História Harry Potter e a Revolta dos Sangue Ruins - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 22
Palavras 3.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo 16: pronto

Espero que gostem

Capítulo 17 - Liberdade


Harry com as mãos fixas na Firebolt vôou em direção ao lago, acelerou com tanta força que perdeu o controle, a vassoura rodopiou no ar e caiu na beira do lago, enquanto Harry foi atirado uns cinto metros e caiu na água, engolindo um pouco dela, voltou para respirar e afundou no lago frio, mas não se importava com isso, a vida de Hermione era mais importante.

Harry com os olhos abertos e olhava por todo o lago à procura da Hermione, o ar estava acabando, quando ele tentou subir para pegar ar, percebeu que os seus pés não alcançavam o chão, começou a se desesperar, quando sentiu duas mãos grudarem nas suas costas e elas puxaram ele para fora do lago, e lá estava Hermione deitada, na vassoura de Rony.

- Ela está bem?- perguntou Harry recuperando o fôlego.

- Ela está ótima, Rony, salvou ela- disse Gina.

- Venha, Harry, suba na minha vassoura- disse Luna abrindo espaço.

Harry totalmente ensopado e com a ajuda de Gina subiu na vassoura de Luna, logo estavam voltando para Hogwarts, Harry pegou sua vassoura, enquanto Grope estava indo em direção ao lago.

Rony depositou Hermione na beira do lago, que parecia dormir, mas estava desmaiada, e puxou a varinha apontando para o Grope, Luna, Harry e Gina fizeram o mesmo.

- GROPINHO- berrava Hagrid.

Harry se sentiu um pouco de culpa por não salvar Hermione, ele devia ter salvo ela, e não Rony, assim ela teria momentos de gratidão por Rony, o que deixaria Harry bem de fora da conversa, mas agora tinha que ajudar o seu amigo Hagrid.

Estuperfaça- berravam eles, juntos, mas não chegavam a nenhum resultado, então montaram novamente nas vassouras e ficaram rodopiando em volta do gigante, nessa hora já havia inúmeras cabeças nas janelas olhando a luta, os professores de Hogwarts corriam em direção ao gigante tentando estuporá-lo, mas não conseguiam.

Hagrid gritava feito louco, parecia prestes a desmaiar, os garotos suavam frio, então Harry teve uma idéia, ainda voando na vassoura adentrou o Salão Principal, atravessou Pirraça, teve que saltar da vassoura enquanto ia em direção às masmoras, correu até o quadro das frutas e começou a fazer cócegas na pêra, entrou na cozinha às pressas, alguns elfos domésticos vinham correndo na sua direção, oferecendo comida.

- Eu preciso, urgente, de alguma comida que faça um gigante dormir.

Os elfos olhavam uns para os outros, então todos os elfos começaram a olhar Harry como se ele fosse uma visita inesperada.

- É, para o meu amigo, Grope, irmão do Hagrid- explicou depressa.

Dobby, um elfo amigo de Harry veio correndo até ele e abraçou seus joelhos.

- Sr.
Potter, não está fazendo nada de errado, né?- perguntou encarando os olhos de Harry.

- Não- respondeu preocupado- Mas é para hoje.

Os elfos começaram a correr pela cozinha e então logo uns três elfos vieram com umas enormes bolas, coloridas, Harry pegou-as e agradeceu antes de sair, foi até a vassoura, ainda segurando uma bola debaixo do braço e vôou em direção ao gigante, todos olhavam para ele, com um certo olhar de curiosidade como "o que ele está tentando fazer?
"
- Gropinho- Harry o chamava aos berros.

Então lentamente ele se virou para Harry que acelerou a vassoura bem perto da sua boca sentindo as narinas quase sugando ele, então Harry deu uns cutucões no gigante que fez abrir a boca, Harry jogou com força a bola lá dentro, então ele engoliu, Harry desceu para o jardim, ao lado de Hermione à espera do gigante adormecer, não demorou alguns minutos para ele cair de costas, quase acertando Hagrid que desviou por pouco.

- Obrigado Harry- agradeceu Hagrid debulhando em lágrimas.

