História Harry Potter e a Revolta dos Sangue Ruins - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Visualizações 42
Palavras 1.389
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo 4 pronto.

Espero que gostem.

Capítulo 4 - A Casa dos Grangers


Harry se levantou o mais depressa que pode, pegou o malão, enquanto a Sra. Weasley pegava sua gaiola, e Rony sua vassoura, admirando-a.

— Como vai o pessoal da Ordem? - perguntou Harry para o Sr. Weasley antes de entrar na Toca.

O Sr. Weasley puxou a varinha apontou para a porta, murmurou algumas palavras mágicas e ela se abriu depois de alguns segundos.

— Vai bem - respondeu secamente preocupado com outra coisa, provavelmente alguma coisa sobre o Ministério.

Harry foi arrastando o malão em direção a Sala, quando foi depositar o malão em cima do sofá a Sra. Weasley o impediu.

— Harry, por favor, né querido? Rony, leve ele para o seu quarto.

Harry sorriu sem graça, super corado, puxou o malão para perto de si, e subiu atrás de Rony, fingindo não saber o caminho, e Gina atrás com um livro rosa nas mãos, mas não lia, prestava atenção em Harry e Rony.

Rony abriu a porta depositou a vassoura em cima da cama, e o malão de Harry ao lado, para a surpresa dos dois, Gina entrou junto no quarto, e sentou na cama de Rony.

— Ei maninha dá um tempo, eu e o Harry precisamos conversar.

Harry que encarava a paisagem lá fora se virou para ver qual seria a resposta de Gina mas ela não se mexeu, continuou olhando para o Rony com uma cara de Ei, eu cresci , me deixe ficar, e continuou parada fitando o seu irmão, até então olhou para Harry, que a observava em silêncio.

— Ok, estou indo - disse ela abrindo a porta e saindo lentamente.

«« Não Gina, fique - ela olhou para ele com um sorriso agradável, abraçou ele, apertando com muita força.
— Obrigada... - disse pulando no pescoço do garoto enquanto ele a rodava no ar, ambos estavam sorridentes e felizes deixando Rony abobadamente no quarto.»»

— Harry - chamou Rony pela terceira vez.

— Ah, desculpa - murmurou agitando a cabeça e voltando à vida real, Gina não estava mais no quarto, tinha saído e deixado a porta encostada, como Rony desejara - Então, quantos N.O.M's?

— Fui bem em apenas cinco! - murmurou chateado jogando o corpo na cama que rangeu a tábua - Decidi largar os estudos, e jogar quadribol. É o melhor que posso fazer.

— Não Rony, você não pode desistir assim, tão fácil. Sua mãe sabe disso?

— Nem sonha, se soubesse eu já estaria enterrado - brincou ainda sério.

Harry soltou uma risadinha abafada.

— Desculpa rir.

— Ok! Todos esses dias de férias, estive treinando Quadribol, estou me saindo um ótimo goleiro. 

— Que bom- sorriu Harry- espero que tenha notícias do novo Capitão do Time.

— Não tenho - respondeu desanimado ainda mantendo um tom falso na voz.

— Ah, legal - murmurou forçando um riso super amarelado.

— Eu esperava que fosse você, mas me lembrei que você saiu do Time, Gina também e...

Harry virou as costas chateado.

— Logo, logo o resultado vai chegar - respondeu forçando um sorriso nada agradável, balançando a cabeça.

E confiante nessas palavras Rony sorriu.
~~
O dia não podia ter sido melhor, exceto se Hermione tivesse junto, Dino Thomas foi visitar a toca, Harry passou a tarde conversando com a Sra. Weasley e com a Gina sobre a Ordem, enquanto Dino e Rony jogaram a tarde inteira Xadrez de Bruxo. 

— Como vão Fred e Jorge?- perguntou Harry novamente e se aproximando de Rony e de Dino se intrometendo na partida.

— Um pouco mal, sabe, estão começando agora- disse Rony sem tirar os olhos do tabuleiro, mordiscou fracamente a língua (Torre na A6).

— Ah, que pena - lamentou Harry.

— Mas eles vão melhorar - intrometeu Dino - Esses dias eu passei lá, nossa, é a melhor loja do Beco, simplesmente gastei toda minha mesada de galeões lá. Papai ficou hilário! 

Harry sorriu.

— Então Rony, quando vamos para a casa de Hermione?

— Ah, já ia me esquecendo, ela mandou uma carta, está esperando a gente lá, às 20 horas.

— Vamos como?

— Pó de flu, xeque mate - Rony ganhara pela décima vez de Dino.

— Enjoei, você não me deixa ganhar - murmurou chateado - Acho que já vou. Preciso ajudar os meus pais na construção... Sabe, estão construindo uma casa na praia! 

