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História Harry Potter e a lealdade dos servos esquecidos - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


PARTE 02 DISPOINIVELLLL

link da musica da capa:
https://www.youtube.com/watch?v=NlnwXIigAAs

Capítulo 2 - Parte 02


Fanfic / Fanfiction Harry Potter e a lealdade dos servos esquecidos - Capítulo 2 - Parte 02

Armin Arlert é um bom soldado.

Rony weasley um bom amigo

 

Estou me perguntando
Por que todos os monstros saem à noite?

 

 

Armin suspirou pela quinta vez desde que o dia tinha começado ultimamente seus pais estavam mais protetores do que o normal, Armin sempre foi um menino frágil menor que o normal com uma tendência a ficar facilmente doente, somando ao fato de que os meninos da vizinhança gostavam de persegui-lo fez com que mãe e pai sentissem a necessidade de superprotegê-lo. Isso não tirava o fato dele ter sido um soldado treinado portador de um dos titãs mais poderosos já vistos.

Poderia se cuidar e lidar com esses meninos maldoso se quisesse o fato era que Armin não via sentido em usar suas habilidades de combates em pirralhos do ensino médio que claramente tinha inveja de sua inteligência, fracamente preferia usar seu tempo aprendendo sobre algo ou pesquisado se o mundo de titãs que tanto sonha é real.

Depois que descobriu sobre a magia e a verdade do mundo de titãs, sua perspectiva do mundo mudou muito agora sabia quem verdadeiramente era e qual o seu potencial, ele foi um dos soldados mais inteligentes de Paradis e um dos melhores estrategistas ao lado de Erwin, não precisava de seus pais controlando cada passo que dava.

Por isso sentiu que logo teria que fazer algo que jamais cogitou nem nessa e nem na outra vida: teria que desobedecer a seus pais.

Vejam Armin, já tinha explicado tudo para eles sobre a magia e sobre a escola, mesmo assim eles não queriam acreditar o maior problema da família Arlert eram que eles sempre foram muito racionais, a inteligência de Armin não vinha de qualquer lugar, vinham de seus pais dois engenheiros brilhantes que no passado a inteligência acima da merda fez com que a policia militar os temesse tendo que eliminá-los, mas nessa vida fez olhar a magia e tudo que não era cientificamente comprovado com ceticismo.

Mesmo Armin já explicando e realizado vários feitos que a ciência não podia explicar, imagina se ele falasse sobre os sonhos e que na verdade todos eles eram reencarnados de uma vida aonde eles lutavam com titãs? Capaz de sua mãe o internar em hospício!

Tirando todo ceticismo de sua família Armin amava seus pais por isso a possibilidade de ir contra eles o assustava, não queria decepcionar nenhum dos dois, mas fracamente estava ficando insuportável ele nem conseguia escrever as respostas das cartas para seus amigos sem ser vigiado!

Pelo menos seu avô o entendia de uma forma simples tentava aliviar a exagerada proteção de seus pais.

— Ele é um menino grande Ashley, deixe-o conversar com os amigos. —Vovô ralhava todas as vezes que sua mãe fazia questão de pegar as cartas que Eren mandava e abrir, felizmente Eren nunca escreveu nada comprometedor.

— Mais pai... —Sua mãe, com seus longos cabelos loiros como os de Armin e olhos azuis cor de piscina estava segurando uma carta que pelo jeito parecia ser de Eren se o brasão verde explicasse alguma coisa.

— Deixa o menino conversar com os amigos pensei que já tivéssemos passado da fase de aceitar que magia existia, eu já lhe disse minha filha o mundo vai muito além do científico abra sua mente.

Depois disso sua mãe parou de checar sua correspondência Aquiles pode finalmente pousar em seu quarto com mais tranquilidade, agora poderia trocar cartas sem sentir o medo de dizer algo que sua mãe pudesse descobrir.

O segundo passo agora era convencer eles a deixarem ir passar um tempo na casa de Eren talvez se seus pais conhecessem o senhor e a senhora Yeager...

Alguém bateu na porta, Armin se encontrava na sala com uma nova revista de descobertas arqueológicas no Egito que seu pai lhe trouxe (às vezes Armin esperava encontrar algum registro sobre os titãs só para acalmar sua mente racional que não acreditava que eles estavam em outro universo) sua mãe foi quem abriu.

— Olá senhora Arlert!—A voz que cantou pela casa fez Armin gelar, pai arqueou uma sobrancelha indo para entrada, Armin foi logo atrás rezado para ser alguma loucura de sua cabeça.

— Meu nome é Eren Yeager, segundo filho da família Yeager, filho de Carla Yeager e Grisha Yeagar atual cabeça da sehr alt und edel [1]família Yeagar. É um prazer conhecê-la, Senhora Arlert.

Seus pais estavam em choque, Eren vestia uma bonita túnica preta e se curvava com a mão no peito como um maldito príncipe encantando, a boca de Armin foi para o chão.

— Eren!—Chorou constrangido, o garoto levantar a cabeça e sorrindo Zeke Yeagar estava um pouco atrás vestido uma roupa mais espalhafatosas que a de Eren, o loiro parecia orgulhoso como um pai vendo o filho fazendo algo incrível.

— Armin querido é seu amigo?—Seu pai perguntou em dúvida se fechava a porta ou se jogava algo naqueles dois, Armin soltou um suspiro.

— Sim...

— Senhor e senhora Arlert, desculpe atrapalhar sua manhã, venho aqui formalmente solicitar aos senhores se Armin pode vir passar alguns dias na residência inglesa Yeagar, infelizmente não é tão grande como a casa principal, mas é uma casa tão boa como nossa Herrenhaus[2]·. —Eren continuou formalmente, Armin queria dar um soco nele e depois enfiar a cabeça na terra como um avestruz isso era a conduta puro sangue que Eren tanto falava? Era constrangedora parem!