- Não foi nada- respondeu sem graça, ainda fitando Hermione desmaiada.

- Sr.
Weasley, Sr.
Potter, levem a Srta.
Granger para a enfermaria, eu e os outros professores vamos levar o gigante para à Floresta- disse Minerva contemplando Hagrid e então olhou por cima dos óculos- Creio eu, que esta noite será a última de Rúbeo Hagrid.

Harry sentiu uma lágrima escorrer pelo rosto, não tinha como defender o amigo, ele tinha vacilado feio, então colocou a vassoura em cima do ombro, acenou para Hagrid, dizendo um "adeus" com a voz falhando, e com a ajuda de Rony, Gina e Luna eles levaram Hermione para a Ala Hospitalar.

Após depositarem Hermione na maca da enfermaria, eles sentaram ao lado, Madame Pomfrey surgiu das cortinas desesperada.

- O que aconteceu?

Com a ajuda de Luna, Gina narrou toda a história a ela, enquanto Harry e Rony deixaram a enfermaria às lágrimas.

Harry se sentia totalmente culpado pela morte de Hermione, por que ele tinha que dizer que a garota era anormal?
Ela só estava fazendo aquilo por ele.

- Eu sinto muito pela Hermione- lamentou Simas vindo na sua direção.

Harry encarou Simas, mas não respondeu e junto com ele subiu para o Salão Comunal, desabou no sofá, chorando, e todos o olhavam como se fosse um bicho-do-mato.

Rony sentou ao lado dos pés de Harry.

- Ela não pode ter morrido, não- e se levantou chutando a mesinha fazendo ela voar em direção a lareira que se apagou imediatamente.

- Ela tinha uma vida inteira- resmungou Harry chorando.

Por que todo mundo que o Harry gostava tinha que ir?
Por quê?
Primeiro seus pais, depois Sirius, agora Hermione, a pessoa na qual Harry estava começando a amar.

Rony e Harry estavam se sentindo extremamentes pesados de culpa, subiram até o dormitório, não tinham idéia do que fazer, talvez arrumarem as malas para voltarem para as suas casas seria uma boa opção, afinal, Hogwarts sem Hermione não era nada.

Harry pegou o espelho de Sirius, o tom de cor estava mudando, estava ficando acinzentado, mas não refletia a imagem de ninguém mais, então Harry olhou bem para ele e disse.

- Sirius?

Rony olhou para ele espantado.

- Sirius?- perguntou com lágrimas escorrendo pela bochecha.

- Nada- respondeu Harry socando o espelho no malão, quando ouviu uma voz sair de lá, dizendo um sonoro "Harry", imediatamente ele começou a revirar o malão, jogando tudo para fora, pegou o espelho, estava normal, com preguiça de arrumar tudo novamente, foi socando as meias, calças, vestes, então Gina apareceu ofegante, sorrindo, na porta do dormitório.

- HERMIONE- ela berrou feliz.

Harry e Rony se entreolharam e olharam para Gina.

- O que está dizendo, Gina?

- Estou dizendo que.
.
.
a Hermione, ela vai ficar bem- Harry não deixou de notar que sua voz falhava de tanta felicidade.

Harry olhou para Rony, tudo ficou preto, sentiu as costas caírem em algo fofo, sentiu adormecer.



Acordou com um pouco de água gelada na cara, Rony e Gina pareciam felizes, olhando para ele.

- Ele acordou- comemoravam eles.

Será que Harry tinha morrido?
Se beliscou na mesma hora, sentiu uma fisgada de dor, era real.

- Cadê a Hermione?- perguntou se levantando depressa e vendo que Rony e Gina não eram os únicos ali no dormitório.

- Madame Pomfrey disse que ela está se recuperando e que talvez ela saia terça-feira que vem.

Harry sorriu e abraçou Gina com muita força.

- E o Hagrid?- perguntou Harry indo até a janela e vendo as luzes da cabana apagada.

- Ele e o Grope foram tirados de Hogwarts- explicou Gina tristemente.

