História Harry Potter e a Revolta dos Sangue Ruins - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
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Palavras 2.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo 12 pronto.

Espero que gostem.

Capítulo 13 - McClagan


Harry levantou-se rapidamente, com um susto, ainda sem olhar para Hermione, ficando de costas para ela.


— Garanto que ela beija melhor do que você, - disse dando uma risadinha de deboche - Afinal, você nem ao menos sabe beijar. 


Hermione bufou e muito furiosa agarrou o pulso do garoto e o puxou, encarando aqueles olhos maravilhosos, não conseguia brigar com ele, mas estava ficando insuportável ter que agüentá-lo. 


— Escute aqui se você pensa que seu beijo foi bom, está totalmente enganado. E... – disse ele fazendo um gesto como se fosse um absurdo – E quanta infantilidade!


Harry se arrependeu de ter arranjado uma briga com Hermione, pois na porta, atrás dela, estava Draco Malfoy com seus dois "capangas" soltando risadinhas com desdém, ouvindo toda a briga. E isso, de fato, é uma coisa intima.  


— Ora, ora eu sabia que isso não ia dar certo, Potter e Granger! Tadinho do Potter, beija mal então? - zombou com o sorriso estampado de orelha a orelha – Posso experimentar uma bitoquinha? – e trocou cotoveladas com seus amigos que caíram na gargalhada. 


— Não se meta - disse Hermione fechando a porta da cabine na cara de Draco com tanta força que os vidros se espatifaram, imediatamente Harry puxou a varinha e arrumou o estrago sem encarar ela.


— Então Harry Potter, está feliz com Gina?- perguntou raivosa com as mãos na cintura, encarando sua nuca. 


— Sinceramente, estou! - respondeu tentando parecer calmo e sorridente, voltando os olhos para ela - Gina é meiga, carinhosa e a melhor parte, não é galinha, não fica com duas pessoas ao mesmo tempo.


Hermione que contemplava a janela agora se virou com rispidez, encarando o garoto de olhos vermelhos.


— O que você quer dizer com isso?- e encarava de tal modo que transmitia uma sensação ruim.


— Não sei, só sei que estou feliz - disse com um ar sonhador, tentando imitar Luna Lovegood, aos suspiros apaixonado.


— Imagino que esteja mesmo. Ah! Quer saber? Estou perdendo tempo aqui tentando falar com você, será que você não entende? Sua cabeça é oca, infantil, você e sua mania de salvar todo mundo, fique aí - Hermione meteu as duas mãos na boca, havia falado mais do que devia. Era pra ofender, mas havia ultrapassado dos limites.


Harry segurou algumas lágrimas, cerrou o cenho e não deixou de ficar extremamente irritado.


— AH É? VOCÊ QUERIA QUE EU DEIXASSE VOCÊ MORRER NAQUELA NOITE DOS DEMENTADORES?


— Eu não quis dizer isso, Harry!- exclamou Hermione aos gemidos com um tom arrependido na voz, juntando com as lágrimas nos olhos, seu tom de voz estava ficando diferente, ele transmitia insegurança. 


— Mas disse e quer saber? Vai embora! Não olha mais na minha cara! Como você havia prometido!


Harry empurrou Hermione na porta da cabine com muita violência, um pouco atordoada ela levantou a mão e deu um tapa com força na cara dele, abriu a porta e foi embora o deixando um pouco atordoado. 


Harry desabou sobre a poltrona da cabine caindo no choro, tirou os óculos e começou a limpar as lágrimas, todos que passavam no corredor, viam Harry através da porta entreaberta, mas não paravam para ajudá-lo.


— Então Potter, estou esperando meu beijinho!


— Não se mete - disse Harry se sentando na poltrona, fingindo não estar incomodado com a presença de Draco.


— Ai Potter, incrível, o Weasley e ela estavam se agarrando no meio corredor há dois minutos.


Harry não conseguiu segurar suas mãos, imediatamente elas levitaram com rispidez nas golas das vestes de Draco, Harry ficou tão perto de seus olhos que podia sentir a frieza, suas bocas quase se encostaram, Harry aproveitou a chance e jogou o loirinho na parede com muita violência.


— Fica na sua - e fechou a cabine com violência.


Draco não se deu tão fácil por vencido, abriu a porta da cabine apontando a varinha para Harry.


— Quem você pensa que é, hein Potter?


— HARRY JAMES POTTER - respondeu com arrogância e raiva.


— Que medo - zombou Draco tentando não sair como o "perdedor" da briga.


Harry fingiu ignorar a varinha apontada para a sua cabeça.


— Expelliarmus -escutou alguém murmurar no meio do corredor desarmando Draco.