— Armin querido o que ele está falando?—Sua mãe perguntou forçando um sorriso, Armin respirou fundo.

— Mãe, Pai lembra que eu falei sobre meu amigo da escola Eren? Aquele que manda cartas? Então ele é um nobre da magia e como se fosse nossos duques e duquesas eles vem de uma longa linhagem de famílias que mantém grandes fortunas e poderes. —Explicou respirando fundo para manter a calma.

— Sim, senhor e senhora Arlert infelizmente sou o segundo o filho mais o atual Erbe[3] da família encontra-se aqui comigo seu nome é Zeke Yeagar. —Foi à deixa para Zeke Yeagar assumir a frente fazendo uma reverência como Eren fez.

— Prazer em conhecê-los senhor e senhora Arlert, sou o trigésimo Erbe da nobre família alemã Yeagar, venho aqui formalmente solicitar que Armin possa passar um tempo na residência Inglesa da família Yeagar ela se localiza ao sul de Somerset, como meu irmão Eren disse é menor que nossa Herrenhaus mais e igualmente confortável, garanto que Armin será bem alojado e cuidado. —Ouvir essas palavras principescas sair da boca de Zeke Yeagar foi um soco nas memórias que Armin tinha dele, Zeke era um maldito manipulador orgulho não um nobre como estava se portando a sua porta.

Vovô que estava na sala ouvido tudo rindo, se levantou para chegar à porta.

— Que tal vocês entraram meninos? Assim vocês podem nos contar mais sobre vocês, Armin nunca recebeu visitas de amigos, Ashley querida pegue chá para nossos nobres convidados. —Pediu vovô cordialmente. Colocando sua bengala no chão.

Sua mãe concordou dando espaço para Eren e Zeke entrar, pai pediu para eles sentarem no sofá da sala, Zeke sentou-se com graça, como quem já tivesse feito esse movimento mil vezes, talvez tenha feito já que foi criado para ser um herdeiro, colocando a bengala de cor negra que carregava sobre suas pernas cruzada. Eren o imitou com menos graça e cuidado entregando a Armin que o amigo não fazia a mínima ideia de como agir, acho que a parte de como se portar e se sentar não foi estudada por ele.

— Então vocês são nobres bruxos?—Seu pai perguntou sentando-se a frente de Zeke, Armin parou ao lado do sofá com os braços cruzados fitando Eren com intensidade. O mesmo nem se deu o trabalho de olhar para ele.

Por que Armin andava com ele mesmo?

— Sim senhor Arlert, somos uma antiga família puro sangue Alemã que está se ramificando e se estabelecendo na Inglaterra recentemente. —Explicou Zeke cordialmente, pai levantou uma sobrancelha curiosa.

— Não sabia que existia uma realeza bruxa? Existe uma rainha bruxa?—Perguntou, Armin bateu a mão na testa.

— Pai...

Zeke riu suavemente ajeitando os óculos antes de responder:

— Não existe uma rainha bruxa Senhor Yeagar mais o sistema de nobreza é semelhante ao sistema trouxa nobre que existia na era feudal.

Como Zeke conheceu o sistema nobre da  Era feudal permaneceu um mistério a Armin, sua mãe Ashley voltou com o chá servindo uma xícara a Zeke e a Eren. O bastardo peludo pegou a seu chá com suavemente levantando um dedo no final do processo degustou um pouco voltando a Xícara ao pires. Eren a foi mais rude, pegou a sua xícara como um bruto levando a boca bebendo sem nenhuma classe ou respeito.

Armin bateu a mão na testa olhando o contraste entre os dois, Eren não sabia nada sobre modos ou postura seu disfarce caiu por terra vovô riu ao ver o amigo tomar seu chá.

— Vejo que o segundo filho ainda está em treinamento. —Vovô apontou rindo um pouco, Eren deu de ombro iria responder algo que Armin sabia que seria grosseiro, no entanto, Zeke cortou com um olhar duro.

Eren abaixou o chá virando os olhos para o chão balançado as pernas com raiva, Armin sabia que era por raiva, pois conhecia o moreno melhor que ele próprio

— Perdoe os hábitos de meu irmão mais novo, ele não foi criado na Herrenhaus já que o mesmo não é o herdeiro.

Sua mãe pegou sua xícara levando a boca, olhando os dois com curiosidade.

— Como funciona essa coisa de nobreza bruxa?

Zeke abaixou sua xícara novamente dessa vez metade do líquido tomado, descruzando as pernas apoiou a bengala de cor negra no chão com o punhal cor prata ornamental aonde apertavam, seus longos dedos estavam recheados com anéis de diversas cores e tamanho o que mais se destacava era a grade esmeralda cortada em um formato quadrangular com pequenas safiras cravejadas em volta.

Como esse cara não foi assaltando andando com uma pedra desse tamanho nas mãos? Mãe olhou as joias com cobiça e curiosidade, pai engasgou com seu chá ao notar uma pessoa ato jovem com joias tão caras.

— A nobreza bruxa se apoia no sangue, os chamados puros sangue é em suas maiorias nobres, a pureza do sangue se da partir de casamento com outros puros sangues. Puro sangue são pessoas nascida de mãe e pai magico e não como o Armin que veio de dois pais não mágicos. —Zeke explicou, papai levantou uma sobrancelha.

