História Hard Carry - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Bambam, Got7, Jackson, Jaebum, Jinyoung, Mark, Markjae, Youngjae, Yugyeom
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Palavras 2.923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, boa noite, como estão?

Era para eu ter postado essa capitulo terça-feira, mas tive contratempos e quarta também não deu, só deu para postar hoje, o pior foi que eu perdi metade do capitulo que eu tinha escrito e só vi isso duas horas atras, tive que escrever tudo de novo. Passei o dia com dor de cabeça e ainda me aconteceu isso.

Me desculpem se tiver algum erro, espero que gostem do capitulo mesmo assim, apesar de todo o contratempo, eu gostei do resultado final. Esse é para você @FiliaLuna ^-^

Capítulo 5 - A Serious Conversation


Mark

Com os próprios olhos, com a ajuda de um binóculo de visão noturna e escondido nas sombras da noite em cima de uma arvore, Mark observava a rua abaixo. Poucos metros à frente ficava a residência que um dia pertenceu a Bang e como o “contato” do amigo de Youngjae tinha dito, a casa estava cercada de capangas de Kim Kwan.

Duas horas atrás, Mark e Youngjae haviam se encontrado com Park Jinyoung, um integrante de um grupo rival de Kim Kwan e que era o contato do amigo de Youngjae, Minhyuk que é um detetive da polícia.

Depois de Mark aceitar contar a história de Bang para o amigo de Youngjae, Minhyuk mandou as coordenadas de um lugar para eles encontrarem alguém que forneceria além de informações importantes sobre Kim Kwan, também teria armamentos que eles precisariam.

Mark não gostou muito de Park Jinyoung, primeiro ele havia interrompido o momento que ele e Youngjae estavam tendo com aquele farol alto, depois ficou flertando com Youngjae e tratando Mark como um burro, por falta melhor de palavra, além de ter dado uma de superior para cima do soldado.

Após uma breve conversa, depois de Youngjae pedir para ele parar de flertar e ir logo ao trabalho, Jinyoung disse que antes de ele dizer mais qualquer coisa, Youngjae e Mark precisavam segui-lo, isso não seria um problema se não fosse o fato do Park ter exigido que os dois fossem no carro dele e usassem um capuz para obstruir suas vistas.

O que para Mark era perda de tempo. Ele é um soldado bem treinado, infelizmente na arte de como agir quando for sequestrado e torturado, então, em todo o caminho, o americano ficou em silencio, sua mente trabalhando em coletar o máximo de informação que seus outros sentidos podiam lhe fornecer para saber a onde estavam o levando.

O dinheiro que as forças armadas do exército americano gastaram com Mark valeram cada centavo. Mesmo estando vendado e apesar de Jinyoung ter tentado despistar seu caminho com alguns truques além de não ter parado de falar, se Mark tivesse um mapa de Seoul, ele poderia com facilidade dizer a onde foi levado.

Independente de tudo, Jinyoung cumpriu o acordo. Contou informações vitais sobre Kim Kwan, como a emboscada na antiga casa de Bang, e ainda forneceu todos os tipos de equipamentos táticos que Mark precisaria.

O bandidinho tinha até um fuzil de precisão AW L96A1, o G22 com silenciador e mira de visão noturna. Mark não treinou para ser um sniper, mas ele tinha a noção básica que o concedeu o segundo lugar em uma competição de tiros a longo alcance entre os soldados alguns meses atrás.

Youngjae acabou pegando uma arma também, uma pistola Glock G25, só para precaução ele tinha dito, precisava se defender se um imprevisto ruim acontecesse. Um silenciador também foi disponibilizado para a pistola.

Abaixando o binoculo, os olhos de Mark se direcionaram para Youngjae sentado no chão ao pé da arvore em que estava empoleirado, suas costas descansavam contra o tronco de forma relaxada. Apesar de não conseguir ver seu rosto, o americano sabia que Youngjae estava com os olhos atentos em volta deles caso alguém da casa que invadiram para usar a arvore deles como ponto de observação acordassem.

Para Mark parar de falar sobre os riscos que estava correndo e concordar na ajuda total do coreano, Youngjae lhe prometeu que seria só seu motorista e alguém para olhar por suas costas.

Limpando seu caminho a frente, Mark garantiria que não precisava se preocupar com suas costas, então aceitou.

O celular de Mark vibrou em seu bolso e ele voltou sua atenção para os subordinados de Kwan, ampliando o alcance do binóculo. Mais uma vez, como Jinyoung havia dito, ouve uma pequena movimentação entre eles, uma troca de posição.

