História Happier - Posennig/Pennig - Capítulo 12


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Categorias Bella Thorne, Britt Robertson, Dylan O'Brien, Holland Roden, Paul Wesley, Phoebe Tonkin, Shelley Hennig, Tyler Posey
Personagens Bella Thorne, Britt Robertson, Dylan O'Brien, Holland Roden, Paul Wesley, Personagens Originais, Phoebe Tonkin, Shelley Hennig, Tyler Posey
Tags Brylan, O'broden, Posennig, Scalia, Stydia, Teen Wolf
Visualizações 106
Palavras 2.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não sei o que falar, estou sem criatividade...
Boa leitura, bbs!

Capítulo 12 - 11 - Jealous girl


“Amar pode doer, amar pode doer às vezes

Mas isso é única coisa que eu sei.”

                    (Ed Sheeran, Photograph)

 

 

 

Shelley’s P.O.V

-Britt? –falo.

-Oi, Shell! Tudo bem? –ela fala, normalmente.

-Britt me salva!

-Calma. O quê? O que aconteceu?

-Você tá em casa, né? Porque eu tô indo aí.

-Tô sim... Shelley, me explica direito!

-Quando eu chegar aí eu conto, prometo! Já estou chegando.

-Tudo bem...

-Até daqui a pouco.

Desligo.

Aproveito que o trânsito está parado para me olhar no espelho, que guardo dentro da bolsa, por alguns instantes. Eu definitivamente não posso chegar em casa vestindo uma roupa do Tyler e repleta de chupões no pescoço. Noah iria me matar!

Meu namorado nunca vai saber que eu estava na casa do Tyler, ele sequer pode sonhar com isso. Ainda bem que Dylan foi meu álibi, não sei o que eu faria se ele não tivesse inventado uma história qualquer para Noah. Se não fosse o Dyl, provavelmente Noah já teria acionado a polícia ou batido de porta em porta para descobrir o meu paradeiro.

A primeira pessoa em que eu pensei foi Britt. Ela não me julga como Phoebe costuma fazer, se eu tivesse ligado para a Phoebe ela provavelmente ficaria com raiva de mim por eu ter ficado com o Tyler.

Phoebe tem toda a razão do mundo quando diz que não quer que eu me envolva com Tyler novamente, mas é inevitável. Não dá para não amar aquele homem mais do que a mim mesma.

Suspiro com as lembranças de Tyler que inundam minha mente mais uma vez. Tudo bem, eu sei que nós não devemos, ou melhor, não podemos manter uma relação, mas isso não significa que não dá pra se ver de vez em quando. Sorrio só de pensar nessa possibilidade.

Só percebo que já havia entrado num estado de transe quando sou tirada dele por uma buzina insistente. Poucos minutos depois eu já estava na casa de Britt. Ela abre a porta da casa assim que eu toco a campainha. Britt parece estar prestes a sair, toda produzida.

-Oi, flor! –Britt grita ao me ver e me abraça, quase me esmagando. –O que aconteceu com você? Olha só o seu estado! –ela me olha fixamente. –Virou mendiga agora? Ah, claro que não! Qual mendigo usaria uma camiseta da Calvin Klein?

-Oi Britt! –eu sorrio levemente. –Eu posso explicar.

-Ótimo, mas seja rápida porque eu já estou de saída. –ela comenta batendo freneticamente as unhas na porta. –O Dyl ia passar aqui às oito horas e já são dez e quarenta, vou atrás dele.

-Nossa, pra que tudo isso? Ele deve ter tido algum imprevisto. –falo. Provavelmente o “imprevisto” era só ressaca mesmo.

-Isso é só uma precaução! Com um homem lindo daquele jeito tem que ter cuidado, senão as piranhas caem em cima. –ela suspira. –Mas vamos voltar pra você! Entra logo e me conta tudo!

Nós duas entramos na casa e eu imediatamente me sento no sofá de couro branco. Britt se ajeita em meio a várias almofadas e retoma o tique das unhas, desta vez batendo-as na coxa.

-Dormi na casa do Tyler. –falo sem enrolar.

-Meu Deus! –os olhos azuis me fitam com incredulidade. –Você... Como foi isso? Quer dizer, como isso aconteceu?

-Foi tudo muito rápido. Quando eu vi ele já estava me beijando... –suspiro. –Mas foi perfeito.

