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História Happy Pills - Capítulo 6


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Notas do Autor


Ehh.. Então, acho que vocês vão odiar mais o Kiba tá? kkkkkkkkkkkkkk

E eu vou perguntar uma coisinha lá nas notas finais. Tá? Então leiam please ;-;

E outra, esse capítulo terá um pouco de violência (como se os outros não tivessem) mas vai ser meio hm... Detalhada (?)

Whatever, leiam, esse capítulo vai ser muito bom uhsushush

Capítulo 6 - Happy Pills - Capítulo Cinco: Luz despedaçada.


Minha vida sempre seria assim?... Um inferno?..

     A verdade é que sim, minha vida sempre , sempre, será um inferno, “aquele anjo que existia no passado”, foi banido dos céus, e passado a viver ‘num inferno constante que é a realidade e a sociedade.

- Sinceramente, eu espero que você desapareça!

     Eu ainda podia ouvir, Kiba falando isso, como uma ‘vozinha na minha mente’. Eu ainda estava chorando, sendo abraçado pela rosada e pelo Lee, o abraço deles era confortável. Eu não precisava me segurar, com eles não. Eles deixavam eu chorar, e ao mesmo tempo, acolhiam minhas lágrimas. Eu não gosto de incomodar o Jiraya com esses assuntos idiotas do colégio, ele já tem suas próprias preocupações...

Ele não precisa de mais uma preocupação desnecessária.

     Desnecessária e incômoda, seriam essas as duas palavras. Eu era um incômodo desnecessário tanto para Jiraya quanto para Sakura e Lee, estes dois citados, eu já os incomodava demais, como ontem.

     Eu são tão fraco, ri internamente. Alguém que não tem um pingo de esforço para fazer tudo isso parar, ou revidar ou qualquer coisa do gênero. A única coisa que eu sabia fazer era ficar calado e escutar, ou deixar fazer com que eles me batessem.

     Dependendo de como eu ajo com eles, os ‘espancamentos’ podem ser mais leves ou mais intensos, como a Sakura havia me defendido antes de ontem, eles pegaram pesado. E agora ontem eles me defenderam novamente. E é claro que Neji não vai deixar isso passar ‘batido’, isso é obvio. Não tinha nem que duvidar dessa possibilidade.

     Claro, hoje ele não veio, mas quem decidiu fazer isso no lugar dele foi Kiba, e acredite.

Eu preferiria uma dor física. Preferia que ele me batesse.

     Não que eu seja masoquista, não mesmo. Mas.. Cada palavra foi como uma adaga perfurando-me, cada vez mais profundo, perfurando minha alma. Meu estado que já era ruim, ficou definitivamente pior. Eu me sinto vazio, mais que antes, a melancolia também é mais que antes, a vontade de perfurar minha pele com uma lâmina é mais grande que antes..

Palavras de conforto já não estão surtindo o mesmo efeito que antes...

     Senti a rosada desvencilhar do abraço e me olhar, depois segurando meu rosto com ambas as mãos, e limpando as lágrimas que ainda está caindo.

- Vai ficar tudo bem Naru, - não, não vai ficar tudo bem. – Eu estou aqui, e irei lhe proteger sim? – Eu apenas assenti, e ela deu um beijo em minha testa, e depois me abraçou mais forte.

- Precisamos ir para aula se não quisermos nos atrasar. – Lee nos alertou e eu e a de cabelos rosa apenas assentimos, começando a caminhar para ir para a sala.

     Meu estado, com certeza era apático, eu andava em direção a sala sem vontade nenhuma, como se eu já não possuísse mais alma e apenas era uma mera existência.

E eu era.

     Uma existência falha e muito perturbada. Nem mesmo os deuses devem se importar com alguém tão falho e quebrado. Na verdade, quem se importaria? Ninguém, exatamente. Quem se importaria com alguém tão...

Quebrado.

Destruído.

Falho.

Perturbado.