Mark mordeu o lábio inferior pensativo. Seria difícil entrar na casa sem ser visto, eles trocavam de posição constantemente há cada cinco minutos e estavam sempre em comunicação uns com os outros, além de que um deles sempre ficava observando essa transição. Ele teria que eliminar todos se quisesse seguir no modo furtivo.

Por mais que fosse bom, Mark não conseguiria eliminar os dez capangas de Kwan ao mesmo tempo. Infelizmente, eles não ficavam ao mesmo tempo ao alcance de um fuzil de precisão.

Estava prestes a abaixar o binoculo quando um movimento chamou sua atenção. Focando nele, Mark viu um carro de policia passar na rua da casa de Bang com dois policiais tensos dentro dele.

Depois do tiroteio no aeroporto, a policia entrou em alerta máximo, haviam até chamado um grupo especializado para ajudar nesse tipo de situação. Por isso havia mais carros de policia percorrendo a cidade e muitos mais policiais a disposição.

– Hyung? – chamou Youngjae baixinho. Mark olhou para o coreano e o viu apontando em direção a casa. – Precisamos ir. – Mark assentiu vendo algumas luzes do andar de cima da casa acessas e logo as do andar de baixo também se acenderam.

Independente do que os moradores daquela casa iriam fazer aquela hora da madrugada, Mark já tinha visto o que precisava e confirmado mais algumas coisas. O que ele precisava agora era bolar um plano.

Por hora, estava satisfeito. Começaria novamente no dia seguinte.

 

Yugyeom

Agradecendo pelo café da manhã há empregada que estava limpando a mesa – pedindo a ela que estendesse seu agradecimento a cozinheira –, o mais novo dos Kim se levantou da mesa e se retirou da cozinha com os ombros curvados e uma expressão triste no rosto que não passou despercebida pela empregada.

A caminho de seu quarto, com os pensamentos voltados para um certo tailandês, Yugyeom foi barrado por um dos seguranças da casa.

– Youngjae-ssi deseja vê-lo, Yugyeom-ssi. – falou o segurança após se curvar diante do filho de seu patrão. – Poderia me acompanhar, por favor? – pediu indicando o caminho contrario o qual Yugyeom originalmente pensava em ir.

Se sentindo feliz em poder ver o meio-irmão, Yugyeom consentiu sorrindo para o segurança e pediu para ele indicar o caminho. Seguindo o segurança, eles passaram por alguns corredores antes de sair da casa. Um pequeno carrinho, que parecia com aqueles de golfe, estava esperando por eles no final do caminho de pedra.

Yugyeom logo percebeu que eles iriam para o final da propriedade a onde havia um espaço construído para treinamento dos seguranças da mansão e alguns dos outros capangas de seu pai. Um tipo de academia com tudo que você podia pensar.

Lá também, Yugyeom sabia, havia uma sala de vídeo que se ligava a todas as câmeras de segurança na mansão e tinha linha direta com o escritório de Kim Kwan no seu prédio no centro de Seoul.

Ao chegar ao local, não passando mais do que dois minutos no pequeno veículo, um outro segurança estava à espera de Yugyeom. O novo segurança escoltou Yugyeom para dentro da media construção enquanto o outro voltou para a mansão.

O segurança passou por algumas salas de musculação antes de abrir a porta dupla que levava para a maior sala do centro. O lugar a onde eles treinavam diversos tipos de artes marciais.

Yugyeom franziu as sobrancelhas confuso ao ver quase todos os seguranças da mansão sentados em volta do tatame, fazendo um grande círculo e seus rostos mostravam concentração e admiração. O Kim mais novo havia visto vários sapatos e tênis colocados às pressas ao lado a porta de entrada e agora entendia o porquê.

Meia dúzia entre eles estava usando seus uniformes de Kung Fu, calça preta e blusa branca com o sobrenome Kim escrito em hangul nela – aquele horário da manhã pertencia aos seguranças que dominavam a arte marcial chinesa –, e os outros estavam usando suas roupas de trabalho. Incluindo Jackson em sua postura rígida em um canto em cima de um banquinho para poder enxergar melhor.

Ao olhar para o centro do círculo, Yugyeom entendeu o porquê todos estavam ali e não pode evitar o sorriso orgulhoso e o olhar de admiração com a luta que estava acontecendo.

Usando quimonos com faixas pretas amarradas na cintura, Youngjae e Jaebum estavam lutando no centro e não pareciam estar só de treino. Os dois atacavam como se estivessem em frente a um oponente que queria machucar, e muito.

Um dentre eles, Yugyeom tinha certeza que queria realmente machucar o outro.