- Mas, não podem fazer isso, eu vou falar com Minerva- disse Harry, mas Rony o impediu.

- Ele já se foi, não a nada a fazer, e temos que aceitar da mesma forma, Hagrid deu uma mancada muito grande.

Harry olhou para Rony, não estava o reconhecendo, Rony nunca diria isso.

- Rony, você só pode estar ficando louco, Hagrid é nosso amigo.

- Eu sei que é, e sempre será, mas o que ele fez, não foi certo, Harry, você sabia que se ele continuasse, talvez no dia seguinte chegasse várias cartas dizendo que querem tirar os seus filhos de Hogwarts.
?

Harry concordou.

- Mas ele vai voltar- explicou Gina- Ele só precisa sumir com o Grope por uns tempos, ano que vem ele está de volta.

- E quando podemos visitar Hermione?- perguntou empolgado.

- Não sei, não perguntei isso à Madame Pomfrey, mas Hermione precisa de repouso, isso eu sei.

Harry sorriu, então revirou o malão e pegou uma toalha.

- Vamos tomar banho?

- Vamos- respondeu Rony pegando sua toalha.

- A gente se vê mais tarde- respondeu Gina acenando e saindo.

Harry e Rony desceram, conversando animadamente sobre a guerra com o Grope, então Parvati e suas amiguinhas fofoqueiras ficaram observando ele com um olhar igual de Rita Skeeter.

Descendo para o Banheiro dos Monitores Harry e Rony encontraram Pirraça arranjando uma briga com Argo Filch e sua gata, que por sorte pareciam nem ligar para Harry e Rony.

Assim que chegaram no Banheiro dos Monitores, Harry e Rony escutaram duas vozes, se aproximaram para perceberem quem estava ali, mas logo perceberam que não era uma só pessoa, eram duas, Draco e Pansy, se beijavam no canto da parede, ardentemente e estavam com roupas, mas não pareciam molhados, então Draco empurrou Pansy que cambaleou quase até a outra parte do banheiro e segurou em um box para não cair.

- Potter?
Weasley?
Vieram tomar banho?

- Não- respondeu o Rony com um olhar de nojo para ele e contorcendo a boca para o lado- Viemos fazer igual você fez com a Pansy.

Draco riu dando duas palmadinhas na barriga.

- Eu sabia que vocês se amavam.

Harry olhou abobado para Rony, pensando, "que maluquice", Draco olhou para Pansy e indicou a porta com a cabeça e juntos sairam dali.

- Rony, ficou maluco?
Agora ele vai espalhar para a escola que nós viemos no banheiro e por cima.
.
.

Rony olhou para ele.

- Deixa ele, toma um banho e fica tranquilo- disse Rony jogando sua toalha no ombro de Harry e se despindo, depois entrou no banheiro, deixando Harry para fora, estuperfato, "como o Rony podia pensar desse jeito?
", mas acabou indo tomar banho.



Os dias de visita na Ala Hospitalar não aconteceram, portanto Rony e Harry tiveram que ficar de fora, esperando notícias da amiga, notícias dadas por algum professor que sempre dizia a mesma coisa "ela vai melhorar", mas então eles tiraram dúvidas com um quintanista que tinha saído para a Ala Hospitalar.

Harry continuou com as suas aulas ganhando mais e mais galeões, quase tivera que dar a detenção em um calourinho, mas se arrependeu depois da aula de ter berrado ao menino para calar a boca.

Alguns dias se arrastaram, Harry ficou surpreso quando no máximo uns sete amigos vieram perguntar sobre a Armada de Dumbledore na manhã de Domingo, após isso Harry se dirigiu lentamente para sua mesa, tomou seu café da manhã e junto com Rony foi até a cabana de Hagrid que se encontrava trancada e sem nenhum cachorro lá dentro.

Na volta Harry e Rony pararam em frente ao lago, chutaram algumas pedrinhas e então Harry teve uma idéia, puxou a varinha do bolso e entregou ao Rony.

- Toma, usa em mim um Petrificus Totalus, certo?

Rony balançou a cabeça.

- O que?
Eu não .
.
.