— Está cedo, fica mais querido - disse Molly que estava ouvindo a conversa da cozinha, Gina se aproximava, descendo das escadas.

Dino coçou a cabeça, abraçou Gina e deu um selinho nela, logo em seguida deu tchau a todos e disse que precisava realmente ir embora, e assim, o fez.

Às vinte horas da noite estavam todos reunidos na sala, sonolentos ainda com a comida pesada da Sra. Weasley no estômago.

— Adeus filhotes, alimentem-se - disse ela abraçando Rony e Gina parecendo quebrar as costelas - Adeus Harry - Rony e Gina seguraram Harry um em cada braço para que ele não fosse parar no chão. Nessa época de guerra, ela se tornava mais sentimental. 

— Bom, até mais - despediu quando os três se apertavam em volta da lareira. 

Harry, Rony e Gina junto meteram as mãos naquele pote gigante cheio de pó de flu.

— Casa da Hermione Jane Granger! - e jogaram o pó nos pés.

Tudo rodopiava a volta deles, não era um meio de transporte nada legal para Harry, seus olhos se fecharam pesadamente, tudo foi ficando muito escuro e um baque violento nas costas, pelo menos havia batido em algo reto, sentiu seu corpo deslizar por um tubo, e seus pés foram parar embaixo de algum lugar pesado, bateu a cabeça contra alguma coisa dura o que parecia ser o chão de algum lugar, e seus olhos abriram assustados, a claridade quase o cegou, havia umas seis pessoas olhando em sua direção, preocupados, um homem com uma roupa branca tomava à frente, enquanto Harry tentava reconhecer os demais de cabelos laranjas. 

— Harry... - sentiu várias mãos e braços depositarem ele no sofá. 

Atordoado, ele deu algumas piscadas e apoiou os braços no sofá para se levantar.

— Obrigado Sr. Granger - disse ainda sem certeza se ele realmente era o Sr. Granger, viu Hermione ao seu lado sorrindo, sorriso estava bem diferente, colorido, pensou Harry estranhamente, estava mais alta do que o normal, logo atrás Luna aparecera na lareira, super preocupada, Harry se levantou.

— Pelo visto você não sabe usar a lareira - sorria um homem com ombros enormes, na qual Harry pensava que fosse o Sr. Granger. 

Harry cumprimentou todos.

— Hermione, leve-os para o quarto que preparemos.

Hermione sorriu, Harry então percebeu a diferença do sorriso de algumas semanas atrás, Hermione estava usando um aparelho cor-de-rosa choque.

— Gostou? - perguntou ela mostrando sorriso
.
— Sim, parece simpática - disse gozando dela.

— Isso significa que eu não sou simpática? - perguntou fazendo cara de espanto.

— Não, brincadeira, Mione! Tia Petúnia também usou aparelho até os meus 9 anos de idade - então se lembrou de Snape e Lílian, aquilo ainda alfinetava sua cabeça.

Harry nem se tocara como a casa de Hermione era simples, e normal, tinha uns 5 quartos, 4 deles eram suítes, 6 banheiros contando com as suítes, e vários cômodos pequenos.

— Chegamos, quarto dos meninos - disse ela abrindo a porta - Gina e Luna, vocês dormiram no meu quarto comigo - Hermione estava com a voz um pouco diferente, talvez fosse efeito do aparelho.

— Boa noite - despediram as garotas carregando suas malas. 

— Ah, Hermione... - disse ele e no mesmo instante falou - Ah deixa pra lá, boa noite meninas - disse ele antes de entrar no pequeno quarto com duas camas de solteiro espalhadas em cada canto, e um pequeno guarda-roupa na frente das camas, uma televisão de 20 polegadas em cima dele, e um ventilador de teto, e ao lado da cama um criado-mudo, o banheiro era um dos mais bonitos que Harry já visitara.

Harry sentou na cama olhando para a cama de Rony, contou tudo a ele sobre Severus e Lílian.

— Você está mesmo achando que é filho de Snape? Harry, nunca, você é a cara do seu pai.

— Você nunca viu meu pai, Rony!

— Mas pelo que ouço falar.

— As pessoas mentem! Já mentira para mim outras vezes! - retrucou - Mas eu vou descobrir a verdade, nem que tenha que empurrar Snape de um penhasco para descobrir a verdade.

Harry tentou dormir, mas era inútil, seu cérebro trabalha em alta velocidade, trabalhava demais, pensava em teorias, ao mesmo tempo no ''desmaio'' que tivera ao chegar na casa dos Grangers. 


Notas Finais


Próximo: Revelação


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