História Happy birthday - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Dean Winchester, Sam Winchester
Visualizações 252
Palavras 3.867
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Sobrenatural, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu amei escrever isso kkk
Espero que vcs gostem.

Capítulo 1 - Presente


Fanfic / Fanfiction Happy birthday - Capítulo 1 - Presente

                                                                                                      (Castiel)

 

  Era apenas mais um dia qualquer, um fim de tarde qualquer, na verdade era um dos poucos dias em que não havia ocorrido nenhuma catástrofe, que não precisei ser chamado, então talvez não fosse um dia qualquer.

  Olhei para o lago a minha frente e respirei fundo, tudo estava tão tranquilo... Era o que eu pensava até ouvi-lo.

  “Castiel!”

Era Dean.

  “Castiel! Preciso de você, AGORA!!!”

  Nunca o ouvi me chamar naquele tom de voz desesperado, o que me fez ficar automaticamente em alerta e me teletransportei  para onde meus instintos me alertaram.

  Estava na casa em que os Winchester moravam, tudo imensamente escuro, não senti nenhuma ameaça, até que as luzes se acenderam repentinamente.

-Hã?

-Surpresa! –Observei os irmãos Winchester com chapéus de festa e línguas de sogras.

-Mas o que?...

-Parabéns Cass! –Permiti que Dean me colocasse um chapéu azul.

-O que vocês dois estão fazendo? –Dei uma olhada a minha volta.

  Havia uma pequeno bolo sobre a mesa e algumas garrafas de cerveja.

Sam -Desculpe por ser algo tão simples Castiel, mas sabe como é, não temos dinheiro. –Olhei confuso para Sam.

-Isso é... Pra mim?

-Claro Cass! –O braço do loiro rodou meus ombros. –É seu aniversário!

-Aniversário?

Sam -Sim. –Peguei um copo de suco que me foi oferecido. –Apesar de que provavelmente não é a data certa, eu e o Dean quisemos comemorar isso com você.

-Comemorar exatamente o que? –Por que eu era o único que parecia confuso ali?

-Você é muito avoado anjinho. –Encarei os olhos verdes do ser ao meu lado. –Hoje faz três anos que você entrou na família.

-Na... Família?... –Ambos levantaram uma garrafa e sorriram.

  Como se tivessem apertado um botão no meu cérebro, comecei a repassar minhas lembranças desde que resgatei Dean do inferno, naquele tempo nunca havia imaginado que tanta coisa aconteceria, não imaginaria, que salvá-lo me faria perder minha família no céu e ganhar uma melhor aqui. Sou grato por isso.

-Já fazem três anos..,

Sam -Pois é, o tempo voa.

-É não podemos deixar passar batido. –O mais velho se afastou de mim e se aproximou do irmão. –A conversa está boa, mas que tal partirmos pro bolo?

Sam -Dean, você só pensa em comer!

-Mas é de morango Sammy, você sabe que não resisto.

Sam -Dean! –Sorri ao me ver os dois irmãos.

-Tudo bem Sam, vamos comer o bolo. –Vi o sorriso do loiro com minha frase.

-Falei que não tinha problema comer agora.

Sam -Fica quieto Dean.

  Eles colocaram uma vela sobre meu bolo e me fizeram ficar perto dele para tirarem fotos.

-Deixa eu tirar uma dos dois agora Sammy. –O Winchester mais novo veio para perto de mim. -Legal, agora chega de fotos.

  Quem cortou foi o moreno e me entregou o primeiro pedaço, mas as mãos ágeis de Dean o pegaram primeiro.

Sam -Ei Dean! Devolva para o Castiel, ele é quem vai decidir para quem será o primeiro pedaço!

-É óbvio que vai ser pra mim.

Sam -Quem disse? –O vi morder o doce.

-Ele é MEU anjo da guarda. –Senti um calafrio estranho quando o mesmo enfatizou o pronome “meu”.

Sam -Você parece criança!

-Quem parece é você que fica levando essas regrinhas a sério.

Sam -Você sempre fez a mesma coisa nos meus aniversários, sempre roubava o primeiro pedaço!

-Claro ué! Eles tinham que ser meu, sou seu irmão mais velho.

Sam -Seu convencido.

-Não dá mais um dos seus chiliques não Sammy.

-Er... Vocês dois estão brigando? –Ambos me olharam. –Eu devo me intrometer?

-Não precisa Cass, a gente é assim o tempo inteiro.

