História HARMONY (Namjin) - Capítulo 27


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags 2jae, Bts, Got7, Jikook, Markson, Namjin, Vkook, Yoonseok
Visualizações 270
Palavras 4.623
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, CUIDADO COM A BURRA.
Eu pensei que eu tinha enviado o cap ontem, mas eu não vi que o envio não tinha sido completado e fechei o computador... enfim.

#Boaleitura 💚💚💚💚💚

Capítulo 27 - Vinte e seis


Seokjin

Hoseok e Yoongi tinham acabado de sair com Taehyung, eles foram muito solidários ao me fazer companhia durante esse dia, de alguma forma, ele fizeram com que uma pequena parta da minha tristeza fosse embora. Agora meus ú.nicos companheiros eram Jimin e Jungkook, ou mais ou menos isso.

Meu caçula estava agarrado a mim no sofá, desde que me viu brigando com seu appa na escada ele não me soltava, sempre andando atrás de mim, fazendo carinho e perguntando como eu me sentia. Entre muitos eu te amo, ele se mostrava bastante preocupado. Já Jimin era o oposto, ele era um menino pacífico demais para se envolver em nossas brigas, seu retraimento mostrava que ele não estava bem com aquela situação. Desviava o olhar toda vez que me via, arrumava sempre algo para fazer em algum outro cômodo, mas não ousava a sair de casa. Ele queria estar por perto, mas não sabia como.

Por esse motivo desgrudei o corpo de Jungkook do meu, ele estava dormecido, por isso não houvera questionamentos ou resmungos de sua parte. Desliguei a Tv, arrumei o corpo molenga melhor no sofá e apaguei a luz, deixando só o abajur perto da poltrona aceso para que ele não se desesperasse ou setisse medo caso acordasse. Fui na pontas dos pés a procura de Jimin.

Eu sabia que ele não estava no primeiro andar, então subi as escadas na maior calma do mundo, o corredor estava escuro, as portas dos quartos estavam escancaradas e o vento gelado que transitava entres os cômodos me diziam que as janelas estavam abertas. Santa teimosia, Jimin sabia muito bem que elas tinham que ser fechadas à noite, o sistema de aquecimento que tínhamos estava ficando enfraquecido.

Olhei em meu quarto e ele não estava, no pequeno escritório também não e nem no antigo quarto deles, achei estranho, então fui até o último cômodo que restava. Antes que eu pudesse chegar na porta do banheiro, ouvi sua voz meio sussurrada, ele falava no telefone e seu tom grave e sereno denunciava uma certa paixão. Resolvi dar meia volta para lhe sar privacidade, pois deduzir ser Jisoo do outro lado da linha, porém ouvi algo que me impediu.


- Eu sei, Yug, eu sei, me' desculpe - Fiquei surpreso pelo modo que Jimin suspirava. - Hm? Uh, sim... sim, eu pensei em você só que... Desculpe, eu não peguei no celular hoje. - Suspirou e riu baixinho.


Jimin olhava pela pequena janela do banheiro, que tinha a cortina fina balançando pelo vento, da brecha grande da porta eu conseguia vê-lo, ele parecia bem mais relaxado e descontraído que a alguns momentos atrás. Eu conhecia muito bem minha criança apara saber sobre o que aquilo se tratava, oh se eu sabia. Meu filho estava entrando numa paixão, era nítido, meu coração se aquecia com aquilo ao mesmo tempo que a minha racionalidade de pai se negava.

Eu sabia perfeitamente que era normal confundir os sentimentos naquela idade, mas minha experiência dizia que isso só era considerávelmente bom quando havia verdade e honestidade. Não seria justo com Jisoo se ele tivesses suas aventuras ainda comprometido, ainda mais com Yugyeom, ele era um doce e merecia algo mais esclarecido. Meu Chimchim anda pecando nesses aspectos e isso é algo inaceitável para mim. 

Ouvi alguns "Sinto sua falta.", "Está muito frio aqui" e um "Queria que você estivesse comigo.", até que tomei uma atitude e entrei no banheiro fazendo-me de desintendido e fingindo um susto ao vê-lo.

Eu sou muito bom nisso.


