História Harry e Gina - Após a Guerra - Capítulo 19


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Categorias Harry Potter
Personagens Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Ronald Weasley
Tags Gina, Harry, Hinny
Visualizações 81
Palavras 2.136
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá. Capítulo todo Romione, espero que gostem. :)

Capítulo 19 - Capítulo Dezenove


Hermione

 

Rony e Hermione saíram do apartamento de Harry depois de terem decidido que poderiam jantar em qualquer outro lugar.

 – Onde você gostaria de ir? – Rony perguntou suavemente, segurando sua mão.

 – Eu não sei, o que você acha de Paris? – Hermione sugeriu animada. Ela estava bem menos irritada desde a sugestão de Gina.

 – Paris, uh? – Rony arqueou as sobrancelhas admirado. – Gostei. A comida deve ser boa.

 – Você só pensa em comida – Hermione rolou os olhos e virou a cabeça, observando os carros passarem pela rua movimentada.

 – Ei, não é verdade. Eu penso em você também – Rony virou Hermione para ele e a segurou pela cintura. – Penso mais em você do que em comida.

Hermione parecia derretida ao ouvir aquelas palavras de seu namorado. Passou os braços ao redor de seu pescoço e lhe deu um beijo, na ponta dos pés.

 – Você é um bobo – ela disse sorrindo largamente.

Rony sorriu para ela e lhe deu mais um beijo. As pessoas que passavam por ali viam o casal apaixonado, mas não era como se eles se importassem.

 – Vamos, então? – Rony indagou e Hermione assentiu, soltando-se do abraço e segurando a mão dele.

Segundos depois os dois chegaram em Paris, mais especificamente, a parte bruxa da cidade.

 – Desde quando você conhece a Paris bruxa? – Rony estreitou os olhos para ela.

 – Eu já vim para cá com os meus pais, lembra? – Ela disse sorrindo, mas logo seu sorriso murchou ao lembrar de seus pais.

 – É, eu me lembrei agora – Rony respondeu, notando o repentino desconforto dela.

 – Vem, vamos andando. Está frio – Hermione falou se aconchegando mais a Rony, que passou seu braço nos ombros dela.

O clima em Paris estava um pouco mais frio que em Londres e o vento parecia mais gelado. Eles continuaram andando até encontrar um pequeno restaurante.

 – O que você acha desse? – Rony questionou.

 – Parece ótimo – ela concordou.

Os dois entraram e felizmente tinha mesa disponível. O calor aconchegante do ambiente foi mais que bem-vindo, assim como o aroma delicioso de comida. Havia uma recepcionista atrás de um balcão, ela segurava um pergaminho enquanto uma pena ia escrevendo.

 – Bonne nuit, table pour deux? – A recepcionista do restaurante perguntou em um francês arrastado, sorrindo cordialmente para eles.

 – Bonne nuit! Oui s'il te plait – Hermione respondeu. Rony não entendeu uma palavra sequer, mas seguiu a moça, que os levou até uma mesa.

Eles sentaram e a moça os deixou.

 – O que vocês falaram? – Rony perguntou curioso.

 – Ela nos desejou boa noite e depois perguntou se era uma mesa para dois. Eu respondi que sim, por favor – Hermione respondeu. – É lindo aqui, não?

Os dois observaram o ambiente. Era um restaurante pequeno, mas aconchegante. Haviam várias mesas redondas para os clientes e o teto parecia ser feito por flores de todas as espécies, era uma bela mágica.

Um garçom apareceu e lhes entregou o cardápio. Os dois fizeram o pedido e ficaram conversando até que chegasse.

 – Você sabe que se quiser procurar seus pais eu vou te apoiar, não sabe? – Rony perguntou de repente, segurando a mão dela. Ela sorriu fraco e apertou a mão dele.

 – Eu sei, obrigada - ela sorriu fraco e apertou a mão dele. – Eu ando pensando bastante nisso ultimamente, eu sinto a falta deles.

Hermione sentiu um aperto no peito, mas não podia se arrepender, tudo que fez foi pelo bem deles.

 – É claro que sente, eles são seus pais.

 – Eu só tenho medo de que algo ruim possa acontecer com eles, caso eu volte para a vida deles – os olhos dela marejaram.

 – Não pense assim, a guerra acabou há quase dois anos, Mione. Eles merecem lembrar da filha deles – Rony encorajou-a. – Você merece estar com seus pais.

Hermione não teve tempo de responder, pois o garçom chegou com os pratos deles. A comida era deliciosa, a sobremesa nem se fala. Eles já estavam rindo à toa, depois de quase uma garrafa inteira de hidromel.

 – Minha barriga está doendo de rir – Hermione falou colocando a mão na barriga.

 – Eu sei, a minha também – Rony concordou.

 – A sua está doendo pelo tanto que você comeu – falou Hermione e os dois caíram na risada.

 – Talvez seja um pouco verdade – ele murmurou.

