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História Harém Fantasia - Capítulo 1


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Capítulo 1 - O Começo da Era Rebelde


Fanfic / Fanfiction Harém Fantasia - Capítulo 1 - O Começo da Era Rebelde

Há muito tempo, no Santuário das Fadas, mais especificamente no Harém Fantasia, Lâmina estava á se banhar junto de suas colegas Jasmine e Lyanne.

- Ah meninas - disse Lâmina, num tom de deboche - vocês não sabem o que estão perdendo e, cá entre nós, Dhiria faz uma ótima tesourinha.

Lâmina era uma fada já feita. Seus longos cabelos negros eram de se admirar, seu rosto ultra feminino era destaque entre as fadas. Usava roupas bem marcadas para chamar atenção para suas belas silhuetas, seu corpo ampulheta encantava á todos do reino. Seus olhos eram puxados com cores mistas de pastéis-cinza. Suas asas eram fabulosas, com cores quentes como laranja e um pouco de vermelho vivo eram de se invejar. Ela era linda, a mais bela... mas também, a que pensava mais além.

- Ei! - gritou Jasmine, preocupada de que alguém estivesse ouvindo - cuidado com as expressões e.... o que quer que tenham feito, não é problema nosso e além do mais, Dhiria é uma leprechau, você sabe que é proibido espécies diferentes com espécies diferentes, não é, Lyanne?

Jasmine era uma fada mirrada, inocente, de uma face "bela rude": seus olhos eram um pouco juntos demais, seus lábios eram finos mas graciosos, suas pernas eram grossas, seus pés eram macios como algodão mas eram enormes. Seus cabelos eram em tons alaranjados, mas não eram vivos e não brilhavam, suas cores eram opacas, mas era lindo ver aqueles cabelos curtos e sem expressão.

- Olha... eu não ligo - disse Lyanne, ela já estava farta de Jasmine sempre por tudo para ela decidir, mas Lyanne e Jasmine eram as melhores amigas - a vida é dela, se ela quiser fazer tesourinha ela faz, se ela quiser transar com qualquer um ela transa. Você sabe muito bem que Lâmina gosta das duas frutas.

Lyanne era aquele tipo de pessoa, ou fada, sensata, ela não julgava ninguém mas também não estava disposta a por sua face á tapas para defender alguém. Ela era alta, magra mas corpulenta, seus quadris eram largos, seus cabelos loiros-platinado brilhavam á luz do Sol. Seus olhos eram escarlates, um vermelho vivo capaz de hipnotizar qualquer ser. Haviam boatos de que ela era filha bastarda da Fada Clériga, a fada mais poderosa que já existiu naquele Reino, com o Rei Leonard.

- Sim, mas nós não podemos fazer isso - insistiu Jasmine, irritada e preocupada - e se descobrirem que você transou? E pior, que você transou com uma LEPRECHAU??? - Jasmine abafou o grito quando percebeu que chegavam mais fadas.

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*Enquanto isso, no escritório do Rei Leonard*

- COMO VOCÊ NÃO SABE O QUE É ISSO, MÉRIDA? - disse Rei Leonard, irritado, para sua secretária - ESTAMOS SEM DINHEIRO PARA PAGAR AS DESPESAS DO REINO! 

Mérida, a secretária, era uma fada-mulher simples, tinha seus cabelos curtos e esbranquiçados, uma pele escura e era pouco gorda. Usava um vestido tubinho longo com cintura delineada cinza que ia até seus joelhos, saltos baixos pretíssimos e ela freqüentemente pintava seus lábios de um vermelho vivo belíssimo. Ela era baixinha, mas se destacava pelo jeito de ser. Seus olhos eram grandes e azuis-claro.

- Sr. Leonard, eu não sei o que fazer a respeito disso - disse Mérida com o objetivo de acalmar o Rei - mas nós podíamos não gastar tanto nessa fortuna de Harém, o senhor não o usa, só fica... - ela iria dizer que "...o senhor só fica olhando-as da janela trancado em seu quarto, as faxineiras reclamam da sujeira que faz..." mas seria um desrespeito contra o Rei.
          - Olhe, Mérida, nós necessitamos deste Harém, ele é um lugar de conforto para nossas queridas jovens fadas - disse o Rei, corado - elas trabalham em entregar nossas mercadorias, limpar moradias, elas ficam cansadas, sabia?

Mérida achava aquilo injusto, por que ela nunca podia descansar também? Bom, e além do mais...

- E você sabe muito bem que... - Sr. Leonard foi chegando perto de Mérida a ponto de encostá-la com suas partes - eu gosto muito de você aqui e não queria que ficasse no Harém para ser vista por outros.
             O Rei Leonard tinha uma paixão ardente por sua secretária. Todos os dias eram a mesma coisa.

Ele pegava no zíper do vestido de Mérida e tirava-o. Primeiro ele a observava de longe, fazia-a dar uma voltinha para ele apreciá-la. Depois ele ia retirando sua roupa íntima e dava a última olhada para sua face... Depois era a vez dele. Mérida ia retirando suas roupas delicadamente enquanto ele acariciava-a. Quando Mérida retirava toda sua roupa e eles ficavam desnudos, era a hora de fazer o tão esperado ato.
           Leo, como Mérida o chamava, punha ela á sua frente e se aproximava. Mérida sentia sua ereção. Quando Mérida ameaçava dizer algo, Leo tampava sua boca e começava a penetração. Mérida gemia, mas os gemidos eram abafados por Leonard, e quando ela gozava, lágrimas decaiam em sua face, mas logo eram cobertas por beijos de Leo. Mas dessa vez foi diferente.
          Quando chegou á sua casa, Mérida foi correndo para o banheiro. Ela havia vomitado. "Não pode ser... não..." pensou Mérida. Havia uma grande possibilidade de estar grávida: eles não usavam métodos contraceptivos. 
           Mérida foi correndo para a farmácia mais perto de sua casa comprar um teste de gravidez. O farmacêutico era baixo, seus cabelos eram castanhos e seus olhos eram amarelados de uma forma doce. Ele tinha simpatia no olhar.

 - Olá, eu queria um... - Mérida não conseguiu dizer as palavras "teste" e "gravidez" na mesma frase - um teste... de gravidez. 
             - Claro, senhorita - disse o farmacêutico, preocupado com o estado de Mérida - sente-se aqui, vou buscar a água e um teste para você.
            Quando o farmacêutico voltou, Mérida bebeu aquele copo d'água como se fosse o último de sua vida. Quando ela pegou o teste, não conseguiu acreditar como foi parar ali, ela torcia para não ser uma gravidez, qualquer coisa menos isso.

  Ela foi para casa. Entrou no banheiro e fez o teste...

 - Deus, por favor, que não sejam dois traços - rogou Mérida para os céus.
              Depois de alguns minutos de tensão, finalmente veio o resultado.
             - Dois traços....

   
       

 

 



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