- Hm, Chimchim, você me assustou! - Rio baixo e vejo seu sorriso pequeno se desfazer.


Jimin murmurou algum adeus rápido e soprou um beijo tímido antes de desligar o celular, ele já ia saindo de fininho, achando que podia fugir daquele momento constrangedor, mas eu não iria permitir. Às vezes meus filhos se esqueciam quem era o omma ali.


- Ei, ei. - Seguro seu braço e o faço sentar na tampa do vazo sanitário. - Que timidez toda é essa?


- Nada. - Falou rapidamente e olhou para baixo. 


Aquilo me fez rir, pois era uma cena adorável, ele estava vestido com uma regata muito larga, uma cueca samba-canção colorida e meia, tudo grande demais para o seu corpo, eram emprestados de Namjoon. Olhar meu Jiminie naquele momento era perceber que meus filhos poderia ter mais de cinquenta, sessenta, ou setenta anos, e ainda assim seriam meus bebês. Nós realmente tínhamos feito um bom trabalho até com eles.


- Eu sei que era o Yug na linha. - Seus olhos se arregalaram e logo desviaram o olhar. - Não estou julgando, Chim, isso seria até adorável, sabia? Jackson e Namjoon iriam enlouquecer... - Sorri e o vi fazer o mesmo rapidamente. - Mas...


- Eu sabia... - Suspirou e encarou-me finalmente.


- Mas - Dou ênfase na palavra e encostou meus quadris na pia. - essa não é a melhor maneira de resolver as coisas, Minnie. Seja verdadeiro nessa história, não haja incorretamente.


- Como assim? - Ele realmente parecia curioso.


- Jisoo.


Pelo modo que ele ficou desconfortável, se remexeu no assento e mordeus os lábios, eu sabia que ele já havia pensado na menina antes. Isso me deu esperanças, pois era sinal de que meu filho não agia de maneira inconsequente. 


- Acha que é justo com ela? - Não obtive sua resposta. - Hm, Chim?


- Eu sei, omma...


- Chimchim, uma relação não se inicia ou termina bem quando baseada em mentiras, não seja injusto com nenhum dos dois. - Jimin ficou sério, eu já sabia de cor o que ele estava fazendo. Estava raciocinando sobre minhas palavras. - Quando não há verdade na vida de um casal, mesmo que as mentirinhas sejam bobas, isso acaba virando um grande problema.


- Eu e Yug já conversamos sobre isso, omma, só estamos esperando Jisoo voltar de Washington. - O olhar profundo dizia que meu Chim, mesmo que meu eterno menino, já era um homem.


- Não acham que deveriam se afastar para se manterem neutros enquanto as coisas não são esclarecidas? - Dou de ombros. - É mais sensato, ajuda a esfriar esse fogo todo. 


Jimin pareceu ponderar, ajeitou os ombros e suspirou, fixando o olhar no nada. Quando ele estava bem proximo de mim, senti seus braços ao meu redor, não entendi muito bem o que meu filho queria dizer com aquilo, então só aproveitei o carinho que ele fazia com as mãos ainda gordinhas em minhas costas. Até que ele se afastou e segurou meu rosto.


- Omma, não é porque você e o appa não estão se dando bem que meu relacionamento não vai dar também.


Aquela frase veio como um tiro certeiro, era óbvio que eu sabia que Jiminie não havia feito de propósito, mas ainda ouvir aquilo era doloroso. Fiquei paralisado, apenas digerindo cada palavra. Era incrível como aquela merda de caso já estava fazendo efeito na minha família. Eu quis chorar, porque apesar de absurdo, aquilo era verdade.

Jimin demorou um pouco para se tocar sobre o que tinha acabado de dizer, mas quando fez ele entrou em alerta. Afastou. rapidamente o corpo do meu e me olhou com os olhos arregalados.


- Nã-Não, omma, eu não quis dizer isso, eu...


-Eu sei, querido, sem problemas. - Beijei sua testa e afaguei seus braços. 


- E-Eu quis dizer que cada um tem a sua própria maneira de resolver as coisas - Ele ainda tentava se explicar com a pior expressão de culpa no rosto. - foi você mesmo que me ensinou isso... 



