijar mais calorosamente. Toda aquela sensação do sonho havia voltado.

— Você está bem assim? — ele diz parando de beijar meu pescoço e me olhando nos olhos .

— Uhum... — digo e me deixo levar.

E ali nós adormecemos depois de uma madrugada bem prazerosa.

    ×

Depois de duas semanas em casa, pude voltar ao trabalho. O médico pediu para que eu não me esforçasse tanto, então eu iria ficar um pouco menos que o normal. 

Adoro as pessoas daqui, me receberam de volta com um pequeno bolinho. Ri enquanto comia, como eles sabiam que eu estava com desejo de comer chocolate? Estava sentada conversando com Jane quando vi meu chefe vir até nós.

— Amy, minha sala. 5 minutos. — Ele diz e sai.

Eu e Jane nos olhamos e fazemos uma careta.

— O que ele pode estar querendo com você? — ela pergunta.

— Não sei, talvez... — tento pensar em algo e lembro do artigo — ele tenha lido meu artigo? — me levanto me sentindo esperançosa e jogo meu prato de plástico no lixo após terminar de comer.

Jane faz uma cara animada.

— Não vejo a hora de ver seu nome em uma publicação. 

Talvez ele tenha lido mesmo! HA! Finalmente os refrescos.

— Eu que o diga! Já vou indo, Jan. — Digo esfregando as mãos.

— Vai lá, boa sorte pra vocês. 

— Ele não precisa de sorte, eu que preciso!

— Pra você o bebê que tá aí. — ela aponta pra minha barriga e eu sigo sua mão.

— Ah sim! — rio.

Como de costume, mal adentro a sala e o cheiro do perfume dele começa a impregnar no ambiente. Que eu não vomite aqui. Que eu não vomite aqui...

— Com licença... Sim, senhor Michael?

— Pode entrar, Amy.

Entro na sala e sendo na cadeira de frente para sua mesa.

— Serei direto. Amy, a empresa é grata por todo o seu trabalho aqui.

— Fico feliz por meu esforço ser reconhecido.

— Mas sinto em lhe informar que você está sendo demitida.

O que?

— Demitida? — pergunto incrédula.

Fico sem chão.


Notas Finais


oie
espero que todo mundo aqui esteja ficando bonitinho em casa e se cuidando direitinho
evitem sair de casa, pessoal
se cuidem <3


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