História Happily Ever After - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Red Velvet
Personagens Irene, Joy, Personagens Originais, Seulgi, Wendy, Yeri
Tags Joyri, Seulrene
Visualizações 81
Palavras 1.075
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Orange, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tava meio mal escrevendo essa capitulo, então me desculpem se tiver ruim

Capítulo 12 - Irene


Fanfic / Fanfiction Happily Ever After - Capítulo 12 - Irene

 

Bae Joohyun tinha acabdo de acordar quando escutou alguém bater na porta do seu quarto.

– Pode entrar! – a garota disse sonolenta e ficou enrolada na coberta esperando a porta se abir.

– Bom dia meu anjo – disse seu pai sorridente – Vim te avisar que o almoço já ta quase pronto.
Quando ela tinha chegado da festa já era de manhã, então acordar na hora do almoço não era algo tão estranho naquele momento, mas Irene ainda estava nervosa com sua mãe, e não queria dividir a mesa com ela, então decidiu inventar uma mentira pra não ter que almoçar com ela.

– Desculpa pai, mas eu não vou almoçar em casa hoje – ela pegou o celular pra olhar as horas, era onze e trinta e três. – Eu combinei de sair com uma amiga às uma. – ela notou a cara de descontentamento do seu pai. – Me desculpa – ela disse com a voz chorosa – Juro que amanhã vou almoçar e jantar em casa.

– Ah, tudo bem. – disse o homem, triste – Antes de sair eu quero conversar contigo.

– Tá bom pai.

Ele saiu do quarto e fechou a porta. Agora Joohyun não precisaria mais almoçar com a mãe, mas se sentia um pouco culpada de ter deixado o pai triste, e também, estava preocupada, o que ele queria conversar? Ela torcia pra mãe não ter dito nada pra ele sobre sua orientação sexual, esse era com certeza um dos seus maiores medos.

Já que ela iria almoçar fora, Irene precisaria de companhia, a garota não tinha ninguém em mente, ela não tinha muitos amigos e os poucos que tinha, ela não queria almoçar com eles, ela se sentia deslocada, sem ter laços com ninguém. Ela podia chamar alguma das garotas que já saiu antes, mas aí seria forçar a barra demais. Porém depois de pensar um pouco, uma pessoa veio a sua cabeça. 

Na noite anterior, Irene conheceu uma garota que preencheu seus pensamentos, Kang Seulgi era o nome dela. Ela não sabia exatamente o porquê, mas aquela garota a fez sentir diferente do que todas as outras que já tinha ficado antes, mas nem passava pela sua cabeça que ela poderia estar se apaixonando, afinal, isso nunca acontecera antes. Joohyun decidiu então mandar mensagem para a moça, afinal, era a pessoa que ela queria ver, e quem sabe, poderia enfim ter uma amiga, ou algo mais.

"Oi Seulgi, sou eu Irene" 

"Tá meio que em cima da hora, mas quer almoçar comigo uma da tarde? "

Em poucos segundos Seulgi visualizou a mensagem e começou a digitar e mandou uma série de mensagens.

"Eu achei que você não iria me mandar mensagem"

"Mas aí você mandou'

"Ainda bem"

"Já tava achando que você tinha me odiado"

"Tipo, eu to querendo dizer que eu sempre acho que as pessoas me odeiam"

"Não é como se fosse só com você, tipo se você fosse especial"

"Mas isso não quer dizer que eu não tenha gostado de você"

"Pera, eu to perdendo o foco, né?"

"Ai mds"

"Ok"

"Almoço né?"

"Onde?"

"Eu quero"

"Mas depois de eu ter falado tanto você deve ter desistido"

Irene riu de como a moça conseguia ser extremamente ansiosa até mandando mensagens, então decidiu ser direta.

"Relaxa, eu não te odiei, se tivesse nem tinha pedido seu número"

"Enfim, que tal no Outback perto da sua faculdade?"

Mais uma vez, Seulgi respondeu muito rápido.

"Outback!?"

"Eu não tenho dinheiro pra isso"

"Ai mds, me desculpa"

Aquelas mensagens desesperadas, mais uma vez fez Joohyun rir, que respondeu rápido.

"Eu pago, fica tranquila"

Então a garota decidiu ir tomar banho. Ficou algum tempo refletindo debaixo do chuveiro e saiu, passou desodorante e vestiu suas roupas íntimas, sutiã e calcinha combinando, pois nunca é demais andar preparada, principalmente quando se vai sair com uma garota. Ela voltou pro seu quarto e vestiu um vestido vermelho de tecido de leve, e uma sapatilha rosa clara, e então foi até sua penteadeira se maquear. Fez uma maquiagem leve, passou base, sombra, delineador e um batom claro. 

Depois de pronta Joohyun se lembrou que o pai queria falar com ela, então assim que viu ele no corredor, o chamou.

– Pai, o que queria conversar? 

Ele acenou chamando ela pra entrar em seu quarto, o homem se sentou na cama e apalpou o colhão como se convidasse a filha sentar-se do seu lado. Irene foi devagar e sentou com a mão sobre seu colo.

– Então...? – ela disse, ansiosa.

– Bem... Isso pode parecer chato. – o pai disse com a voz calma. – Mas sua mãe me disse sobre o que você fez ontem. Olha, eu entendo que você já tinha combinado de sair antes, mas você sai quase toda semana e ela quase nunca sai.

– Mas pai... Ela marcou só pra me impedir de sair. – Joohyun disse chorosa.

– Eu sei filha, mas você tem que entender, que já está na hora de você agir como adulta. – Irene sabia onde aquilo ia chegar. – Você tem que decidir seu futuro, fazer algo importante da vida, a maioria das garotas da sua idade já estão terminando a faculdade e procurando bons empregos. – ela sabia que seu pai tinha razão, mas aquilo a deixava extremamente irritada, pois se ela soubesse o que fazer da vida, ela já estaria fazendo. – Você é inteligente, conseguiria entrar em qualquer curso que quisesse, mas parece que está satisfeita com um emprego medíocre.

– Pai, eu não estou satisfeita... Você disso. – ela disse nervosa e triste, ao mesmo tempo – Você sabe disso.

– Eu sei minha filha. – o homem disse mais uma vez, pausadamente – E outra coisa... A maioria das garotas da sua idade já estão se casando – a conversa chegou num ponto que Irene ficara de fato assustada, seu pai nunca falara sobre aquele assunto, e é algo que ela tinha muito medo de que chegasse.

– Eu só tenho vinte e três anos. – ela tentou desafia-lo

– Quando eu e sua mãe nos casamos ela era dois anos mais nova do que você é agora.

– Mas os tempos eram diferentes. – ela se levantou levemente furiosa – Eu não quero me casar. – na verdade, ela queria, mas não com um homem, e o pai nunca apoiaria isso.

– Como não? Isso é o sonho de qualquer moça.

Aquilo realmente deixou Irene irritada, era algo que ela não queria ouvir de seu pai, mas de certa forma, já esperava aquilo, vindo da mente conservadora dele. Ela saiu andando e deixou suas últimas palavras no quarto:

– Eu não sou uma qualquer moça.


Notas Finais


O clima ficou pesado.

De qualquer forma, eu falando no whatsapp as vezes sou igual a Seulgi


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