— E mesmo bem parecido com a nobreza feudal, isso tende a colapsar em longo do tempo... —Murmurou tomando um gole do seu chá Zeke balançou a cabeça

— Está correto senhor Arlert, os nobres puros sangues ainda estão receosos de misturar o sangue com nascidos trouxas, a família Yeager mais uma vez pensando a frente mantém dois herdeiros um puro sangue e um mestiço que é o caso de Eren aqui. —Eren olhou para o irmão ao ouvir seu nome, Zeke mordeu os lábios sorrindo cordialmente. —Como futuro líder, pretendo atualizar algumas coisas ultrapassadas de nossa sociedade.

Era realmente...

Impressione!

Ele falava como um político ou um futuro rei.

Zeke Yeager ainda mantinha esse jeito meio orgulhoso e soberbo, a mão de Armin coçava querendo socar aquele cara, não que fosse partir pra cima dele mais vontade não faltou, deus como odiava Zeke Yeager por culpa dele Erwin morreu e as coisas caminharam para onde caminhou.

Às vezes no fundo da mente de Armin na calada da noite, mesmo sabendo que Eren tomou suas escolhas por si mesmo Armin perguntava-se Eren não escolheu o caminho que escolheu por influência de Zeke seus amigos também pensava assim já que vez o outra roubava as cartas do Yeager herdeiro como quem busca algum item maligno que pudesse envenenar Eren novamente.

Racionalmente falando Armin sabia, sabia muito bem o encontro no café deixou bem claro que Eren fazia tudo por livre espontânea vontade, mas seu lado apegado ao amigo dizia que Eren só se tornou o que tonou por culpa de Zeke.

Todas as dores eram culpa de Zeke.

Deus Armin queria socar aquele loiro de óculos sem barba no momento mais isso por que ainda era um pré-adolescente (Mesmo agindo como um velho com aquela pose e roupas.)

Mãe e pai trocaram olhares entre eles e depois com vovô que riu mais um pouco olhando para Armin, que engoliu o seco implorando com os olhos para os pais.

Seus pais tinha uma estranha habilidade de conversas com os olhos Armin já tinha visto isso com Mikasa e Eren às vezes ele mesmo conseguia transmitir seus sentimentos somente olhando para algum deles, seria isso uma habilidade especial desenvolvida quando você passa muito tempo com uma pessoa?

— Mãe... Pai... —Implorou baixinho

Mãe bateu palmas.

— Ok Zeke Yeager posso permitir que Armin fiquei dois dia em sua casa mais ele tem que promete entrar em contanto comigo todos os dias e que vocês os trarão de volta no prazo estimado.

Os olhos turquesa de Eren brilharam empolgação.

— Sim!—Gritou pulando para fora do sofá, recebendo um duro olhar de Zeke e as risadas de seu avô.

— Você jovenzinho precisa treinar mais seus modos já que é um nobre herdeiro. —Vovô brincou Eren franziu a testa em desgosto voltando a sentar no sofá, Zeke coçou a garganta chamando a atenção de todos novamente.

— Isso será resolvido ancião Arlert, perdoe sua falta de modos. —Desculpou-se Zeke, Armin revirou os olhos com isso, se depender dele Zeke Yeager vai ficar alguns bons dois metros longe de Eren mesmo que eles fossem irmãos e isso dificultasse as coisas.

— Armin vá arruma suas coisas, por favor, leve seu amiguinho com você enquanto conversamos com Zeke aqui.—Vovô pediu Armin sorriu agradecido, Eren pulou de seu acento correndo junto ao amigo os dois trocaram olhares antes de sumir pelos corredores.

 

 

 

Assim que saíram da sala Eren soltou um logo suspiro, Armin revirou os olhos.

— O que foi aquilo?—Perguntou, Eren revirou os olhos.

— Zeke disse que precisava estar formal e me comportar como um herdeiro nobre para convencer seus pais a deixar você ficar um tempo em casa. —Eren disse atrás de si, Armin soltou um suspiro batendo a mão na testa.

— Era por isso que você queria meu endereço? —Eren deu de ombro.

— Não, isso era por que Jean, Sasha, Connie e eu estávamos comendo mcronads esses dias atrás e queríamos te ver.

Mcronads? Esperam eles estavam comendo Mcdonalds?

— Vocês vieram ao mundo trouxa comer Mcdonalds?—Armin perguntou não acreditando.

—Zeke nos trouxe.

Claro que sim, o que mais impressiona é o fato de Jean ter aceitado isso na maior boa, o amigo de olhos amarelos sempre foi o mais desconfiado deles ainda mais depois da Sasha partir. Seja lá o que levou ele a vir para um lugar desconhecido, comer comida desconhecida (detalhe oferecida por Zeke Yeager) foi algo muito forte.

Ou talvez só fosse Sasha e seu estomago sem fundo confiado em todo mundo quando se trata de comida, ou fato de que nesse mundo nenhum deles podia virar titãs. De qualquer forma velhos hábitos não morrem tão cedo, Armin guiou Eren até seu quarto Aquiles piou ao ver o amigo de seu dono.

— Olá Aquiles como vai?—Perguntou acariciando a coruja, Eren deu uma boa olhada no quarto de repente Armin se sentiu exposto, não havia nada de mais ali uma estante cheia de livros com alguns bonecos de ação de seus desenhos favoritos, a frente da janela sua escrivaninha com a gaiola de Aquiles do lado de alguns cadernos e canetas jogadas por ali, Armin estava terminado seu dever de casa de férias por isso alguns livros mágicos estavam espalhando pela mesa.

Sua cama bem arrumada com um dispositivo vermelho que Eren viu na mão dos trouxas quando eles foi ao Mcdonalds.