Harry não deixou de sorrir agradecido, Gina tinha acabado de salvar sua pele, pegou a varinha de Draco com rapidez e jogou pela janela.


— Ei Weasley, quem você pensa que é para fazer isso comigo?- e imediatamente agarrou as vestes de Gina fazendo com que ficassem frente a frente.


— EI, SOLTA ELA, SEU BABACA - berrou Harry incomodado, se levantando com um pulo.


Draco não soltou, apenas encarou Harry que voou em cima dele o jogando no chão, fazendo chamar a atenção de dezenas de alunos.


Draco gemia de dor após tomar um soco, Gina segurava Harry para não matá-lo com as próprias mãos, mas era definitivamente difícil de segurá-lo, uma porque ela o achava totalmente perfeito com aqueles músculos enormes (sentia vontade de agarrá-lo e tomar conta dos seus lábios ali mesmo) e outra porque ele era demasiado forte em comparação à garota.



— Obrigada, mas volte para a sua cabine - disse Gina empurrando o rapaz pelo peitoral para dentro da cabine, então fechou a cabine com delicadeza e foi até Harry - Você se machucou?


— Só um pouquinho - respondeu sem coragem de encará-la.


— Olha só, está saindo sangue!- disse no mesmo tom como se ele estivesse morrendo.


— Mordi o lábio - respondeu com rapidez, mentido.


— Vou pegar um algodão e já volto.


Harry se levantou e puxou ela pelo cotovelo.


— Não, fique mais, já arranjei brigas demais, só a sua companhia me faz melhorar.


Gina encarou os olhos dele, abriu a boca para dizer alguma coisa, mas nesse tempo já estava passando suas mãos no rosto do garoto.


— Após quatro anos gostando de você, só hoje eu pude te beijar.


Harry sorriu envergonhado.


— Hermione e Rony estão mesmo namorando?


"Ai" pensou ela "Justo agora? Ele não sabia mesmo disfarçar o amor pela amiga".


— Harry, vamos mudar de assunto?- disse ela olhando para o lado.


— Só me confirma, por favor, não diga mais nada - disse ele acariciando os cabelos dela.


— Não Harry, eles não estão namorando.


Harry suspirou aliviado e distanciou-se de Gina batendo as nádegas na janela, com as pernas tremendo de que ela afirmasse.


— Você gosta dela né?- perguntou sem mesmo estar preparada com a resposta. 


Harry confirmou sem olhar para Gina.


— Gosto, gosto e muito. 


— Bom, eu já vou.


Harry puxou Gina pela mão.


— Fique mais um pouco, sua companhia me faz bem, eu já disse. 


Ela sorriu envergonhada.


— Obrigada, mas é que eu ... 


— Psiu - disse Harry colocando seu dedo indicador nos seus lábios e a beijou rapidamente.

 

Um enorme grito de vaia surgiu fora da cabine e os gritos foram aumentando, eram alguns alunos invejosos e abelhudos, Harry não se preocupou, continuou com os lábios colados nos de Gina, sentindo pela vingança que estava fazendo a Hermione, na verdade quando beijava Gina, sentia um sentimento de vingança, ódio e raiva da garota, ele não sabia como ela tinha capaz de beijar Rony, ou melhor Rony beijá-la e mesmo assim ela se entregar para ele, sendo que dias depois Harry a tinha beijado.


Uma hora depois Harry se encontrava deitado no colo de Gina recebendo suas carícias e beijinhos, eles compraram bastante doces e ficaram assim por um bom tempo.


Logo o trem foi perdendo a velocidade, Gina saiu para deixá-lo se trocar, então o dia ficando mais escuro, enormes gotas de chuva caíam na janela, mas Harry nem se importava com isso, seus pensamentos estavam fixos em Hermione, ou melhor, em Gina, ah! Nem ele sabia onde estavam.


Harry se vestiu, juntou o malão e a gaiola de Edwinges, não fora a pior viagem de sua vida, não pelo fato de ter arranjado brigas, mas pelo fato da sua carência ter sido preenchida pela ruivinha.


Arrastando o malão e a gaiola de Edwinges foi saindo do trem, tropeçando e tomando alguns empurrões de alguns alunos abestados.


Harry não demorou a encontrar Rony, Hermione, Gina, Luna e Neville, todos sorriam por uma piada na qual Harry não escutara, os olhares de Harry e Gina se encontraram no mesmo instante, Harry tentou disfarçar e começou cumprimentando Hagrid. Gina deu alguns longos passos tentando se aproximar, mas uma massa de alunos a separou de Harry (que ficou agradecido).