- Por favor?
Dai você me leva para a enfermaria e diga para a Madame Pomfrey que me achou assim.

- Mas .
.
.

Harry tomou a varinha dele.

- Se você não quer fazer, eu faço.

- Não- impediu Rony- Eu faço- e pegou a varinha, fechou os olhos e apontou para o amigo- Petrificus Totalus.

As mãos de Harry se juntaram no seu corpo e ele caiu feito uma tábua, então Rony usou Mobilicorpus e levou Harry para a enfermaria.

- Madame Pomfrey- dizia ele batendo na porta, agora ela era fechada, após o acidente com Hermione, alguns curiosos queriam ver como ela estava o que deixava a enfermaria correndo para lá e para cá gritando feito uma doida "Saiam daqui, rápido".

Madame Pomfrey abriu uma janelinha na qual Rony só podia ver seus olhos cinzentos.

- O que vocês querem?
Já disse .
.
.

- O Harry, petrificaram ele.

Ela olhou curiosa para Harry, e abriu a porta, assim Rony pode ver Hermione por cima do ombro de Madame Pomfrey, mas precisava ficar na ponta dos pés e esticar o máximo do seu pescoço.

- Me ajude a levá-lo para dentro, vamos- disse ela apontando com a mão para Harry.

Rony pegou nos pés de Harry e erguendo ele, o levou para dentro, deixando ao lado de uma maca que estava sem lençol, Hermione parecia bem melhor, Rony foi até lá mas Madame Pomfrey o expulsou.

- Seus serviços acabaram, pode ir já, vai- expulsava ela.

Assim que Rony saiu ela meteu o cadeado na porta da enfermaria e sumiu nas cortinas, mais tarde ela veio com uma poção que curou Harry, mas ele precisava ficar de repouso, então Harry visitava Hermione frequentemente, ela parecia bem melhor do que Harry imaginava, teve uma hora que Harry jurou que ela abriu os olhos, mas talvez tivesse sido imaginação, logo voltou para sua maca.

A segunda-feira amanheceu depressa, Harry ainda estava em observação, o que achou extremamente bom, mas assim que recebeu alta, o garoto correu até a cama de Hermione, e deu um beijinho rápido na testa de Hermione, apesar de beijar um pouco de cabelos, e, então Madame Pomfrey se zangou com ele e acabou expulsando da enfermaria.

- Que moleque atrevido- murmurou depois que ele saiu da enfermaria colocandoas mãos na cintura.



Harry jogou a mochila nas costas e correu para a aula de Feitiços, apesar de chegar alguns minutos atrasado, explicou ao professor o ocorrido e se livrou de perder 10 pontos para a Grifinória, mas ainda assim conseguiu uma vaga atrás de Draco, que não foi nada legal.

Assim que a sineta tocou Harry juntou todo o material o mais depressa que pode, precisava contar as novidades ao Rony e percebeu que o amigo fazia o mesmo, se encontraram no final da escadaria do terceiro andar e Harry aproveitou para contar todos os detalhes da sua visita na enfermaria.

- Isso quer dizer que .
.
.

- Exatamente, que ela não vai demorar muito, talvez essa semana.

Rony sorriu abobadamente e então perguntou como estava se sentindo e Harry pode finalmente dizer que estava bem.



Os dias se passavam cada vez mais rápido, Hermione conseguiu sair dali alguns dias, foi uma alegria e tanto quando ela apareceu no Salão Comunal, abraçou tantas pessoas que Harry perdeu a conta na vigésima oitava.

Harry acordou o dia seguinte com um sonho maravilhoso, beijava Hermione no Salão Comunal e todos batiam palmas, logo acordou, afinal, quando se sonha tanto com o impossível, é impossível continuar dormindo.

Assim que Harry se levantou naquele sábado podia jurar que Hermione ia entrar em desespero por estar sem as matérias em dia, mas ela se controlou, obviamente pensando "sou um garota normal".