- Eu sei, Jiminie, eu sei. - Suspirei e me afastei, tentando disfarçar a tristeza e frustração ao olhar pela pequena janela do banheiro. - Acorde Jungkook, desço em poucos minutos para fazer o jantar. 



- Omma...


- Tudo bem, meu amor, apenas acorde aquele preguiçoso. - Suspirei, forçando um sorriso, assim que ouvi seus passos sumirem pela porta.





(...)






Essa seria a última noite de folga que os meninos passariam aqui, eles agora estavam infurnados no quarto, como antigamente, só que dessa vez não brincavam e nem espalhavam brinquedos pelo tapete. Eles assistiam uma série medieval no computador, era um pouco violenta e promíscua a mais que o normal, mas parecia que esses eram os pontos que mais interessavam para eles. A todo tempo Jimin tentava se aproximar, claro que eu o recebia de braços abertos em todas as vezes, mas ele mesmo se retraía quando a culpa batia. Logo iria passar.

Eu já me preparava para me deitar, pois no dia seguinte eu voltaria para o consultório, minhas férias foram curtas, bastante proveitosa até, mas meu corpo precisava voltar para a rotina louca e estressante do hospital. Pode parecer loucura uma pessoa que está vivendo sobre estresse constante querer se estressar mais, porém, no meu caso, o ritmo frenético servirá como um tranquilizador. Manter a minha mente ocupada será bom, mesmo que por algumas horas, para esquecer os problemas.

Mas agora eu ainda me martelava sobre ocorrido de mais cedo. Eu estava sentado na cama, enquanto eu esfregava um hidratante em minhas pernas, massagem sempre funcionava depois de um dia estressante. O quarto estava apagado, apenas os abajus de ambos criados-mudo estavam acesos, meu notebook estava sobre a cama e vire e mexe eu lia algum email da minha caixa de entrada. Isso tudo era o modo que encontrei de me organizar os pensamentos para poder conversar sobre o ocorrido de hoje com Namjoon.

Já estava tarde, passava da meia-noite, mas eu sabia que ele já estava para chegar. Jackson não o liberaria muito tarde logo no primeiro dia, ainda mais por causa da confusão. Meu raciocínio tanto estava certo que em instantes a porta se abriu, Namjoon olhou para mim e sorriu cansado, ele estava sem blazer e sua gravata estava frouxa, o fato dele estar sem sapatos sinalizava que suas roupas foram tiradas no caminho da porta de entrada até aqui.

Como de costume, ele não me beijou, foi direto para o banheiro para tirar o cansaço do corpo. Suspirei pesado e fechei o notebook assim que ele bateu a porta. Fiquei nervoso, pois eu não sabia como abordar aquele assunto sem arrajar uma briga, além de que a cena de hoje de manhã ganhou vida em minha mente assim que seus olhos se encontraram com os meus. Eu o neguei, mas foi com muito esforço, não sei se eu teria a mesma força esta noite. Era óbvio que ele iria apelar para o sexo e isso me entristecia.

Levantei-me para arrumar a cama, guardei meu cremes, uma pasta de exames e o meu computador na minha parte do guarda-roupa, aproveitando para pegar uma calça, já que o samba-canção e o moletom não estavam me protegendo do frio. Mas antes de vestir, coloquei a peça na poltrona do canto para retirar a colcha grossa da cama, para deixar mais confortável, apalpei os travesseiros e isso fez uma ponta do lençol de elástico sair do lugar. Droga. Apoiei um joelho no colchão e estiquei meu corpo até a ponta solta, tomando um susto quando um par de mãos geladas tocaram meus pés.

Meu coração acelerou e da minha boca saiu um grito, meu corpo ficou mole e tombou para o lado, deixando-me esparramado na cama. 


- Minhas mãos estão geladas? - Namjoon sorriu assim que nossos olhares se encontraram.


Ele vestia uma box velha e uma regata, apesar de estar sentindo frio agora, ele era calorento e, provavelmente, acordaria descoberto pela manhã. Aquele bom humor por causa de um bom dia no departamento era totalmente irritante, eu não conseguia aceitar sua felicidade em estar rodeado por uma atmosfera negativa que eram os casos de alto risco. Mas também não poderia negar que ele ficava bem com aquele sorriso descontraído, parecia até o Namjoon universitário que eu conheci a anos atrás.


