História HardBoy - Yoongi - Capítulo 68


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Categorias 2NE1, 4Minute, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXID, Got7, Mamamoo, Red Velvet, TWICE
Personagens BamBam, Chaeyoung, Cl, Dahyun, Ga Yoon, Hani, Hwasa, Hyerin, Hyun A, Irene, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Ji Hyun, Ji Yoon, Jihyo, Jinyoung, Jisoo, Joy, Jung Hoseok (J-Hope), Junghwa, Jungyeon, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), LE, Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Mina, Minji, Momo, Moonbyul, Nayeon, Park Bom, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Rosé, Sana, Sandara Park, Seulgi, So Hyun, Solar, Solji, Tzuyu, Wendy, Wheein, Yeri, Youngjae, Yugyeom
Tags Bts, Suga
Visualizações 42
Palavras 2.947
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 68 - LVXIII


Fanfic / Fanfiction HardBoy - Yoongi - Capítulo 68 - LVXIII


Yoongi on~


De acordo com os médico aquilo era questão de segundos. Uma artéria rompeu e ela teve uma hemorragia, e se esse sangue chegasse no cérebro tinha risco de morte. Foi isso que entendi

Eu estava encarando o leito que ela tava. Estavam fechadas as cortinas. Mas dava pra perceber o desespero dos médicos.

Eu tentava ficar calmo. Mas nada me deixava calmo. Nada mesmo.

Ela praticamente morreu na minha frente.

Eu não queria ter visto aquela cena.



Jimin on~


Já está ficando super tarde e a Sun não apareceu. Eu comecei a ficar preocupado.

Pausei o filme que eu tava assistindo e levantei, fui até a cozinha para pegar uma água gelada.

Aonde ela foi parar? Não devia ter deixado ela sair. E se ela foi sequestrada?

Voltei pra sala e me joguei no sofá, depois abri a garrafa de água e comecei a beber.

Voltei com o filme e me senti mais preocupado ainda. Eu não iria ficar calmo até ver ela na minha frente.

Pausei o filme e desliguei a TV. Vou procurar ela.

Fui lá em cima pra apenas colocar um agasalho e fui saindo. Eu pensei em lugares mais prováveis dela estar.

Casa do Yoongi.

Não quero passar lá, mas é um dos lugares que ela poderia estar.

Subi na minha moto e coloquei o capacete. Faz muito tempo que não piloto uma moto.

Liguei e acelerei. Eu iria pra lá, querendo ou não.


...


Quando eu tinha chegado lá eu senti vontade de voltar. Odeio aquele lugar.

Toquei a campainha e esperei ser atendido. Demorou quase um minuto, mas uma mulher que eu julgo ser a empregada apareceu.

— Boa tarde, o que deseja?

— Minha irmã está aqui? — fui direto.

— "boa tarde senhorita. Desejo saber se minha irmã se encontra" — disse num tom irritante — nem sei quem é ela.

— Park SunHwa — falei bravo

— Não tem certeza que tá na casa errada não?

— Ela estuda com o Yoongi. — ela olhou pra cima

— É uma de cabelos grandes, cara de cu e baixinha? — ok. Quase derrubei o portão pra enforcar ela.

— Ish... Minha irmã não tem cara de cu... Agora o cabelo e a altura dela você acertou — falei revirando os olhos.

— Tá no hospital — arregalei os olhos.

— Que?

— Se for quem estou pensando ela tá no hospital. O senhor Min acompanhou ela.

— Aigoo — falei indo pra minha moto denovo.

— Tchau né — ela disse e eu ignorei, logo fui em direção do hospital.

O que ele fez com ela?

Não interessa se for um arranhãozinho... ele tá ferrado por levar ela pro hospital.


...


Eu tinha chegado lá no hospital e estou a caminho da recepção. Tomara que não seja ela.

— Boa tarde.. Como posso ajudar? — a mulher perguntou

— Park SunHwa... — falei deseperado.