-Como assim? O que você foi fazer na casa do Tyler, sua doida? –Britt se aproxima mais de mim, apoiando a cabeça nas mãos, parecendo que estava assistindo um filme muito interessante, daqueles que te faz querer nunca desgrudar os olhos da tela.

-Ele me chamou pra uma festinha na casa dele ontem à noite e eu aceitei sem nem pensar duas vezes, aí nós jogamos verdade ou desafio e eu fui desafiada a dormir lá. Nós só aproveitamos o desafio. –eu falo enquanto Britt continua me encarando com os olhos que às vezes me hipnotizam de tão bonitos. –Mas essa não é a parte importante. –suspiro. –O Noah acabou de chegar de viagem e eu não posso voltar pra casa assim.

-Super concordo! Não pode mesmo! Você está parecendo uma daquelas ex-vencedoras de reality show, que ficam milionárias, gastam todo o dinheiro e depois tão aí na rua pedindo esmola! Um lixo humano! –ela me puxa pela mão, me levantando do sofá. –Vamos! Vou dar um jeito nisso!

Sigo Britt até o quarto dela, onde me sento na cama de casal enquanto ela entra no closet imenso a procura de algo que, até então, eu não sei o que é. Algum tempo depois ela sai com uma regata azul royal cheia de detalhes rendados e me mostra, esperando alguma resposta.

-Bonita. –murmuro.

-Ótimo! Que bom que gostou! –ela esbraveja. –Veste logo isso, Shelley, não temos muito tempo.

Eu visto a blusa imediatamente, largando a camiseta de Tyler em um canto qualquer. Britt segura meus ombros, me forçando a sentar na cama novamente, e analisa cautelosamente meu pescoço.

-É, o estrago foi grande mesmo... Mas não há nada que uma boa maquiagem não resolva! –ela entra no closet novamente e retorna trazendo uma pequena nécessaire, da qual ela retira alguns produtos de maquiagem, que imediatamente são espalhados na pele do meu pescoço. –Amore, você sabe que maquiagem não dura pra sempre, não é? –eu concordo com a cabeça. –Presta atenção: faça Noah chupar seu pescoço também, aí ele nem vai perceber que não foi ele quem causou essas marcas.

-Anotado. –eu sorrio.

-Me conta, quem foi que te desafiou a dormir lá? Foi o próprio Tyler? –ela termina a maquiagem e guarda os materiais na nécessaire, jogando a mesma pro outro lado da cama.

-Não, não foi ele. Foi a Holland. Só não mato ela por isso porque essa foi a melhor noite da minha vida.

-Holland? Ah, a ruiva! –Britt bufa impacientemente. –Nem me lembrava mais daquela vadia... sempre dando em cima do meu homem. Quem mais foi nessa festa? Seu amiguinho Cody estava lá também? Deve ter morrido de ciúmes. –ela ironiza.

-Ah, o Cody não foi. Só nós quatro mesmo, eu, o Tyler, o Dylan e a Holland. –eu falo.

-Espera aí, o Dylan? O meu Dylan? Com a Holland? –ela se levanta imediatamente e começa a andar, impaciente de um lado para o outro. –Por que você não me disse isso antes, Shelley?

-Desculpa, não sabia que era tão importante. –me arrependo na mesma hora de ter falado de Dylan para Britt. Ele tinha me salvado e agora teria problemas com a namorada graças a mim.

-O que mais aconteceu? Pode me contar! Ela ficou cheia de sorrisinhos para o lado dele, não ficou? Eles se beijaram? Por favor, me conte tudo! Shelley, eu...

-Britt! –eu grito, a interrompendo e ela se assusta um pouco. –Calma! Não aconteceu nada! Ele só deu uma carona para ela, apenas isso. –tento tranquiliza-la, mas acabo piorando a situação.

-Eles saíram de lá juntos? Juntos mesmo?

-Saíram sim...–eu seguro nos ombros dela. –Relaxa, o Dylan te ama, ele nunca te trairia...

-Eu vou lá agora! Já estava indo mesmo! Hoje ele vai ver do que eu sou capaz. –ela sai do quarto mais rápido do que eu posso acompanhar.

-O que? Calma, Britt!