Os dias infelizmente não estavam voltando ao normal, afinal Hagrid não estavam mais com eles, o que tornava enjoativo ter que ir as aulas de Trato das Criaturas Mágicas que agora eram dadas por um professor bem mais inteligente do que Hagrid, Bryam Sind, o incrível, que as garotas pareciam adorar, afinal o cara era jovem, tinha um ar de bonitão, o que atraía dezenas de garotas, Harry e Simas viram Hermione suspirar em uma de suas aulas, não foi só ela que suspirou como Parvati vivia dizendo a Lilá que um dia ia dar uns catos nele, mesmo o cara tendo seus 21, 22 anos, mas sua dúvida foi respondida em uma aula na qual ele ensinava sobre os Rundores (bichinhos que penetravam nos ferimentos das pessoas buscando sangue).

- Professor- disse Pansy erguendo a mão para fazer uma pergunta.

- Sim?- perguntou ele mexendo com as luvas em um aquário.

- Eu queria fazer uma pergunta, posso?

- Lógico.

- Quantos anos você tem?

Ele soltou o pequeno bichinho gosmento de volta no aquário, cheio de lama, e sorriu para Pansy.

- Vinte e um- respondeu sorridente.

Depois disso a aula não perseguiu normalmente, em cada canto do jardim uma garota cochichava com a outra sobre isso, Harry e Rony não pareciam entender nada.

- O que elas vêem naquele cara?
Só por que ele tem olhos azuis?

- Cabelos arrepiado- emendou Rony.

- E porque tem o nariz certinho- disse Harry.

- Ou talvez porque seja alto e magro- disse Rony encolhendo os ombros.

- Ou talvez porque ele é sedutor, romântico, boca perfeita, barba bem feita- respondeu Hermione passando entre os dois, agarrada com os livros no peito.

Harry e Rony se olharam discordando.



O pequeno gramado verde estava ficando ensopado na última semana de Setembro, os jogos de Quadribol tinham que ser anulados ou adiados, eles teriam um jogo em breve, dia 16 de Outubro jogariam contra a Sonserina, Draco negava o medo, mas todos sabiam que ele ia ser derrotado como sempre.

Mais um integrante da Armada de Dumbledore o procurou naquele dia para fazer a mesma pergunta que os outros, mas aquela era uma garota especial.

- Ah, Harry!- chamou Hermione saindo da Sala de Runas Antigas- e então, já pensou sobre a AD?

Ele fitou os sapatos e respondeu pelo canto da boca.

- Não.

- Eu acho que você devia continuar.

- Mas temos um bom professor, o McClagan, é um ótimo professor.

- Também acho, não estou dizendo que ele é mau professor mas as aulas dele são curtas, portanto se tivéssemos ainda a AD, poderíamos treinar mais.

Harry sorriu e puxou a mão de Hermione para mais perto de si.

- Eu fico admirado de como você consegue ser tão meiga comigo, me faz esquecer da vida, dos problemas, até mesmo da morte de Sirius.

Hermione levou seu dedo indicador nos lábios dele.

- Não fale do Sirius.

- Eu não ligo mais, eu já me conformei, você me fez conformar.

Hermione sorriu e não se atreveu a se aproximar, porque seria horrível tomar um fora logo agora que estavam tão amigos, mas nem Harry se aproximou, ela pensou aquele momento fosse ótimo para um beijo e resolveu se aproximar, logo que estava tão próxima, mas ainda faltava um pouco, Harry deu mais um passo e encostou seus lábios nos de Hermione, era tão bom beijar aquela garota, ela aprendera finalmente a beijar, será que Rony tinha ensinado?
Não importa, fechou os olhos, largou a mochila no chão e passou as mãos pelas costas da garota parando-as na sua cintura, ela passava suas mãos nos seus cabelos, bagunçando-os um pouco mais do que o normal, e só pararam quando Draco apareceu.

- Ora, Ora, o Weasley não vai gostar nada de saber que vocês estão se beijando.

- Vai contar para ele, vai?- perguntou Harry encarando Draco.

- É pra já- disse correndo em direção ao Salão Principal.

Harry olhou para Hermione, ela não se importava, então beijou ela novamente, os problemas pareciam sumir, mas depois do beijo ele tornava a sentir os pés firmes em Hogwarts.