Aquele que era, e ainda é, um incômodo para o mundo.

     Sentia falta, de antes, de quando eu era criança. Quando havia meus pais comigo e meu irmão. Quando eu era feliz, radiante, um “pequeno anjo” como minha mãe costumava me chamar. Mas, talvez, este anjo, não exista mais, sua luz e graça se acabou, como quando você rasga papel inúmeras e inúmeras vezes, fazendo ele ficar em pequenos pedacinhos e depois você os descarta sabe?

     É igualmente assim como eu fiquei. Aquela luz, foi rasgada inúmeras vezes, como papel e depois jogada no lixo como NADA!

     Eu só queria ser normal de novo, não um ser falho, gostaria de ser como Sakura ou Lee, que não sofrem estes problemas, e são felizes. Felicidade? Há anos não consigo senti-la, de modo intenso como era antigamente, de modo incrivelmente bom.

Eu apenas queria sentir essa felicidade, e eu faria de tudo para senti-la.

     É claro que eu não pude entrar na sala em paz, algumas pessoas olharam para mim e depois dirigiram seu olhar para o Lee que tinha uns curativos e uma bochecha ‘num tom arroxeado por causa da briga de ontem. E depois dirigiam seus olhares à Sakura, mas eu sentia olhares sobre mim. E quando me virei, vi Kiba me olhando intensamente com seus olhos negros. Olhando atentamente todos os meus movimentos.

     Claro que não pude deixar incomodado com esse olhar. Por isso apenas desviei meu olhar do seu e me dirigi a minha carteira sentando nela e esperando o professor chegar.

     Não vou mentir que quase não prestei atenção na aula, na verdade eu não prestava atenção em nada, me sentia desligado de tudo... Me sinto sem alma, como apenas um corpo há aqui, uma casca vazia que já perdeu o que guardava.

- Se você desaparecesse ninguém ia ligar, e sabe o por que? Porque ninguém liga para um idiota, inútil e fraco como você!

     Essa vozinha, a mesma de antes, ficava repetindo as palavras de Kiba, como se mostrasse que eu era realmente o que ele falava, como se ficasse repetindo “Você é um incômodo!”, mesmo eu sabendo disso.

     Veja, eu sou um desperdício de vida, e eu não descartaria isso, mas ao mesmo tempo em que eu desejo morrer, desaparecer, eu tenho medo de morrer. Pode parecer bem idiota e contraditório..

     Eu só atrapalho os outros, não há motivos para eu viver, eu vivo ‘num inferno constante. Neji, Kiba, Kidomaru e outras pessoas são o que transformam na minha vida num inferno, em um segundo inferno na verdade, pois, o primeiro é a minha mente, minhas lembranças. A minha mente reproduz tudo novamente, e sempre há uma vozinha nela que fala que eu nunca vou ser o que eu quero, que sou um fracassado, um inútil, um...

 

Desperdício de vida...

     Um incômodo para a vida de Jiraya, que tem que me aguentar, um incômodo para Lee e para Sakura, que tem que me defender, que tem que me aguentar...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tudo o que eu queria era a felicidade que me tiraram..

                                                                              ...

     Já faz uma semana que o Neji não vêm ao colégio.

     Os hematomas do espancamento da semana passada estão começando a ficar melhores. Alguns já não estão mais tão roxos, já estão clarinhos, porém dói se apertar, alguns outros estão começando a clarear o  roxo.

     Claro que.. Hmm... Mesmo com Neji não vindo para escola.

Não quer dizer que seus ‘capangas’ não possam fazer a mesma coisa, ou algo parecido com que ele faz não é mesmo?

     Eu não tenho paz. Kidomaru é mais agressivo e parte para a agressão, claro que não é soco e chute, são mais uns empurrões ou deixando eu imobilizado de forma bruta enquanto dizia palavras um tanto que ruins para mim.

