História Harry Potter e a Câmara Secreta (Visão Racional) - Capítulo 7


Escrita por:

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alastor Moody, Alvo Dumbledore, Angelina Johnson, Arabella Figg, Argo Filch, Armando Dippet, Arthur Weasley, Barão Sangrento, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Cassandra Trelawney, Cedrico Diggory, Cho Chang, Colin Creevey, Cornélio Fudge, Dama Cinzenta, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Dobby, Dolores Umbridge, Draco Malfoy, Duda Dursley, Evan Rosier, Fílio Flitwick, Fred Weasley, Frei Gorducho, Gilderoy Lockhart, Gina Weasley, Godric Gryffindor, Gregory Goyle, Harry Potter, Helena Ravenclaw, Helga Hufflepuff, Hermione Granger, Horácio Slughorn, Jorge Weasley, Kingsley Shacklebolt, Lilá Brown, Lílian Evans, Lord Voldemort, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Merlin, Mila Bulstrode, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Murta Que Geme, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nick Quase Sem-Cabeça, Nymphadora Tonks, Olívio Wood, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Pedro Pettigrew, Petunia Dursley, Pirraça, Pomona Sprout, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Rita Skeeter, Ronald Weasley, Rowena Ravenclaw, Rúbeo Hagrid, Salazar Slytherin, Severo Snape, Sibila Trelawney, Sirius Black, Theodore Nott, Tiago Potter, Tom Riddle Jr., Valter Dursley, Vincent Crabbe, Walburga Black
Tags Basilisco, Camara Secreta, Corvinal, Dark!harry, Dark!potter, Diário, Evildumbledore, Grifinória, Gryffindor, Harry Potter, Hufflepuff, Lufa-lufa, Magia, Maldição, Ofidioglossia, Ofidioglota, Ravenclaw, Slytherin, Sonserina, Tom Riddle
Visualizações 282
Palavras 1.413
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Admito que foi bem interessante escrever esse capítulo. :v

Capítulo 7 - Diário


-Me concederia a honra desta dança? -Pansy pergunta de forma divertida para Harry, que estava sentado em uma cadeira ao lado de Theodore. Eles estavam conversando sobre magias telepáticas.

-É claro. -Harry fala sorrindo e se levanta. Pede licença a Theodore e Pansy o leva para o meio do salão e eles passaram a dançar. Estava tocando música clássica, “Serenade”, de Schubert. Outros sonserinos também dançavam, e o restante observa seus colegas dançando.

-Então, Harry, o que está achando de um baile tipicamente sonserino? -Pansy pergunta.

-Bem, ele foi bem organizado e possui um certo charme. -Harry fala enquanto gira com Pansy. Ele, embora estivesse concentrado em dançar com a garota, também estava se ficando em controlar sua irritação.

Ele não costumava notar nos alunos da escola além dos que lhe interessassem, mas resolveu notá-los. Ele viu que Ginevra Weasley, a “Weasley fêmea”, como Draco a chama, estava usando materiais de segunda mão, indo desde seus sapatos a bolsa em que carrega os livros. A única coisa nova era a varinha. Isso irritou Harry de forma extraordinária.

Ele havia enviado dinheiro aos Weasley para comprar o material da garota, havia até mesmo escrito uma carta! Como puderam não usar o dinheiro como deveriam? Isso deixou Harry furioso. Se conteve para não enviar uma carta aos Weasley ou então ao ministério para exigir redução do salário do senhor Weasley este mês para cobrir o dinheiro mal utilizado.

-Ainda bem que gostou. -Pansy fala ainda sorrindo e se afasta levemente de Harry. A música havia acabado, e eles voltaram para seus lugares, na mesa com Theodore.

A festa continuou harmoniosamente.

∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆

-Professor. -Hermione chama o professor de História da Magia, o professor Bin.

-Sim, Christina? -O fantasma pergunta enquanto encara a garota. Ele sempre erra os nomes.

-O senhor poderia nos falar um pouco sobre... a Câmara Secreta? -Hermione pergunta. Os outros alunos se viraram para encarar o professor, que tirou seus “óculos fantasmais” e os colocou na mesa.

-Isso é um mito, Christina. Não há porque falarmos sobre isso. -O professor fala.

-Mas ainda assim é informação meio histórica. Ou o senhor está querendo dizer que devemos esquecer informações que podem conter partes sobre a história? -Hermione pergunta e o fantasma a encara o tensamente, soltando um suspiro em seguida.

-Muito bem. Vou contar. -O professor fala e os alunos se inclinam sobre suas cadeiras.

“Como muitos de vocês sabem, Hogwarts foi fundada a mais de mil anos pelos maiores bruxos e bruxas da época. Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin. Três desses fundadores viviam em perfeita harmonia...mas um deles não.”

Diante do que o professor falou Harry levantou uma sobrancelha. Dizer que três fundadores viviam em harmonia é mentira. Rowena era uma mulher que apreciava a inteligência, dizer que ela vivia em harmonia com a idiotice e irracionalidade dos grifinórios e com a amizade cega dos lufanos é algo ridículo. Godric era um fanfarrão viciado em bebidas e aventuras suicidas, dizer que vivia em harmonia com racionalistas corvinais e inocentes lufanos é mentira. Helga defendia os outros, mesmo os desconhecidos, com unhas e dentes, e dizer que convivia em harmonia com segregadores como corvinais e grifinórios é mentira também. Nenhum fundador vivia em harmonia com outro.

