História Harry and Hermione - True Love - Capítulo 38


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Dumbledore, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Argo Filch, Arthur Weasley, Bellatrix Lestrange, Carlinhos Weasley, Dino Thomas, Draco Malfoy, Duda Dursley, Ernesto Macmillan, Fílio Flitwick, Fleur Delacour, Fred Weasley, Fred Weasley Ii, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Lucy Weasley, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Molly Weasley II, Narcissa Black Malfoy, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Personagens Originais, Petunia Dursley, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Remo Lupin, Rita Skeeter, Rolf Scamander, Ronald Weasley, Rúbeo Hagrid, Severo Snape, Simas Finnigan, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Valter Dursley, Victoire Weasley
Visualizações 15
Palavras 1.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi!
Eu sei que demorei, mas aqui estou!
Aproveitem o capítulo! Vou tentar postar outro esta semana!

I solemnly swear that I'm up to no good.

Capítulo 38 - As sete horas mais longas das nossas vidas


POV Harry

Três meses se passaram. Pelo lado positivo: a Hermione está linda, com a sua barriga de cinco meses, os meus filhos cresceram, o Teddy, a Vic e a Molls começam a escola primária hoje. Pelo lado negativo: o número de ataques não diminuiu. Famílias Muggles estão a ser assassinadas sem piedade, e os agentes da polícia e médicos legistas não encontram causa de morte, ou seja, fecham as investigações.

Voltando ao lado positivo. Eu, Hermione, Andromeda, Fleur, Bill, Percy e Audrey estávamos à porta da escola onde as três crianças estavam inscritas. Tínhamos pedido ao Teddy para que o seu cabelo ficasse de uma cor natural, e foi o que ele fez. Os seus cabelos eram agora quase pretos, como os meus. Ele gostava de brincar com as cores dos olhos, e estava sempre a mudá-las, mas pedimos-lhe que não fizesse. Os seus olhos adotaram a cor azul. Era um azul tão claro, que quase parecia cinzento. Vimos os três entrar na escola e acenar uma última vez, antes de os perdermos de vista.

Voltámos para as nossas respetivas casas e esperámos que chegasse a hora de saída, pois o autocarro da escola ia trazê-los. Supostamente, também os levava para a escola, mas, no primeiro dia de manhã, o autocarro não está funcional. Foram as sete horas mais longas das nossas vidas.

***

POV Victoire

Eu, a Molls e o Teddy despedimo-nos dos adultos e entrámos no edifício da escola. Era enorme, e nós não sabíamos o caminho para a nossa sala. Chegámos a uma área aberta: o recreio. Lá, havia alguns professores que gritavam a turma a que davam aulas, para que os alunos se aproximassem.

- Primeiro ano!

Uma senhora com os seus 30 anos, tinha o cabelo ruivo amarrado e usava óculos. Estava de saia e rosa e camisola branca. E tinha uma folha de papel na mão. Nós os três aproximámo-nos dela, tímidos. Ela sorriu para nós.

- Olá, meninos! São do primeiro ano? – Nós assentimos. – Ótimo! Sou a Sra. Merme. Quais são os vossos nomes?

- Molly.

- Molly Weasley… - Ela murmurou para si própria e marcou um “P” de “presente” na sua folha de papel.

- Victoire.

- Victoire Weasley… - Outro “P”.

- Teddy.

- Desculpa, querido, não tenho nenhum Teddy na minha folha.

- Pois! Desculpe! – Ele bateu com a mão na testa. – O meu nome é Edward. Mas prefiro que me chamem Teddy.

- Tudo bem, querido! Teddy Lupin… - ela marcou outro “P”, riscou o nome “Edward” e escreveu “Teddy” por cima. – Muito bem. Podem sentar-se.

Sentámo-nos no chão, onde já estavam mais algumas crianças juntas a conversar. Mas havia uma menina sozinha. Ela era loira e era bem bonita.

- Fiquem aqui. Já venho. – disse à Molls e ao Teddy.

Aproximei-me da menina e sentei-me ao seu lado. Ela olhou para mim.

- Olá. Chamo-me Victoire, mas podes chamar-me Vic. Victoire Weasley. Como te chamas?

- Maisie.

- Prazer, Maisie. Estás sozinha?

- Sim… não conheço ninguém aqui…

- Bem, agora já me conheces. Anda, vou apresentar-te aos meus amigos, e assim também vais passar a conhecê-los. E podes ser nossa amiga.