     Já Kiba, não era assim, ele preferia usar as palavras para me afetar.. E devo dizer que ele conseguia.. E muito... Ele me colocava para baixo, e as vezes me empurrava também. Fazendo eu cair no chão e me machucar um pouco. Um suspiro escapou de meus lábios.

Nada na qual eu não estivesse acostumado.

     Claro que não é pior do que Neji fazia comigo. Ao menos os ‘ataques físicos’ não eram tão ruins, mas já as palavras...

     Estava apressando um pouco meu passo por ter demorado um pouco, havia acordado uns minutos tardes do que o normal.

Eu não havia conseguido dormir muito bem, e o pior foi que eu fiquei até as 2h da manhã acordado por não conseguir dormir.

     Por esse motivo, acordei cheio de sono, e tarde, fazia um clima ameno o que era bom, assim eu não ficava com calor por causa da calça e do moletom.

     Deixei um gemido de satisfação sair da minha boca sem permissão ao sentir uma brisa, suave batendo em meu rosto. Eu definitivamente amava quando o clima ficava assim.

Nem tão quente, nem tão frio, na medida perfeita.

     Claro que eu amo quando fica frio é muito bom também, eu também gosto do calor, embora as vezes usar estes moletons em pleno sol quente de ferrar seja muito ruim. Mas era isso ou inúmeras perguntas da parte de Lee e Sakura..

     Não demorou muito para eu chegar a escola, algumas pessoas ainda estavam fora de suas salas por ainda ter uns minutos antes do sinal tocar e anunciar o inicio das aulas. E logo enxerguei Lee e Sakura acenando para mim, e não deixei de me aproximar.

- Oi

- Chegou tarde hoje, o que houve? – Lee perguntou.

- Acabei demorando para dormir, e acabei acordando tarde. – Expliquei.

     É claro que eu não iria contar a parte da insônia, isso não.

- Uma semana sem o Neji aqui, é como se a gente tivesse férias – A rosada falou num tom de satisfação, e eu e Lee não pudemos deixar de rir.

     Era verdade, eu estava feliz sem Neji aqui. Mas sabia que todo esse tempo que passou dele ausente, será compensado.

E da pior forma possível..

- Né, quando foi a ultima vez que ele faltou? Nunca? – Lee riu. – Aquele mimadinho.

- Acho melhor nós pararmos de falar da “Rapunzel da deep web” e irmos para nossa sala, se não, daqui a pouco ela aparece.

- Tem razão. – Lee se levantou junto com a rosada – Você vem Naru?

- Já vou, irei ao banheiro primeiro.

- Ok, mas, não esquece que hoje tem aula da Kurenai-sensei, e você sabe que ela não gosta de atrasos.

     E eu já tinha até esquecido dela, ó mulherzinha pra gostar de horário, pelo o amor de Ashura, da última vez que eu tentei entrar na aula dela um pouco fora do horário, eu jurava que podia ver uma aura assassina nela, ela só faltava me matar com os olhos.

     Diziam que ela e o Asuma-sensei estavam juntos, agora que me lembrei disso, eu vou até perguntar para a Sakura, porque se tem alguém que deve saber disso é ela.

Sakura e Ino são duas fofoqueiras, sabem de todas as ‘novas’ que ocorrem na escola.

     Tipo quando elas descobriram que a Matsuri já havia ficado com o Kidomaru, foi a maior fofoca da semana.

- Pode deixar, falando na Kurenai-sensei, é verdade que ela e o Asuma-sensei estão juntos?

- Parando para pensar, é verdade, você sabe se eles tão realmente juntos Sakura? – Lee perguntou. Claro que ele também ‘tava curioso, todo mundo dessa escola estava curioso quando essa fofoca vazou, todos os alunos ficaram com uma pulga atrás da orelha.

Mas até agora não sabemos se é verdade ou não.

- Hmm, vou falar com a Ino e com as minhas outras fontes de informações, eu já tinha até me esquecido dessa, mas sinceramente, eu acho que eles estão sim juntos, ou essa informação não teria vazado. – Pontuou, e depois pegou o braço do Lee e o puxou para irem para sala. Provavelmente ela queria ir logo para poder ficar falando com a Ino.