— Vou conferir se ela tá nesse hospital — ela mexeu no computador e fez uma cara de tédio

— E aí?

— Tá sim.. mas está em cirurgia — arregalei os olhos

— vou esperar..

— Sala de espera do segundo andar. — ela falou sorrindo e eu fui até o elevador.

Cliquei no botão do segundo andar e vi as portas fechando, logo me olhei no espelho... Nossa, que bagunça que tá meu cabelo!

Arrumei ele e uma voz eletrônica anunciou que chegou no segundo andar. A porta se abriu e eu saí.

Fui em caminho da sala de espera e vi muitas pessoas lá. Porém uma chamou minha atenção.

Agora é o momento da morte.

Fui até o garoto que estava de cabeça baixa e cutuquei ele por trás, quando ele se virou, percebi que ele estremeceu

— O-oi — ele falou assustado.

— O que aconteceu com a minha irmã? — fui direto ao ponto

— Ela passou mal — ele respondeu simples.

— Só?

— Não sei se vai gostar de saber do resto... — ele disse se encolhendo

— Desembucha!

— Ela bateu a cabeça e tá com hemorragia — falou rápido — ela desmaiou na minha frente...

— E por que ela tava na sua casa?

— Ela foi ver se eu estava bem! Eu passei mal na escola.

— Nem pra mentir presta — falei revirando os olhos 

— eu tô mentindo? — riu — coloca a mão na minha testa! Tô com febre!

— Não encosto em gente igual você — falei com nojo e ele revirou os olhos.

Afastei dele e fui para uma cadeira, bem longe dele.

Logo vi alguns médicos saindo com sangue nas roupas deles e eu fiquei tenso. Eu odeio ver sangue.

Um deles foi até o Yoongi.. espera... 

É sangue da Sun?


Yoongi on~


— Senhor Min... — o médico falou de cabeça baixa e eu fiquei super tenso ao ver sangue no uniforme dele — er...

— Fala! — levantei de pressa e fiquei frente a frente pra ele

— Pode me acompanhar? — ele falou e eu comecei a tremer.

Fui seguindo ele devagar até o leito que a Sun estava e eu vi uma coisa que fez meu coração parar... a máquina do coração dela marcava uma linha reta e tinha um "0" ao lado de todos os retângulos, engoli seco

— N-não... — meus olhos lacrimejaram

— Desculpa. — ele falou enquanto abaixava a cabeça — nós tentamos.

— É pegadinha, né? — falei chorando

— Queria que não fosse — fui até ela e vi o rosto dela coberto de sangue. Merda!

Comecei a chorar muito alto. Droga! Merda!!!

— porém ainda tem uma coisa que posso fazer — o médico disse triste

— Tenta — falei sério — pelo amor de Deus!

— Aguarde. — ele saiu do leito e eu comecei a encarar a Sun com sangue na cara, no pescoço, cabelo... Tudo.

Ela morreu.

Comecei a chorar desesperadamente. Merda! Merdaaa!

Ela ainda não estava pálida nem nada... Mas aquilo me deixou super preocupado. 

Fechei os olhos e abri a boca pra chorar alto. Merda! Me odeio!

O médico chegou com uma máquina que eu não faço a mínima ideia do que é, logo ele pegou duas peças e eu reconheci. É uma máquina de choque... não sei!

— agora eu pesso que você se retire rápido — ele falou ligando a máquina

Saí devagar e comecei a pensar. Se ela morrer eu morro junto. Eu vou com ela. Eu pego minha arma que está guardada no meu quarto e atiro na minha cabeça. Não quero abandonar ela.

Ouvi estralos dentro do leito e eu me assustei. Era barulhos de descargas elétricas.

Vi um clarão vindo lá de dentro e meu coração apertou. Merda!

— Como ela tá? — vi Jimin do meu lado

— N-não — respondi.

— Prestou atenção na minha pergunta? — ele falou sério — Como ela está?