- Harry, você quer namorar comigo?- perguntou ela roçando a sua testa na dele.

Harry sentiu os óculos escorregarem pelo seu nariz, então uma parte do seu corpo ficou formigando, ele deu um selinho nos lábios de Hermione e disse.

- Ainda não, precisamos primeiro contar para o Rony.

- Precisamos de um tempo, é isso que você quis dizer?- perguntou ela sorrindo apesar de tudo.

- Vamos poder namorar escondido se você quiser- disse ele dando suas opções a garota e apanhando a mochila.

Hermione ficou vermelha e encarou ele.

- Ótimo- e deu um beijinho rápido nele.

Desceram conversando animadamente, foram jantar, Draco estava no Salão Principal, mas Rony não, ou seja Harry ainda tinha a amizade de Rony, o que era bom.

Harry sorriu brincando com as imagens na sua cabeça, bem na hora em que ia dormir, só de pensar que podia beijar a boca daquela garota quando quisesse, mas teria de ser escondido de Rony, mas mesmo assim sorriu, o que importava era sua felicidade, então olhou o luar através da janela e adormeceu sentindo os pensamentos rodarem.

O dia seguinte amanheceu chovendo, Harry saltou da cama, não podia perder tempo, precisava encontrar sua loirinha e beijar aquela boca, a única coisa que parecia sustentar Harry naquele dia, afinal Harry teria algumas aulas enjoativas, e não deu outra, Hermione também esperava ele na porta do Salão Comunal, Harry precipitou e a beijou rapidamente, mas ela empurrou os ombros dele.

- O Rony pode ver.

- Não, ele não vai ver- respondeu beijando denovo- Ele está se trocando.

Harry e Hermione se sentaram nas poltronas vermelhas esperando o amigo descer, logo que apareceu eles foram conversando amigavelmente até o Salão Principal, assim que se sentaram na mesa Draco veio até o local onde eles estavam, Harry sentiu um gelo percorrer pelo corpo, pensando "Fofoqueiro, maldito", tentou desviar a atenção de Rony para algumas corujas que entravam no Salão Principal, mas para a surpresa de Harry e Hermione, Draco escondia nas vestes um jornal, e então mostrou a Hermione e seus olhos correu imediatamente pelo jornal e então ela murmurou por cima do jornal, assustada.

- Os comensais da morte escaparam.

Harry meteu a mão na testa, não deixou lágrimas rolarem pelo seu rosto, seria melhor segurá-las, Hermione entregou o jornal, ele não fez questão de ler, não queria confirmar.

- Vamos para a aula- respondeu Harry olhando Draco e pegando a mochila.

Rony e Hermione tentaram seguir os seus passos.

- Calma, acalme-se- dizia Hermione e Rony toda hora, mas ele parecia mais nervoso do que o normal.

Antes que Harry colocasse os pés no terceiro andar, ele se virou para Rony e Hermione, suando frio e disse.

- Acabou.

- Não acabou, não, Harry- disse Hermione preocupada- Rony, por favor vá buscar um acalmante na enfermaria.

O seu plano para despistar o garoto foi fácil, assim que Rony virou as costas ela pegou as mãos do seu namorado e disse.

- Ainda não acabou, você tem a mim.

Harry sorriu e saiu como um suspiro, ele deu um selinho na namorada e ela disse.

- Não importa o que aconteça, não importa o que separe a gente, eu sempre vou te amar.

Harry sorriu.

- O mundo pode separar a gente, mas nunca esqueça, eu te amo, nem que a morte separe a gente, nunca esqueça, eu te amo- repetiu ela, sorrindo.

- Eu também te amo- disse com incerteza e a beijou.

Um barulho aconteceu ao lado deles, um frasco de Poção tinha se espatifado, pararam o beijo e olharam para ver quem era que tinha visto o beijo, para a infelicidade dos dois, Rony estava ali na escadaria, com uma cara de idiota e o líquido da Poção derramado nos seus pés, parecia estar zangado.


Notas Finais


Próximo: Campeonatos


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