-Calma? Eu já tô calma! Se tem alguma pessoa calma aqui, sou eu! –ela grita. –E você, Shelley, vai logo pra sua casa. Depois me conte como foi com o Noah, mas agora eu preciso ir tomar conta do que é meu.

Britt praticamente me empurra para fora da casa. Vejo ela entrar em seu carro branco o mais rápido possível e disparar em direção a casa de Dylan. Coitado, aguentar uma Britt ciumenta não é tarefa fácil. Eu sigo na direção contrária, indo ao encontro de Noah.

*

-Amor! –Noah exclama ao me ver. –Estava morrendo de saudades. –sou recebida com um beijo no rosto.

-Eu também estava. –forço um sorriso. –Faz muito tempo que você chegou, meu amor?

-Algumas horas. Fiquei muito preocupado, pois você não estava respondendo as minhas mensagens de texto. Onde estava mesmo, princesa?

-Num hotel, eu já disse. –falo rapidamente.

-Sim, eu entendi essa parte. Mas como foi parar num hotel? –os olhos azul-escuro parecem acusadores.

-Como fui parar lá eu nem sei, eu estava numa festa e bebi demais, e quando eu acordei já estava lá.

-Mas está tudo bem com você agora, não está? –sinto as mãos tocarem meu rosto.

-Sim...

-Ah, que bom! Eu me preocupei de verdade amor, avise da próxima vez.

-É que eu não sabia que você ia chegar, Noah. –falo mansamente.

-Tive alguns pequenos problemas na minha viagem, mas já está tudo bem, não se preocupe. E essas unhas, princesa? Tá precisando cortar. –ele comenta enquanto observa minhas mãos. –Você sabe que eu não tolero unhas compridas, é uma total falta de higiene.

-É, eu vou cortar, tinha me esquecido. –fecho minhas mãos numa tentativa de esconder as unhas.

-O que seria de você sem mim? –ele sorri.

-Nada. –sorrio. –Eu não seria nada sem você, meu amor. –Na verdade, a resposta imediata que veio a minha cabeça foi algo como “Eu seria bem mais feliz sem você, Noah.”, mas preferi não dizer.

-Eu também não seria nada sem você, princesa. –ele me beija. –E então, você foi naquela festinha daquela série lá que você fazia, não foi? Vi as fotos nas redes sociais.

-Sim, eu fui.

-Foi bom? –Noah questiona

-Foi. –murmuro em resposta.

-Viu aquele seu ex, não viu?

-Vi, mas a gente nem se falou. –falo. Isso é verdade, eu quase não falei com Tyler naquela noite.

-Como é mesmo o nome dele? Toby? Thomas?

-Tyler.

-Isso! Eu lembro que quando a gente se conheceu você estava tentando esquecê-lo. Você estava tão mal, tadinha. –ele segura meu rosto entre as mãos. –Ainda bem que você me conheceu.

-Sim! –sorrio. –Eu te amo, não esquece disso, tá?

-Nunca! Te amo muito, meu amor. –ele vai até a cozinha e volta com o celular nas mãos, olhando fixamente para o aparelho. –Shelley, me desculpe por isso, mas eu vou ter que ir embora amanhã.

-Como assim? Já? Noah... você acabou de chegar. Aconteceu alguma coisa?

-Já resolveram o problema, tenho que voltar para o Canadá, infelizmente.

-Tudo bem, eu entendo. –suspiro. –Você nem me contou que problema foi esse...

-Nada demais, só uns problemas com a Samantha, a ex mulher do Jack. Lembra dele? –concordo com a cabeça. Como eu iria me esquecer do melhor amigo do Noah? Jack é simplesmente o cara mais chato que existe, não tem como esquecer. –Ela aprontou lá, e tivemos que cancelar alguns projetos. Mas já dá pra retornar.

-Entendi. –murmuro triste.

Essa sempre foi a pior parte de Noah, a ausência. Ele sempre está viajando, nunca tem tempo para mim, quando chega vai embora no dia seguinte. É complicado manter um relacionamento que praticamente nem existe.

-Por favor não fique triste, linda. Prometo voltar o mais rápido que eu conseguir, ou não vou aguentar de saudades. Já não estou mais aguentando. –ele dá um sorriso fraco e tenta me beijar.

Eu impeço o beijo e guio seu rosto para o meu pescoço, exatamente onde eu queria, e ele prontamente entende o recado.