Sam -É, coisa de irmão. – Sam me entregou outro pedaço. –Eu sinto muito pelo Dean ter roubado seu bolo, ele é um grosso sem educação mesmo.

-Há! Deixa de ser marica Sam, até parece que ele liga né Cass?!

-De fato, eu não me importo.

  O gosto era agradável.

-Então, vamos conversar. –Os olhei.

 -Sobre?

-Qualquer coisa que não seja sobre o fim do mundo.

Sam -Sobre o que quer falar Castiel?

-Bem... –Pensei um pouco. –Achei que gostaria de saber mais sobre vocês.

-Sobre nossas vidas chatas e monótonas?

-A vida de vocês pode ser tudo, menos isso.

-Era uma piada.

-... –Sam remexeu no cabelo.

Sam -Quer saber nossas histórias de guerras ou como o Dean me traumatizou diversas vezes?

-Cale a boca.

-Mais ou menos, quero saber sobre os acontecimentos normais, como a época do colegial ou sua faculdade Sam.

Sam -Bom, que eu sempre quis uma vida normal, sem nada dessas coisas, não é novidade, é justamente pensando nisso que resolvi ir pra faculdade, mas...

-O mundo resolveu trazê-lo de volta pra mim, e aqui estamos nós. –O loiro encostou a garrafa na mesa. –Caçando coisas e unidos.

Sam -Sim, e não acho que minha vida na faculdade teria sido melhor que ter meu irmão comigo.

-É isso aí Sammy! Por que me trocar por uns almofadinhas?

Sam -Pois é. Nossa vida não tem muita coisa pra contar Castiel.

-E o colegial?

Sam -Minhas notas sempre foram as melhores, mesmo que ficássemos mudando toda hora. –Meus olhos foram para Dean.

-Que é? Por que está me olhando assim?! Sempre fui um bom aluno tá?!

-Mesmo?

-É claro!

Sam -Ele ficava colando ou pedia ajuda das garotas.

-Sammy! Não diga meus podres para o Cass!

Sam -Eu nem comecei.

-Você está a fim de queimar meu filme Sammy. –Ri.

-Hahaha! –Era divertido ficar entre eles, me deixava feliz.

Sam -Sem falar que invés de estudar ele sempre saía para festas correr atrás de garotas e me deixava sozinho. Um dia ele foi para um encontro e não tinha comida em casa, mas a porta estava trancada! Fiquei trancado e com fome! –Olhei de um jeito condenador para o loiro.

-Não me olhe desse jeito Cass! Eu achei que seria perigoso deixá-lo com a porta aberta, e quando cheguei tinha trago comida.

Sam- É, uma latinha de Coca e um pedaço de bolo.

-Mas ao menos eu trouxe. –Balancei a cabeça.

-Isso não foi certo Dean.

-Qual é Cass, eu era um adolescente com os nervos a flor da pele, não ia ficar em casa.

Sam -Ele só queria pegar o máximo de meninas possíveis.

-A culpa não era minha por ser popular.

Sam -Hum...

-Deve ter tido muitas namoradas... –O moreno negou.

Sam -Nunca conheci uma namorada dele que durou mais de uma semana, era um pegador!

-Nós nos mudávamos muito era apenas isso.

-Entendo. –Dean se levantou.

-A conversa tá boa, mas vamos nessa Castiel. –O olhei.

-Vamos onde?

-Curtir sua noite da minha maneira. –Ele pegou as chaves do carro e me puxou.

Sam -Cuidado vocês dois.

-Não quer vir com a gente? –Sam se levantou.

Sam -Não curto esses programas, vai lá vocês dois.

-Ok, se cuida e vê se não vai trabalhar Sammy.

Sam -Vê se não bebe muito e cuida do Cass.

-Eu sempre cuido, tchau.

  Nós saímos de casa e entramos no carro do Winchester, logo estávamos entrando pela porta de uma boate e nos sentando.

-O que viemos fazer aqui? –O vi revirar os olhos.

-Você sempre vai perguntar isso toda vez?!

-É que não me sinto bem nesses lugares. –Me aproximei para sussurrar. –Não são lugares que eu deveria estar Dean. –O ouvi rir.

-Qual é, você não vai deixar de ser tão certinho não?! Três anos comigo e ainda não pegou ninguém fora a Meg, preciso admitir que é osso duro de roer.

-Hum? –Ele se levantou.

-Fica aí que vou pegar uma bebida.

-Tá.