- Fofoqueira. – Murmurei  brincando, e a de cabelos róseos se virou e falou:

- Fofoqueira não! Informada! – Falou andando de costas e se virando para frente de novo fazendo eu rir.

Fofoqueira sim.

     Decidi afastar estes pensamentos, e ir diretamente ao banheiro e não me atrasar, pois se eu me atrasar, a Kurenai-sensei come meu fígado e a Sakura também.

     Não demorei muito para chegar ao banheiro, sinceramente, eu não queria fazer alguma coisa, apenas olhar-me no espelho, isso era algo que eu fazia com frequência. Me olhar no espelho. Mas não para me admirar ou me achar bonito, porque auto estima é algo que eu definitivamente não tenho.

Não mesmo.

     E sim, para ver a desgraça que sou. E também porque as vezes eu conseguia me ver como antigamente, e isso me faz ficar minimamente feliz. Naquela época, eu era feliz.

E não sabia.

-Ora, olha quem temos aqui.

     Dei um pulo pelo susto, senhor amado.

     Escutei a porta ser fechada e me virei para ver quem era quem me perturbava.

     Nenhum dia eu tenho paz. Era Kidomaru e Kiba..

De novo.

- Oque querem?

- O que queremos? – O de cabelos castanhos repetiu minha pergunta. – Simples.

     Kiba se aproximava a passos lentos, sem pressa, sem expressão nenhuma em seu rosto, Kidomaru ainda estava na porta, encostado nela. E eu estava começando a ficar assustado. Eu apenas via Kiba vindo em minha direção, não me movia ou falava.

- Queremos que você – Aproximou-se de mim, - desapareça! – Me empurrou com força, se aproximando dessa vez mais rapidamente.

- Por que você ainda existe? É só mais um inútil no mundo – eu recuava para trás, estava com medo, muito medo, sentia meus olhos arderem pelas palavras hostis. – É só mais um fraco, está recuando como um gatinho assustado – minhas costas bateram na parede. – Seu medo é mostrado em seu olhar. – Sua voz se tornou regada de raiva. E seu olhar gritava fúria. – Ainda não entendo por que perdemos tempo contigo, esperava que tivesse aprendido sua lição. –Rapidamente se aproximou de mim e colocou a suas mãos em meu pescoço apertando-o levemente, mas o suficiente para fazer eu ficar com uma pequena dificuldade para respirar.

Ele iria realmente me enforcar?!

- Maneire.

- Porque você ainda está vivo? – Kiba ignorou o aviso de Kidomaru. – Não tens o menor direito de viver, um lixo imundo como você, nem deveria estar aqui. – As palavras doíam.. – Você deveria estar morto!

      Ele apertou meu pescoço mais forte, senti o ar sair de meus pulmões instantaneamente, o aperto doía, sentia lágrimas em meus olhos. Eu não conseguia respirar, apenas um pequena parcela do ar ia para os meus pulmões, mas não era o suficiente.

- Nee, está sem ar? – Riu. – Que tal diminuirmos um pouco mais? – Apertou mais forte do que já estava.

     Se antes eu estava sem ar, agora eu não respirava mais, minha mente estava se tornando nublada, meus olhos pesavam, o ar não passava..

- P-Por...

- O que?

- P-por.. favor..

 - Por favor o que? – Fingia não entender..

- P-por.. por... fa...

- Fale de uma vez! – Rosnou.

- Kiba. – Kidomaru alertou.

- Por favor... Me solte..

     Eu sentia tudo escurecer, havia falado, mas ele não tinha soltado. Continuou me encarando. E depois soltou.

     Respirei fundo muitas vezes, para depois tossir, eu respirava novamente. Senti minha mente voltar, e meus olhos pararam de arder, meu pescoço doía pela força na qual ele foi apertado. Mas Kiba não havia se movido um milímetro sequer, continuava me encarando.