*

*

*

*

*

Britt’s P.O.V

Não me dou ao trabalho de bater na porta de Dylan, ou ao menos tocar a campainha. Prontamente, retiro a cópia que fiz da chave da casa dele da minha bolsa. Assim que entro, noto apenas um silêncio total. Ótimo! Eu vim até aqui para ele não estar!

Caminho mais um pouco pela casa, apenas para verificar se realmente não tinha ninguém. Ao chegar na sala de estar, vejo Dylan dormindo no sofá, e uma mulher deitada na outra extremidade do móvel. Não demoro muito para reconhecer a dona da cabeleira ruiva: Holland.

-Que palhaçada é essa, Dylan? –eu grito, sacudindo ele para acordá-lo.

Dylan imediatamente desperta e me olha, confuso. Ele esfrega as mãos no rosto e nos cabelos e checa a hora no relógio que ainda estava em seu pulso.

-Britt?! Aconteceu alguma coisa? –ele fala com a voz meio grogue.

-Isso aí quem vai me dizer é você! O que a ruiva está fazendo no seu sofá?

Ele olha para o lado e vê a mulher ainda adormecida, com os cabelos presos em um coque desajeitado, toda encolhida no canto do sofá. Dylan sorri um pouco e volta a olhar para mim.

-Não aconteceu nada! –ele fala. –Ela só dormiu aqui porque já estava tarde e chovendo muito.

-Tem certeza, Dyl? Eu conheço bem essa vagabunda aí, ela nunca perderia uma oportunidade dessas e...

-Eu conheço bem esse seu ciúme bobo! –ele ri. –Não precisa se preocupar, relaxa. Não confia em mim?

-Em você eu confio, nela não.

Holland desperta lentamente, um pouco assustada com o barulho, esfrega os olhos e me olha confusa.

-Dylan? O que tá acontecendo? –ela pergunta.

-Holland minha querida! –falo antes que Dylan pudesse abrir a boca. –O que faz por aqui? Na casa do meu noivo?

-Britt, se você está achando que aconteceu alguma coisa aqui, pode ficar tranquila, não aconteceu absolutamente nada. O Dylan ia me levar em casa, mas não deu, aí eu fiquei aqui mesmo. Aliás, já estou de saída.

-Ótimo! –sorrio. –Foi ótimo te ver Holland, pode sair. –aponto para a porta, ainda sorrindo.

-Britt, a casa é minha, esqueceu? Eu que decido quem sai e quem fica, a Holl só vai sair se ela quiser. –Dylan fala.

-Eu quero. –ela fala firmemente, se levantando do sofá e tentando desamassar as roupas.

-Tá vendo? Pode ir, flor. –falo.

-Tem certeza, Holl? –Dylan me ignora. –Não vai comer nada?

-Não, não quero atrapalhar vocês, é melhor eu ir mesmo.

-Não quer que eu te leve? –ele insiste.

-Não precisa, Dylan, é sério, eu tô bem.

-Tudo bem, se você prefere assim. –ele dá um sorriso fraco. –Até a próxima, ruiva. –Dylan beija o rosto de Holland.

-Tchau, lindinha! –eu falo.

-Até mais, Dyl. –a ruiva murmura e sai da casa sem olhar para mim.

-Pode sair agora, Britt. –Dylan fala e eu não entendo.

-O quê?

-Essa sua ceninha com a Holland foi ridícula! Hoje eu não estou com paciência, Britt, saia da minha casa, por favor. Depois a gente conversa. –ele segura meu braço de leve e me guia até a mesma porta por onde Holland acabara de sair.

-Dylan, você não precisa fazer isso comigo! –grito.

-Até depois, Britt. –ele fecha a porta.


Notas Finais


Tá merda? Tá! Mas foi o melhor que eu consegui fazer pra postar essa semana. Não desistam de mim, okay? Prometo compensar com um capítulo bem fofo semana que vem, estou louca pra escrever ele, maaaas a minha amiguenha Fernanda IZÍDIO ainda não escreveu uma parte importante do cap (NA VERDADE SÃO APENAS ALGUMAS LINHAS MAS É BEM IMPORTANTE). Resumindo: Se a minha amiga me entregar a parte dela logo, o capítulo sairá logo. Até lá, rodinha de oração migos.

Até a próxima! Amo vocês!

Xoxo

MF


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