  Observei-o sair andando e por algum motivo fixei meus olhos em sua bunda, ela era redonda e parecia tão dura, fechei as mãos e me surpreendi com o súbito desejo de toca-la, devo estar sendo contaminado pelo ambiente. 

  Me levantei para sair daquele antro de calamidade, mas fui parado por uma jovem vestida indecentemente.

Garota de Programa -Oi bonitão.

-Er... Oi, será que poderia me dar licença?

Garota de Programa -Por que? Já vai?

-Sim, eu... –Sua mão apertou o meio de minhas pernas descaradamente. –Hã?

Garota de Programa -Por que a gente não brinca um pouco invés disso heim?

-Não, eu... –Olhei para meu amigo que sorria e fez um gesto que parecia dizer: “Vai lá campeão”.

Garota de Programa -Vem. –A deixei me levar.

  Nós entramos num quarto e fui empurrado para a cama, apesar de saber o que deveria fazer, essas situações sempre me deixavam sem reação.

Garota de Programa -Você veste umas roupas muito certinhas, me deixa com vontade de bagunça-las. –Ela me beijou e subiu em meu colo.

  Suas mãos me fizeram segurar sua cintura e fechei os olhos, no entanto o rosto que me veio à cabeça não era o dela, era o de Dean. Fui deitado e a vi retirar a roupa, me mostrando seu corpo, quando se aproximou, olhei no fundo de seus olhos.

-Me desculpe.

Garota de Programa -Hã? –Ajeitei minha camisa. 

-Não posso fazer isso.

Garota de Programa -O que?! –Deixei o dinheiro que Dean me dera sobre a comida.

-Não posso usar seus serviços, mas os pagarei mesmo assim, com licença.

Garota de Programa -Seu cretino! –Sua mão me acertou um tapa. –Acha que é quem pra me recusar dessa forma?!

-Me desculpe. –Ignorei seus gritos e a deixei sozinha.

  Imaginei que teria que esperar até o mais velho dos Winchester terminar, já que provavelmente estaria com uma garota, mas me surpreendi ao ver que o mesmo permanecera sentado sozinho.

-Ouvi uns gritos e imaginei que só podia ser meu grande amigo Cass.

-Sinto muito por ter gastado seu dinheiro em vão.

-Não se preocupe, família é assim. –Olhei de um lado para o outro.

-Me desculpe por estragar sua noite, mas gostaria de ir embora.

-Ok, eu te levo.

-Mas... –Ele se levantou e sorriu.

-É essa noite não é minha anjinho. Ela é sua, peça o que quiser.

-...

  Seguimos de volta para o carro.

-Está bem pra dirigir Dean? –O ouvi rir.

-Claro, e qualquer coisa o meu anjo da guarda está comigo.

-Dean.

-Relaxa, estou zoando. –Me mostrou um copo. –Eu tenho café.

-...

 O observava beber seu café enquanto dirigia, me veio pensamentos estranhos na cabeça, nunca senti algo assim, ainda mais pelo meu amigo, mas... Ele era bonito, e tinha uma bunda... Me recriminei por ter tais pensamentos e encostei a cabeça no vidro do carro.

 

                                                                                       (Dean)

 

  Tá que normalmente o Cass é bem calado e na dele, mas agora parecia pior.

-Ei Cass?

-Hum?

-Você tá legal? –O olhei rapidamente.

-Há sim, por que?

-Você está estranho.

-Como assim? –Dei de ombros.

-Você já é esquisito por natureza, mas agora está mais. –O vi franzir as sobrancelhas.

-Isso não foi muito claro. –Dei uma risadinha.

-Mas é sério, aconteceu alguma coisa com a garota? –Seus olhos refletiam confusão.

-Com a garota?

-É. Você ficou assim depois de ir com ela.

-Foi? –Revirei os olhos. 

-A sua lerdeza às vezes me irrita Castiel.

-Devo me desculpar?

-Acho que não.

-Entendo...

-Ela tinha uma história trágica ou coisa assim? O pai batia nela, um tio molestador, o irmão quebrou sua Barbie, o Papai Noel não deu um unicórnio no natal, ou coisa parecida?

-Não Dean, não tem nada haver com a garota.

-Tem haver com o que então?

-Com... –Esperei para ver se ele continuaria, mas não aconteceu, resolvi deixar pra lá.

  Passamos um tempo em silêncio. Era estranho estar no meu carro tão silencioso, liguei o som e me senti melhor.

-Dean? –O olhei.