— Então Hagrid? Como vai?


— Bem, bem, bem, a gente se fala depois, tenho que ir - disse ele piscando não parecendo nada feliz com muitas bandagens no rosto.


Harry se calou e foi lentamente carregando o seu malão para a carruagem, junto com a sua gaiola.


Edwinges piava alto, reclamando dos grossos pingos de chuvas que a molhavam e não parava de se sacudir.


Harry entrou o mais depressa que pode em uma carruagem vazia, esperando ficar sozinho até Hogwarts, mas para sua surpresa, duas pessoas perguntaram lá fora.


— Podemos entrar?


Então Harry reconheceu a voz, era de Luna e Neville.


— Pode, entrem. 


Logo Luna entrou sorridente e atrás Neville, um pouco atrás estava Rony e Hermione e Gina.


— Ah, vamos para outra carruagem - disse Hermione puxando Rony para longe dali como se Harry fosse um monstro. Ele trocou olhares de esguelha com Gina que seguiu o irmão.


Harry se sentiu péssimo e não prestava a mínima atenção no que a Luna tagarela falava.


— E então se não fosse pelo David, amigo do meu pai, eu não teria ganhado esse lindo relógio de ouro - disse ela mostrando um lindo relógio no pulso – E dizem que a história dessa pulseira vem da Holanda!


— Ah, legal!- exclamou Neville com certa cara de quem não tá nem aí.


Harry não deixou de agradecer mentalmente para as carruagens quando acabaram de chegar em Hogwarts.

— Ah, Potter - ouviu alguém dizer assim que saiu arrastando o malão, pensou por um instante que fosse Malfoy, mas ele não tinha aquela voz, feminina, então olhou automaticamente para a voz vinda de dentro do Saguão, Harry se aproximou, era Minerva, parecia aflita.


— Preciso falar urgente com o Senhor. - disse ela apontando o dedo para ele - Snape está ajudando os alunos do primeiro ano - explicou ela, antes que Harry perguntasse o que tinha feito de errado - Eu lamento Potter, mas o senhor não poderá comparecer na Seleção dos Alunos hoje, você terá saberá o porquê, assim que chegar na Sala de Defesa Contra as artes das Trevas.


Harry sorriu, pelo menos não teria que passar algumas horas excluído no Salão Principal, ficou contente, pelo menos assim Rony e Hermione ficariam preocupados com ele, poderiam ter alguma pena dele e sair procurando o por todo o castelo ou talvez eles pensassem que Harry tivesse sido raptado, o que seria ótimo também, pois Harry saberia se eles pensassem isso, teria como resultado; Hermione pularia no seu pescoço aliviada, na primeira oportunidade que teria ao reencontrá-lo.


Harry sorriu e caminhou para a Sala de Defesa Contra as artes das Trevas, para sua surpresa não bateu na porta, a Sala nunca estivera tão bem arrumada há anos, Harry não se lembrava disso, não enquanto ele esteve em Hogwarts, a Sala estava muito bonita.


Harry sorriu e caminhou até a escrivaninha, lá havia uma mulher, ou um homem, não sabia responder quem era de longe, agitando seus cabelos ensopados de água para que ficassem mais leves, caminhou até a pessoa, estava procurando alguma coisa pelas gavetas da escrivaninha.


Ele parecia como um velho leão. Havia algumas mexas grisalhas em sua cabeleira marrom-avermelhada e suas grossas sobrancelhas; ele tinha olhos amarelados atrás de um óculos de metal e certa longa e comprida graça, mesmo que andasse mancando após se levantar com um pergaminho nas mãos, enfim, sorriu, Harry não soube retribuir, sentiu um certo arrepio percorrer pelo corpo, estendeu a mão direita que foi imediatamente apertada.


— Desculpe se eu estou assustando você. Isso é normal de primeira vista! 


Harry deu um sorriso forçado.

— De maneira alguma - então, sorriu também.


Ele tinha o mesmo sorriso que Minerva, será que eram irmãos? Talvez, será que era chato perguntar? Talvez, mas não perguntou.


— Você deve estar perguntando o que faz aqui certo?


— Seria um tolo se não tivesse.


Sorriu, e estendeu um pergaminho.


— Eu serei o novo Professor de Defesa Contra as artes das Trevas, uma das matérias na qual você vai cursar, certo?


Harry concordou com a cabeça.


— Então, mas, estou cheio de compromissos, portanto, darei aula para o pessoal dos últimos dois anos, ou seja, o pessoal do Sexto ano, e do Sétimo.


Harry sorriu, mas ainda não caíra sua ficha.


— Creio eu que você se lembra perfeitamente do Professor Tofty?