- Tomei banho frio por causa do estresse. - Falou ao se deita no meu lado da cama. - Estou congelando de dentro para fora, quase peguei chuva.


Olho para a janela e vejo que alguns pingos riscavam o vidro, eram riscos finos, provavelmente uma chuva fria e que trazia muitos resfriados. Suas mãos grandes me luxaram para perto, encolhendo-me junto a ele, e depois puxaram o cobertor sobre nós. Meu coração acelerou, quando minhas costas tocaram seu peito e quando seu nariz fungou meu ombro, mas logo se normalizou ao reconhecer que os carinhos vinham de Namjoon. Apesar de brigados e desintendidos, nós éramos casados a anos, eu sentia falta dele e ele a minha.


- Ainda não está falando comigo? - Beijou minha nuca.


- Não. 


- Tudo bem. - Riu baixo e apertou-me. - Isso algum dia vai passar. - Repetiu o beijo


- Namjoon.


- Oi.


- Hoje o Chimchim nos colocou como exemplo de um relacionamento ruim. - O ar me faltou ao confessar aquilo. - Isso algum dia vai passar?


- O quê?


A voz dele se tornou rouca e um pouco mais grave, eu não podia vê-lo cara a cara, mas eu sabia que seu cenho estava franzido. Então eu contei tudo a ele, falei sobre o telefonema, sobre Jisoo e sobre a comparação, seu corpo ficou tenso a cada palavra, era sinal de que aquilo era um problema na visão dele também. Pelo menos isso.


- Eu vou falar com ele. - Falou depois de algum tempo em silêncio. - Desculpa.


- Eu sei que isso é só o começo. - Murmuro, espantando a vontade de chorar.


- Não é.


- É sim, não tente negar, isso me irrita. - Bufo. 


Em um movimento brusco ele me virou de frente para si, seus olhos estavam semicerrados e seus lábios apertados em uma linha fina, apesar de pouco iluminado, eu conseguia enxergá-lo muito bem.


- Eu sei que você tem toda a razão de estar furioso assim, mas não há nada que possa ser feito agora. - Sua mão seugurava meu braço com força, bem próximo ao cotovelo. - Eu sei que eu sempre estrago tudo e misturo as coisas, sei que alguém pode se machucar com isso também.


- Então por que você...


- Eu sei - Interrompeu. - eu sei que isso tudo está sendo uma merda, Seokjin, eu sei que pessoas estão morrendo lá fora e que nossa família está sendo afetada aqui dentro, mas nada pode ser feito para mudar o fato de eu participar nesse caso. - Seu aperto estava ficando mais forte. - Mas mesmo assim eu quero te pedir uma coisa.


- Você não tem esse direito.


- Eu não me importo, eu vou pedir mesmo assim. - Seu rosto estava a centímetros do meu. - Vou pedir que você me dê suporte nessa história, eu preciso de você para não fallhar nesse caso. Nossos filhos precisam, Jimin e Kook, eles... eles precisam de você para que eu os mantenham seguros.


Meus olhos ardiam, mas eu não queria chorar, era inacreditável, Namjoon estava jogando a responsabilidade em mim, mas ao mesmo tempo eu não aguentava viver naquele pé de guerra. Eu não aguentaria sentir o olhar julgador de Yoongi sobre mim novamente, de ouvir palavras ruins dos meus filhos, ou ofender Mark sem querer. Eu queria paz e segurança, Namjoon me prometeu isso no nosso casamento.

Meus olhos estavam fixos no dele enquanto eu pensava naquilo tudo, seus dedos ainda apertavam meu braço e minha respiração já começava a falta.


- Eu estou com medo. - Sussurro bem devagar.


- Eu preciso de você. - Sussurrou rápido.


- Namjoon...


- Eu preciso de você. - Falou sério.


Suas mãos me puxaram em um catranco, até nossos corpoas estarem colados, assim como nossas testas. Ele fechou os olhos. Eu já sabia o que viria, eu não queria que fosse daquele jeito, mas já não tinha como negar, então fechei meus olhos também. Como se estivesse conseguindo me enxergar, ele me beijou, nós estávamos de lado, então nossas pernas se tocavam. 