— O que é isso?—Pegou o dispositivo levantando para Armin que puxava uma mochila do armário começando a colocar algumas roupas.

— Uh? Um celular serve pra fazer e receber ligações. —Explicou, pegando o aparelho Eren aperto em todos os botões esperando que alguma coisa acontecesse, Armin respirou fundo tomando o celular.

— Vem comigo.

Os dois desceram até o corredor onde um telefone estava instalado, Armin apertou algumas teclas do celular e o telefone tocou, Eren ofegou quando Armin fez sinal para ele pegar.

— Viu agora você pode me ouvir, é como um telefone móvel. —Explicou sorrindo.

— Isso é muito magico... —Eren balbuciou devolvendo o telefone no gancho.

Voltando para o quarto Armin guardou poucas coisas na mochila pegando o carregador do celular pensando se colocaria ou não na mochila no final optou por deixar pegando o celular da mão de Eren que brincava de apertar as teclas.

Estava pronto!

 Zeke despediu do senhor e da senhora Arlert com uma leve reverência os pais de Armin brigaram um pouco com o garoto dizendo para ele ligar assim que chegasse a Somerset, dando um beijo e um abraço nos dois, Zeke os levou pela rua soltando um suspiro cansado.

—Eren, você é o segundo filho precisa aprender a se comportar como um nobre!—Eren deu de ombro.

—Eu não quero saber dessas coisas frescurenta!

—Você ainda é um Yeager terá que se comportar como tal!—Zeke ralhou apertando a bengala. —Fracamente Eren, não importa quanto tempo passe você não me ouve...

Eren deu de ombro.

Armin no fundo agradeceu.

Eles caminharam para um pub velho aonde um senhor cumprimentou Zeke levantado à mão pela primeira vez Armin viu um transporte inteiramente bruxo, dentro de uma lareira Eren explicou que ele tinha que pegar um punhado de um pó meio cinzento brilhante e gritar residência Yeager, Somerset chamas verdes garrafa iria envolve e depois sairiam na lareira da família.

Zeke instruiu Eren ir primeiro para Armin ver e aprender como faz depois que Eren sumiu Armin fez o mesmo e a viagem não foi nem um pouco confortável parecia que ele estava girando e girando seu estomago embrulhou pensou que ira vomitar.

Eren o seguro quando caiu do outro lado, menos mal pelo menos tinha dito o nome do lugar certo.

            — Vamos venha ver meu quarto!—Eren o levou para o segundo andar ele olhou em voltar atrás de Carla e Grisha não avistando nenhum deles, Zeke chegou logo depois pela lareira suspirando apoiada a bengala em uma porta bengala ao lado de outras igualmente requintadas. O titã besta foi para a cozinha e Armin não viu mais depois disso.

            O quarto de Eren era mágico, as paredes pintadas de verdes com alguns galhos que lembrava uma floresta, uma estante estava encostada próxima à cama com alguns brinquedos mágicos, um dragão de brinquedo vou até Armin pousando em seus cabelos, era um lugar bem bonito lembra uma floresta de fantasia dos seus livros.

 Na parede próxima a mesa existia desenhos? As folhas de pergaminho estavam grudadas na parede com algum feitiço pelo que percebeu desenhos dos símbolos militares de sua antiga vida. As assas da liberdade era qual mais aparecia em várias cores e tamanhos, seguido pelas rosas cruzadas símbolo da guarnição e o cavalo com cifre, polícia militar.

Existiam desenhos deles? Era Armin e Mikasa não era a coisa mais bem feita ou bela que Armin já viu mais eram fofos, os três estavam de mãos dadas olhando para o Mar? Parecia ser o mar o monte de rabisco azul, havia desenhos do que lembra o capitão Levi junto a pessoas que Armin não reconheceu provavelmente o antigo time do capitão que Eren se apegou.

Outros eram feios com uma grande carga de vermelho simbolizando sangue e preto, os titãs que Eren colecionou os titãs que Eren não conseguiu pegar, os titãs irracionais, o grande número de colossal parado lado a lado assim como eram as muralhas.

Esse último fez Armin recuar um pouco e desviar os olhos para a mesa de estudo de Eren, ali tinha mais desenhos dessa vez com traços diferentes e bem mais rústicos do que os de Eren, um era uma batata? Parecia uma grande plantação de batatas, outro era uma paisagem de árvores e cavalos correndo pelo campo verde, também tinha desenho das muralhas e algumas casas.

 Existia um que foi feito melhor que todos os outros os traços eram bem firmes e as cores dos uniformes cinzas e braçadeira presa nos braços fez o reconhecimento passar por Armin, o grupo de pessoas eram os soldados de Marley, o desenho foi feito por Zeke, é claro que ele era melhor do que todos nessa modalidade também. (O que mais impressionou Armin foi ver o filho da puta desenhar seus antigos amigos com tanto brilho assim) pode reconhecer Peck apoiada sobre Porco, Colt segurando uma criança, Falco talvez, lembrava Falco.

Eren o vendo olhar os desenhos comentou:

— Esses são de Sasha Connie e Jean, eles passaram alguns dias aqui na semana passada. –Explicou apontando os desenhos respectivamente. —Esse é de Zeke ele desenha muito bem por sinal.

Claro que sim. Armin perguntou se Eren tinha mais desenhos por um momento ele teve o súbito interessem de entender mais o amigo, ver o que passava na cabeça dele, devolvendo o desenho à pilha colocou sua mochila no chão pegando o celular.

— Eren, podemos ir a uma vila trouxa? Preciso ligar para meus pais.

Eren franziu a testa.

— Ah aqui já é uma vila trouxa, nossa casa fica no meio de outras casas trouxas.