Observando os movimentos perfeitamente executados dos dois, Yugyeom podia ver pelo que tinha aprendido sobre alguns tipos de artes marciais – seu pai o havia mandado aprender, porem ele tinha negado veemente, Yugyeom não gostava de luta, contudo, isso rendeu a Yugyeom uma noite no hospital depois de seu pai lhe dar uma surra e uma promessa de mais se ele não fizesse o que estava mandando –, que Jaebum estava lutando usando Jiu-jitsu e Youngjae empregava em seus golpes o que sabia de Hapkidô.

Era uma luta bela de se ver, apesar de os dois estilos de lutas serem conhecidas mais por autodefesas, seus ataques bem executados podiam fazer um belo estrago e foi isso que Youngjae conseguiu.

O meio irmão de Yugyeom se preparou para um chute, Jaebum facilmente previu esse chute e já tinha um sorriso no rosto levantando o braço para defender e já pensando em seu contra-ataque na parte exposta que conseguiria com sua defesa.

Se o que ele pensava em fazer se concretizasse, Youngjae com certeza sairia potencialmente machucado. Dependendo de quem fosse seu patrão, machucar mesmo que fosse o filho bastardo poderia render a demissão ou coisa pior, mas Jaebum trabalhava para Kim Kwan, dar uma surra em seus filhos seria algo que ele classificaria como aprendizado.

Entretanto, Jaebum acabou sendo pego de surpresa, a autoconfiança que ganhou após achar que tinha previsto o golpe de Youngjae sendo o responsável por boa parte dessa surpresa.

O primeiro chute de Youngjae mirando acertar a cabeça de Jaebum era um movimento falso, antes de acertar o braço levantado que Jaebum preparou para se defender, ele recolheu o pé rapidamente e usando de agilidade, deu o verdadeiro chute com força na lateral do corpo do braço direito do pai de Yugyeom.

As respirações dos empregados em volta deles pararam com o golpe veloz e forte de Youngjae e arquejos de surpresas foram a próxima reação coletiva que eles tiveram com o que o bastardo do Kim fez.

Agindo ainda mais rápido, Youngjae se abaixou e deu uma rasteira. Jaebum não teve nem chances de tentar desviar, o calcanhar do homem dois anos mais novo que si o pegou na altura certa da canela.

Em um piscar de olhos, o corpo de Jaebum caiu no chão, sua cabeça bateu com força contra o tatame, enquanto Youngjae ficou de pé graciosamente e já preparado para continuar a luta. Todavia, ela tinha sido finalizada com nocaute.

Somente naquele momento, Yugyeom reparou no empregado de seu pai que aparentemente estava como arbitro da luta se aproximar do corpo de Jaebum e constatar que ele estava inconsciente e finalizar a luta.

Youngjae não pareceu nem um pouco abalado com o estado que deixou o outro homem. Na verdade, ninguém realmente pareceu preocupado com Jaebum. Claro que dois subordinados dele se prontificaram a pegar o homem inconsciente do chão e leva-lo para a enfermaria, mas isso era só um dever que foi incumbido a eles por uma ordem de Jackson ao fundo.

Um aglomerado de seguranças ficou em volta de Youngjae. Yugyeom podia ver que além da básica puxação de saco havia real admiração e interesse pelas habilidades de Youngjae, ainda mais por ele ser alguém jovem que possuía a faixa preta 5º Dan.

O segurança que havia levado Yugyeom até ali pediu para ele o seguir novamente. Quando os outros funcionários de Kim Kwan viram o mais novo logo atrás daquele que tentava passar por eles, Yugyeom viu seu caminho se abrir como o mar vermelho se abriu para Moises nas histórias bíblicas que ele tinha ouvido.

Youngjae se virou quando percebeu a movimentação ao seu lado e um sorriso tomou conta de seu rosto ao ver seu meio-irmão. Educadamente ele se despediu dos que estavam perto dele e foi se encontrar com Yugyeom no meio do caminho.

– Vou estar aqui amanhã cedo novamente. – avisou o filho bastardo de Kwan passando um braço sobre os ombros do Kim mais novo que era alguns centímetros mais alto que si. Yugyeom não se importou que o outro estava suado.

Os seguranças que estavam no caminho em direção ao vestiário, rapidamente saíram da frente dos dois irmãos quando viram que era aquela direção que Youngjae estava instigando a ir com Yugyeom.

Dois seguranças passaram rapidamente pelos irmãos abrindo as portas duplas do vestiário para eles enquanto eles conversavam sobre como tinha sido o dia anterior de cada, já que não se viam desde a noite do acontecido no escritório.

Yugyeom não queria lembrar daquela noite, do tiro fatal que o homem levou bem na sua frente, de Micha gravida ter sido agredida e tratada daquele jeito, além de que seu pai havia feito uma clara ameaça a BamBam.