“Salazar Slytherin desejava que Hogwarts fosse mais seletiva quanto aos alunos admitidos. Ele queria que apenas crianças de famílias inteiramente mágicas pudessem entrar em Hogwarts. E, após não conseguir convencer os outros fundadores as suas ideias, ele foi embora da escola. Mas, antes de ir, dizem que ele construiu uma Câmara Secreta, que, segundo a lenda, abrigaria uma criatura que apenas o seu herdeiro poderia controlar.”

A fala de Bin fez alguns alunos engolirem em seco.

“É claro, a escola foi revistada várias vezes, mas nenhuma Câmara Secreta foi encontrada. Como eu disse, é apenas um mito.”

-Mas professor, o que existe na Câmara Secreta? -Hermione pergunta tensa. Todos os alunos, menos Harry, estavam.

-Bom, pelo que a lenda diz, a Câmara é o lar de um criatura assustadora, que servirá ao herdeiro de Salazar para cumprir sua cruzada de tirar os “impuros” de Hogwarts. -O professor Bin fala e observa os alunos, que o encaravam com expectativa. -Dizem a Câmara é o lar de um monstro.

Quando o professor disse isso os alunos se encararam, alguns com medo, e outros apenas nervosos. Harry bebeu, calmamente, o chá que havia posto em uma xícara para si.

∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆∆

“Tom, sabe algo sobre a Câmara Secreta?” -Harry escreve essa pergunta no Diário.

“Sim, Harry.” -Tom Responde.

“Poderia me dizer o que você sabe?” -Harry pergunta e a tinta que estava nas páginas some. Demorou alguns segundos até que Tom responde:

“Posso lhe mostrar.” -Tom fala e as páginas do Diário passam a se folhearem rapidamente, enquanto uma luz é emitida por elas. Harry, então, sentiu sua mente ser sugada para dentro do caderno, caindo em algo.

Harry se levantou e olhou o ambiente ao seus redor, vendo que estava na sala do diretor.

-Diretor, como está a situação? -Um rapaz alto, branco, de cabelos castanhos e olhos pretos pergunta enquanto encara um homem velho, branco e de cabelos grisalhos que está sentado na mesa do diretor. O garoto usava uma farda de segunda mão, com uma gravata Sonserina e um emblema de chefe dos monitores no peito. Neste emblema estava escrito “Tom Riddle”. Na mesa do diretor estava uma placa de ferro que dizia “Diretor Armando Dippet”.

-Está bem feia, Tom. A garota realmente está morta. Os pais dela vão chegar amanhã. -O diretor fala com uma expressão tensa. -Pelo que posso ver, se o assassino não for pego Hogwarts terá que fechar. Lamento, Tom. Eu sei que você gosta de ficar aqui. -Armando fala com pesar para Tom, que arregalou levemente os olhos. Eles conversaram mais um pouco e Tom se virou, saindo da sala do diretor.

Andou até às escadas e subiu uma delas, andando pelo segundo andar devagar e atentamente. Harry estava logo atrás dele.

-Fique quieto, irei retirar você daqui...calma, se você não ficar quieto vão descobrir... -Uma voz rouca sussurra de dentro de uma sala. Tom saca a varinha de dentro de uma das mangas e a empunha. Anda devagar e entra na sala.

-Boa noite, Hagrid. -Tom fala enquanto encara o garoto gigante parado próximo a uma mesa. Em cima dessa mesa havia um baú.

-Tom? O que você faz aqui? -Hagrid pergunta assustado.

-Hagrid, eu vim aqui para dar um fim na criatura. -Tom fala e se aproxima um pouco de Hagrid e aponta com sua varinha para o baú.

-O que?! Não! Aragog não fez nada! -Hagrid fala e põe a mão na frente do baú.

-Hagrid, essa criatura matou uma garota. Não podemos permitir que ela continue viva. Os pais da garota vão chegar amanhã, e devemos, pelo menos, dar um fim na criatura que matou a filha deles. -Tom fala e ergue a mão com a varinha no ar. -Eu sei que você não deve ter feito por mal, mas devemos acabar com isso.

-Não! -Hagrid grita e Tom solta um jato de magia no baú, que caiu. Uma criatura de muitas pernas e peluda correu de dentro do baú, indo para fora da sala.

-Arania Exumae! -Tom fala e um raio azul sai de sua varinha, acertando a criatura.

-NÃO! -Hagrid grita de novo e pula em cima de Tom, o derrubando.

-Saia de cima de mim, Hagrid! Devo matar aquela criatura! -Tom fala e tenta empurrar Hagrid de cima de si. Quando este na se moveu, usou um feitiço que lançou o meio gigante longe. -Viu o que você fez?! Por culpa sua aquela criatura agora está solta! -Tom fala irritado.

-Aragog não fez nada! -Hagrid fala e tenta correr para fora da sala atrás da criatura, mas Tom fica na frente dele, apontando sua varinha para ele.

-Você será punido por isso Hagrid. Perderá a sua varinha. -Tom fala e o garoto gigante vai de joelhos.

Harry observou tudo intrigado. Sentiu algo o puxando, e viu seu “corpo” ser arrastado para fora da sala, indo pelo corredor.

A mente de Harry voltou ao seu corpo e piscou várias vezes. O caderno estava sobre a mesa. Havia se fechado. Harry então pegou ele e o guardou dentro de uma caixa de vidro que havia conjurador. Ali ele guardava itens mágicos perigosos, pois o vidro era encantado para resistir a magia.

Ele percebeu que o caderno era perigoso.


Notas Finais


Esse capítulo poderia não ter existido, mas por questão de continuidade eu o fiz. É mais fácil trabalhar com ele do que com algum outro. :v
E eu usei "Aragog" porque não me lembro se no livro traduzido oficialmente está "Aragog" ou "Aragogue".
Revisei o máximo para não ter erros, mas se tiver, me perdoem. :3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...