— Como assim?

Eren o levou para fora da casa, depois que atravessaram o jardim com várias flores e vegetais chegaram a uma estradinha de pedra com algumas casas espalhadas.

— Mamãe queria se mudar para cá, pois ficava no meio de uma vila trouxa com alguns feitiços podemos manter os trouxas afastado da nossa propriedade ali. —Apontou para uma casa da frente de cor branca e azul. —E a casa do Hannes.

— Aquele Hannes?

— Uh? Sim mais ele não se lembra de nada, essa casa aqui. —Apontou para uma casa com a grama mais alta que as outras e a tinta amarela descasando ao lado do terreno dos Yeager. —Está vazia, há alguns anos atrás morava uma senhora trouxa aqui, ela morreu e desde então ninguém ocupou ela.

A casa tinha realmente um aspecto abandonado parecia diferente da casa de Eren e de Hannes falta algum tipo de brilho talvez fosse à magia que estava faltado. Os dois caminharam pela estrada de pedra enquanto Armin digitava o número para seus pais supremamente chamou.

Sua mãe encheu de pergunta sobre como era o lugar se era uma mansão (Mãe a mansão deles fica na Alemanha!) perguntou se estava em um bairro bruxo e como era esse bairro, pai queria saber como ele estava ligado sendo que a tecnologia trouxa interferia com a magia.

Vovô pediu se possível foto, Armin perguntou se Eren tinha uma câmera fotográfica que tirava fotos que não se mexia, ele também perguntou se Zeke estava sendo um bom anfitrião nobre, Armin revirou os olhos e disse que não viu Zeke desde a hora que eles chegaram, não entedia essa fixação do avô com o bastado peludo.

Depois da ligação andaram pelas estradas de South Somerset vendo a paisagem verde, ao longe Armin pode ver a Torre de Stourton quem sabe mais tarde não poderiam ir lá?

Passaria dois dias com Eren com certeza poderiam explorar o lugar

 

 

 

 

 

 

 

Harry Potter teve o pior aniversários em anos, não que algum de seus aniversários nos Dusley fosse bom mais o do ano de 1992 em especial foi o pior de todos, primeiro por que seus tios estavam sendo um pé no saco como sempre, segundo que seu primo Duda aproveitava todo o tempo para atormentar Harry, terceiro por que ele recebeu a visita de uma estranha criatura de longas orelhas e olhos verde vestido trapos.

A criatura apresentou-se como Dobby um elfo domestico, o que era elfos domésticos permaneceu um mistério para Harry seja o que for , aquela criatura o colocou em muitos problemas com os tios derrubando um bolo na cabeça de seus visitantes não só o os tios com também recebeu um aviso por usar magia fora da escola na presença de trouxas, a criatura ainda teve a audácia de roubar suas correspondências de seus amigos Harry pensou que tinha sido esquecido por eles!

Tudo melhorou quando Rony veio o resgatar em um carro voador junto a Fred e Jorge eles arrancaram as grades de seu quarto roubaram seus pertences do armário embaixo da escada e o levaram para sua casa um lugar que lembrou Harry uma casa de fazenda o letreiro torto próximo à entrada lia-se TOCA supôs que era o nome do lugar.

Além de elfos domésticos do mal e viagem ilegal de carros voadores, Harry aprendeu algo novo de seu inimigo odiado, Draco Malfoy seu pai chamado de Lucius Malfoy foi um fiel seguidor de Você-sabe-quem os chamados Comersal da morte isso explicava muita coisa sobre Draco o garoto provavelmente recebia treinamento para ser um futuro bruxo das trevas, não admirara que Dobby fosse mandado por ele para Harry ser expulso de Hogwarts.

Depois da bronca da senhora Weasley as coisas se ajeitaram um pouco, Harry conheceu os outros irmãos de Rony um deles Gina uma figura pequena, de cabelos vermelhos deu um gritinho ao vê-lo na cozinha comendo as várias linguiças com ovos que a senhora Weasley insistia em colocar em seu prato.

Depois do café Harry fez algo nunca feito antes junto a Rony e os gêmeos eles  desgnomizaram o jardim foi uma experiência muito interessante.

Primeiro que os gnomos mágicos eram diferentes dos trouxas, eles ficavam enterrando na terra e era pequeno, a pele parecia um couro, a cabeçorra cheia de calombos e careca,  idêntico a uma batata.

—Isto é o que a gente tem que fazer – Explicou Rony, erguendo o gnomo acima da cabeça. A criatura se debatia e gritava para ser solta. Rony começou a rodá-lo em grandes círculos como se fosse laçar um boi.

Ao ver a cara de espanto de Harry, Rony acrescentou:

— Isto não machuca você só precisa deixá-los bem tontos para não poderem encontrar o caminho de volta para as tocas de gnomos.

Ele soltou os tornozelos do gnomo que voou uns seis metros para o alto e caiu com um baque surdo no campo do outro lado.

Fred provocou Rony pela distancia atingida e puxou outro gnomo da toca, Harry lutou muito com o seu primeiro gnomo mais atingiu uma boa distancia no arremesso.

—Está vendo, eles não são muito inteligentes. —Disse Jorge, agarrando cinco ou seis gnomos de uma vez. —Na hora que descobrem que está havendo uma desgnomização, aparecem correndo para dar uma espiada.

—Eles vão voltar, sempre volta, papai é muito mole com eles, diz que são engraçados. —Rony comentou.

O pai de Rony, senhor Weasley mostrou ser um homem bem interessado no mundo trouxa, ele trabalhava no ministério da magia e vivia colecionadas bugigangas trouxas e experimentando a magica nelas. Ele era bem divertido.