— N-não s-s-sei! — falei chorando na frente dele, passando minha imagem como de um moleque covarde com medo da vida.

Outro clarão apareceu e eu fechei os olhos com força. Ela não pode morrer!

Depois de segundos percebi que o irritante "tuuuu" de uma máquina parou. Eu congelei e abri os olhos devagar, logo vi o médico saindo do leito e sorrindo fraco.

— Bom.. — ele disse olhando pro garoto do meu lado.

Esse era o momento que meu coração se perguntava se ele parava ou continuava batendo. Eu queria muito que ela tivesse viva.



Yeri on~


Fui acordada com o barulho de porta rangendo, logo percebi que era a porta trancada do quarto que eu estava. Vi um homem todo de preto me observando profundamente e eu fiquei com medo.

— Yeri, poderia se comportar?

— O-o que eu fiz? — falei com dificuldade

— PODE SE COMPORTAR? — gritou e eu fechei os olhos.

— S-sim!

A porta bateu e abri os olhos, logo vi outro homem com um rosto conhecido por mim sorrindo de orelha a orelha. Mas não era um sorriso bom.. é um sorriso sarcástico. Algo como " bem feito que ainda está aí"

— Yerim — ele disse parando na minha frente e eu olhei direto pro rosto dele. Eu tentava reconhecer ele, mas não consigo!

— Quem é você? — falei com medo

— que bom que não se lembra — riu — apenas preciso de sua ajuda.

— Não — ele me levantou puxando meu cabelo e me acertou um tapa na minha cara

— É ASSIM QUE VAI FALAR COMIGO? — gritou enquanto seu mau hálito batia no meu rosto.

Eu estremeci inteira e senti minha bochecha ardendo. Me dê paciência.

— Você vai me falar tudo que sabe

— Tudo que sei? — falei baixo

— Min Yoongi — arregalei os olhos.

— Tem quinze anos, faz aniversário dia nove de março...

— Não essas informações, burra! — soltou meu cabelo e eu caí de costas no chão

— Q-que informações? — senti meu couro cabeludo arder também.

— Aonde ele está? — falou sério

— provavelmente na casa dele...

— Meu capanga disse que ele não tá lá agora. Aonde ele está?

— Eu não sei! — gritei e recebi um chute na perna

— Fala!

— EU NÃO SEI! — Gritei denovo e recebi um outro chute forte na perna

— Já que não sabe... — falou tirando o telefone do bolso dele — poderia pedir pra ele vir pra cá, não?

— Pra que?

— Oras, pra que? — riu alto — pra matar ele! — engoli seco

— Não vou pedir isso!

— Vai sim! — chutou minha barriga e eu tossi — fala que está numa casa no caminho para Jeju. — falou sério — não faça gracinha

— N-não faço... — falei tremendo.

Ele digitou o número e me entregou o telefone, logo eu comecei a tremer mais ainda. Merda!

Ele não estava atendendo. Aí caiu na caixa postal.

— E-ele não atendeu

— Ligue novamente, burra — falou enquanto me encarava com uma cara brava.

Cliquei no contato dele novamente e cliquei. Pelo amor de Deus Yoongi, não atenda.

O celular tocou várias e várias vezes, logo percebi que ele havia retornado a chamada. Não!


Alô? — a voz dele estava alterada

— Yoongi — falei rouca e limpei a garganta

— Yeri? — gritou — Aonde você está?? 

— Por favor, venha me encontrar numa casinha no caminho para Jeju — o homem fez um sinal pra mim.

O que está fazendo aí?

—  E-eu... — fiquei sem resposta

Yeri...

— Só venha! Por favor! — falei séria e o homem tirou o celular de mim


Eu fiquei super assustada. Aigoo! Ele não pode vir! Não pode!

— Não serve nem pra ser normal — ele acertou um chute no meu rosto e se afastou de mim — vagabunda!

Ele saiu daquele quarto e eu comecei a chorar. Não venha, Yoongi!