 – Podemos ir? Estou me sentindo tão cansada.

 – Sim, podemos.

~*~*~

 – Rony, não sei se estamos bem para aparatar – ela disse, se encostando nele, ao saírem do restaurante. – Vamos passar a noite em algum lugar. Ou pegar o Knight Bus.

 – Um hotel? – Rony a olhou de esguelha.

 – Sim, onde as pessoas pagam para ficar a noite quando não tem para onde ir – Hermione explicou.

 – Eu sei o que é um hotel – Rony riu. – Acho que é melhor que o Knight Bus. Eu vou passar mal se entrar naquele negócio.

 – É, eu acho que não aguento também – ela ponderou. – Aquilo parece ser um hotel.

Os dois seguiram para a direção que ela apontara.

 – Se preferir podemos ficar em quartos separados – Rony murmurou para ela, que o olhou de esguelha.

Hermione falou com a funcionária, que logo depois entregou a chave e falou mais alguma coisa. Os dois seguiram na direção que ela havia instruído até chegar em uma porta de número dez. Rony não entendia uma palavra em francês, então ele não sabia se ele e Hermione ficariam no mesmo quarto. Quando ela abriu a porta e o puxou para dentro, ele notou uma cama de casal, sentiu seu rosto corar um pouco.

 – Ela só tinha esse quarto – Hermione disse, ela também estava um pouco corada.

 – Se quiser podemos conjurar uma cama – sugeriu Rony.

 – Não! – Ela disse rapidamente. – Quero dizer, o quarto não é muito grande e... não me importaria se você dormisse na mesma cama.

Ambos ficaram muito vermelhos e por um momento um silêncio desconfortável pousou no ambiente.

 – Está quente, não? – Rony falou tirando seu casaco e o deixando em cima da cadeira.

 – Sim, um pouco – ela anuiu e também tirou seu casaco, ficando apenas com o vestido.

 – Você está tão linda, Mione – murmurou Rony, olhando-a.

Ela sorriu sem graça e cruzou os braços.

 – Minha cabeça está um pouco zonza, acho que bebi demais – ela falou indo se sentar na cama.

 – Eu estou me sentindo zonzo tam... – Rony ia falando, mas viu uma aranha pequena no canto da parede e ficou paralisado. – Droga de aranha.

Ele segurou a cadeira e jogou a cadeira nela. Hermione imediatamente começou a rir do namorado, que a fitou indignado.

 – Não acredito que estamos em uma espelunca que tem aranha! – Ele esbravejou emburrado.

 – Ora, Rony, ela era inofensiva – Hermione rolou os olhos.

 – Você já ouviu a frase: “nos menores frascos estão contidos os piores venenos? “ Ela pode nos matar enquanto dormimos!

 – Não seja dramático! Ela não faria nada disso – ela riu. – Apanhe a cadeira para ver se a acertou.

 – Você está louca? Vai que ela está viva e pula na minha cara e pica meu olho! Eu posso ficar cego!

 – Mas que grande covarde você é, Ronald Weasley! – Hermione levantou da cama e foi até a cadeira, levantando-a bruscamente. – Está vendo? Morta!

Eles olharam na direção que a aranha estava esmagada, então Rony perdeu toda a cor em seu rosto. Caído no chão, estava o anel que ele comprou em Nova York para pedi-la em casamento, ele estava dentro do seu casado e deve ter caído quando Rony arremessou a cadeira.

Hermione franziu o cenho e foi até a caixinha de veludo preto, pegando-a na mão.

 – Não! Não se mexa – Rony berrou desesperado.

Hermione o olhou confusa e intrigada. Por que não poderia abrir? Rony a olhava como se o conteúdo de dentro da caixa fosse responsável pelo fim do mundo.

 – Me dê isso, Hermione – ele pediu, tentando transparecer calma.

 – Por quê?

 – Porque é meu isso aí – Rony respondeu nervoso e estendeu a mão. – Por favor, me entregue.

 – O que você está escondendo de mim, Rony?

 – Eu não estou escondendo nada, meu amor – Rony fez uma tentativa de sorriso que mais parecia uma careta. Hermione estava ficando totalmente desconfiada.

 – Já que não está me escondendo nada, não faria mal algum abrir, certo? – Ela questionou, petulante e abriu sem esperar uma resposta. Rony correu até ela para tirar de sua mão, mas já era tarde, ela já tinha visto. Ela fitou aquele anel perplexa, as palavras haviam sumido de sua boca e ela fitou Rony, que a olhava chateado.

 – Mas que droga, Hermione! Eu pedi para não abrir – ele resmungou tirando a caixinha da mão dela.

 – Eu... eu sinto muito, Rony. Eu imaginei que não fosse nada demais – ela murmurou num fio de voz.

Rony parecia realmente chateado e ela se sentiu mal por isso. Ele respirou fundo e coçou a nuca.

 – Não tem mais o que fazer – ele falou, fitando-a.