A vida na toca era bem agitada e barulhenta muito diferente da casa dos Dusley, um vampiro vivia no sótão e vez ou outra quando achava que a casa estava muito quieta começava a bater nos canos, outra coisa entranha era um espelho que retrucava quando Harry estava mal vestido ou com alguma coisa fora do lugar.

Sem contar às explosões que vira e meche acontecia no quarto dos gêmeos todo mundo parecia achar a coisa mais normal, no entanto o que chocou Harry não era as esquesitices da casa mais o fato de todo mundo gostava dele e ele não se sentia um intruso ali, a senhora Weasley estava sempre oferecendo mais comida e o senhor Weasley gostava de sentar ao seu lado para fazer perguntas sobre o mundo trouxa e os equipamentos trouxas. Ele estava bem intrigado como funcionamento de um patinho de borracha quando a correspondência da escola chegou com a lista de materiais do ano.

— Dumbledore já sabe que você está aqui, Harry, ele não perde um detalhe, aquele homem. —Murmurou o senhor Weasley quando Harry pegou sua carta lendo a lista de material exigida naquele ano:

MATERIAL PARA OS ALUNOS DA SEGUNDA SÉRIE

 

Livro padrão de feitiços, 2 a série

 

de Miranda Goshawk

Como dominar um espírito agourento

de Gilderoy Lockhart

Como se divertir com vampiros

de Gilderoy Lockhart

Férias com bruxas malvadas

de Gilderoy Lockhart

Viagens com trasgos

de Gilderoy Lockhart

Excursões com vampiros

de Gilderoy Lockhart

Passeios com lobisomens

de Gilderoy Lockhart

Um ano com o Iéti

de Gilderoy Lockhar


 

Seja lá que fosse Gilderoy Lockhart pelo jeito esse ano seria um dos seus professores a quantidade ridícula de livros solicitada deles fez Harry franzir a testa. Ele não foi o único Harry logo aprendeu que a família de Rony não tinha muito dinheiro e vendo a preocupação pelo valor solicitado fez Harry querer ajuda-los pagando pelo material de todos afinal ele tinha uma boa quantia de dinheiro em Gringotes.

A viagem ao beco diagonal foi na melhor das palavras um destrates, o meio de transporte dos bruxos era o pó de flu que acendia uma linda chama verde garrafa envolvendo o bruxo dentro da lareira o levando para outra. Harry conseguiu estragar tudo parando em uma lareira, longe de todos os seus conhecidos.

Com o nariz dolorido e as roupas cobertas de fuligem queria sair dali o mais rápido possível mais no caminho para saída encontrou quem não queria encontrar Draco Malfoy. Acompanhando por um alto homem de longos cabelos loiros pálidos, Lucius Malfoy talvez

— Não toque em nada, Draco. —Ordenou, quando Draco esticou a mão para tocar uma mão no vidro.

— Pensei que você ia me comprar um presente. —Arrulhou, Harry escondeu atrás de um armário ouvido a conversa.

—  Eu disse que ia lhe comprar uma vassoura de corrida – Disse o pai tamborilando no balcão.

— De que me serve uma vassoura se não faço parte do time da casa? – respondeu Malfoy, com a cara amarrada. —Potter tem uma Nimbus 2000, mesmo assim ele ainda perdeu para um sangue ruim, tão injusto. —Murmurou cruzando os braços

A derrota contar Arckman ainda machucava Harry de vez em quando esse ano prometeu não deixar nem ele e nem Smith ter chance de vitória.

Pai e filho trocaram mais algumas palavras quando o vendendo, Sr. Borgin apareceu para atendê-los, Harry recuou alguns passos pensando ser sua deixa para sair dali, olhando fixamente para os Malfoys foi dado um passo de cada vez para trás. Sua costa bateu em algo macio, assustando pulo para o lado iria gritar se não fosse à mão em sua boca.

— Shiu. –Murmurou à voz, Harry olhou para quem o segurava dando de cara com um par de olhos cinza escondido por um óculo redondo, lembrava muito os seus próprios. —Venha, não faça nenhum barulho.

Harry balançou a cabeça o coração disparando a mil, a pessoa que segurava sua boca não parecia ser muito mais velho que ele mesmo assim ainda era estranhamente forte vestia roupas negras e uma cartola da mesma cor sobre os cabelos loiros, nas mãos uma bengala negra com o punhal ornamental em prata.

Do lado de fora da loja o menino o soltou ajeitado seus óculos e a cartola, Harry respirou fundo tentando se acalmar.

— O que um menino tão novo como você fazia naquele lugar?

— E-eu, me perdi... —Murmurou sem jeito, arrumando os cabelos o menino seguiu as suas mãos com os olhos, Harry rapidamente tampou a cicatriz.

— Entendo... Venha irei te levar para entrada do beco lá você pode encontrar algum dos seus conhecidos. —Disse levando-o para fora da penumbra no corredor um pouco iluminado pelo sol.

— Obrigado... uh....

— Zeke, pode me chamar de Zeke e você quem seria?

Harry pensou um pouco antes de responder.

— Harry, uh Harry. —Zeke sorriu estendendo a mão, Harry pegou apertando.

— Prazer em conhecê-lo Harry, vamos seus responsáveis devem estar te procurando.

Zeke o levou pelas ruas tortas e escuras do lugar vez ou outra alguém tentava se aproximar mais era rapidamente parado pelo duro olhar de Zeke, o menino aprecia ser muito mais velho agindo dessa forma mais seu rosto e voz entregava que ele não deveria de ter mais do que 18 anos. O que intrigou Harry era saber o que ele estava fazendo em um lugar dito pelo mesmo como obscuro?