Yoongi on~


— Bom... — o médico havia falado e eu fiquei super nervoso... Antes dele começar a falar eu percebi que alguém estava me ligando, tirei o celular do bolso e a pessoa parou.

— Desculpa.. preciso atender. Fala com ele.. ele é irmão dela — falei me afastando.

Eu estava com o coração na mão. Minha respiração estava super falhada.

Retornei a chamada e a pessoa atendeu na hora


— Alô? 

— Yoongi — falou do outro lado da linha e eu reconheci a voz

— Yeri? — gritei — aonde você está?

— Por favor, venha me encontrar numa casinha no caminho para Jeju — estranhei o tom de voz dela

— o que tá fazendo aí? — apenas essa pergunta saiu da minha garganta

E-eu... — ela ficou quieta

— Yeri... — falei preocupado

Só venha! Por favor! — ela desligou


Eu achei super estranho.

Liguei pra polícia e falei que recebi uma ligação estranha da Yeri... Eles ficaram sabendo que ela desapareceu.

Saí ás pressas do hospital e esperei a polícia passar aqui. Eles disseram que iam passar na frente do hospital.

Depois de minutos eles chegaram e eu entrei na viatura.

— Sabe de algo? — um dos policiais disse

— Não.

— Nem o local?

— Ela apenas falou que é numa casinha no caminho pra Jeju!

— Acho que sei qual é — outro policial disse — É uma casa famosa por sequestrados serem levados

— Se é lá, o sequestrador é burro — outro policial disse e a viatura começou a andar.

Demorou um pouco para chegarmos numa casinha que havia um homem na frente.

— eu vou sozinho por enquanto — falei

— Não!

— Ela pediu! Não pode ficar sabendo que a polícia veio comigo!

A viatura tava escondida da entrada da casa... isso foi inteligente.

— Leva essa arma apenas pra dar medo se tiver alguém além dela lá — um guarda me entregou uma pistola e eu coloquei no cós da minha calça.

— O-ok...

Saí da viatura e fui caminhando em passos lento até a frente da casa, logo o homem veio até mim.

— Quem é você?

— A Yeri está aí?

— Está sim! Mas quem é você?

— Não interessa — empurrei ele e ele me acertou um soco, logo apontei a arma pra ele e ele se afastou

— Acha que sabe me colocar medo? — olhou pra trás e eu também, logo vi outro homem, ele apontava uma arma pra mim.

Engoli seco. Em quem me concentro?

Ouvi um estrondo e um clarão fraco dominou o lugar. O homem que conversava comigo levou um tiro no braço e eu apenas foquei no outro, destravei a arma bem rápido e atirei na perna dele.

— Aaargh — ele gritou caindo no chão 

Fui até ele e tirei a arma dele. Vai lá saber se ele me pega de surpresa

Entrei na pequena casa que estava meio escura. Eu nunca senti tanto medo na minha vida toda.

Segui até uma porta e chutei ela, logo vi um homem alto sentado numa poltrona. Ele estava virado pro meu lado e soltou uma risada.

— Olha quem veio — a voz dele saiu e eu arregalei os olhos.

— Aonde ela tá? — gritei 

— Ela quem?

— Minha amiga!

— Ah — ele riu — tá com os olhinhos fechados. — respirei fundo e levantei a mão tremendo com a arma apontada pra ele

— O que você fez?

— Matei uma pessoa. E daí? O próximo é você — ele se levantou e apontou uma arma pra mim também.

Eu comecei a tremer muito mais. Droga! Cadê os policiais?

— Me mate se tiver coragem, "pai" — falei a ultima parte com nojo.

— Coragem é meu nome então — ele destravou a arma e eu fiz o mesmo

— Quero ver — afrontei e ele atirou, porém errou o tiro e eu disparei também. Eu acertei a orelha dele e ele gritou

— FILHO DA PUTA! — atirou novamente e acertou minha perna.

Logo eu disparei mais uma vez e foi no braço dele. Ele soltou a arma e segurou com a outra mão.