Eu conseguia sentir a necessidade de Namjoon, ele também parecia estar cansado, não só do trabalho, mas dessa situação também. Aos poucos eu fui me aproximando mais, deitando suas costas no colchão enquanto eu ainda o beijava. Ele não queria me largar, vez ou outra me dava selares rápidos só para tomar ar, até que ele se irritou com aquela lentidão.

Namjoon soltou um grunhido e me empurrou para o espaço vazio da cama, ficando por cima de mim logo em seguida. Não demorou muito para se encaixar entre minhas pernas e se pressionar entre nossas roupas. Ele se aproveitou de um suspiro meu para tomar meus lábios e me invadir com sua língua quente e atrevida. Uma de suas mãos sustentava o corpo na cabeceira da cama enquanto a outra esmagava minha cintura. Hoje ele estava usando força demais.

Estava muito difícil respirar, então ele teve um pouco de piedade, ou não, e passou a sugar minha pele dos ombros e pescoço. Mordia com um pouco de força e beijava em seguida para não ser tão doloroso, alternando entre ser rudo e amoroso. Aquilo já estava me deixando confuso e tonto. 

O que ele queiria, afinal?

Namjoon tirou a propria camiseta e foi arrancando a minha do jeito que pôde, ficando ainda mais necessitado e nervoso por não ter conseguido tirar minha cueca de primeira. Ele parecia ter sede de mim, como um desidratado no deserto. Fazia alguns longos anos que ele não era tão intenso assim, teríamos que ter calma.


- Namie. - Chamo por ele, mas não tenho resposta. - Namie-ah.


Sua mão fincou na barra da minha cueca e suas unhas curtas acabaram me arranhando, causando um certo tremor em meu corpo. Em segundos ele tirou nossas únicas peças de roupas, parando de joelhos entre mim só para se tocar enquanto me via nu. Aquela visão não podia ser real, aproveitei e fiz o mesmo que ele, não poupando os gemidos e arfares. Era maravilhoso sentir o vai e vem de minhas mãos enquanto ele mantinha um sorriso de canto e a cabeça jogada para trás, toda vez que fazíamos isso no sexo eu me sentia um adolescente, como na vez em que transamos no jardim. 

Eu estava quase lá, não era necessário muitos estimulos quando o assunto era meu marido, mas isso não era o suficiente para ele. De maneira sorrateira, ele veio engatinhando em minha direção e se deitou ao meu lado, virando-me de costas para ele logo em seguida.


- Eu não sei porque ainda me surpreendo com você. - Falou em meu ouvido enquanto me ajeitava. - Você é lindo, Jinnie. 


Senti seus lábios em minha nuca e seus dedos frios em meu falo, aquilo me pegou de surpresa e me fez prender a respiração, mas não parou por aí. De maneira bem sutil e erótica, eu sentia sua ponta procurar por minha entrada. Oh, não, ele não seria capaz...


- Namie! - Quase gritei quando ele me achou. - Namie... Aish, Namjoonie...


- Shh. - Falou enquanto empurrava devagar. - Porra.


Ele foi colocando cada centímetro bem devagar, deixando que seus arfares e gemidos viessem diretamente em meu ouvido. Suas mãos me apalpavam e acariciavam, uma em meu falo e outra em meu mamilo por debaixo do meu corpo. Aquilo era tensão demais para uma pessoa sobre carregada, eu sentia que poderia morrer pela exaustão, mais ainda assim não queria que parasse.


- Jin, como vo-você consegue? - Sussurou assim que colocou tudo. - E pensar que você é só meu...


- Namjoon. - Choraminguei pela dor, mas também pelo prazer que suas mãos me proporcionavam. - Nam-Namjoonie...


- Shh, eu já vou deixar você bem, hm?


Então ele saiu todo e me virou de frente, causando-me um pouco mais de dor por ter feito rápido. Namjoon levou uma penar minha em sua cintura, quase em sua costela, e colou nossos corpos, penetrando-me mais de pressa dessa vez. Ele saiu e entrou rápido, arrancando-me um um gemido baixo, e então repetiu.