— Então Harry quem devemos procurar?—Zeke perguntou parando subidamente, Harry pensou um pouco.

— O senhor e a senhora Weasley? Espere acho que você não os conhece... —Murmurou.

— Weasley? É uma família puro sangue se não me engano sua caracterizas são os cabelos ruivos. —Murmurou Zeke pensativo.

Harry tinha esquecido que seu amigo vinha de uma família puro sangue eles não se comportavam com os Malfoys por isso era fácil esquecer. Aquele menino sabia sobre isso só podia significar uma coisa, ele também é um sangue puro.

— Venha acho que posso pedir ajuda a meu irmão ele vai para Hogwarts e conhece um Weasley. —Zeke falou quando eles alcançaram a saída do lugar sombrio.

Não foi preciso, pois do outro lado da Rua Hermione Granger acenava o chamado.

— Harry, Harry aqui!

— Oh sua amiga?—Zeke perguntou com interesse, Harry balançou a cabeça quando Hermione correu para si o abraçando.

— Que aconteceu com os seus óculos? E que é você?—Hermione disparou com os cabelos castanhos bagunçados para todos os lados, olhando Zeke de cima a baixo, o menino tirou a cartola fazendo uma reverencia os cabelos loiros caíram em sua testa enquanto abaixava a cartola.

— Zeke Yeager, minha bela senhorita, Harry aqui se perdeu estava ajudado a encontrar seus amigos. —Hermione corou com o gesto do menino.

Yeager?

— Oh? Você é parente do Eren?—Hermione perguntou animada, Zeke levantou a cabeça com um sorriso doce.

— Então você conhece meu irmãozinho? Devo presumir que você vai a Hogwarts então. —Disse Zeke ajeitando a cartola nos cabelos loiros, Hermione sorriu empolgada.

— Sim vamos, não estamos na mesma casa mais somos amigos!–Explicou Hermione, Harry concordou não querendo dizer que na verdade Eren parecia não gostar muito dele.

Seu relacionamento com Eren Yeager e seu grupo era algo que Harry não entendia muito bem, o menino tinha lhe dado um presente de natal mais vira e mexe o ignora ou nem olhara para ele, diferente de Hermione o qual sempre o vê conversando junto a Armin e às vezes Neville.

— Oh casas? Uh Eren me explicou um pouco sobre isso na Durmstrang não tem anda disso, de qualquer forma agora que está em boas mãos Harry eu o deixo aqui. Preciso encontrar meu pai.

— Certo obrigado Zeke. —Agradeceu balançado a mãos Zeke fez uma pequena reverencia a eles.

— Até aproxima, e não entre mais na Travessa do tranco não seria bom que o menino que sobreviveu fosse visto nesses lugares.

Partiu assobiando voltando para as ruas escuras que há pouco tempo estavam.

Espera? Ele sabia quem Harry era desde o inicio?  E não disse nada em reconhecimento?

— Vamos Harry eu acho que vi os Weasley por aqui. —Hermione o arrastou pelas ruas. —Hermione chamou Harry ainda meio atordoado acompanhou a garota empolgada que contava sobre suas férias.

O que tinha acontecido ali?

 

 

O inicio do segundo ano em Hogwarts foi um dos momentos que Eren recebeu com alegria e tristeza, alegria, pois finalmente veria todos os seus amigos reunidos, Eren tinha passado as feiras inteiras com poucas notícias de Marco estava preocupado já.

Tristeza, pois novamente ficaria longe de seus pais desta vez achou que sentiria saudades até de Zeke o bastardo passou boa parte do verão com eles de uma forma entranha o mais velho cresceu dentro dele.

Dentro do expresso de Hogwarts Eren procurou por Armin e os outros encontrando Jean no caminho que também buscava os amigos, os dois se reconheceram não trocando muitas palavras.

— Ei vocês!—Sasha chamou abrindo um vagão de supetão lá dentro Mikasa estava com Levi e Hanji.

— Oi pessoal como foi às férias? —Jean perguntou entrando tomando o acento ao lado de Sasha, Eren foi logo atrás dele sentando-se próxima a Mikasa a abraçando rapidamente. Levi bufou cruzando os braços e Hanji riu.

— Eu fui para as Américas! Foi incrível eles tem muitas plantas mágicas que não existe na Inglaterra. —Hanji disse levantando um frasco com uma flor de cor azul que soltava um pó azul, Mikasa olhava intrigada. —Essa é a Lápis Flower ela fica cuspindo esse pólen que brilha no escuro, parece uma lanterna!—Explicou.

Eren se inclinou sobre vidro vendo a flor cuspir mais pólen azul, ela era bem bonita, porém não aprecia ser muito útil.

— Vou pegar o pólen dela e fazer pequenas lanternas brilhantes! Será que a professora Sprout me deixa criar mais nas estufas? —Murmurou puxando o vidro o sorriso brilhante de Hanji aqueceu Eren por dentro a comandante de sessão sempre foi muito animada com as descobertas e invenções.

Levi rolou os olhos bufados.

— Como se você não fosse colocar dentro da estufa da mesma forma, quatro olhos. —Resmungou cruzando os braços olhando para janela.

— Levi está marrento pensei que depois de um cruzeiro ficaria mais animado. —Hanji provocou recebendo um chute, Hanji riu.

— E verdade como foi o cruzeiro?—Sasha perguntou curiosa, Mikasa ajeitou o cabelo e Levi bufou não dizendo nada.

