História "Hard Times" Jikook - Capítulo 23


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jikook, Namjin, Vhope
Visualizações 112
Palavras 992
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vortey gente!!
Desculpe o clímax do último capítulo rsrs, ceis devem estar anciosos.
Mas vou avisando que esse capítulo não termina bem, então antes de começar ME DESCULPEM!!! MIL PERDÕES!!!
Então bora pro capítulo!
Boa leitura bbs <3
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Capítulo 23 - Twenty Two


No capítulo anterior... 

"Eu estava fora de mim, não conseguia mais parar. O que comecei, devo terminar, era o que vinha em minha cabeça."

Dou socos em minha mãe, com a raiva crescendo cada vez mais, mas não raiva dela, e, sim, raiva de mim. Mesmo tendo toda a raiva contida em mim, todo o ódio por mim, eu não conseguia parar o que estava fazendo. Eu descontava a minha raiva na minha própria mãe.

Eu chorava, pedindo perdão a cada soco que distribuía em seu belo rosto, mas ela chorava mais ainda, não da dor dos socos, mas, sim, da terrível dor interior que sentia. Talvez nunca tivesse pensado que seu filho fosse bater  nela, ainda mais com tanto ódio.

Quando o meu outro eu descontrolado deixa a minha mãe nocauteada, ele sai de cima dela e vai em passos rápidos para a cozinha. Ele pega uma faca de cozinha na gaveta e volta para a sala, encontrando a minha mãe com o telefone na mão.

Ele, então, para por um segundo para entender a situação e fica com mais raiva ainda. Eu tento impedi-lo, mas ele é mais forte e sai atrás da minha mãe, que já saiu correndo pela casa.

Ela se esconde bem, mas ele é rápido. Então ele acha a minha mãe e tenta atingir a faca contra seu pescoço, em cima dela. Eu estava chorando desesperado, sem conseguir fazer nada.

Minha mãe é forte, mas não tanto quanto ele. Ela tenta forçar seu braço com a faca para longe de seu pescoço, e então ela consegue tirar a faca de sua mão, mas não consegue fazer com que ele pare. Ele a estrangula com voracidade, e eu não consigo fazer nada. Ela se debate, bate nele, mas já está sem forças para lutar contra ele. É quando ele consegue pegar a faca novamente e a finca em seu pescoço brutalmente.

Ele observa a minha mãe morrendo no chão, espirrando sangue de sua jugular agora cortada, impedindo a respiração da mesma e contribuindo para que ela perdesse sangue o suficiente para morrer. Ela não demora muito para morrer.

Meu outro eu agora vai embora, deixando eu tomar posse do meu corpo novamente. Largo a faca ensanguentada no chão e vou correndo para minha mãe. Não consigo mais chorar, o que consigo é sentir mais ódio de mim mesmo.

Estou tremendo, estou traumatizado, estou triste, estou em pânico, estou em choque, estou desesperado, estou morrendo mais uma vez. Eu não consigo fazer mais nada além de me encostar na parede e abraçar meus joelhos, só esperando o pior. Não, o pior já veio, agora estou esperando a consequência.

[...]

Depois de um tempo, ainda no mesmo lugar, na mesma posição, encarando o corpo morto de minha mãe, escuto barulho de sirenes de ambulância ou polícia, talvez os dois. Talvez fosse para eles que minha mãe ligou quando ele estava buscando a faca na cozinha. Não posso dizer que foi eu quem fez isso, porque não foi eu quem fez isso, foi meu outro eu. Como se alguém fosse acreditar. Eu sou apenas um psicopata a solto que merece morrer pelo que fez com a própria mãe. Só mais um problemático nesse horrível mundo.

Ouço batidas na porta de minha casa e vou abrir em passos lentos, de cabeça baixa.

— O que aconteceu aqui, garoto? — pergunta o policial.

— Eu matei minha mãe. — digo seco, levantando o olhar.

O policial não responde nada e chama um doutor, então aparece um homem alto junto com mais dor enfermeiros, os que vêm pegando em meus braços e me arrastando para dentro de uma Van. Me debato bastante, mas não o suficiente para que eles me soltem.

Me prendem com algemas dentro da Van e me dão algo para beber. Imediatamente derrubo o líquido do recipiente, então um deles vem com uma seringa sem agulha e joga o líquido na minha garganta assim que abro a boca para gritar.

Eles, então, começam a me acalmar, dando tapinhas em minha cabeça.

— Acalme-se, garoto. Não precisa ser assim, vamos apenas cuidar de você. — diz um dos homens e então minhas pálpebras vão ficando cada vez mais pesadas, o que fica impossível de manter os olhos abertos, e então apago.

[...]

Acordo num lugar esquisito, onde só tem um colchão, um travesseiro, um lençol e um balde, um quarto todo branco e fechado, com uma estrutura nas paredes impedindo que o som seja ouvido pelo outro lado do quarto, mas mesmo assim grito.

Grito e vou correndo até a porta que tinha, também branca, mas então sou puxado de volta chão devido a corrente presa ao meu pé, a qual não havia percebido.

Olho para os cantos do teto e vejo uma câmera, então começo a xingar e a gritar, fazendo gestos grotescos e tentando alcançar a câmera.

Mas então a porta se abre revelando uma bela moça , o que me faz entrar em alerta. A mulher segura uma bandeja em uma mão, contendo um copo d'água e um comprimido ao lado. Olho para a bandeja e para a moça em seguida.

Sou consumido pela raiva novamente e jogo a bandeja longe, o que faz a mulher assustar e imediatamente sair do quarto. Ela sai, mas logo volta com mais dois homens, um com um colete esquisito em mãos, e fico apavorado novamente. Fico perguntando a eles sobre o que vão fazer comigo, mas não respondem e me empurram para o colchão segurando meus braços.

— Isso serve para você aprender. Se fizer mais alguma coisa agressiva, vai ficar com isso aqui por mais uma semana. — diz amarrando a camisa de força em mim enquanto me debato.

Eles terminam de colocar a camisa em mim, e então não consigo mais mexer meus braços, só consigo gritar. 

— Pare de gritar, seu lunático, senão vou ser obrigado a colocar mais um acessório em você. — diz e paro repentinamente de gritar. — Bem vindo ao hospício, seu louco. — diz antes de sair do quarto. 

Continua...


Notas Finais


Sim, é isso mesmo gente... O Jimin foi parar num manicômio. Por isso já tava me desculpando antes de começar o capítulo e agora me desculpo novamente:
ME PERDOEM, POR FAVOR!!! MIL PERDÕES!!!
Foi isso gente, capítulo pequeno mas cheio de desgraças, né?
Me desculpem por qualquer erro e até o próximo capítulo! NÃO DESISTAM DE MIM!!
2bjo😘😘
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