Eu levantei-me. Ela sorriu e aceitou a mão que eu lhe ofereci. Guiei-a até onde estavam os meus amigos sentados no chão.

- Malta, esta é a Maisie. Maisie, estes são o Teddy e a Molly, mas podes chamar-lhe Molls. – Eu apresentei.

- Olá. – Maisie disse.

- Olá! Queres ficar aqui connosco? – Teddy perguntou. Maisie sorriu.

- Claro! Obrigada.

Estávamos sentados em rodinha, a rir de uma piada que Teddy contara, quando um rapaz de cabelos castanhos-claros e olhos cor de avelã veio a correr até nós.

- Teddy!

Teddy sorriu e levantou-se para abraçar o recém-chegado.

- Gus! – Ele exclamou. Depois, virou-se para nós. – Malta, este é o Gus. Ele é filho do padeiro d que trabalha na padaria onde a minha avó me leva. É meu amigo! Gus, estas são a Vic, a Molls e a Maisie.

- Olá. – dissemos as três.

Depois disso, ficámos lá mais um pouco, até a Sra. Merme nos chamar, pois a turma já estava completa. Fomos com ela até à nossa sala de aula e foi assim que passámos toda a manhã. Quando era meio-dia e meia, tocou uma campainha do lado de fora da sala, indicando que era hora do almoço. Podíamos almoçar em casa ou na escola. Nós os cinco ficávamos cá. No fim do intervalo do almoço, a Sra. Merme indicou-nos o caminho para as aulas da tarde, que eram opcionais. Podíamos escolher entre ballet, basquetebol, artes e natação. Eu e Maisie escolhemos ballet, o Teddy escolheu basquetebol, a Molls foi para artes e Gus tinha natação.

Eu e Maisie fomos, com mais alguns alunos da nossa turma (éramos sete raparigas e dois rapazes), para onde a Sra. Merme nos disse que era o estúdio de ballet, dentro do pavilhão desportivo. Tínhamos balneários masculinos e femininos, mas nós fomos diretamente ao estúdio, onde nos esperava uma senhora de idade, com fato de ballet roxo e o cabelo apanhado num coque. Tinha uma cara severa, de quem não tolera erros.

- Boa tarde, meninos. Sou a Sra. Frane. Sentem-se no chão. Vou fazer a chamada. – Começou a chamar nomes. – Bianca Stone! – A menina levantou a mão, e assim fomos. – Maisie Dursley! – A minha amiga levantou a mão. Entranho… conhecia aquele nome… Mas bem, passando à frente. A Sra. Frane continuou a chamar nomes. – Victoire Weasley! – Ouvi realmente o meu nome, mas a professora fez algo que me irrita profundamente: pronunciou mal o meu nome. Pronunciou o “oi” mesmo assim, “ÓI”, mas, sendo eu francesa, aquilo lê-se “UÁ”. Levantei a mão, dizendo:

- Sra. Frane…

- Sim, menina?

- O meu nome não se diz assim.

- Como?

- A senhora chamou-me “VictÓIre”. O meu nome é “VictUÁre”.

- E a menina acha que é francesa, por acaso?

- Eu não acho, professora, eu sou.

- Ah. – A sua voz pareceu vacilar. – Muito bem. – Fuzilou-me com o olhar.

Boa, Victoire, pensei, acabaste de ganhar o ódio de uma professora.

- Hoje não teremos aula. Vou só explicar-vos as regras. Todos os dias em que tenham aulas de ballet, terão de trazer um saco ou uma mochila com o vosso equipamento (N.A.: eu não sei os nomes, por isso vou tentar falar o melhor que conseguir), uma garrafa de água, produtos para tomar banho no final da aula e produtos para o cabelo. As meninas deverão ter o cabelo amarrado num coque, uma rede para evitar que este se desfaça, ganchos para prender melhor e, para cabelos mais pequenos não se soltarem, apliquem laca. Os rapazes deverão aplicar gel e laca para evitar que o cabelo vá para a frente dos olhos. Entendido? – Todos assentimos. – Deverão preparar-se para a aula nos balneários, e deixar todos os vossos pertences num cacifo. Para dentro deste estúdio, apenas poderão trazer a garrafa de água. Os balneários não são apenas para os bailarinos e bailarinas, pois os alunos que praticam basquetebol e natação também os usam. Perceberam todos? – Voltámos a anuir. – Muito bem. Estão dispensados.