Youngjae se afastou de Yugyeom indo até um armário a onde pegou uma muda de roupa e uma toalha limpa. Com a cabeça, ele pediu para o irmão o seguir em direção aos chuveiros. Youngjae não parecia se importar com seus pês descalços percorrendo o piso gelado.

Olhando sobre o ombro, Yugyeom viu que os dois seguranças que abriram as portas para eles, ainda estavam com eles e os seguiram até o arco que separava a ala dos chuveiros do resto do vestiário.

Kwan queria saber todos os passos de Yugyeom, saber se ele estava andando na linha e agora, para qualquer lugar que Yugyeom fosse, havia pelo menos um segurança o seguindo e com os ouvidos atentos para cada conversa que o jovem Kim tivesse.

Deixando suas roupas em cima de um banquinho de madeira, Youngjae entrou em um dos chuveiros que eram separados por divisórias e as portas eram baixas, o que bloqueava a visão somente para uma área especifica do corpo.

No momento que Yugyeom sentou no banquinho de madeira, ao lado das roupas do irmão, o quimono e a faixa que Youngjae estava usando voou em direção ao mais novo. Graças ao seu reflexo, o mais novo dos Kim conseguiu pegar antes da roupa lhe acertar o rosto.

Um gemido de satisfação veio de dentro da divisória quando Youngjae ligou o chuveiro e a água na temperatura perfeita caiu sobre seu corpo lavando o suor e relaxando seus músculos.

– Você, queria falar comigo, hyung? – Yugyeom se ocupou em dobrar o quimono enquanto seu irmão tomava um banho, que parecia estar muito satisfeito com ele que até demorou um pouco para responder.

– Você não foi ver o BamBam ontem. – disse enfim Youngjae olhando diretamente para o irmão. Yugyeom travou seus movimentos e levantou a cabeça bem devagar para olhar para Youngjae, ele abriu a boca para dizer algo, mas nada saiu. – Você sempre vai lá, nem que seja para dar um oi a ele e a mãe dele.

“Entendo na teoria o que está fazendo, mas se me lembro bem, se você andar na linha e não se meter com Kim Kwan-nim, nada vai acontecer com BamBam, então não tem porque não ir ver ele já que você vai ser um bom filho.”

– Mas, hyung... – propositalmente, sua voz saiu fina e tremula e Yugyeom travou o maxilar, suas mãos se fecharam com força no quimono que ainda estava em seu colo mesmo após ele dobra-lo.

– Mas nada. – Youngjae desligou o chuveiro e apoiou ambas as mãos na porta lançando um olhar sério ao mais novo. – Você já deixou claro que se importa com BamBam, não vê-lo achando que isso vai mudar algo é burrice.

“Além do mais você não foi proibido de vê-lo... Ou você quer que BamBam venha atrás de você, procurar saber o porquê do melhor amigo dele o estar evitando?”

– Isso não. – falou Yugyeom rapidamente, transmitindo pânico verdadeiro em sua voz. Isso realmente ele não queria, mesmo sabendo que algo assim nunca aconteceria, pois BamBam sabia sobre tudo em relação a Yugyeom.

Todas as ações de Yugyeom e Youngjae desde o começo da conversa foram algo que os dois irmãos planejaram antes mesmo de Yugyeom ter ganhado uma segurança mais acirrada em cima de si.

Youngjae sabia que Kwan não iria medir esforços para machucar Yugyeom – como quando fez quando Yugyeom se recusou a aprender qualquer arte marcial e deu uma surra nele o mandando para o hospital –, então se prepararia para qualquer deslize do filho e usaria isso como “desculpa” para voltar com sua palavra e machucar Yugyeom através de ações contra BamBam.

Saber que Youngjae estava sendo duro com o irmão e que estava de olho em cada passo dele, traria a alegria mórbida para o velho tirano e despistaria as reais intenções dos atos dos dois irmãos.

O mais novo abaixou a cabeça, apertando os lábios como força tentando parecer realmente muito abalado com a conversa que estava tendo com Youngjae. Os seguranças que estavam não muito longe deles pareciam que tinham caído na encenação deles.

Mas antes que a conversa que haviam ensaiado continuasse, um novo segurança chegou correndo até eles. Ele se curvou aos irmãos antes de olhar diretamente para Youngjae.

– Jackson-ssi pediu para avisa-lo que os vídeos estão aqui. – falou o segurança e Youngjae somente arqueou uma sobrancelha, mostrando que a informação não foi satisfatória. – Os vídeos das câmeras de segurança do aeroporto... Do momento da fuga do soldado americano.

Desta vez, o pânico que Yugyeom sentiu não era falso.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.

E me desculpe qualquer erro, se tiver algum não exitem em me falar que eu arrumo.

Muito obrigada a todos que leram, até a próxima ^-^


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