-Quer que eu tire? –Tomei um gole do café.

-Não é isso.

-O que é então?

-O que se fazem em aniversários fora comer bolo e bater palmas? –Voltei a olhar a estrada.

-Bom, normalmente você cobra presentes. –Ri.

-Cobrar presentes?

-É, tipo: “Me recompense por ter ganhado mais um ano de vida e ter lhe presenteado com minha amada companhia”.

-Isso não parece algo legal.

-Jura? É a melhor parte depois do bolo.

-Hum... Você vai me dar um presente então?

-Claro. –Pousei o copo num canto. –O que vai querer?

-Não deveria ser você quem escolhe?

-Sim, mas como não tenho nenhuma ideia, vou deixar pra você.

-...

-Pode pedir QUALQUER coisa.

-Qualquer coisa?

-É.

-Isso... Me pareceu um pouco sugestivo. –Sorri.

-E foi.

-...

  Virei numa curva e parei o carro num beco.

-Por que parou?

-Pra você pensar melhor e porque preciso marcar território. –Tirei o cinto de segurança e abri a porta.

  Após fazer o “número 1”, voltei e liguei o motor.

-Dean?

-Fala.

-Eu... –Seus olhos azuis me fitaram perdidos e nunca imaginei que alguém poderia me dizer o que ele disse com aquele tom de voz inocente. –Me sinto estranho perto de você.

-Como assim? –Desliguei o carro e o olhei sem colocar o cinto de volta.

-É estranho... Não sei como dizer isso... –Coloquei a mão sobre seu ombro.

-Cass, não importa o quanto seja estranho, estou aqui do seu lado, relaxa.

-... Eu... Quero fazer coisas estranhas com você. –Senti um calafrio na espinha.

-Er... Que tipo de coisas estranhas?

-Coisas que... –Nossos olhos se fitaram e senti ansiedade pelo que ele diria. –Que você faz com as mulheres Dean.

-... –Não respondi, mas acabei soltando uma gargalhada incontrolável.

  Meus olhos começaram a marejar e meu estômago a doer pela intensidade do riso, e o melhor era ver a expressão no rosto do anjo.

-Isso é engraçado? –Parei de rir.

-Não exatamente, é só que... –Coloquei a mão em seu rosto. -... Não se fala esse tipo de coisa desse jeito pra alguém.

-O que se faz então? –O vi olhar para minha mão.

-você simplesmente beija a pessoa. 

-Mas isso não seria grosseiro? –Revirei os olhos.

-Vem cá Cass. –Acabei com o espaço que nos separava e grudei nossas bocas.

  No início ele ficou parado e somente eu o beijei, mas como não tem muita graça se for da parte apenas de um, o fintei rápido.

  Desamarrei o nó de sua gravata e comecei a desabotoar sua camisa, acariciando seu torso.

-De... Dean... O que está fazendo? –Me abaixei no espaço apertado do carro e me coloquei de joelhos no meio de suas pernas.

-Dando seu presente de aniversário. –Retirei seu cinto e abri seu zíper, retirando seu pênis que já estava duro. –Era o que queria certo?

-Eu...

-Nunca fiz isso antes, mas amo quando as mulheres fazem comigo, se doer me avise.

-Hã? –Sem dizer mais nada o abocanhei.

  Claro quer como acabei indo com “muita sede ao pote” me engasguei com seu tamanho, tive que retirá-lo da boca e iniciar corretamente.

  No início fiz lentamente, tanto para me acostumar com o gosto quanto para ver sua reação, fiz do jeito que gostava que fizessem em mim. Lambi toda a extensão e chupei a cabeça, repetindo o processo diversas vezes, ouvia os gemidos do Cass se misturando com os sons da música do carro.

-Hun... D... Dean! –Sua mão agarrou meus cabelos e começou a ditar os movimentos com certa violência e gula. –E... Estou me sentindo es... Estranho! Há!

-Hum! –Sabia o que ele queria dizer, apesar de que eu sempre gozava na boca das putas com quem fazia, não estava a fim de fazer isso.

-Dean! Hum! –Coloquei as mãos em suas coxas para me afastar, mas Castiel não permitiu e senti seu esperma preencher minha boca, fui obrigado a engolir.

  Mal soltei seu pênis e meus lábios foram bruscamente capturado pelos seus. A forma com que sua língua entrava em minha boca e chupava a minha, dominando completamente o ato, e suas mãos passavam por minhas nádegas as apertando fortemente e me arrancando gemidos, me deixou surpreso e dominado.