— Você vai morrer no inferno ! — ele gritou e apertou o gatilho em minha direção, porém não saiu nenhuma bala.

— Aah — ri fraco e gemi de dor — acabaram as balinhas da princesa — provoquei e ele jogou a arma na minha cabeça. Andei pra trás por reflexo e ele tirou minha arma de mim e apontou pra mim.

— Quero ouvir suas ultimas palavras — ele disse

— V-você já está morto. — tirei a outra arma do cós da minha calça e esquivei do tiro dele, logo destravei o gatilho e apertei sem dó em direção dele. Ele esquivou também.

Peguei uma vassoura que estava atrás de mim e joguei nele. Ele foi acertado e eu aproveitei a pequena distração que ele teve e acertei mais uma vez nele e foi no lugar correto.

— Foda-se suas ultimas palavras — falei vendo o corpo dele caindo no chão e muito sangue em volta dele.

Eu matei mais uma pessoa. E eu estou feliz. Não me sinto culpado.

— Ótima cena! — alguém entrou naquele cômodo enquanto batia palmas.

— Jungkook? — gritei

— Que bom que o velho morreu — ele abaixou do lado dele e tirou a arma dele e apontou pra mim

— V-você não! — gritei

— Agora eu posso finalmente ver seus olhos revirando e você olhando pra mim sem vida alguma no olhar — disse rindo

— Você não vai conseguir

— Quem disse? — ouvi um disparo e fechei os olhos.

Esperei uma bala atravessar minha cabeça... Mas não senti isso.

Abri os olhos e vi Jungkook ainda me encarando com a arma apontada pra mim. Mas depois ele caiu de joelhos e eu percebi que tinha muito sangue na cabeça dele

Vi uma mulher entrando no cômodo... Não é uma mulher. É a Yeri!

— Yeri! — gritei feliz e ela sorriu pra mim.

— Yoongi — ela falou baixo — temos que sair daqui logo — a voz dela não tinha força — a casa tá pegando fogo.

Eu fiquei desesperado. Eu não consigo nem parar em pé direito por causa do tiro na perna.

— M-me ajuda — falei simples

— É c-cada um por si agora — falou sem graça

Tentei me levantar e fui arrastando até a porta daquele cômodo. Eu fiquei ofegante e minha perna ardeu mais ainda.

— Cadê os políciais — falei bravo

— Vi alguns mortos no chão da casa. — arregalei os olhos.

— Droga! — pensei, mas nada vinha na minha cabeça

— T-temos que ser rápidos.. — ela falou baixo e caiu pra trás.

— Yeri? — gritei - YERI!

Ela não respondia e percebi que ela estava pálida. Não!

Peguei ela no colo e comecei a mancar com muita dificuldade até eu sentir cheiro de queimado finalmente. Andei até a saída que estava começando a pegar fogo.

Passei correndo para o lado de fora e caí sem forças no chão. Droga.

Minha perna doía muito forte. Muito mesmo.

Vi a viatura escondida lá longe e deixei a Yeri no chão um pouco longe da entrada da casa e fui rápido até lá. Por sorte a porta tava destrancada.

Peguei o rádio de lá e mandei sinais.

— Não é da policia, mas ajuda! Preciso de ajuda! Estou no caminho para Jeju! Pelo amor de Deus preciso de ajuda!

— Quem está falando? — alguém respondeu

— Tomei um tiro na perna e minha amiga tá desmaiada. A casa tá pegando fogo!

já estamos indo

 Eu fui com dificuldade até a Yeri e vi a casa pegando fogo inteiramente. Como vou sair daqui?

— Yeri! Pelo amor de Deus! — gritei

Ela gemeu e eu sorri fraco. 

— Q-que?

— Por favor! Vamos pra longe dessa casa

— Não tenho forças — ela nem sequer abriu os olhos.

Minha visão ficou turva de repente e eu caí do lado dela.

Bosta.



...



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