— Muito legal mais Levi passou a metade da viagem brigando com o tio Kenny querendo saber onde ele tirou as passagens. O tio ficou rindo dele o provocando. —Mikasa explicou, Eren escondeu o a risada não querendo ser alvo da raiva do ex-capitão.

Hanji não tinha esse medo e riu alto da serpente.

— Eu vou matar aquele desgraçado, para de rir quatro olhos ou te jogo para fora desse trem!—Disse, irritando os olhos cinza estava frio pronto para matar alguém.

A porta do vagão se abriu dessa vez era Erwin junto a Armin, o comandante segurava o dispositivo trouxa olhando intrigado enquanto o loiro mais baixo explicava seu funcionamento.

—... Você coloca os números e aperta aqui ai o celular envia uma... Oh olha pessoal bom saber que estão aqui, como foi às férias?—Armin perguntou interrompendo a explicação Erwin abaixou o celular olhando para os amigos.

— Hanji, Levi como não me mostraram essa maravilha trouxa? Armin me disse que pode ouvir as vozes das pessoas em qualquer lugar! Imagina isso na época da tropa de exploração?

Levi bufou, os olhos de Erwin brilhavam em empolgação era como se ele tivesse pensando em mais um plano brilhantemente suicida.

— Por causa disso...

— Celular e uma tecnologia de guerra Erwin os trouxas já os usou em combate há muito tempo atrás. —Hanji explicou meio incerta.

Erwin apertou as teclas vendo os números surgir entre a tela.

— Mesmo assim, acho que vou precisar estudar mais sobre os trouxas esse ano... —Murmurou, fascinado. Levi revirou os olhos.

—Você não vai fazer estudos trouxas só por causa disso né?

Erwin sorriu m pouco devolvendo o aparelho para Armin.

—Sim eu irei Levi como não pensei nisso antes?

Levi revirou os olhos com a resposta, Erwin estava indo para o quinto ano esse ano ele tinha N.O.M.S para aplicar, pegar uma matéria de estudo trouxas só por causa de um celular era estupidez, virando a cabeça para a janela viu uma sombra passar  semelhante a um carro? Balançou a cabeça provavelmente sua raiva por Kenndy bastardo estava fazendo sua cabeça ficar meio pirada.

 

A noite de jantar foi muito boa, depois da seleção Jean e Connie foram para seus quartos acompanhando por Neville, Dean e Simas, estranhamente Rony Weasley e Harry Potter estavam faltado, eles não estava nem na seleção dos novos alunos e nem no Jantar.

Sasha conversava com Parvati, Lilá e Hermione sobre as férias, Parvati estava interessada em saber sobre os seus amigos perguntando algumas cosias sobre Erwin e Levi e se eles tinham namoradas. O grupo de Grifos estava se arrastando pelos corredores até a torre contando coisas sobre o verão e interesses românticos

— Uh, não, nem Levi e nem Ewin namora, mais eles recebem muitos doces nos dias dos namorados, ano passado Levi deu vários doces!

Connie e Jean reviraram os olhos com isso.

— Eles são Sonserinos!—Dean apontou. —Por que vocês querem sair com as cobras?

Parvati foi que respondeu.

— Por que eles são bonitos! Você não entenderia Dean!

Dean revirou os olhos, Simas passou os braços em volta de Sasha.

— Me diga sobre Mikasa! Ela é sonserina mais é muito bonita.

Jean soltou um bufo.

— Mikasa não esta disponível!—Simas se virou para ele, Sasha riu.

— O Jean gosta dela mais ela nem liga para ele!

— SASHA!

Connie e Sasha desataram a rir enquanto Parvati e Lilá reviravam os olhos ao ouvir o nome da Sonserina. Hermione e Neville estavam estranhamente quietos, vez ou outra Hermione revirava os olhos.

—Ela nem é tudo isso. —Lilá apontou. —Agora fica andado com aquele lenço que nem combina com o verde da Sonserina!—Parvati balançou concordado, Connie deu de ombro.

—Jean está apaixonado por elas já tem anos. —Jean bateu na cabeça do amigo que riu.

— Mikasa sempre usou seu Lenço, quer dizer, Eren deu um novo para ela mais ela sempre usa um lenço vermelho. —Explicou Sasha.

Lila e Parvati trocaram olhares.

— Bem de qualquer forma ela nem é tudo isso, o primo dela e bem melhor!—Parvati afirmou categórica, Jean fez uma careta.

— Uhg

 

No dormitório aprenderam a senha nova com o monitor da Grifinoria e ouvira o mais estranho boato que circulava por ali.

— Dizem que Potter e Weasley enfiaram um carro voador no salgueiro lutador!—Um veterano do terceiro ano explicou empolgado, Dean sorri animado.

— Se ta brincando?

Potter e Weasley escolheram aquele momento para entrar, a grifinoria estava em alvoroço pela façanha deles, Potter parecia tímido e Weasley mais pálido que papel toda vez que alguém chegava perto eles recuava assustados.

— Bem eles não parecem ter o enfiar um carro voador no salgueiro lutador... —Sasha murmurou para as colegas de quartos.

— Bem é Potter se algo impossível acontece com certeza foi ele. —Lilá comentou rindo um pouco ajeitado os cabelos, Parvati concordou, Connie e Jean enchiam Potter com perguntando de como eles conseguiram enfeitiçar um carro para voar, alguns nascidos bruxos estavam se perguntando o que era um carro.

Um bom começo de ano.

 

[1] Muito antiga e nobre

[2] Manor (Casa senhorial)

[3] Herdeiro


Notas Finais


Hoje nao tenho muito comentários.
sinceramente hj não foi um bom dia então tirei para revisar essa fic pq ela me deixa feliz ...


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