Minutos depois ele já havia alcançado um ritmo, beijando meu pescoço e sussurrando suas besteiras de sempre que me enlouqueciam só pelo seu tom de voz.

Agarrei suas costas, deslizando minhas mãos para baixo até chegar em sua bunda redonda e e gravar minhas unhas ali. Ele sorriu largo com aquilo e virou o próprio corpo, fazendo-me sentar sobre ele, eu não precisava de muito para ter o controle sobre Namjoon. Então eu calvaguei em seu corpo, trazendo uma vibração um pouco abaixo do meu umbigo e um a ardência em minha entrada. Realmente fazia algum tempo desde a nossa última vez. Achei um ritmo bom e continuei.


- Namie.


Jogando a cabeça para trás, apoiei minhas mãos em suas coxas e me empenhei no que eu estava fazendo, alternando em movimentos circulares que o faziam xingar palavrões pesados demais. Abri os olhos por um instante e dei de cara com os dele sobre mim, Namjoon era assim desde sempre, ele gostava de me observar até na hora do sexo. Eu amava isso nele. 


- Jin, eu não vou aguentar. - Praguejou.


- Então goza em mim.


Geralmente era ele quem me pedia que eu me desfizesse, mas hoje eu não era o mais necessitado ali. Então não foi necessário muito para que eu sentisse seu jato dentro de mim, quente e denso, como o pouco suor de seu corpo. Aquilo e seus gemidos altos e suplicantes pelo orgasmo meu deram forças para intensificar meus movimentos, fui mais rápido e com mais força, gemendo sem pudor da maneira que ele bem gostava. Eu chamava por ele, com a respiração ritmada e amaldiçoando todo aquele tesão que ne fazia querer chorar. Meu corpo já tremia e o fevor que eu sentia já dizia tudo.

Foram uma, duas, três investidas para que eu explodisse em seu abdômen, foi tudo tão intenso e barulhento que eu só notei que o repingo fora em seu queixo quando ele limpou. Então eu desabei sobre ele.


- Hm, Namie... - Tentei falar, mas minha cabeça girava como se eu estivesse embriagado.


- Eu amo você e preciso de você. - Sua voz estava fraca e chorosa. - Eu. Preciso. De. Você. - Fungou.


Ele se retirou de mim, mas ainda me manteve sobre si, acariciando minhas costas e beijando minha têmpora.






(...)




Jungkook

Jiminie-hyung me levava de volta para o campus, nós teríamos aula a tarde naquele dia, então achamos melhor partirmos de manhã, mas não foi só por isso. Pelos gritos abafados que ouvimos durante a série ontem a noite, concluímos que nossos pais já estavam bem. 

Foi a pior conclusão da minha vida.

Naquele dia meu appa levaria meu omma de volta para o hospital, como sempre fez, com isso a tensão até chegar na garagem foi horrível. Eu tentava não lembrar dos sons, enquanto meu hyung perdia todo a pose madura com aquele sorriso torto dele. A pior parte foram meus pais perguntando se havia algo errado. 

Mas, apesar de tudo, foi bom vê-los agindo "normalmente" de novo. Lógico que meu omma ainda estava meio retraído, o que me deixava preocupado, porém era nítido que a harmonia estava voltando para nós.

Enquanto eu cantarolava uma canção, peecebi que Jiminie-hyung tomava um caminha diferente, digo, não tão diferente assim, porém mais longo. Ele estava descontraído e ainda mantinha o mesmo sorriso estampado. Que pervertido.



- O que foi? - Pergunto.


- Nada, só estou feliz que ele tenham se acertado. - Falou todo bobo. - Foi doloroso o modo que ficamos sabendo, mas...


- Arg, nem me fale!


Fecho meu olhos com forças e apoio minha cabeça na janela, enquanto escuto sua risada alta. Eu tentava não imaginar a cena, porque não era uma coisa legal, mas isso era muito difícil.

Jimin estacionou e ligou o carro, mas não estávamos na faculdade e sim em uma lanchonete. Estranhei, mas nada disse, pois ainda tínhamos tempo de sobra para a aula experimental da tarde.Tirei meu cinto, peguei meu casaco, meu celular no bolso da mochila e bati a porta. Jiminie jogou sua jaqueta jeans sobre os ombros e apertou o sensor que trancava o carro, dando-me a mão para que pudéssemos entrar juntos. 