  Só percebi que ele havia nos teletransportado para o banco de trás quando nos separamos para que minhas roupas fossem tiradas.

  Tive minha camisa arrancada de meu corpo numa velocidade sobrenatural, seus lábios voltaram a atacar os meus é uma de suas mãos adentrou minha calça iniciando uma masturbação, enquanto a outra o impedia de cair sobre mim. Meu coração parecia uma bateria de Havy Metal e eu gemia entre o beijo intenso.

  Virei o rosto quebrando o contato quando precisei respirar e ele não perdeu tempo descendo para meu pescoço e dando fortes chupadas, me arrancando o ar que não tinha.

-C... Cass! Hun! Há... C... Calma aí, há! –Senti um tremor e me derramei em sua mão em jatos fortes.

-Você é quente.

-C... Cala a boca. –O vi se levantar sobre mim e puxar minha calça, voltando a me beijar.

  Tudo estava acontecendo muito rápido e muito intenso, nem sabia que eu podia viver com tão pouco ar como estava agora, senti um de seus dedos forçar minha entrada e puxei seus cabelos o ouvindo grunhir.

-E.... Epa! Calma aí Anjinho. –Estava ofegante. –No meu carro não. –Nem em sonhos eu queria que meu bebê ficasse sujo.

-Fique quieto Dean, não me broche. –Aquilo me surpreendeu.

-Hã? –Me atacou novamente.

  Apesar da aparência do Cass, me surpreendi com sua selvageria e sua força, nem reparei quando fui colocado de quatro e tive outro dois dedos juntados ao primeiro, me arrancando um suspiro.

-Hum!

-Há Dean... Quero entrar logo nesse seu cuzinho e abri-lá todo. –Tremi ao ouvir suas palavras de baixo escalão.

-Hunnnnn! C... Cass! Há... –Seus dedos me estocavam com força e eu gemia de prazer.

  Me senti vazio quando foram retirados, mas esse vazio não durou mais que segundos, logo estava com algo bem maior e grosso. Gemi de um jeito vergonhoso.

-Ngh!

-T... Tão apertado... -Senti sua respiração em meu ouvido.

  Não sei se era porque o Castiel era um anjo então sua aura me aliviou da dor, mas não senti absolutamente nenhum desconforto, o que lhe permitiu iniciar com as investidas de imediato.

  Pelo jeito que ele era normalmente, imaginei que ele seria todo gentil na hora “H”, mas como me enganei, nem parecia o mesmo cara. Sua mão puxava meu cabelo para trás e investia tão rápido que me fazia tremer, mas o que era um choque e me deixava mais excitado, era a enxurrada de palavras sujas e pornograficas  que sussurrava em meu ouvido, assim como os tapas em minhas nádegas.

-Há Cass! I... Isso! Ngh.... Ha! Hun... N... Não....

-Hn sua vadia! –Gemi com um tapa em minha nádega esquerda. –Queria ver, Ngh! O que aquelas p... Putas que você comeu diriam ao vê-lo assim, urgh!

-Haaa!!! –Acelerou suas estocadas e passei a gemer mais.

-... De quatro gemendo igual uma cadela no cio! Igual uma puta! –Me deu uma forte mordida no ombro. –Pede pra que eu o foda Dean, pede pra eu foder MINHA cadela.

-Ngh! –Aquelas palavras chulas me deixavam com tanta tensão que mal conseguia pensar. –C... Cass! Mete fundo no... No meu cu! Ngh!

-Há Dean... –Fui virado de frente pra si e voltou a me estocar. –Vou meter tanto que não vai conseguir caçar por um tempo, mas não vai se importar não é? Só quer ter meu pau esculachando seu cuzinho não é?!

-HAA!!! Ngh! E... Eu vou...

-Diz que quer minha porra te enchendo vadia! –Sua mão passou a me bombear rapidamente.

-Oh Castiel! E... Eu quero!

-Quer o que? –Olhei em seus olhos.

_-Q... Quero sentir você... Há... Se derramando no... No meu cu! Ngh!

-Você me enlouquece Dean! –Sua mão me acertou um tapa e me puxou para outro beijo em seguida.

-Ngh! –Agarrei seus cabelos. –T... Tão forte...

-Gosta assim sua puta? Forte e fundo?! Minha próstata era esmagada.

-M... Muito!