— Como não?- perguntou Harry assustado - Ele foi um dos professores que aplicou os N.O.M´s para o pessoal do quinto ano.

— Certo - respondeu o homem a sua frente.


— Ele vai ser o Professor de Defesa Contra as artes das Trevas, ensinará, o segundo ano em diante, até o quinto.

 

 

 

— Mas o pessoal do primeiro ano?- perguntou Harry assustado - Eles não podem ficar sem aula de Defesa Contra as artes das Trevas, Voldemort está...


Com um soco na escrivaninha Harry se calou imediatamente.


— Cale-se garoto tolo, você chegou muito bem aonde eu queria.


— Cheguei?- perguntou assustado olhando ao seu redor, estava tudo normal.


Harry se sentiu envergonhado pela atitude burra e encarou o professor, vermelho.


— O primeiro ano, não pode ficar sem professor - disse ele.


— Eu sei - murmurou Harry entre os dentes e desviando um segundo de seu olhar para a estante atrás do professor, cheia de livros.


— Então, Minerva, minha irmã - Harry sorriu, tinha certeza que eram irmãos - me disse que no ano passado você tinha feito um grupinho de estudantes para ensinar Defesa Contra as artes das Trevas, e você é um dos melhores alunos dessa matéria que Hogwarts já teve, e chegamos à conclusão de que você poderia ensinar os alunos do primeiro ano, fique tranqüilo, você ganhará 20 galeões por aula.


Harry ficou estupefato, seu cérebro? Tinha parado? Nossa, sentiu que estava na Antártida, estava gelado, seu coração explodia de emoção e felicidade, adoraria, mas era uma responsabilidade e tanto.


O professor sorriu.– Eu... adoraria - respondeu sorrindo com os olhos fixos na estante atrás do Professor.


O professor sorriu.


— Só tem que assinar aqui - respondeu entregando uma pena molhada de tinta para Harry, que nem leu o pergaminho, já assinou de uma vez.


— Devia ler o que assina garoto - respondeu o professor.


Harry sorriu, estava feliz demais para se preocupar com isso.


— Bom, só uma dúvida Professor, por que você mesmo não dá aula a todos os alunos?


O professor pigarreou gentilmente e falou.


— O Ministério está precisando muito de mim, Dumbledore assumirá o poder em breve.


Harry explodiu ainda mais de emoção.


— Dumbledore?- perguntou entre os dentes. 


— Sim - respondeu abrindo e fechando os olhos lentamente.


— O que aconteceu com Fudge?


— Aquele Comensal- respondeu com certo olhar de repugnância - ainda está no Ministério, está deixando as coisas totalmente descontroladas, só para quando Dumbledore assumir, não dar conta, mas eu vou ajudá-lo, em breve Dumbledore, o novo Ministro.


Harry sorriu.


— E quem será o novo diretor de Hogwarts?– Pela primeira vez na vida Hogwarts terá uma Diretora.


Harry parecia estar estourar de felicidade.


— Ah - disse ele coçando o queixo, esquecendo de que estava de mal com amigos e sorrindo.


— Mas fique atento, o vice-diretor será Severus Snape. Ele me parece não gostar muito de você.


Harry congelou.


— Snape?- perguntou assustado.


— Snape - repetiu ele - O próprio. 


— Mas... Flitiw...


— Ele é um anão, não poderia, faz parte das regras, infelizmente.


A felicidade de Harry sumiu como um foguete, sentiu um pontapé no estômago. 


— Será que eu ainda chego a tempo de jantar?


— Obviamente não, se quiser - disse o professor tirando a varinha e conjurando um prato com dois enormes pães com queijo.


Harry sorriu agradecido, comeu rapidamente e pegou o malão, arrastando-o até a porta, se despediu com um aceno do Professor antes de sair.– HARRY! - chamou ele lá dentro.


Harry abandonou o malão por alguns segundos e voltou para a sala.


— O que aconteceu professor?


— A cópia do contrato, aqui - entregou para Harry sorridente, não via a hora de dizer isso aos "amigos".


Foi até o malão e então o professor disse.


— Ah, esqueci de dizer, meu nome é McClagan.


Harry sorriu e perguntou.


— Minhas aulas começam quando?


— Amanhã você verá, receio eu que começará quinta-feira, colocaremos as aulas de modo que não te atrapalhe para virar um auror.


Harry agradeceu, nem tinha se preocupado se as aulas iriam atrapalhar ele para virar um auror, talvez fosse porque sua profissão seria ser professor de Hogwarts, será? Pelo menos ele adorou a idéia. 


Notas Finais


Próximo: Feitiço Involuntário


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