Aquela era a mesma lanchonete onde ele veio me busca quando me perdi, uma que era metadr lanchonete e metade livraria. Era meio velha e feia, mas ainda era aconchegante, além de ser uma das únicas no caminho para a faculdade. Talvez o dono seja humilde, mas também seja caprichoso, pois as paredes estavam desbotadas e o piso gasto, mas o ambiente estava bem limpo. Só as pessoas que frequentavam o lugar que dava um medo sinistro, elas pareciam trsites e solitárias, bebendo seus cafés e lendo seus romances de maneira fixa e meio sem vida.

Jiminie-hyung me puxou para uma mesa onde havia um sofá embutido, como sempre, eu fiquei o canto. Ele me jogou o cardápio para colocar a jaqueta, parecia que o aquecedor do lugar estava quebrado. No menu havia muitas coisas gostosas, mas só obtive interesse pelo chocolate quente.


- Só vai tomar um chocolate? - Ele fez uma cara feia e roubou o cardápio de volta. - Eu trouxe a gente aqui porque o omma não fez café.


- Me' deixa, hyung. - Sorrio. - Acha que as pessoas compram esses livros?


- Nah. - Olhou em volta. - Acho que são alugados, pois parecem muito antigos.


Enquanto a gente opinava na decoração da lanchonete, o atendente veio. Ele era um cara, parecia ser mais velho que meu hyung, aperentava ter quase trinta. O homem veio sorrindo, mas parecia preocupado.


- Olá. - Falou pegando a caneta do bolso do avental. - O que vão pedir?


- Hm... - Aposto que Jiminie-hyung havia esquecido. - Meu irmão vai querer apenas um chocolate quente, já eu vou querer um cappuccino, um croissant e uma torrada com creamcheese. Eu sei que ele vai querer comer alguma coisa quando o meu pedido chegar.


- Certo. - O homem sorriu terno, mas logo ficou sério. - Vocês são da universidade?


- Sim, sim. - Sorrio, era legal afirmar aquilo.


- Ouvi dizer que os projetos finais de lá são muito bons. - Comentou enquanto anotava. - Vão participar?


- Sim, somos praticamente obrigados. Vale muito nas notas.- Jiminie-hyung diz.


- É, tudo tem seu preço. - Deu de ombros e olhou para a gente. - Olha, meninos, eu fiquei sabendo que essas bandas estão muito perigosas. 


- Como assim? - Eu não estava entendendo.


- Alguns crimes estão acontecendo nessa área, sabe, crimes sérios. - Falou apreensivo. - Tomem cuidado, não andem muito por aqui.


- Ah, sim, sim, valeu cara. - Hyung sorriu.


- Sério, se precisarem ir a alguma lanchonete, saba que há uma cafeteria bem perto do campus, não se arrisquem. - Ele parecia, realmente, preocupado. - não precisam vi até aqui.


- Espera - Jimin riu. - você está dizendo para a gente procurar a concorrência? Quem é você?


- Brad. - Estendeu a mão para o meu hyung.


- Jimin e este é Jungkook, meu irmão mais novo. - A gente se cumprimentou.


- Olá, pode deixar que eu procuro outra lanchonete. - Sorrio e cruzo os dedos. - Palavras de escoteiro.



- Pareci exagerado, não foi? - O cara riu conosco. - Mas é sério, eu detestaria ver um mal acontecer diante dos meus olhos e nada poder fazer. As pessoas são cruéis, Jungkook.



- O que quer dizer com isso? - Fico confuso, a frase era profunda demais.


- Quero dizer que vocês precisam tomar bastante cuidado. - Sorriu pequeno. - Já trago o pedido de vocês, se quiserem podem escolher um livro enquanto isso.


- Tá, obrigada. - Meu hyung respondeu e ele partiu em direção ao balcão.


Gostei do Brad, mas suas palavras me deixaram confuso, elas me fizeram lembrar da discussão dos meus pais. Talvez fosse sobre isso que meu appa investigava no trabalho.


Notas Finais


=))) #Fighting desculpe qualquer coisa!!!!


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