Apressámo-nos a sair do estúdio e fomos para o recreio. Uma funcionária andava por lá, e eu e Maisie fomos falar com ela.

- Menina! – a funcionária virou-se para nós. – Desculpe, nós saímos da aula mais cedo. Sabe a que horas podemos apanhar o autocarro?

- Claro, queridas. – ela sorriu para nós. – O primeiro autocarro sai às 15h55min. A partir daí, parte um autocarro daqui a cada dez minutos até às seis da tarde.

- Obrigada!

Virámo-nos e vimos Teddy e Gus, que voltavam do pavilhão desportivo.

- Olá!

Sentámo-nos numa mesa que havia no jardim da escola a comer o lanche que havíamos trazido de casa e a jogar cartas, que Gus havia trazido. Dez minutos depois, a Molls juntou-se a nós. E ficámos lá, divertidos, até faltarem dez minutos para as quatro da tarde. Dirigimo-nos à saída da escola, e lá estava um autocarro com uma outra funcionária à porta. Aproximámo-nos.

- Nome e turma? – a funcionária, maldisposta, perguntou.

- Gustav Frown, primeiro ano.

- Edward Lupin, primeiro ano.

- Molly Weasley II, primeiro ano.

- Victoire Weasley, primeiro ano.

- Maisie Dursley, primeiro ano.

Esse nome ainda me incomodava, reconhecia-o de algum lado. A funcionária mal-encarada marcou uma cruz à frente dos nossos nomes e deixou-nos entrar. Sentámo-nos e Teddy puxou-me pelo pulso para que me sentasse ao seu lado. Olhei para ele. Parecia preocupado.

- O que foi, Teddy?

- Ouviste o que a Maisie disse? Que o seu último nome é Dursley?

O autocarro começou a andar.

- Também reconheceste o nome? – Eu perguntei. – Reconheço-o de algum lado, mas não me lembro de onde…

- Fui eu que te disse! – Ele respondeu. – Dursley é o nome da família que tomou conta do meu padrinho quando ele era menor de idade!

Fiquei um pouco incomodada. Não sei porquê, a Maisie é extremamente simpática. E o Teddy já me disse que não sabe que os Dursleys eram, apenas que tomaram conta de Harry. Mesmo assim, não consegui tirar aquele assunto da cabeça. Eu e Teddy ficámos calados pelo resto da viagem.

***

POV Teddy

Não podia acreditar! O tio Harry contara-me, há um mês, que vivera com uma família, cujo apelido de família era Dursley. Mas não entrara em pormenores. Quando chegasse a casa do tio, havia de lhe perguntar sobre os Dursleys.

Pelo caminho, despedi-me de Gus, que foi o primeiro a sair, da Molls, que saiu a seguir, e da Maisie, que saiu dois minutos antes de mim. Quando ia a sair, surpreendi a Vic com um beijo nos seus lábios, que eram macios e doces. Logo a seguir, disse:

- Xau! – Sorri e saí, e, pela janela, vi que ela ainda olhava, de boca aberta, para o lugar onde eu havia estado segundos antes.

Abri o portão do pátio de entrada de casa do tio Harry a correr, e, como a porta estava destrancada, entrei logo, apressado.

- Tio Harry! Cheguei! – Exclamei, ansioso por lhe perguntar sobre os Dursleys. Mas, quando entrei na sala de estar, vi que estavam lá mais três pessoas. – Tio Neville! – Quase que gritei, e corri para ele, que pegou em mim.

- Olá, campeão! Como estás?

- Bem! Quem é ela? – Apontei para uma senhora que eu não conhecia, e que segurava um bebé ao colo, que presumi ser menina, pois estava vestida toda de cor-de-rosa.

- Esta é a minha mulher, Hannah, e esta é a minha filha, Alice, que nasceu há uma semana.

Fiquei lá um pouco com eles, eles conversavam animadamente e eu fazia caretas para a menina, que era muito sorridente. Percebi que aquela não era a altura para falar com o tio Harry. Mais tarde, entraram a tia Hermione, a Phoebs e o James, que tagarelavam. Mais precisamente, discutiam. É a natureza dos gémeos. O tio Neville, a tia Hannah e a Alice jantaram lá connosco e, quando se foram embora, a tia Hermione mandou-me ir deitar, pelo que presumi que teria de falar com o tio Harry noutra altura.


Notas Finais


Oi!
Gostaram?
Como disse lá em cima, vou tentar postar outro capítulo ainda esta semana.
Tchau!

Mischief managed.


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