-Queria ver.. Ngh! O que o Sam diria... Ao ver o irmão mais velho dando para outro homem.. Hun... Com essa cara de safada.

-Haaa.... Hn! –Só conseguia gemer.

-Goza pra mim vadia. –Após mais duas estocadas me derramei entre seus dedos, comprimindo minhas paredes internas.

-Vou melar você todo. –Depositou uma mordida em minha orelha.

  Senti seu líquido me preenchendo e arfei.

-Arf... Arf...

-Arf... Arf...

  Após alguns minutos, o senti se mexer e dei um gemido longo quando se retirou, sentindo seu gozo vazar e me envergonhei um pouco.

-Cass... Isso foi intenso... –Sua mão acariciou meu rosto e o olhei, ele parecia perdido.

-Eu não te machuquei não é? –Sorri e beijei sua mão.

-Sério isso Cass? Estou bem.

-Que bom, me desculpe pelo palavreado, é que... Foi muito bom. –Acariciei seu cabelo é nós olhamos.

-Não se preocupe, foi gostoso, mas... Ainda prefiro seu lado ingênuo e doce.

-... –Me ergui o suficiente para lhe dar um beijo.

-Você deveria dizer que me ama agora.

-Isso não seria estranho?

-Por que seria?

-Não soaria muito... –Pareceu procurar a palavra certa. -... Gay?

-Há sim, porque somos muito machos depois de acasalar como dois coelhos. –O ouvi rir e aproveitei o som de sua risada, ele raramente ria.

-Eu te amo Dean.

-Também te amo anjinho. –Soquei seu braço. –Mas você que vai limpar meu carro.

-É meu aniversário. –Ri.

-Dessa vez não cola, já lhe dei seu presente.

-Hum...

-Agora sai de cima de mim.

-É que é apertado...

-Claro que é! É um carro.

-Sim... –Ele saiu de cima de mim e me sentei.

  Senti meu rosto queimar com aquele líquido saindo de minha entrada, me senti como uma puta, e pior, eu gostei de me sentir uma!  Cadê meu orgulho Winchester?!

-O que foi Dean? Está com vergonha do que?

-N... Nada. –Me remexi.

-Há...

  Quase gritei ao sentir seus dedo me invadindo outra vez, o som molhado que se fez presente me fez querer agredi-lo.

-Ti... Tire a mão!

-Estou tentando ajudar a sair.

-Não preciso de ajuda!

-Está com vergonha porque gozei dentro?! –Como ele consegue dizer essas coisas com essa cara?!

-Cale a boca Castiel!

-Foi você que pediu pra eu ir dentro.... –O empurrei.

-É... Eu sei o que pedi tá legal?! Agora cale a boca.

-...

  Após nos vestirmos (preciso dizer que senti “aquilo” molhar minha calça me fez corar?) fomos para a casa que eu e Sam morávamos, casa não seria propriamente dito, estávamos apenas passando uma temporada ali.

Sam- Vocês demoraram, a noite foi boa? –Dei meu melhor sorriso sacana.

-E como!

Sam –E pro Cass?

-Também né anjinho? –O vi sorrir.

-Sim.

Sam- ... Tá legal, não quero pensar no que isso significa. Tenho um presente pra você Castiel.

-Um presente?

Sam- É. –Observei meu irmão lhe entregar uma pequena caixa. –É bem simples, mas espero que goste.

  Era uma gravata.

-Uma gravata? –Ele nos olhos.

Sam- É bom, sei-lá, mudar o visual de vez em quando. –Cass lhe abraçou.

-Obrigado Sam, certamente irei usá-la.

Sam- Bom saber.

-Bom, eu preciso muito de um banho agora, depois a gente conversa.

-Eu já vou indo também. -Olhei para o Cass.

-Ok.

-Obrigado pelo presente Dean. –Sorri safado.

-Disponha.

-Vou mesmo dispor. –O anjo me abraçou e sussurrou maliciosamente. –Não pretendo esperar até meu próximo aniversário para repetir a dose.

-Nem eu. –Sua mão apertou minha bunda com força. –Com quem você aprendeu a ser tão safado?!

-Com o cara da pizza. –Sorri e no instante seguinte ele já havia ido.

-Nem esperou eu dar os parabéns pela última vez.

Sam- Aposto que você já deu Dean. –É, eu já dei.


Notas Finais


Peço desculpas pelos erros ou qualquer coisa assim, não tive tempo de revisar e não sei se ficou bom kkk.
Os vejo qualquer dia.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...