- Tão fraco. – fingiu uma lamentação, rapidamente, agarrou os cabelos da minha nuca com força puxando minha cabeça para trás. – E tão idiota, já pensou em como seus amigos devem se envergonhar de andar como um inútil e uma estúpida pessoa como você?

Já, muitas vezes..

- Irei lhe ensinar uma coisa, – puxou mais forte, - é melhor você deixar seus “amiguinhos” longe de nós, ouviu seu merdinha? – Puxou novamente – VOCÊ OUVIU?

Apenas assenti.

- Me solta por favor.

- Temos que ir – Avisou o que continuava na porta.

     Demorou alguns segundos para Kiba fazer o que foi pedido, mas fez. Antes de sair, me deu uma ultima olhada e murmurou algo incompreensível.

Definitivamente meu inferno nunca iria acabar..

                                                                              ...

     Dei três toques na porta, havia demorado um pouco – pelo claro motivo – além de tentar esconder os machucados em meu pescoço. Quando a porta abriu, vi Kurenai me olhar com um olhar que gritava “Você está literalmente morto.”

- Kurenai-sensei... – falei sem graça.

Ela vai arrancar minha cabeça!

-Posso entrar?

     Ela me olhou de cima a baixo decidindo o que fazer.

- Entra logo, e NÃO – frisou o “não”,– me atrapalha.

     Entrei naquela sala que nem um raio, sentando em minha carteira sem olhar para ninguém, eu não era o louco de desobedece-la.

Aquela mulher consegue colocar o terror!

- Muito bem, como eu acabei sendo atrapalhada... – olhou para mim. É hoje que eu morro! – Vocês farão um trabalho sobre a matéria que eu estou passando. E será em dupla.

A classe inteira se animou.

- MAS! Eu vou escolher as duplas.

E a classe inteira agora soltou uns resmungos e muxoxo.

- Silêncio! Como falei, eu vou escolher as duplas entenderam?

     Ela começou a falar as duplas, mas eu não estava prestando muito a atenção, o que eu estava preocupado era com QUEM ela iria me colocar. E chegou minha vez.

O Ashura e Indra, tenham piedade de mim!

 

 

 

 

 

 

 

 

- Naruto Uzumaki e Sasuke Uchiha.

.

.

.

.

-Quê?

 

Puta que paril...

 

 

 

 

EU FIQUEI COM O UCHIHA?


Notas Finais


O velho truque do "Trabalho em Dupla", clichê e antigo, mas nunca infalível UASHUAHUAHU

Serio, quando eu terminei esse capítulo eu me arrepiei toda e fiquei "AGORA O NEGOCIO VAI FICAR BOM RAPAZIADA"

E.. hm.. podem odiar o Kiba agora suhsuhsuhs tipo, odiar ainda mais, e o Kidomaru num fez nada! Odeiem ele tbm
(Mentira gente, não odeiem ninguem, só eles dois um pokin)

E sobre a pergunta, enfim: O, essa fanfic já falei que vai ser meio pesada por ter certos assuntos como bullying, agressões, e outros assuntos envolvendo drama e psicologia e talz, e podem ser gatilhos pra algumas pessoas. Mas o que eu quero perguntar é:

Vocês acham que eu tenho que avisar quando uma agressão possa ocorrer? (Na fic no caso)

Pq tipo, eu já avisei e vocês estão aqui por conta própria, e também eu acho que, surpresas e ocasiões possam tipo "impactar" quem lê e eu acho isso bem legal quando você descobre algo ou fica indignado com algo que ocorreu na fic (Palavra de leitora gente)

Mas é isso, devo avisar ou não?

Prox capítulo vai ser grande já aviso, e muito bom! UHEUEHUEHEU

Beijosss e fiquem ai na ansiedade MUAHAHAHAHHA


(brincadeira gente, não sou má assim não ,_,)


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