 – O que quer dizer? – Indagou preocupada.

 – Agora você já viu e era para ser uma surpresa!

Hermione o fitou sem graça e foi até ele, dando um beijo na bochecha.

 – Ora, só fale de uma vez! Estou esperando – ela jogou os braços para cima, ansiosa. Depois mordeu os lábios e perguntou: – É o que eu estou pensando que é?

Rony assentiu lentamente e Hermione deu um gritinho, tampando a boca logo em seguida.

 – Você está esperando o que? – Ela respirava rapidamente, seu coração acelerado.

 – Pois fique sabendo que eu tinha planos melhores para essa ocasião – ele avisou e abriu novamente a caixinha. – Talvez se eu me ajoelhar, vai ficar difícil de levantar.

Ele a olhou sem graça, mas ela sorria ansiosa. Rony pegou o anel da caixinha e segurou a mão dela, olhando em seus olhos.

 – Hermione Jean Granger, você aceita se casar comigo?

 – Sim! Aceito – Hermione se jogou nos braços deles, o beijando com força.

 – Ainda bem – Rony disse, fazendo-a rir.

 – Eu amo você, Rony – ela sussurrou e os olhos dele brilharam

 – Eu também amo você – ele depositou um beijo leve em seus lábios. – Me arrependo por ter sido tão babaca com você, algumas vezes.

 – Algumas? Foram várias – Hermione abraçou o pelo pescoço, rindo. – Mas tudo bem, é passado. As coisas mudaram.

 – Eu estava fazendo tantos planos para esse pedido, não acredito que você descobriu antes – ele soltou um muxoxo que fez ela sorrir.

 – O que você estava planejando?

 – Harry sugeriu que eu pedisse no restaurante, mas eu não sabia se era uma boa ideia porque você ainda estava zangada – ele falou rapidamente. – Depois decidi que decidiria na hora e que a melhor opção seria manter o anel junto.

 – Harry sabia de tudo?

 – É claro que sim, ele que me ajudou escolher o anel quando estávamos em Nova York – Rony deu de ombros.

 – Espera, você disse que comprou esse anel quando esteve em Nova York? – Indagou Hermione descrente.

 – É, foi – ele respondeu, sentindo seu rosto esquentar. – Quando viemos para cá imaginei que seria o lugar perfeito, mas aí você ficou triste por ter lembrado dos seus pais e eu não queria te pressionar a nada.

 – Ah, Rony – ela sorriu e passou a mão delicadamente pelo seu rosto. – Eu sei que gostaria que fosse se outra forma, mas eu não me importaria como fosse, desde que você dissesse.

Eles sorriram um para o outro e Rony a puxou pela cintura.

 – Tive medo que fosse dizer não.

 – Eu nunca diria não, Ronald – ela virou os olhos, mas sorriu carinhosa. – Eu amo muito você. Nunca duvide disso.

 – Eu não duvido, nem por um momento, porque eu te amo de todo o meu coração – ele disse olhando nos olhos dela.

Hermione o beijou e foi um beijo diferente de todos os outros que já trocaram. Era um beijo cheio de desejo e paixão, desesperado e ansioso. Rony a apertava contra ele, como se tentasse se aproximar ainda mais. Eles nunca haviam feito nada além de beijado, em todo esse tempo de namoro. Eles não haviam falado sobre isso, tampouco.

Rony apertou sua cintura e desceu os beijos para seu pescoço, arrepiando. Hermione podia sentir seu rosto queimar, mas não queria parar.

 – Podemos fazer isso, já somo adultos – ela falou, repente.

 – Não precisamos fazer nada que você não queira – disse Rony, afagando sua bochecha.

 – Não, eu quero – Hermione sorriu timidamente. – Só estou nervosa.

 – É, eu também – Rony sorriu de volta. – Não acredito que estamos noivos. Eu estou tão feliz, Mione.

 – Eu também estou – ela respondeu, fitando-o apaixonada.

Os dois se beijaram fervorosamente, Rony a pegou no colo, surpreendendo ela. Quando viu, já estava deitada na cama, com um Rony todo atrapalhado em cima dela. Nenhum dos dois sabia ao certo o que fazer, mas no final acabou dando tudo certo.

 

Ai gente, eu sei que esse final pode ter flopado um pouco, mas eu não sou o tipo de pessoa para escrever cenas hots. Eu não sei ao certo o que colocar e sempre acho que fica esquisito kkkk

Então, sinto muito se alguém achou esse final horrível, me perdoem! O objetivo do capítulo era ser fofinho e mostrar a relação deles, queria dar uma atenção especial para o pedido de casamento.


Notas Finais


Se tiver algum erro, me perdoem, meu celular estragou e estou tão nervosa com isso que não tô sem cabeça. Mas como prometido, o capítulo está em dia. Até o próximo.

P.S. Eu tenho tanta sorte com essas porcarias, quando não é meu notebook é o celular...


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